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Três vítimas são mortas após tiroteio nos EUA; suspeito está foragido

Segundo a polícia, suspeito atirou em cinco funcionárias de uma empresa fornecedora de granito, em um ataque tido como 'em local de trabalho'

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Pelo menos três pessoas morreram depois de um ataque a tiros que aconteceu, nesta quarta-feira (18), em um centro empresarial do estado de Maryland , em Edgewood, a 48 quilômetros de Baltimore , nos Estados Unidos. De acordo com a polícia local, outras duas pessoas ficaram feridas e foram hospitalizadas.

Dado como o principal suspeito do ataque, Radee Labeed Prince, de 38 anos, está foragido e é procurado pela polícia dos Estados Unidos .

Segundo as investigações, ele atirou nas cinco vítimas, funcionárias da empresa fornecedora de granito Advanced Granite Solutions, em um ataque tido como ’em local de trabalho’. Não se sabe ao certo se Prince também chegou a trabalhar na mesma companhia.

O ataque aconteceu no centro industrial Emmorton Business Park, onde fica a empresa. Embora a polícia tenha afirmado que o suspeito também esteja envolvido com o centro empresarial, as investigações ainda não apontaram como se dá essa relação.

De acordo com a polícia, ele é considerado um suspeito “armado e perigoso”. Na região, cinco escolas foram fechadas e algumas empresas suspenderam as suas atividades.

O perfil no Twitter do escritório do xerife do condado de Harford divulgou uma foto do suspeito e algumas informações do carro que, segundo a polícia, ele está dirigindo.

Mais um ataque a tiros remete à questão da posse de armas no país

O ataque a tiros em terras norte-americanas acontece pouco tempo depois do ataque que deixou mais de 50 mortos em Las Vegas, após um homem abrir fogo em direção ao público de um festival de música country.

Há 16 dias, Stephen Paddock atirava contra uma multidão de mais de 20 mil pessoas. O episódio reacendeu a questão do direito ao porte de armas nos Estados Unidos. Na ocasião, o presidente norte-americano, Donald Trump, afirmou que ainda não era o momento para discutir a posse de armas no país, direito por ele defendido desde a campanha eleitoral de 2016.

Com informações da Agência Ansa / Ig

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