Sede do Sinjur está indisponível por determinação judicial

Sindicato deve mais de R$ 500 mil para escritório de advocacia

A sede do Sindicato dos Servidores do Poder Judiciário de Rondônia – Sinjur, está indisponível, ou seja, não pode ser negociada enquanto a entidade não quitar um débito de pouco mais de R$ 500 mil reais com um escritório de advocacia de Porto Velho.

A demanda teve início ainda ano passado, a dívida foi reconhecida em reunião do sindicato que já teria inclusive descontado dos filiados o valor, mas não pagou a conta. Os credores impetraram ação na justiça e conseguiram, no dia 2 deste mês, a inclusão do escritório como consignatários do imóvel, na rua Jacy Paraná, até que seja quitado o valor da dívida, que é de R$ 501.022,79.

Em fevereiro desse ano a coluna PAINEL POLÍTICO revelou o caso. Representantes do sindicato estiveram no escritório do site e informaram que haviam ‘feito um acordo’ para pagar em parcelas a partir de abril deste ano. Mas eles parecem ter mudado de ideia. Informaram aos credores que, como a questão está ‘judicializada’ eles preferem aguardar a decisão da justiça.

Coluna – Operação na Caerd mostra que empresa tem que ser vendida com urgência

Coluna Painel Politico, jornalista Alan Alex

Salários altíssimos pagos a servidores e a diretoria, além da falta de recursos inviabilizam a companhia; o problema é achar comprador

Terça sangrenta

A Bélgica amanheceu vermelha com o sangue de seus cidadãos, 34 mortos e mais de 200 feridos em mais um ataque terrorista em solo europeu. Um ato brutal e covarde, como se essa fosse a solução para problemas dos países no Oriente Médio.

No Brasil

Acordamos com a notícia da 26ª fase da Operação Lava Jato, batizada de ‘operação Xepa’, que revelou um departamento inteirinho da Odebrecht criado apenas para administrar o pagamento de propinas. Tinha pixuleco que era pago diariamente, outros mensais e alguns esporádicos. Pagos em reais, euros, dólar, enfim, à gosto do corrupto. Deve ser por isso que até hoje Marcelo Odebrecht não fez delação premiada, mas depois dessa, vai fazer. Ou então vai mofar na cadeia por um longo período.

Em Rondônia

Tivemos a Operação Kairos, da Polícia Civil que investiga direcionamento em licitações da Caerd, em crimes que podem ter desviado mais de R$ 8 milhões dos cofres da combalida empresa. Mas mais interessante que a operação foi a nota enviada no final da tarde pelo Sindicato dos Urbanitários, declarando que “as posturas recentes adotadas pelo Governo do Estado de Rondônia não tenham o intuito de desconstruir a imagem da empresa perante a sociedade, com o objetivo subjacente de privatiza-la”.

Ora bolas

Quem ‘desconstruiu’ a imagem da empresa foram as desastrosas diretorias que passaram por lá (inclusive a atual). A Caerd é um monstro que nos últimos anos só serve para pagar altos salários a seus servidores, e o que arrecada mal dá conta disso. Um estudo de viabilidade encomendado pelo Ministério Público já mostrava isso em 2014. A empresa é inviável se for mantida no setor público. Prova disso foi a operação deflagrada nesta terça-feira, que mostra o círculo vicioso de corrupção existente na Companhia. O problema hoje não é privatizar a Caerd, o problema é conseguir arrumar um comprador. Voltaremos ao assunto.

E o Lula?

Pois é, cada dia mais distante do cargo de ministro, o ex-presidente se vê às voltas diariamente com surpresas nada agradáveis. Na manhã desta terça, viu a Polícia Federal chegando no hotel Golden Tulip em Brasília e achando que era para ele, tratou de dar o pinote. Mas o alvo não era ele. Ainda. Era um flat mantido pelo casal ‘Feira’ (João Santana e Mônica Moura) que servia para encontros com os ‘pixulequeiros’ de Brasília. Que susto.

Em Brasília

O presidente do Senado Renan Calheiros (PMDB) que deveria estar preso há tempos, declarou que ‘impeachment sem crime tem outro nome’ e evitou repetir o mantra petista de ‘não vai ter golpe’, mas não deixou muito claro qual seu posicionamento em relação ao afastamento da presidente Dilma.

Nos últimos dias

Muito tem se falado no Brasil sobre a ‘Operação Mãos Limpas’ que aconteceu na Itália nos anos 90, quando  2.993 mandados de prisão haviam foram expedidos; 6.059 pessoas estavam sob investigação, incluindo 872 empresários, 1.978 administradores locais e 438 parlamentares, dos quais quatro haviam sido primeiros-ministros. Com a operação, os italianos descobriram que praticamente toda a classe política italiana estava corrompida, o Congresso pegava propina da extinta KGB (serviço secreto soviético) que também havia pago ao Partido Comunista Italiano (PCI) U$ 4 milhões. O partido então convocou juízes que estavam em seu quadro de colaboradores, para que organizassem uma campanha de grande repercussão publicitária na mídia internacional com objetivo mudar a estrutura polarizada que tradicionalmente caracterizava a vida política da Itália, baseada na oposição entre regimes democráticos e comunistas, tendo como resultado o descrédito de toda reivindicação fundamentada no anticomunismo.

Como resultado

Todos os partidos políticos, com exceção do PCI, acabaram por serem investigados, ao mesmo tempo que a campanha operação Mãos Limpas tomou para si, por meio de um golpe publicitário, o mérito pelo combate a máfia, uma luta que já estava sendo realizada desde a década de 1980 quando ficaram notórios os trabalhos solitários de magistrados como Paolo Borsellino e Giovanni Falcone, este ultimo realizando seu combate contra a máfia durante onze anos em seu escritório-fortaleza, e o testemunho do ex-mafioso Tommaso Buscetta por ser o primeiro “capo” da máfia italiana a quebrar o código de silêncio. A operação Mãos Limpas chegou a alterar a correlação de forças na disputa política da Itália, reduzindo o poder de partidos que haviam dominado o cenário político italiano. Todos os quatro partidos no governo em 1992 – a Democracia Cristã (DC), o Partido Socialista Italiano (PSI), o Partido Social-Democrata Italiano e o Partido Liberal Italiano – desapareceram posteriormente, de algum modo. O Partido Democrático da Esquerda, o Partido Republicano e o Movimento Sociale Italiano foram os únicos partidos de expressão nacional a sobreviver, e apenas o Partido Republicano manteve a sua denominação. (informações da Wikipédia).

Falei sobre isso

Porque no Brasil estamos longe de termos uma “Mãos Limpas” em sua plenitude. Se fizermos uma analogia grosseira, podemos classificar a Odebrecht como a KGB e as demais empreiteiras como sua ramificação. Praticamente todos os congressistas brasileiros (deputados e senadores) receberam dinheiro de propinas. Suas campanhas, fundos partidários, mimos, enfim, de alguma forma chegou dinheiro sujo nas campanhas. O Brasil precisa ser passado á limpo, de fato. Acho que a sociedade civil deveria cobrar uma nova constituinte, com representantes limpos e ai chamaríamos novas eleições. Do contrário, vamos continuar sendo governado por pessoas no mínimo, suspeitas.

Natanael preso

Várias pessoas me questionaram sobre a prisão do ex-presidente da Assembleia Legislativa, Natanael Silva, pelo fato de que, no período em que ele era deputado, eu fui seu maior (e talvez único) crítico. Para quem não sabe ou não lembra, nesse período eu mantinha o site Portal364 e fizemos dezenas de denúncias contra Natanael. Também fui processado dezenas de vezes por ele. Sobre sua prisão, é um fato, acontecer era questão de tempo. Se fiquei feliz? Não, mas cada um colhe o que planta. Natanael teve tudo em suas mãos para ser um dos maiores políticos do Estado, era arrojado, ousado e estudioso. Lamentavelmente se perdeu na própria história.

Mas

Uma coisa posso garantir, desde que ele deixou a vida pública, não tivemos mais nenhum político com sua sagacidade e rapidez em resolver situações burocráticas. Seu maior erro foi acreditar que poderia ficar impune de todos os seus erros, e por diversas vezes desrespeitou instituições e pessoas. Certa vez, algum tempo depois de deixar a vida pública, encontrei com ele em Ariquemes, durante a Expoari. Passado o ranço e as mágoas, ele me confidenciou ter cometido grande parte de seus erros em função da ciranda do poder que o cercava, “não tinha muita clareza, só ia fazendo”, ele disse. Pois é, fez e deu no que deu.

Clínica Mais Saúde informa – Pessoas inteligentes tendem a ter menos amigos

Um novo estudo descobriu por que gênios tendem a ser solitários. De acordo com uma pesquisa publicada recentemente na revista científica British Journal of Psychology, quanto mais as pessoas muito inteligentes precisarem socializar, menos satisfeitas elas estarão com a vida. Para chegar aos resultados, os psicólogos evolucionistas Satoshi Kanazawa, da London School of Economics, na Grã-Bretanha, e Norman Li, da Universidade de Administração de Singapura, em Singapura, questionaram 15.000 pessoas, com idade entre 18 e 28 anos, sobre a felicidade. Foram analisados também dados como a densidade populacional do local onde os voluntários viviam e a frequência de interação com os amigos. O estudo se baseou na teoria da savana, proposta em 2004 por Kanazawa. Segundo a tese, ancestrais que viviam na savana Africana precisavam ser sociáveis para sobreviver a um ambiente hostil. Naquele tempo, a população era escassa, com cerca de 150 integrantes por grupo. Os pesquisadores acreditam então que, por causa da herança ancestral, a maioria das pessoas atualmente relata sentir-se mais feliz quando vive em lugares com menor densidade demográfica e quanto mais convive com amigos e familiares. O que o novo levantamento mostrou, contudo, é que isso não se aplica para aqueles que são muito inteligentes. No caso de pessoas com QI muito alto, a densidade demográfica baixa não aumenta a sensação de felicidade. Além disso, quanto mais elas precisam socializar com outras pessoas, a satisfação delas com a vida tende a ser menor. Os autores acreditam que os indivíduos considerados gênios possuem cérebros mais evoluídos, o que os tornaria mais adaptados aos desafios da vida moderna. O problema é que essas pessoas estão sujeitas a viver em constante conflito entre aspirar objetivos maiores e estar vinculado às raízes do passado evolutivo.

Lewandowski cobra posição de Teori Zavascki sobre nomeação de Lula na Casa Civil

Advogados do ex-presidente enviaram ação ao ministro questionando decisão de Gilmar Mendes de suspender posse

O presidente do Supremo Tribunal Federal (STF), Ricardo Lewandowski, pediu nesta terça-feira (22) que o ministro Teori Zavascki se manifeste sobre o pedido da defesa do ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva, que questiona a relatoria do ministro Gilmar Mendes nas ações que envolvem a posse de Lula no cargo de ministro da Casa Civil.

Após receber as informações, Lewandowski deve decidir se Gilmar Mendes pode continuar relatando ações que contestam a nomeação do ex-presidente.

Para os advogados de Lula, Zavascki, relator das duas primeiras ações que chegaram ao Supremo, deveria relatar todos os processos sobre o assunto. Segundo a defesa, Gilmar Mendes assumiu a relatoria das ações que deveriam ser distribuídas a Zavascki.

“Claro está que o PPS e o PSDB não gostaram da distribuição feita por sorteio ao ministro Teori Zavascki e, em razão disso, decidiram lançar mão de outro veículo processual, o mandado de segurança, para tentar uma nova distribuição na Corte — embora todos eles tivessem, repita-se, o mesmo objetivo, qual seja, impugnar o decreto presidencial que nomeou o peticionário ministro de Estado”, argumentou a defesa de Lula.

Na sexta-feira (18), atendendo a um pedido liminar dos dois partidos, Mendes suspendeu a posse do ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva no cargo de ministro-chefe da Casa Civil.

Bancada do PT no Senado pede que CNJ investigue Sérgio Moro

Pensada na semana passada, após a divulgação dos grampos de Lula, a medida ganhou força após críticas públicas que Moro recebeu da imprensa internacional

O PT vai declarar oficialmente guerra a Sérgio Moro (foto). Logo mais, os senadores do PT e de outros partidos aliados vão ao CNJ registrar uma reclamação disciplinar contra Sérgio Moro.

Pensada na semana passada, após a divulgação dos grampos de Lula, a medida ganhou força após críticas públicas que Moro recebeu da imprensa internacional, de alguns juristas e do próprio Teori Zavascki, que, dirigindo-se indiretamente a ele, disse que um juiz deve resolver conflitos e não criá-los.

Será a sétima representação contra Moro no CNJ. As informações são de Lauro Jardim/O Globo

Deputado Federal Expedito Netto analisa os últimos acontecimentos do país

Deputado Expedito Netto solicita andamento das obras em escolas de Ji-Paraná

No último sábado (19), encerrou-se o prazo para a janela partidária. Até sexta-feira, pelo menos 65 Deputados Federais mudaram de sigla, segundo a Câmara. A janela partidária estava aberta desde que uma proposta de emenda à Constituição foi aprovada, no dia 18 de fevereiro. Agora, com o número de parlamentares fechado, será feita a distribuição nas comissões permanentes da Câmara, que devem ser definidas e divulgadas na próxima semana.

O parlamentar Expedito Netto, que trocou o Solidariedade pelo Partido Social Democrático – PSD, viu na mudança de partido uma oportunidade para alcançar novas conquistas. “O PSD é um partido com uma bancada forte no Congresso e vim para continuar lutando pelo rondoniense. Além disso, vejo no PSD um partido com visão de futuro, que enxerga o Brasil lá na frente”, esclareceu o deputado.

Após esse período de troca de legendas, as eleições municipais que vão acontecer em outubro passam a ser o foco dos governos. O deputado Netto, um dos representantes de Rondônia no Congresso, adiantou a importância das eleições deste ano e do voto de cada cidadão. “Estamos passando por um momento sensível no nosso país, a política está enfraquecida e o Brasil precisando de cuidados. Por isso, as eleições que vão acontecer em outubro são ainda mais importantes. A responsabilidade de cada cidadão aumenta. É preciso que se conheça os candidatos e que se vote com consciência. Estamos mudando o futuro do Brasil”, explicou Expedito.

O deputado ainda lembrou que Rondônia possui vários candidatos preparados e dispostos a trabalhar para melhorar o Estado. “Tivemos muitas filiações neste mês. Os candidatos do PSD sabem que podem contar comigo. E acredito que vamos ter uma eleição tranquila. A disputa vai ser legítima e espero que ofereça o melhor para o rondoniense, que é quem mais precisa de representantes sérios e competentes lutando por cada município”.

Em relação a possibilidade do impeachment da presidente Dilma Rousseff, Netto foi claro. “Toda mudança é bem-vinda, ainda mais sendo positiva e levando em consideração a situação do Brasil. Nossa economia está sucateada e cada dia é um novo escândalo envolvendo o atual Governo. Isso precisa acabar, precisamos reverter esse quadro de corrupção que assola o nosso pais”, finalizou o parlamentar.

Renan ‘amarela’ e afirma que “só há impeachment se crime de responsabilidade ficar caracterizado”

Renan diz que PEC do teto será aprovada no Senado até dezembro

Declaração foi dada após ele sair de reunião com Lula e José Sarney

O presidente do Senado, Renan Calheiros (PMDB-AL), afirmou, se o impeachment da presidente Dilma Rousseff ocorrer sem a caracterização do crime de responsabilidade, isso terá “outro nome”. Em entrevista na chegada a seu gabinete após se reunir com os ex-presidentes Luiz Inácio Lula da Silva e José Sarney, o peemedebista disse considerar que impeachment “em circunstância normal é uma coisa normal”, mas ressalvou ser preciso que os cidadãos saibam que é necessário haver esse enquadramento legal

“Eu acho que o impeachment em circunstância normal é uma coisa normal, mas é bom que as pessoas saibam – e a democracia exige que nós façamos essa advertência – que para haver impeachment tem que haver a caracterização do crime de responsabilidade da presidente da República. Quando o impeachment acontece sem essa caracterização, o nome sinceramente não é impeachment, é outro nome”, disse.

 

Questionado várias vezes por repórteres se essa saída seria um golpe, o presidente do Senado não respondeu. O pedido de impeachment se baseia principalmente em questões orçamentárias, como as pedaladas fiscais e decretos assinados por Dilma sem numeração realizados no ano passado.

Renan Calheiros disse que a admissão da abertura do pedido de impeachment, se passar pela Câmara, terá de ser apreciada pelo Senado. Ele disse que o presidente do Senado, mais do que nunca, precisa demonstrar equilíbrio, responsabilidade e bom senso. “Ele não pode ter lado, se ele tiver lado, ele desequilibra”, afirmou.

Cabe ao Senado abrir formalmente o processo de impeachment por maioria simples (a maioria dos presentes na ocasião, afastar a presidente por 180 dias e, se for o caso, julgar para condená-la em definitivo ou absolvê-la. Para condená-la, são necessários, ao menos 54 dos 81 votos dos senadores.
Segundo o peemedebista, o ex-presidente não fez qualquer pedido a ele na conversa que tiveram esta tarde. Ele também disse que Lula tampouco demonstrou preocupação com o processo de afastamento da presidente. “Ele (Lula) mais do que qualquer um sabe que tenho uma condução de absoluta isenção e imparcialidade neste processo”, destacou.

Crítico de ações da Operação Lava Jato, da qual é alvo de sete inquéritos no Supremo Tribunal Federal, o presidente do Senado mandou um recado indireto ao Judiciário ao destacar que os poderes precisam ser independentes. “Se tiver algum poder no Brasil pensando em grilar as funções dos outros poderes, sem dúvida nenhuma ele estará agravando a crise e terá como consequência problemas institucionais. Eu acho que a responsabilidade, o equilíbrio cobra de todos nós que tenhamos bom senso”, disse.

PMDB

Renan disse que, como presidente do Congresso, não substitui o diretório do PMDB. A legenda deve aprovar na próxima terça-feira, 29, o desembarque do governo. “Se o PMDB sair do governo, e eu digo isso com a autoridade de quem não participa do governo, se sair do governo e isso significar o agravamento da crise, é uma responsabilidade indevida que o PMDB deverá assumir”, avisou.

Com informações do Correio Braziliense

Lula doou, através de decreto, R$ 25 milhões para Palestina, em região comandado por terroristas

O governo brasileiro doou, em 2010 para a Autoridade Nacional Palestina, em apoio à economia palestina para a reconstrução de Gaza, R$ 25 milhões

A Autoridade Nacional Palestiniana é composta por um ramo executivo e por um ramo legislativo. O ramo executivo é encabeçado pelo presidente, eleito para um mandato de cinco anos, podendo ser reeleito uma vez. O presidente nomeia um primeiro-ministro que governa acompanhado pelos ministros do seu gabinete. O cargo de primeiro-ministro da Autoridade Nacional Palestiniana é recente, tendo sido instituído em maio de 2003.

O ramo legislativo corresponde ao Conselho Legislativo Palestiniano, órgão composto por 132 membros eleitos pelos palestinianos maiores de 18 anos residentes na Faixa de Gaza e na Cisjordânia. Em dezembro de 2010, o Brasil passou também a reconhecer, formalmente, o Estado palestino. Em 29 de novembro de 2012, a Assembleia Geral das Nações Unidas elevou o status da Palestina para Estado observador. Para muitos, é um passo para o reconhecimento do Estado Palestino.

O problema é que não é um Estado reconhecido, portanto não poderia ter recebido esse dinheiro. Também é na Palestina o berço do Hamas, que é a sigla de Ḥarakat al-Muqāwamat al-Islāmiyyah (em português, Movimento de Resistência Islâmica). O grupo tem origem palestina e baseia-se na ideologia sunita. A organização divide-se entre as brigadas Izz ad-Din al-Qassam (braço armado), um partido político e uma estrutura de cunho filantrópico.

Em janeiro de 2006 o Hamas venceu as eleições parlamentares na Palestina, ganhando 76 dos 132 assentos no Parlamento Palestino, enquanto o Fatah conseguiu 43. Após a vitória eleitoral do Hamas, conflitos violentos e não violentos ocorreram entre o Hamas e o Fatah. 12 palestinos morreram e mais de 100 ficaram feridos. Depois da Batalha de Gaza, em junho de 2007, o Hamas perdeu suas posições na Autoridade Palestina na Cisjordânia, sendo substituído por integrantes do Fatah e independentes. O Hamas, por sua vez, expulsou o Fatah e manteve o controle de Gaza. Ou seja, o dinheiro que o governo brasileiro enviou, através do decreto Lei 12.292 de 20 de Julho de 2010 foi parar nos cofres do Hamas, patrocinando possíveis atividades terroristas.

Em maio de 2011, o líder do Hamas Ismail Haniya condenou a operação norte-americana que matou Osama bin Laden, responsável pelos Ataques de 11 de setembro de 2001, denominando Bin-Laden de “guerreiro sagrado”, e a operação como um assassinato.

O PRESIDENTE DA REPÚBLICA Faço saber que o Congresso Nacional decreta e eu sanciono a seguinte Lei:Art. 1o  Fica o Poder Executivo autorizado a doar recursos à Autoridade Nacional Palestina, em apoio à economia palestina para a reconstrução de Gaza, no valor de até R$ 25.000.000,00 (vinte e cinco milhões de reais).

Parágrafo único.  A doação será efetivada mediante termo firmado pelo Poder Executivo, por intermédio do Ministério das Relações Exteriores, e correrá à conta de dotações orçamentárias daquela Pasta.

Art. 2o  Esta Lei entra em vigor na data de sua publicação.

Brasília,  20  de  julho  de 2010; 189o da Independência e 122o da República.

Clique AQUI para ver o decreto no site da Presidência da República

Advogada é encontrada morta em sua casa na capital

A advogada Samara Ravena Vinhorte, de 26 anos, foi encontrada morta em sua residência na tarde desta terça-feira, 22. A OAB não passou maiores detalhes sobre o ocorrido, mas divulgou nota de pesar pelo falecimento. Ela era sócia do escritório Oliveira e Vinhorte Advogados Associados e lecionava na Universidade Federal de Rondônia – Unir.

Veja a nota da OAB

OAB/RO divulga nota de pesar pelo falecimento da advogada Samara Ravena Vinhorte 

A Ordem dos Advogados do Brasil – Seccional Rondônia (OAB/RO) manifesta seu luto e pesar pela morte da advogada Samara Ravena Nunes Vinhorte, de 26 anos.

A advogada, nascida em Porto Velho, atuava na capital e foi encontrada morta, nesta terça-feira (22), na residência onde morava. A causa da morte está sendo apurada. O horário do velório e enterro ainda não foi definido.

A OAB/RO, neste momento de dor e consternação, solidariza-se aos seus familiares e amigos enlutados.

Ravena Vinhorte foi encontrada morta em sua residência
Ravena Vinhorte foi encontrada morta em sua residência

 

 

Namorada de Henrique Fogaça chama de ‘vagabunda’ modelo que falou de chef

Carine Ludvic soltou o verbo contra Vanessa Alcântara: “Mulher que não vale nada”

Parece que Carine Ludvic não gosta nada da atenção que seu namorado Henrique Fogaça recebe por aí. Na última semana, com a estreia da nova temporada do “MasterChef”, a modelo Vanessa Alcântara revelou um ensaio sensual inspirada no reality show e disparou: “será que arrumo um chef igual o Fogaça, todo forte e tatuado? Não custa nada sonhar”.

Carine, a namorada ciumenta
Carine, a namorada ciumenta

Em uma das fotos do ensaio postadas em seu Instagram, Carine deixou alguns comentários xingando a modelo. “Mas é vagabunda, né? Admire de longe queridinha, esse delicia, sexy, tatuado além de ter uma mulher É BEM MELHOR DO QUE VOCÊ”, escreveu em um deles, além de marcar alguns amigos e o próprio Fogaça.

Em outro comentário, continuou: “O melhor é sempre desprezar esse tipo de pessoa, mas tem horas que vale mais a pena fazer passar mais vergonha do que já está passando com essa postura de mulher que não vale nada”, além de usar a hashtag “nojo”.

Em comunicado, Vanessa Alcântara garantiu que nunca teve pretensão alguma de conhecê-lo pessoalmente e apenas questionou se poderia “aparecer um homem tão belo quanto ele na minha vida” e criticou a atitude de Carine: “Foi uma agressão verbal totalmente desnecessária. Se ela tem tanto ciúme assim, não deveria namorar uma pessoa pública. O Fogaça vai perder muitas fãs se ela continuar agindo assim. Ou ela quer aparecer nas custas dele, né? Está na moda agora”.

Modelo foi xingada no Instagram
Modelo foi xingada no Instagram
Vanessa Alcântara em ensaio técnico da Acadêmicos do Tucuruvi
Vanessa Alcântara em ensaio técnico da Acadêmicos do Tucuruvi. Foto: Edu Graboski/Lipe
Vanessa Alcântara em ensaio técnico da Acadêmicos do Tucuruvi. Foto: Edu Graboski/Lipe
Vanessa Alcântara em ensaio técnico da Acadêmicos do Tucuruvi. Foto: Edu Graboski/Lipe