Coluna – Discurso de Cassol pode acelerar seu processo no STF

Senador rondoniense falou, em 7 minutos, o que o governo precisava, mas não queria ouvir

Cara dura

Foi uma dificuldade, e eu acompanhei de perto a briga da vereadora pimentense Scheilla Cassol (PROS) para adquirir e obter todos os recursos necessários para a implantação do aparelho de mamografia. O dinheiro para a compra, R$ 300 mil, ela conseguiu com os deputados estaduais Hermínio Coelho e Luizinho Goebel. O dinheiro para manutenção com o ex-deputado estadual Kaká Mendonça e o dinheiro para reforma do local onde o equipamento vai ser instalado, com o ex-deputado federal Carlos Magno. O prefeito Jean Mendonça era contra a instalação do mamógrafo na cidade. Ninguém me contou, eu ouvi do próprio em uma reunião ocorrida na cidade ano passado. Mas agora que está tudo certo, ele e sua vice-prefeita alegam “ser um sonho antigo a instalação do mamógrafo”.

Realmente

A política tem dessas “trairagens”, mas em uma cidade pequena como Pimenta Bueno, mentir é muito feio. E para comprovar que tanto Jean quanto sua vice mentem na cara dura, é só pesquisar no Google. CLIQUE AQUI para ver os resultados sobre o assunto.

Me representa

Falando em Cassol, o senador Ivo deu um show em Brasília durante seu discurso de pouco mais de 7 minutos na tribuna do Senado na última quarta-feira, ao afirmar que o governo Dilma é populista e irresponsável, e que graças a total falta de planejamento o país está em crise. Cassol foi além e bateu na questão dos juros exorbitantes cobrados pelos bancos, “370% de juros de cartão de crédito é um roubo”, esbravejou o italiano, que ainda foi enfático na questão da isenção dada pelo governo para compra de carros novos há alguns anos objetivando “aquecer a economia”. Segundo Cassol, “quem compra carro tem dinheiro”.

E ele tem razão

Essa foi uma das poucas vezes que Cassol usou a tribuna para falar com propriedade sobre um tema complexo como a economia. Mas do alto de sua praticidade, ele foi muito claro, “pagar 370% de juros de cartão de crédito é roubo!!”, declarou, e concluiu, “quem usa cartão de crédito é quem não tem dinheiro, quem tem pouco dinheiro, porque quem tem não usa”. Cassol também lembrou que o governo concedeu isenção para a compra de carros, mas não investiu em infra-estrutura das cidades, “e esta aí o caos, as cidades abarrotadas”, afirmou. Ele também lembrou da falta de compromisso do governo federal com o pagamentos de empresas que estão prestando serviços em Rondônia, “não honrar compromissos assumidos é picaretagem”. Você pode até não gostar do Ivo Cassol, mas tem que concordar, a política econômica atual está muito equivocada. Só está boa para banqueiros.

O problema

Desse discurso de Cassol é que o governo petista, vingativo como é, pode querer “dar uma acelerada” em sua ação que tramita no Supremo Tribunal Federal. É bom lembrar que em Brasília a turma não é muito chegada a ouvir verdades…abaixo, a íntegra do discurso do senador rondoniense.
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Crise

E um dos fatores que mais vem preocupando os brasileiros em relação a crise que se agrava a cada dia, é a suspensão dos concursos públicos. Em um país onde a economia varia de acordo com os idiotas de plantão e com uma legislação tributária e trabalhista leonina, o serviço público se tornou uma espécie de “porto seguro”. E talvez esse seja um dos maiores problemas do Brasil, o comodismo da população. Desde os anos 50, quando o Estado brasileiro se consolidou, que os símbolos de status eram ser servidor público ou bancário. Empreender era coisa de “aventureiros irresponsáveis”, diziam os mais antigos. E esse mantra perdura até hoje. No Brasil, a cultura do concurso tira do páreo pessoas competentes, em prol da “igualdade de direitos”. Não que eu defenda o apadrinhamento, mas creio que um sistema como o adotado pelo Chile, com entrevistas, análises de curriculos e competências seria bem mais equânime que provinhas cheias de “macetes”. Marcar “x” nunca foi sinônimo de capacidade. Vide o nosso serviço público. Evidente, que respeitadas as exceções.

[su_frame align=”right”]//pagead2.googlesyndication.com/pagead/js/adsbygoogle.js // [/su_frame]Em Cacoal

Conforme a coluna antecipou, o padre escapou da cassação. Franco Vialetto teve 8 votos a favor do arquivamento contra 4 desfavoráveis. Votaram pela cassação Claudemir Littig (Mão), Adaílton Antunes (Fúria), Rafael Evangelista e Celso Adame. Pelo arquivamento foram Paty Paulista, Pedro Ferrazin, Toninho da Emater, Donizete da Sucam, Valter Pires, Valdemiro Corá, Mário Moreira (Jabá) e César Condak. Vale destacar que Paty Paulista e Corá foram presos na Operação Detalhe, Valter Pires é do PT (legenda do prefeito) e Jabá foi secretário de obras do prefeito. Portanto, tudo certo.

Em Jaru

A Câmara pretende afastar, pela segunda vez, a prefeita Sônia Cordeiro (PT). Dessa vez, segundo os vereadores, “não tem volta”. Mas não é bem assim. Esse “vai e vem” está prejudicando o município e é praticamente certo o retorno de Sônia antes mesmo do vice esquentar a cadeira. De novo.

Em Porto Velho

A creche Carinho de Mãe emitiu nota sobre o episódio em que foi acusada, por uma mãe e a avó, de ter dopado um aluno. O caso espalhou como rastilho de pólvora pelos famigerados grupos de Whattsapp, e rapidamente os mais afoitos já queriam “tocar fogo” na creche. Foram feitos exames toxicológicos na criança imagens do circuito interno do estabelecimento disponibilizadas para a polícia. De acordo com uma nota de esclarecimento divulgada na última quarta-feira, “a criança saiu andando da creche, e não cambaleando como disseram mãe e avó”. A nota, que você lê na íntegra no final da coluna, traz pormenores do episódio.

O que fica

Desse lamentável episódio é um alerta para toda a sociedade sobre a forma correta que deve ser conduzida questões dessa natureza. Correr para a internet ou espalhar informações dessa gravidade via grupos de Whatts é de uma irresponsabilidade descomunal. Se porventura ocorrer algo dessa natureza, procure imediatamente a polícia, para que sejam adotadas as medidas corretas. Felizmente, ao que tudo indica, a criança não sofreu problemas maiores. Mas a creche deve acionar judicialmente a mãe e avó do menino. Incidentes envolvendo crianças chocam a comunidade e muita gente perde a cabeça, outros querem fazer justiça com as próprias mãos. Nesses casos, é sempre bom ter cautela.

Via o Anagonista

A revista “The Economist” desta semana diz que Dilma Rousseff ainda conserva seu emprego, mas que muitos brasileiros não tiveram a mesma sorte. A Fiesp acaba de divulgar um número que confirma esse fato. As indústrias de São Paulo fecharam 26 mil postos de trabalho em agosto, acumulando 119 mil postos de trabalho no ano, o pior resultado desde 2006.

Quer ter certeza que você é um trouxa?

Depois de o Contran (Conselho Nacional de Trânsito) determinar que carros com mais de dez anos de uso deveriam trocar de extintor (de BC para ABC), no começo deste ano, o órgão decidiu, nesta quinta-feira (17), que não será mais obrigatório ter o equipamento nos veículos que circulam no Brasil. A medida passa a valer a partir do momento em que a decisão aparecer no Diário Oficial da União, algo que deve acontecer entre esta sexta (18) e segunda (21). Com isso, o uso será opcional para carros, utilitários, camionetas, caminhonetes e triciclos de cabine fechada. Até então, rodar sem extintor ou com ele vencido era considerado infração média, com multa de R$ 127,69 e cinco pontos na CNH (Carteira Nacional de Habilitação).  Essa medida que obrigava o uso do equipamento foi estabelecida em 1968 e passou a vigorar em 1970. O extintor continua sendo obrigatório em caminhões, micro-ônibus, ônibus, tratores e veículos de transporte de produtos inflamáveis. A AEA (Associação Brasileira de Engenharia Automotiva) informou que dos dois milhões de acidentes em veículos cobertos por seguros, apenas 800 tiveram incêndio como causa. Desse total, somente 24 informaram que usaram o extintor, o equivalente a apenas 3%. Além disso, estudos realizados pelo Denatran constataram que as inovações tecnológicas introduzidas nos veículos nos últimos anos resultaram em maior segurança contra incêndio.

 

Via Lauro Jardim

Cabo Daciolo, o deputado federal que quer mudar a Constituição para dizer que o poder emana de Deus, fez a Câmara, desde o começo do ano, pagar 70 000 reais à empresa Swell Home Office para atualizar seu perfil no Facebook. A Swell Home Office está registrada no nome de Fabíola de Oliveira Pereira, mulher do sargento dos Bombeiros do Rio de Janeiro Cláudio Vinícius Pereira, amigo e cabo eleitoral de Daciolo.

Clínica Mais Saúde informa: Brincar ao ar livre faz bem à visão infantil, indica estudo

Um estudo realizado na China identificou uma possível maneira de conter o desenvolvimento de miopia em crianças. Em pesquisa feita com 12 escolas chinesas, o resultado apontou que pelo menos 40 minutos por dia de brincadeiras ao ar livre trazem benefícios à visão de meninos e meninas. Mingguang He e outros pesquisadores pediram a seis escolas que levassem os alunos para brincar fora todos os dias; como grupo de controle, as outras seis mantiveram a rotina de estudos dentro da sala de aula. Os pais também foram estimulados a incentivar brincadeiras ao ar livre aos finais de semana – nesse ponto, os dois grupos se igualaram. Depois de três anos, eles passaram a fazer testes com as crianças para identificar se havia sinais de miopia. No inicio do experimento, menos de 2% de cada grupo tinha o problema. Entre as crianças das escolas que aplicaram a estratégia de brincar ao ar livre, 30% desenvolveram algum grau miopia (259 de 853 crianças). Já entre aquelas que ficaram nas salas de aula, 40% desenvolveram o problema (287 de 726 crianças) – a pesquisa só considerou ‘miopia’ os exames que apontavam pelo menos 0,5 grau. No Brasil, um estudo realizados pelo CBO (Conselho Brasileiro de Oftalmologia) em 2014 com crianças entre 9 e 13 anos que utilizavam computador ou videogame por seis horas ininterruptas mostrou que 21% delas desenvolveram algum grau de miopia.

Bloquear BR pode ser enquadrado como “ato terrorista”

Lei que tramita no Congresso proíbe esse tipo de manifestação que se tornou rotina em Rondônia

Virou rotina em Rondônia qualquer problema ser resolvido a base de protestos até ai tudo bem, todo cidadão tem direito de se manifestar segundo a constituição brasileira, entretanto quase todos os protestos tem ocorrido da mesma forma. Os manifestantes fecham a BR-364 envolvendo pessoas que não tem nada a ver a situação. Filas e filas se formam na principal via de escoamento da produção de várias estados brasileiros. 

A BR-364  é uma rodovia federal, por ela passam diariamente centenas de caminhões que abastecem as cidades vizinhas, a obstrução da via tem ocorrido por diversos motivos, desde a falta de uma rede energia elétrica até saneamento básico. Uma minoria de pessoas acabam gerando transtornos para empresas e populares que não tem nada a ver com o problema daquela comunidade, fora o impacto que isso causa na economia do local afetado. 

[su_frame align=”right”] [/su_frame]O caso mais recente aconteceu na noite de quarta-feira, 16, por volta das 19 horas, quando moradores do Bairro Renascer, localizado na zona leste da capital, fecharam a BR-364 em protesto, na altura da FARO. Eles exigiam rede elétrica, encascalhamento e saneamento básico nas ruas do bairro. Segundo a Polícia Rodoviária Federal que compareceu no local, duas filas quilométricas se formaram em sentidos contrários.

Outro caso ocorrido recentemente, foi quando os moradores do Bairro Universitário, protestaram contra a reintegração de posse do local, que havia sido determinada pela justiça. Os manifestantes atearam fogo em pneus e colocaram pedaços de madeira na BR 364, para bloquear a passagem dos veículos. Eles pediam a presença do prefeito Mauro Nazif, que não compareceu no local, para que assinasse um decreto que afetava a área, proibindo a desocupação da área que foi invadida em 2008 e seria reintegrada dali a alguns dias.

Os protestos não se limitam só a Porto Velho. Moradores de Cujubim, cidade localizada no Vale do Jamari, também interditaram a BR-364 nos dois sentidos em protesto por mais segurança publica no município. A paralisação da rodovia federal durou em torno de 4 horas.

Uma outra manifestação feita por caminhoneiros na linha do Triunfo ( 120 km de Porto Velho) exigiam serviços emergênciais do DNIT. O protesto faz parte de um acordo decidido entre os caminhoneiros do Acre, Rondônia e Mato Grosso. Eles alegaram que a estrada estava cheia de buracos e vinha causando inúmeros acidente.  
Segundo o inspetor Alair Rodrigues Saraiva da Policia Rodoviária Federal (PRF), os manuais da PRF informam que os policiais não podem usar de força bruta para desobstruir rodovias. Ele relatou que qualquer cidadão tem direito de se manifestar, e que a polícia está ali para “mediar o acordo entre os manifestantes e as autoridades”. 

O correto seria os manifestantes protestarem na frente dos órgãos públicos de qual eles pedem os serviços. Assim não afetaria as pessoas erradas. Um ponto que gerou dúvida  foi sobre o direito de ir e vim de qualquer cidadão garantidos pela Constituição Federal. Se um grupo de manifestantes fechar a rua por qualquer motivo que seja, você não tem o direito de seguir a rota com seu veículo. Mas e onde fica o direito do restante da população?  “ Você tem direito de ir e vir, o seu veículo não, então você pode descer e continuar seu trajeto, andando a pé”, afirmou o inspetor Saraiva.

A Câmara dos Deputados recentemente aprovou uma lei antiterror que pode criminalizar manifestantes que venham a  incendiar, depredar meios de transporte públicos ou privados ou qualquer bem público, bem como sabotar sistemas de informática, o funcionamento de meios de comunicação ou de transporte, portos, aeroportos, estações ferroviárias ou rodoviárias, hospitais e locais onde funcionam serviços públicos.
Segundo o artigo  5º inciso XV – “é livre a locomoção no território nacional em tempo de paz, podendo qualquer pessoa, nos termos da lei, nele entrar, permanecer ou dele sair com seus bens;” A polícia deveria fazer cumprir a constituição que rege todo o território nacional, coibindo esse tipo de manifestação que fere o direito do cidadão.

Ao pagarmos o Imposto sobre a Propriedade de Veículos Automotores (IPVA), estamos pagando o imposto que nos dá o direito de nos locomover com nossos veículos. Quando uma manifestação bloquear uma via e ferir o seu direito de ir e vir, o certo a se fazer e comunicar ao Ministério Publico e pedir a desobstrução da via imediatamente.

“Câmeras mostram que criança saiu andando e não cambaleando”, diz creche em nota

O estabelecimento foi acusado por uma mãe e uma avó através de mensagem pelo whatsapp

A creche Carinho de Mãe, em Porto Velho, emitiu nota na última quarta-feira sobre as acusações de dopping contra uma criança de 5 anos, episódio que veio à público através de duas gravações distribuídas pelo aplicativo Whatsapp, gravadas pela mãe e pela avó da criança. Na nota, a creche esclarece que foi feito um exame toxicológico na criança, cujos resultados deram negativo. Também informou que imagens de câmera de segurança mostraram a criança saindo da creche andando, e não “cambaleando ou desacordada” conforme relataram a mãe e a avó do menino.

A creche também apresentou uma cronologia dos acontecimentos e a sua total colaboração com as autoridades, além das ameaças que sofreu por parte de algumas pessoas durante o episódio. Veja abaixo a íntegra da nota:

SEGUNDA NOTA DE ESCLARECIMENTO

Porto Velho, 16 de setembro de 2015.

Vimos através desta expor as novas informações acerca dos acontecimentos do dia 20 de agosto, quando a mãe de um aluno acusou nossa escola de doping.

[su_frame align=”right”] [/su_frame]1) Das ações tomadas pela escola

Recebemos o áudio da mãe do aluno tarde da noite do dia 20, uma quinta-feira. Dirigi-me à escola para buscar os dados da mãe do aluno e buscar a impressora para imprimir as inúmeras ameaças estávamos recebendo para mostrá-las ao policial de plantão quando fizesse o B.O. A tal caixa preta que filmaram sendo retirada da escola trata-se simplesmente da impressora que levei para casa, pois estava insegura em continuar no prédio da escola de uma vez que recebemos ameaças de invasão. Já passava da 1 da manhã quando me encaminhei à 3ª Delegacia de Polícia para abrir um Boletim de Ocorrência contra a sra. Camila Yasmim Barros.

No dia 21, sexta-feira, os pais dos nossos alunos compareceram à instituição para saberem mais sobre o ocorrido. Fizemos pequenas reuniões e lhes passamos as informações que tínhamos até o momento. A mãe e a avó da criança compareceram à escola para buscar o material escolar do aluno, mas recusaram qualquer tipo de conversa com a direção. A mãe sequer entrou na escola, não passando do portão de entrada.

Ainda na manhã do dia 21, recebemos uma visita surpresa do Departamento de Vigilância Sanitária da Secretaria de Saúde do município, quando, após uma vistoriarem nossas instalações, lavraram laudo ao constatarem que NÃO HÁ NENHUM TIPO DE MEDICAMENTOS NA ESCOLA além da caixa de primeiro socorros.

No fim da tarde do dia 21, recebemos a visita da Perícia Criminal da Polícia. Não havia nenhum ofício ou mandato de busca oficial, mas a escola lhes recebeu de bom grado. Caminhamos com o perito pelo espaço físico da escola e no final da visita lhes oferecemos amostras de produtos alimentícios da escola para análise laboratorial. Essas análises foram feitas pelo IML e resultaram em NEGATIVO para qualquer tipo de alteração.

Na segunda-feira, dia 21, após conversa com o delegado da Delegacia de Proteção à Criança e Adolescente, colhemos as imagens das câmeras de monitoramento interno da escola e as ofertamos à delegacia, mais uma vez, por livre escolha da instituição e sem nenhum pedido oficial por parte da polícia.

NAS IMAGENS DO NOSSO MONITORAMENTO INTERNO, A CRIANÇA, AO CONTRÁRIO DAS ACUSAÇÕES FEITAS PELA MÃE E PELA AVÓ, SAI ANDANDO DA SALA DE DESCANSO ATÉ O CARRO AO ENCONTRO DA AVÓ. NÃO ESTAVA CAMBALEANDO, NÃO SAIU CARREGADA. SAIU ANDANDO. A avó, inclusive, já havia entrado em contato com a escola naquela manhã da quinta-feira, dia 20, avisando que buscaria a criança mais cedo.

Na última sexta-feira, dia 11 de setembro, recebemos a notícia da conclusão do exame toxicológico da criança, onde, como já sabíamos, O RESULTADO FOI NEGATIVO PARA QUALQUER TIPO DE DOPING. O exame não foi feito no Estado de Rondônia, já que o IML do Estado não possui reagente para tanto. Foi realizado por um laboratório particular em Minas Gerais, a pedido da DPCA.

Desta forma, fica claro que as acusações feitas pela sra. Camilia, que feriram profundamente a nossa integridade como instituição, foram FALSAS. Não há provas para as suas acusações, ao contrário, nós da Carinho de Mãe podemos provar que são FALSAS através dos resultados dos laudos e imagens do monitoramento interno.

Trabalhamos há 18 anos na cidade de Porto Velho, fazendo o melhor trabalho de educação infantil do nosso Estado. Estávamos a espera do resultado deste exame para podermos entrar com as ações cabíveis contra a mãe e avó da criança, o que as faremos até o final desta semana.

2) Das consequências das acusações

Por nenhum momento a escola se esquivou de conversas e questionamentos. Recebemos visitas de pais, familiares e de membros da DPCA e da Perícia Criminal, mesmo sem haver nenhuma investigação sendo feita contra a instituição. Continuamos com a escola aberta, realizando o trabalho normal com nossos alunos e dando continuidade aos eventos marcados no nosso Calendário Escolar. Depois do ocorrido, realizamos a Amostra Folclórica e o III JICA – Jogos Internos Carinho de Mãe, ambos com grande sucesso entre os alunos e pais.

Durante o alvoroço das acusações, recebemos ameaças de morte, de agressão física, de depredação do prédio da escola e muitas outras. As funcionárias foram abordadas na rua, sentido-se constrangidas em usar o uniforme fora do espaço escolar pelas constantes abordagens que sofreram pela sociedade. Perdemos alunos, o que diminuiu consideravelmente o orçamento escolar. Por consequência, tivemos de demitir funcionárias, que perderam sua estabilidade salarial.

As acusações da sra. Camila não afetaram só o seu filho e a Carinho de Mãe, desestabilizaram toda a comunidade escolar, passando por alunos que perderam seus colegas de classe, pais que foram constantemente abordados em seus locais de trabalho acerca dos acontecidos, funcionárias que foram constrangidas na rua e que perderam o emprego e a instituição que teve seu nome manchado, integridade moral arruinada e estabilidade financeira comprometida.

Após a saída do exame toxicológico, demos entrevistas à SIC TV e TV Allamanda, falando sobre o caso. As reportagens devem ir ao ar nesta semana. Disponibilizamos para as emissoras as imagens do monitoramento interno que citamos acima.
Em semelhança ao Caso Escola Base de São Paulo, todas as acusações feitas contra nossa instituição foram FALSAS. Diferentemente daquele caso, a imprensa não foi a responsável pela disseminação das falsas informações, e sim a própria sociedade portovelhense que compartilhou os áudios sem pensar duas vezes na seriedade das acusações e suas consequências.

A Carinho de Mãe continua à disposição para eventuais questionamentos e continuaremos trabalhando com a mesma transparência e integridade de sempre. Disponibilizaremos as novas informações que recebermos à medida do possível.

Cumprimentos cordiais,
Maríllia Gomes
Mantenedora do Centro Educacional Carinho de Mãe

Doação de empresas a campanhas é inconstitucional, diz STF

STF autoriza regime aberto a réu primário por tráfico de drogas

O Supremo Tribunal Federal (STF) decidiu hoje (17) proibir o financiamento privado de campanhas políticas. A Corte encerrou o julgamento, iniciado em 2013, de uma ação da Ordem dos Advogados do Brasil (OAB), que questionou artigos da Lei dos Partidos Políticos e da Lei das Eleições.

Esses artigos autorizam as doações de empresas para partidos políticos e candidatos. Por oito votos a três, a maioria dos ministros entendeu que as doações desequilibram a disputa eleitoral.

Com a decisão do STF, as doações de empresas nas eleições passam a ser proibidas. No entanto, a polêmica sobre o assunto não está encerrada. Semana passada, a Câmara dos Deputados aprovou um projeto de lei para regulamentar as contribuições.

O texto aguarda decisão da presidente Dilma Rousseff sobre sanção ou veto. Se a presidente sancionar a lei, será preciso uma nova ação para questionar a validade das doações no Supremo, devido a posição contrária adotada pelo tribunal.

Para entrar em vigor nas eleições municipais do ano que vem, eventual sanção deve ser efetivada até 2 de outubro, um ano antes do primeiro turno do pleito.

Os três últimos votos sobre a questão foram proferidos na sessão desta qunta-feira. O decano da Corte, ministro Celso de Mello, afirmou que as empresas podem fazer doações e defender seus interesses no Legislativo.

No entanto, limites de contribuições são necessários para coibir abusos. “A Constituição não tolera a prática abusiva, o exercício abusivo do poder econômico.”

A ministra Carmen Lúcia votou contra a continuidade do financiamento privado de campanhas políticas.

Para a ministra, a influência das doações desiguala a disputa eleitoral entre os partidos e internamente, pois o candidato passa a representar os interesse das empresas e não do cidadão em sua função pública.

Para a ministra Rosa Weber, o poder econômico das doações de empresas desequilibra o jogo politico. “A influencia do poder econômico culmina por transformar o processo eleitoral em jogo político de cartas marcadas, que faz o eleitor um fantoche.”

A maioria dos ministros acompanhou o voto do relator, Luiz Fux, proferido no ano passado. Segundo o ministro, as únicas fontes legais de recursos dos partidos devem ser doações de pessoas físicas e repasses do Fundo Partidário, garantidos pela Constituição.

Pela regra atual, as empresas podem doar até 2% do faturamento bruto obtido no ano anterior ao da eleição. Para pessoas físicas, a doação é limitada a 10% do rendimento bruto do ano anterior.

O fim do financiamento privado recebeu votos do relator, ministro Luiz Fux, e dos ministros Luís Roberto Barroso, Dias Toffoli, Joaquim Barbosa (aposentado), Marco Aurélio, Ricardo Lewandowski, Rosa Weber e Carmen Lúcia.

Teori Zavascki, Gilmar Mendes e Celso de Mello votaram a favor das doações de empresas. Edson Fachin não votou, porque substituiu Barbosa.

 

Fonte: Exame

‘Keep Walking’ não é mais o slogan da Johnnie Walker

Depois de quase 20 anos deixando intocável o seu famoso slogan “Keep Walking”, a marca de uísque Johnnie Walker resolveu promover algumas mudanças e lançar uma campanha global.

O novo filme estreou nessa quinta-feira (17) e conta com a participação do ator Jude Law e do piloto de F1 Jenson Button. Ainda há participação da banda indie Ok Go.

É a maior campanha da marca em sua história.

O mote será o otimismo. Ao slogan “Keep Walking”, será acrescentada a frase “O otimismo te leva mais longe”.

A campanha global foi criada pela Anomaly. No Brasil, foi adaptada pela Wieden + Kennedy.

Confira o filme:

 

Supremo proíbe doações de empresas para campanhas eleitorais

STF autoriza regime aberto a réu primário por tráfico de drogas

Dos 11 ministros, 8 entenderam que contribuição contraria Constituição.
Dilma terá de decidir se veta ou sanciona lei que libera doação a partidos

O Supremo Tribunal Federal (STF) decidiu nesta quinta-feira (17), por 8 votos a 3, declarar inconstitucionais normas que permitem a empresas doarem para campanhas eleitorais. Com isso, perdem validade regras da atual legislação que permitem essas contribuições empresariais em eleições.

Ao final da sessão, o presidente do STF, ministro Ricardo Lewandowski, afirmou que a decisão valerá já a partir das eleições de 2016 e não invalida eleições passadas.

[su_frame align=”right”] [/su_frame]A decisão também dá à presidente Dilma Rousseff respaldo para vetar trecho de uma proposta recém-aprovada pelo Congresso Nacional que permite as doação de empresas para partidos políticos. Se a nova lei for sancionada sem vetos, outra ação poderá ser apresentada ao STF para invalidar o financiamento político por pessoas jurídicas.

No julgamento, votaram em favor da proibição o relator do caso, Luiz Fux, e os ministros Joaquim Barbosa, Dias Tofffoli e Luís Roberto Barroso (que votaram em dezembro de 2013); Marco Aurélio Mello e Ricardo Lewandowski (que proferiram voto em abril do ano passado); além de Rosa Weber e Cármen Lúcia, que votaram nesta quinta.

A favor da manutenção das doações por empresas votaram somente Gilmar Mendes (em voto lido nesta quarta), Teori Zavascki, que já havia se manifestado em abril do ano passado, e Celso de Mello.

Na sessão desta quinta, Fux, como relator, relembrou seu entendimento sobre as doações por empresas, argumentando que a proibição levaria à maior igualdade na disputa eleitoral. “Chegamos a um quadro absolutamente caótico, em que o poder econômico captura de maneira ilícita o poder político”, afirmou na sessão.

Rosa Weber, por sua vez, argumentou que a influência do poder econômico compromete a “normalidade e a legitimidade das eleições”. “A influência do poder econômico culmina por transformar o processo eleitoral em jogo político de cartas marcadas, odiosa pantomima que faz do eleitor um fantoche, esboroando a um só tempo a cidadania, a democracia e a soberania popular”, afirmou a ministra.

Ao votar e citando a Constituição, Cármen Lúcia afirmou que o poder emana do povo. “Há uma influência que eu considero contrária à Constituição, é essa influência que desiguala não apenas os candidatos, mas desiguala até dentro dos partidos. Aquele que detém maior soma de recursos, é aquele que tem melhores contatos com empresas e representa esses interesses, e não o interesse de todo o povo, que seria o interesse legitimo”, disse.

Apesar de já ter votado, Teori Zavascki complementou seu voto, no sentido de limitar as empresas que poderiam contribuir. Para ele, deveriam ser impedidas aquelas que possuem contratos com a administração pública. Ele também propôs que, caso pudesse doar, a empresa escolhesse somente um dos candidatos que disputam determinado cargo.

Celso de Mello, o último a votar, entendeu, por sua vez, não haver incompatibilidade com a Constituição a doação por pessoa juridica, desde que não haja abuso de poder econômico.

Nesta quarta, em longo voto, o ministro Gilmar Mendes se posicionou contra a proibição, argumentando que ela beneficiaria só o PT, prejudicando a disputa eleitoral. Ele argumentou que as doações privadas viabilizam uma efetiva competição eleitoral no país, já que, para ele, o PT não precisaria mais das contribuições, por ser financiado com desvio de dinheiro público.

Nova lei
Na semana passada, a Câmara dos Deputados aprovou a permissão para que empresas doem a partidos políticos, porém não mais a candidatos, como atualmente. Para valer e virar lei, no entanto, a regra ainda depende da sanção da presidente Dilma Rousseff.

A decisão do STF de derrubar as doações por empresas não afeta diretamente a permissão dada pelo Congresso, mas, na prática, deverá invalidá-la no futuro.

Se a permissão dada pelo Legislativo for sancionada por Dilma, bastará outra ação ser ingressada no STF para derrubá-la com base no novo entendimento do tribunal. De outro modo, a própria presidente poderá vetar o trecho que permite as doações empresariais com base no entendimento dos ministros.

Atualmente, o financiamento de campanha no Brasil é público e privado. Políticos e partidos recebem dinheiro do Fundo Partidário (formado por recursos do Orçamento, multas, penalidades e doações) e de pessoas físicas (até o limite de 10% do rendimento) ou de empresas (limitadas a 2% do faturamento bruto do ano anterior ao da eleição).

Melhorias no asfalto urbano de Colorado do Oeste asseguradas

A recuperação do asfalto urbano, nas principais vias da cidade de Colorado do Oeste, no Cone Sul do Estado, está assegurada. Uma grande operação de tapa-buracos deve ser iniciada nos próximos dias, através de parceria com o Departamento de Estradas de Rodagens (DER).

A benfeitoria foi garantida através da interveniência do presidente da Assembleia Legislativa, Maurão de Carvalho (PP), com o apoio da deputada Rosângela Donadon (PMDB), que é da região e tem contribuído com os municípios do Cone Sul.

Nesta semana, durante reunião com o prefeito Josemar Beato (PP), os dois parlamentares reforçaram o apoio a Colorado do Oeste. “Os serviços de reparo no asfalto estão garantidos e vamos nos mobilizar por mais benefícios para o município, como temos buscado fazer para todas as regiões”, afirmou Maurão.

 

Beato agradeceu pelo apoio recebido na melhoria do asfalto e reforçou o pedido para a liberação de uma prancha para o transporte de máquinas, equipamentos e material para a construção de pontes e outros serviços.

“Temos mais de 1.200 quilômetros de estradas e inúmeras pontes, que precisam de reparos, e uma prancha facilitaria as ações da prefeitura”, acrescentou o prefeito Beato.

Luizinho pede delegacia especializada para Vilhena

O deputado Luizinho Goebel (PV) apresentou indicação na Assembleia Legislativa reivindicando ao governo do Estado para que adote as medidas administrativas necessárias, visando a implantação e a regulamentação da Delegacia Especializada de Crimes Contra a Vida no município de Vilhena.

Explicou o parlamentar, que apresentou a proposta que a implantação da delegacia é imprescindível para a investigação, prevenção e repressão dos delitos praticados contra a população, além de atender o interesse público de forma eficiente.

O deputado Luizinho Goebel pediu o apoio da Secretaria Estadual de Segurança, Defesa e Cidadania (Sesdec), visando a implantação desta delegacia especializada em Vilhena.

Mamógrafo conseguido pela vereadora Scheilla Cassol está sendo instalado

Previsto para entrar em funcionamento em novembro deste ano, o equipamento foi comprado com emendas obtidas pela vereadora pimentense

Quem acompanha o cotidiano político de Pimenta Bueno sabe da luta que vem sendo travada pela vereadora Scheilla Cassol (PROS) pela aquisição e depois a implantação de um aparelho de mamografia, uma batalha que se arrasta desde antes mesmo de ser vereadora. E foi durante uma sessão itinerante da Assembleia Legislativa, realizada em Pimenta Bueno em outubro de 2013, que os deputados estaduais Hermínio Coelho (PSD) e Luizinho Goebel (PV) se prontificaram a repassar, através de emenda parlamentar conjunta, R$ 300 mil para a compra do equipamento. Abaixo, o vídeo do deputado Luizinho Goebel falando sobre o pedido da vereadora:

Mas, a alegria da vereadora durou pouco. Em reunião convocada pelo então secretário de saúde de Pimenta Bueno, que contou com a participação da imprensa da cidade, o prefeito foi contra a instalação do equipamento na cidade, alegando que “o município não teria condições de fazer a manutenção, tampouco tinha pessoal qualificado para operar o mamógrafo”. O prefeito alegou ainda na reunião que “não temos na rede física de saúde de Pimenta Bueno um local para instalar esse equipamento”. A vereadora então conseguiu com o irmão do prefeito, o ex-deputado estadual Kaká Mendonça uma emenda no valor de R$ 400 mil para a manutenção do mamógrafo.

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Em novembro de 2014, mais de um ano após Scheilla ter conseguido o dinheiro para compra e manutenção do equipamento, em discurso na Câmara de Vereadores, ela alertou para a má-vontade da prefeitura em comprar e instalar o mamógrafo, “no início desse ano o prefeito Jean Mendonça (PTB) começou a colocar dificuldades, fazendo corpo mole e terminou jogando a responsabilidade para a Amigos Pimentenses Unidos Contra o Câncer (APUCC), entidade que deverá administrar o mamógrafo quando ele estiver instalado. O problema é que a prefeitura precisa fazer essa licitação, e não faz. Por causa dessa demora, o município já está perdendo cerca de R$ 50 mil, uma vez que o preço do equipamento só aumenta, já que ele é vendido em dólar”, denunciou a vereadora. Na época, o prefeito Jean Mendonça chegou a cogitar a possibilidade de desviar o dinheiro para outras finalidades, mas ele também não sabia exatamente o que. E só não fez porque o recurso era “carimbado”, ou seja, só poderia ser usado para comprar o aparelho.

O prefeito também alegou que a cidade não tinha recursos para construir ou reformar um local onde o equipamento seria instalado. Ainda em 2014 a vereadora Scheilla Cassol conseguiu, junto ao ex-deputado federal Carlos Magno (PP), recursos para a reforma da sala onde o equipamento vai operar, no Madre Teresa.

Prefeito agora quer ser o “pai da criança”

Nem o prefeito acreditava no que ele estava ouvindo
Nem o prefeito acreditava no que ele estava ouvindo

Esta semana, a população de Pimenta Bueno foi surpreendida com a notícia que “o prefeito sempre sonhou em implantar um mamógrafo na cidade”, e o mais grave, a vice-prefeita Ana Bastos, na cara dura, seguiu o mesmo caminho, afirmando “estar nessa luta a um ano e meio, sofrendo. Precisamos agradecer o nosso prefeito, que foi aquele parceiro nosso desde o primeiro momento”, declarou a vice-prefeita. O motivo dessas reportagens, segundo declararam vários moradores de Pimenta Bueno, dando outras versões para a aquisição do equipamento se deve a proximidade do período eleitoral. “Esse prefeito Jean Mendonça não tem o que mostrar e agora fica querendo fazer média com coisas que ele nem queria para a cidade”, declarou uma feirante revoltada após assistir a “reportagem” em uma emissora local. Já um comerciante afirmou que, “o melhor que o prefeito tinha a fazer era concluir as obras que estão paradas na cidade”.

A reportagem de uma emissora local desagradou a população, principalmente o eleitorado da vereadora, que foi a mais votada nas últimas eleições e cogita a possibilidade de ser candidata à prefeita. Scheilla Cassol preferiu não se manifestar sobre o assunto, ainda, mas garante que “a população de Pimenta Bueno sabe quem de fato trabalha pelo município”.

Relembre 6 musas dos anos 90 e veja como elas estão hoje

As grandes musas da mídia exibiam “corpões”, não se preocupavam muito com regime

Nos últimos 20 anos, a sociedade adotou novos padrões de beleza e, atualmente, a magreza se tornou sinônimo de boa forma e jovens como Bruna Marquezine estão entre as mulheres mais desejadas do momento.

Nos anos 90, porém, as grandes musas da mídia exibiam “corpões”, não se preocupavam muito com regime e, em grande parte, atuavam como dançarinas e encarnavam personagens sensuais, além, é claro, de ir à Banheira do Gugu e estampar capa e recheio de inúmeras revistas masculinas.

Veja como eram e como estão essas mulheres atualmente.

Confira:

Ex-morena do "É o Tchan!" posou nua seis vezes

Scheila Carvalho – A mais famosa das morenas do “É o Tchan!” foi uma das mulheres mais cobiçadas dos anos 90 e estrelou inúmeros ensaios sensuais. Com o passar dos anos, apelou ao botox e, para muitos, perdeu sua beleza natural. Até hoje, porém, opta por figurinos ousados e se apresenta em showsao lado de Sheila Mello.

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Joana Prado – A “Feiticeira” foi lançada por Luciano Huck na Band e, imediatamente, conquistou o Brasil. Joana foi capa da “Playboy” e viu sua revista vender mais de um milhão de cópias. A loira ainda participou da segunda edição da “Casa dos Artistas”, reality do SBT.

Atualmente, Prado é casada com o lutador de UFC Vitor Belfort. Ambos se converteram e são declaradamente evangélicos.

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Suzana Alves – Considerada por muitos como a principal sex symbol dos anos 90 no Brasil, a Tiazinha mexeu com o imaginário masculino e deu origem a músicas, álbuns de figurinha, chicletes e até desenho animado.

Anos depois, Suzana aposentou a personagem e chegou a investir na carreira de atriz, sem, no entanto, obter o destaque de outrora. Desde 2010, é casada com o ex-tenista Flávio Saretta.

gouvea

Nana Gouvêa – Especialista em Carnaval, Nana foi capa de inúmeras revistas masculinas e sempre foi notícia devido a sua beleza. Alçada ao status de ‘personalidade da mídia’, atualmente ela mora nos EUA e, ainda hoje, se torna destaque nas redes sociais graças a fotos e vídeos inusitados, como o dia em que posou diante da destruição causada por um furacão em 2012.

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Solange Gomes – Uma das maiores musas da extinta “Banheira do Gugu”, Solange Gomes é uma das que mais mudaram ao longo dos anos. Ainda na década de 2000, se casou com o então pagodeiro Waguinho, de quem hoje é inimiga pública.

mari

Mari Alexandre – A loira também foi uma das mulheres mais cobiçadas dos anos 90, tendo tido um longo relacionamento com o cantor Vavá e, anos mais tarde, com Fábio Jr.

Tornou-se conhecida graças a Marilyn Brasil, sua personagem na “Escolinha do Barulho”. Ainda hoje mantém a boa forma e é figura frequente em programas de TV.

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