Obituário do The New York Times relembra morte da cantora Aaliyah

Cantora e atriz morreu em um acidente aéreo no dia 25 de agosto de 2001, nas Bahamas, ela tinha 22 anos e já era um fenômeno

O obituário do jornal americano The News York Times relembrou nesta quinta-feira os 15 anos da morte da cantora e atriz Aaliyah, de 22 anos, morta em um acidente aéreo nas Bahamas.

A cantora de rhythm & blues Aaliyah, havia sido indicada para o Grammy, mas o avião em que viajava caiu e pegou fogo, logo depois de decolar das Bahamas.

Outras oito pessoas morreram no acidente. De acordo com a polícia, a cantora, de 22 anos, morreu instantaneamente.

Aaliyah Haughton voltava para Miami depois de ter filmado um videoclipe nas ilhas Abaco, a cerca de 270 km da Flórida.

A cantora – indicada para o Grammy de melhor intérprete feminina de rhythm & blues – havia estreado como atriz no cinema no ano anterior (2010), no filme Romeu tem que morrer, em que ela interpretava a filha do mafioso que queria construir um estádio. O filme tem ainda o ator chinês Jet Li no elenco.

Nova York

Nascida em Nova York, em 1979, Aaliyah cresceu em Detroit.

Ela começou a se apresentar aos 11 anos de idade, quando cantava com Gladys Knight. Seu primeiro disco, Age Ain’t Nothing But A Number, foi lançado quando ela tinha apenas 15 anos e vendeu milhões.

O produtor e compositor Quincy Jones, vencedor do Grammy, disse que havia ficado arrasado com a notícia.

“Ela era como se fosse uma de minhas filhas, ela era uma das meninas mais doces deste mundo”, disse ele à agência de notícias Associated Press.

A cantora havia assinado contrato para participar da seqüência de Matrix.

O superintendente do departamento de polícia de Grand Bahama, Basil Rahming, disse à agência de notícias Reuters que o aparentemente o bimotor sofreu um problema mecânico na hora da decolagem.

O obituário do The New York Times é publicado desde 1851 e tem em seus registros mais de 200 mil pessoas.

BR fica coberta de maconha após traficante capotar camionete carregada de drogas

Jovem fugiu da polícia por 22 quilômetros, com 800 quilos de maconha

Um jovem de 21 anos foi preso, na manhã de ontem, enquanto tentava fugir da polícia. Ele conduzia uma caminhonete carregada com 800 quilos de maconha, quando perdeu o controle da direção do carro e capotou. O suspeito foi socorrido com vários ferimentos e a droga se espalhou pela BR-262, em Três Lagoas.

Por volta de 7h15min, o rapaz conduzia uma camionete, quando recebeu ordem de parada da Polícia Rodoviária Federal (PRF) e desobedeceu. Os policiais deram início a uma perseguição que se estendeu por 22 quilômetros até o suspeito capotar, em decorrência da alta velocidade. O suspeito foi socorrido pelo Corpo de Bombeiros.

Horário eleitoral gratuito começa nesta sexta

Aspectos práticos das convenções partidárias e da propaganda intrapartidária - Por Francisco Dirceu

Blocos serão transmitidos em dois períodos diários de 10 minutos cada, de segunda-feira a sábado, somente para candidatos a prefeito

O horário eleitoral gratuito do primeiro turno terá início a partir das 5h desta sexta-feira (26), quando poderão ser veiculadas as inserções, e vai até o dia 29 de setembro. Com a mudança na lei eleitoral, em 2015, a propaganda gratuita agora durará 35 dias, dez a menos do que no passado. Também não há mais blocos para candidatos a vereador, somente para prefeito.

Os blocos serão transmitidos em dois períodos diários de 10 minutos cada, de segunda-feira a sábado, somente para candidatos a prefeito. No rádio, acontecerão de 7h às 7h10 e de 12h às 12h10. Na TV, de 13h às 13h10 e de 20h30 às 20h40.

Tempo por coligação

O empresário Doria, candidato pela primeira vez e desconhecido do público, é o que terá mais tempo no bloco e maior número de inserções: são três minutos e seis segundos nos dois blocos diários, e mais 13 minutos e três segundos diários para as inserções.

O espaço de cada candidato é definido com base na representatividade da bancada de sua coligação na Câmara, que define 90% do tempo – o restante é dividido igualitariamente entre os partidos. No caso de Doria, sua coligação Acelera São Paulo é formada por PSDB, DEM, PP, PPS, PV, PMB, PHS, PSL, PTdoB, PRP e PSB.

Em seguida, vem o prefeito e candidato à reeleição Fernando Haddad (PT), com a coligação Mais São Paulo, que inclui PT, PR, PDT, PCdoB e PROS, com dois minutos e 35 segundo de bloco, somados a dez minutos e 54 segundos de inserção.

Depois está a candidata do PMDB, Marta Suplicy, com um minuto e 57 segundos de tempo nos blocos, e oito minutos e 13 segundos de inserção. O PMDB está coligado com o PSD.

Celso Russomanno, do PRB, contará com um minuto e 12 segundos, além de cinco minutos e quatro segundos de inserções. Elas só podem durar 30 ou 60 segundos -portanto, o candidato terá direito a cinco inserções de um minuto, ou dez de 30 segundos. Os quatro segundos restantes são somados, até que se alcance 30 segundos, quando se ganha uma nova inserção.

Ao longo do horário eleitoral do primeiro turno, Doria terá direito a 914 inserções; Haddad a 763; Marta a 575 e Russomanno a 354.

O candidato do Solidariedade, Major Olímpio, contará com 21 segundos no bloco de horário eleitoral, e um minuto e 32 segundos de inserções diárias.

Já a deputada federal Luiza Erundina, candidata pelo PSOL e terceira colocada na mais recente pesquisa Datafolha, com 10% de intenção de voto, aparece com apenas dez segundos de tempo no bloco e 45 segundos de inserções. Ela terá direito a 53 inserções durante o período do horário eleitoral do primeiro turno.

Ricardo Young, da Rede, terá nove segundos no bloco e 41 segundos de inserções. Por último vêm Levy Fidelix (PRTB), com seis segundos e 27 segundos de inserção, e Altino Prazeres (PSTU) e Henrique Áreas (PCO), com cinco segundos cada no bloco e 22 segundos de inserção diária.

Na prática, os três últimos candidatos não terão inserções diárias, uma vez que não atingem a marca dos 30 segundos necessários.

Inserções

As inserções serão de 30 a 60 segundos, somando 70 minutos diários, veiculadas entre 5h e meia-noite, todos os dias. Do total, 42 minutos serão dedicados aos candidatos a prefeito e 28 minutos a candidatos a vereador.

O horário eleitoral do segundo turno começará no dia 15 de outubro e vai até o dia 28 do mesmo mês.

Com informações da Folhapress.

Mãe ofereceu sexo em troca da morte do filho de 7 anos em Salvador

O assassinato aconteceu 2015 e novas informações vieram à tona este mês após a prisão do executor do crime

Um ano e meio após a morte do menino Carlos Henrique Maia Moura Santos, de 7 anos, o crime passa por uma reviravolta. Em janeiro de 2015, ele foi encontrado morto em um córrego no município de Camaçari, na região metropolitana de Salvador, após ter sido levado enquanto brincava na frente da casa, quando passava as férias com a mãe.

De acordo com o R7, Alessandra Moura seria a mandante do assassinato do próprio filho. A revelação veio à tona após a prisão de José Nilton, acusado de ser o executor do crime no dia 10 de agosto deste ano. Ele foi preso em flagrante por tráfico de drogas e na delegacia confessou a assassinato.

Segundo a polícia, ele disse que o homicídio foi encomendado pela mãe da criança após o menino ouvir uma conversa entre eles sobre um roubo a banco. Nilton disse que a mulher teria prometido para ele uma noite de amor para que executasse o crime, que, segundo ele, nunca aconteceu.

Na época, o padrasto do menino foi preso como principal suspeito, mas depois foi liberado. Os novos fatos deixaram a população revoltada.

STF autoriza participação de candidatos de partidos nanicos em debates

STF autoriza regime aberto a réu primário por tráfico de drogas

Decisão sobre inclusão ou não de candidatos ligados a partidos com baixa representatividade ficará com as emissoras de rádio e TV, decidiu o Supremo

Em um julgamento influenciado pelo cenário eleitoral nas cidades do Rio de Janeiro e de São Paulo, o Supremo Tribunal Federal (STF) decidiu nesta quinta-feira (25) que as emissoras de rádio e televisão poderão convidar candidatos de partidos ‘nanicos’ para participar de debates, sem a possibilidade de os demais candidatos vetarem a presença do candidato extra.

Sancionada em setembro de 2015 pela presidente Dilma Rousseff, a legislação conhecida como minirreforma eleitoral prevê que as emissoras de rádio e televisão são obrigadas a promover debates com candidatos cujos partidos tenham pelo menos 10 deputados federais na Câmara.

Essa regra prejudica siglas como o Psol, que, embora possua uma bancada de apenas seis deputados federais, apresenta candidatos competitivos nas disputas de Porto Alegre, Rio de Janeiro e São Paulo – respectivamente, Luciana Genro, Marcelo Freixo e Luiza Erundina.

A legislação permitia a participação de nanicos nos debates, desde que 2/3 dos candidatos aptos concordem com as regras. O novo entendimento do STF é que caberá às emissoras de rádio e televisão decidir sobre a presença dos nanicos nos debates, não cabendo aos demais candidatos vetarem isso.

“Sem as minorias não podemos falar em democracia, sem terem voz as minorias não se tem democracia”, afirmou o ministro Marco Aurélio, em uma acalorado debate que se estendeu por dois dias.

“Uma eleição sem igualdade mínima entre os candidatos não atende aos anseios do Estado Democrático de Direito”, disse o ministro Celso de Mello. “As ideias, inclusive aquelas emanadas das correntes minoritárias, podem ser fecundas, transformadoras ou até mesmo subversivas, provocando mudanças, superando imobilismos e rompendo paradigmas”, completou Celso de Mello.

Incompatibilidade

Uma das vozes dissonantes, o ministro Teori Zavascki argumentou que a legislação não é “absolutamente incompatível com a Constituição”.

“Embora se deva reconhecer que a lei cria situações de desigualdade até injustificáveis sob certo aspecto. Nós estamos todos aqui muito influenciados com as pesquisas no Rio de Janeiro e em São Paulo. É evidente a preocupação com o caso Rio-SP, mas não podemos esquecer que é uma regra nacional. Quem é que definiria os outros? Se não é o 2/3 (dos candidatos aptos)? É a emissora. Será esse um critério democrático? Não temos uma solução perfeita em nenhuma situação”, questionou Teori.

Estadão Conteúdo

Aliados de Temer prometem contra-ataque para derrubar testemunhas de defesa

Aliados de Temer prometem contra-ataque para derrubar testemunhas de defesa

Simone Tebet critica decisão de dispensar procurador por suspeição e afirma que usará mesmo argumento para derrubar testemunhas de Dilma Rousseff

Aliados de Temer prometem contra-ataque para derrubar testemunhas de defesa
Aliados de Temer prometem contra-ataque para derrubar testemunhas de defesa

Após o presidente do Supremo Tribunal Federal, Ricardo Lewandowski, dispensar uma das testemunhas de acusação do julgamento do impeachment de Dilma Rousseff, senadores aliados do presidente em exercício Michel Temer afirmaram que irão contra-atacar para derrubar depoentes que falarão em defesa da petista.

De acordo com a senadora Simone Tebet (PMDB-ES), do mesmo partido de Temer, os apoiadores do impeachment pedirão a derrubada de duas testemunhas de defesa da petista: do ex-ministro Nelson Barbosa e de outro nome escolhido pela equipe da presidente afastada, que a parlamentar optou por não revelar.

Para a senadora, Barbosa não pode testemunhar por, na condição de ministro da Fazenda, ter autorizado a realização do Plano Safra, um dos alvos da denúncia de impedimento – assinada pelos juristas Miguel Reale Júnior, Janaína Paschoal e Hélio Bicudo.

Ela usou os argumentos utilizados por Lewandowski para rebaixar o procurador Júlio Marcelo de Oliveira da condição de testemunha para a de informante – o que derruba a obrigatoriedade de se dizer a verdade no depoimento. Ele foi declarado suspeito devido à sua influência dentro do Tribunal de Contas da União, do qual é funcionário, em promover e apoiar manifestações para convencer ministros a reprovarem as contas de Dilma de 2014.

No total, a defesa de Dilma conta com cinco testemunhas, além do ex-ministro: o economista Luiz Gonzaga de Mello Belluzzo; o consultor jurídico Geraldo Luiz Mascarenhas Prado; a ex-secretária de Orçamento Federal Esther Dweck; o ex-secretário executivo do Ministério da Educação Luiz Cláudio Costa; e o advogado Ricardo Lodi. A acusação, por sua vez, apenas com uma, após a queda de Oliveira: Antônio Carlos Costa D’Ávila Carvalho Junior, auditor federal de Controle Externo do TCU.

“Óbvio que não pode ser testemunha”

Em seu argumento para o pedido, Simone Tebet afirmou que “é óbvio que Barbosa não pode ser testemunha”. “Vai ter que acatar a suspeição no sentido de receber a suspeição do ex-ministro da Fazenda e de uma testemunha como informante. Aí você equilibra a balança”, disse a senadora.

Para ela, o rigor do presidente do STF “sem dúvida” pode acelerar o julgamento do processo de afastamento sem qualquer prejuízo. “Não acho que isso (os questionamentos de suspeição) prejudica em nada o processo. A partir de agora, passadas as preliminares, o julgamento é político. Não tem qualquer forma de o Supremo anular (o processo), a não ser que aqui ocorra alguma absoluta sandice”, avaliou.

O líder do PSDB no Senado, Cássio Cunha Lima (PB), também aliado de Temer, fez coro à realização de novas suspeições a partir da decisão de Lewandowski. “No momento em que a testemunha de acusação foi convertida em informante, e eu tenho certeza que isso acontecerá com outras testemunhas, e que obviamente nós acatamos a decisão de Vossa Excelência, não retira do poder do informante trazer a argumentação absolutamente vinculada ao fato que nós traz para esse julgamento, como tem feito de forma equilibrada, serena e tecnicamente robusta por parte do doutor Júlio Marcelo”, argumentou o tucano em plenário.

Cardozo derruba testemunha de acusação após acusá-la de ser suspeita para depor

Cardozo derruba testemunha de acusação após acusá-la de ser suspeita para depor

Defesa de Dilma teve primeira vitória no julgamento da presidente afastada ao fazer promotor Júlio Marcelo de Oliveira perder condição de testemunha

A defesa de Dilma Rousseff conseguiu uma primeira vitória no dia da abertura do julgamento da presidente afastada, nesta quinta-feira (25). Logo após a primeira paralisação para o almoço, e antes mesmo do início dos testemunhos, José Eduardo Cardozo derrubou a condição de testemunha de acusação do procurador Júlio Marcelo de Oliveira.

Cardozo alegou que Oliveira não poderia estar no rol das testemunhas devido à relação que mantém com os autores da denúncia do impeachment e pelo fato de ter participado de manifestações dentro do Tribunal de Contas de União, do qual faz parte, para a reprovação de contas da presidente afastada.

O pedido foi aceito pelo presidente do Supremo Tribunal Federal, Ricardo Lewandowski. Responsável pelo comando do julgamento, ele decidiu que Oliveira passaria a ser ouvido como informante, não mais como testemunha, o que retira grande peso do depoimento já que ele passa ser feito não mais sob juramento de dizer a verdade.

Suspeito

A defesa de Dilma alegou que Oliveira precisaria ser impedido de testemunhar por ter sido o “formulador original de todas as teses dos denunciantes, sejam os decretos para abertura de crédito suplementar, sejam as pedaladas” – em referência ao texto de denúncia que embasa o processo de impeachment, de autoria dos juristas Miguel Reale Júnior, Janaína Paschoal e Hélio Bicudo.

Além disso, Cardozo ressaltou que o procurador convocou ministros e participou ativamente de atos no TCU para a reprovação das contas de Dilma referentes a 2014 – reprovadas por unanimidade em outubro passado. “Ele é o autor intelectual de todo o processo jurídico que marca este processo. A derrota de Dilma é indiscutivelmente a derrota do Dr. Júlio Marcelo”, discursou o advogado, encerrando o pedido afirmando que tomaria “as providências cabíveis de acordo com a lei” caso a solicitação fosse recusada.

Antes de Lewandowski consentir com o pedido de Cardozo, a advogada Janaína Paschoal, que assina a denúncia do impeachment, chegou a afirmar que a defesa de Dilma ofendia tanto a ela quanto aos outros autores do texto ao dizer que houve interferência do procurador.

O presidente do STF, no entanto, não chegou a considerar esse ponto apresentado pela defesa: após Oliveira confirmar ter compartilhado mensagens para promover manifestações pela reprovação das contas da chefe do Executivo afastada, Lewandowski chegou à conclusão de que, de fato, ele não poderia estar entre as testemunhas.

Coluna – Confúcio, exonera logo o Ezequiel Neiva antes que ele acabe com o Estado

Coluna Painel Politico, jornalista Alan Alex

E ainda, a Polícia Federal está de olho em federação esportiva em Rondônia que recebe até emenda parlamentar federal mas não realiza nada

Federações

A Polícia Federal deflagrou essa semana a Operação Nemeus, que investiga fraudes em repasses feitos à federação de Tae Kwon Do. Teriam sido desviados mais de R$ 26 milhões no esquema. Já fica o alerta, a PF também anda de olho em uma federação rondoniense, que andou recebendo uma bolada, inclusive de emendas parlamentares federais e não promove nada faz muito tempo.

Ibope

A pesquisa encomendada pela Rede Amazônica mostrou uma coisa, Pimentel está igual a Cahúlla nas eleições de 2010, não decolou. Na época eu comparei o então candidato ao governo ao avião Antonov, da força aérea russa. Tal qual a aeronave, Cahúlla precisava de muita pista para alçar voo, no caso do candidato, tempo. Pimentel está na mesma situação. E com bem menos pista…

Melhor para ele

A surpresa da pesquisa ficou por conta de Léo Moraes, que muitos não acreditavam, ou olhavam com certa desconfiança a audácia dele em sair candidato em uma disputa majoritária. Léo ficou na melhor posição, com rejeição baixíssima e empatado com Mauro Nazif, que está com a rejeição nas estrelas. Roberto Sobrinho, apesar de estar em primeiro, também sofre e já atingiu o teto, de 22% não passa. (Dados da pesquisa no final da coluna).

Faltou diálogo

Mauro Nazif pecou em um ponto crucial, a falta de diálogo com a população. Nunca deu bola para a comunicação, colocando em segundo plano. Erro primário em tempos de redes sociais, onde o eleitor cobra abertamente seus representantes. Mauro trabalhou nos dois primeiros anos agindo como se estivesse ainda na idade da pedra lascada, achando que o “boca a boca” resolve. O resultado está ai, uma rejeição estratosférica. Deveria ter seguido o exemplo de seu companheiro de partido, Jesualdo Pires, prefeito de Ji-Paraná, que está todos os dias nas redes sociais interagindo e mostrando o que tem feito. Mauro foi fazer isso tarde demais e não foi falta de aviso…

Abro o e-mail

E me deparo com o release da Secom informando que “o DER conta hoje com um parque de máquinas com cerca de 600 unidades”, como se isso fosse alguma vantagem. O texto prossegue com um monte de asneiras, do tipo “frentes de serviço trabalham na manutenção de mais de 12 mil quilômetros de estradas de chão”. Governador, onde o senhor anda? Como deixa que o diretor do DER faça tanta besteira junta? Desde quando governo tem que “comprar maquinário”?

Vou desenhar

Um trator de esteira custa em média R$ 300 mil. As peças de reposição, pneus, mais combustível, garagem e manutenção gastam pelo menos R$ 100 mil por ano. Mas tem um detalhe, esse maquinário nunca está 100% e nem vou falar do roubo de peças. O DER tem que contratar a iniciativa privada, fazer licitação sem rolo, sem aquelas lambanças cometidas por Lúcio Mosquini e sua trupe. Ao contratar o setor privado, aumenta a geração de emprego e o dinheiro circula, sem contar que o Estado não perde dinheiro com máquinas. Onde o senhor acha que vai estar esse equipamento daqui a 6 meses?

Auto-promoção

O que Ezequiel Neiva está fazendo é demagogia, papo furado puro, jogando fora dinheiro público. Cadê o Ministério Público que não vê isso? Onde anda o Tribunal de Contas, desaprenderam a fazer conta por lá? Não dá para levar a sério esse tipo de política, ainda mais com o estado na atual condição. Quem paga imposto é empresa, e não “servidor comissionado” contratado “emergencialmente”. Esses contratos servem apenas para empregar indicados por deputados que precisam de emprego mas não tem qualificação. Tá na hora de Rondônia parar de brincar com coisa séria. A crise está aí, na cara de todo mundo e o governo fazendo graça no setor mais sensível, que poderia estar empregando milhares e economizando, de verdade. Exonera o Ezequiel, o que ele quer é ser deputado federal em 2018 e fica usando o DER para se auto-promover.

Enquanto o Ezequiel brinca

Todas as construtoras de Rondônia agonizam. Foram obrigadas a demitir milhares, tiveram equipamentos sucateados e acumulam dívidas enormes.

Confúcio sabe

Como poucos, que o Estado deve ser mínimo, ele próprio fez vários questionamentos sobre contratações de comissionados e emergenciais. O governador conhece bem os efeitos dessa politicagem que está sendo feita no DER. Exonera governador, antes que a situação fique ainda pior. Coloque alguém responsável, que não seja político para fazer com que o DER funcione. A economia agradece, as estradas também.

Clínica Mais Saúde informa – Ter poucos amigos pode fazer tão mal ao corpo quanto fumar

Não ter amigos pode ser tão prejudicial à saúde quanto fumar. De acordo com um estudo publicado recentemente no periódico científico Proceedings of the Royal Society B, manter um círculo social pequeno está associado ao aumento da produção de uma proteína coagulante que pode causar infarto e derrame. Em situações “normais”, o aumento da produção dessa proteína é desencadeado como resposta a uma lesão ou perda de sangue. No entanto, em excesso, ela pode prejudicar a saúde ao aumentar a pressão sanguínea e causar o depósito de gordura nas artérias. Acredita-se que a solidão também haja como um fator estressante e desencadeante de fibrinogênio no sangue. No estudo, pesquisadores da Universidade Harvard, nos Estados Unidos, compararam os níveis da proteína coagulante fibrinogênio com o número de amigos e familiares na vida de uma pessoa. Os resultados mostraram que conforme o número de pessoas no círculo social de alguém diminui, maior o nível de fibrinogênio no sangue. “A ‘desconexão’ social mostra uma associação significativa com o fibrinogênio. Se de fato há uma relação causal entre isolamento social e fibrinogênio e, posteriormente, doença cardíaca e derrame, então políticas e intervenções que melhorem a conexão social pode ter efeitos positivos sobre a saúde, que vão além dos benefícios econômicos já conhecidos.”, disse David Kim, autor do estudo.

DADOS DA PESQUISA IBOPE

O Ibope ouviu 602 eleitores entre os dias 20 e 23 de agosto. A margem de erro é de quatro pontos percentuais, para mais ou para menos. O nível de confiança é de 95%, o que quer dizer que, se levarmos em conta a margem de erro de quatro pontos, a probabilidade de o resultado retratar a realidade é de 95%. A pesquisa foi registrada no Tribunal Regional Eleitoral de Rondônia (TRE-RO) sob o protocolo RO-01266/2016.

PGR pede ao STF apuração sobre Feliciano por abuso sexual

Patricia Lelis e Marco Feliciano

Denúncia foi apresentada pela jornalista Patrícia Lélis, que afirma que o parlamentar tentou agredi-la em seu apartamento funcional em Brasília

A Procuradoria Geral da República solicitou ao Supremo tribunal Federal (STF) abertura de inquérito contra o deputado federal Marco Feliciano (PSC-SP) por abuso sexual. A queixa foi registrada pela jornalista e estudante Patrícia Lélis, de 22 anos.

Segundo informações do G1, a queixa foi registrada Delegacia Especializada de Atendimento à Mulher de Brasília e encaminhada ao STF devido ao foro privilegiado do deputado. A Corte avaliará se a acusação feita por Patrícia procede.

O ministro Ricardo Lewandowski, presidente do Supremo, deverá determinar sorteio do caso a um dos outros 10 magistrados da Corte. Até as 17h desta quinta-feira (25), a solicitação não havia sido encaminhada a nenhum deles. De acordo com o boletim de ocorrência registrado pela jovem, Feliciano cometeu tentativa de estupro em seu apartamento funcional em Brasília.

Outro lado

A Polícia Civil de São Paulo também investiga o crime relatado por Patrícia. Ela foi indiciada por denúncia caluniosa e extorsão contra o chefe de gabinete do parlamentar, Talma Bauer. Ela o acusou de sequestrá-la e ameaçá-la para ‘abafar’ o caso. No entanto, ela pode ter extorquido o assessor.

Os investigadores também apuram se ela ordenou que Bauer – que é policial civil aposentado – matasse um amigo dela. O episódio foi registrado em um vídeo.

Sem ajuda direta a atletas olímpicos, governo de São Paulo os homenageia

Sem ajuda direta a atletas olímpicos, governo de São Paulo os homenageia

Com só um programa de auxílio a atletas e poucos centros de preparação, governo de São Paulo realiza cerimônia de entrega de medalha de mérito a competidores olímpicos

Investimento deve existir, até para construir uma nova geração de atletas que não precisem sofrer tanto quanto nós sofremos.

Essa frase foi dita por Francisco Barreto Jr., ginasta brasileiro que disputou duas finais na Olimpíada do Rio de Janeiro e, nesta quinta-feira, recebeu a medalha de mérito esportivo do governo do Estado de São Paulo, diretamente das mãos do governador Geraldo Alckmin, no Palácio dos Bandeirantes. A resposta, inclusive, foi com relação ao temor que os incentivos aos atletas, em seu próprio estado e no país, sejam cortados após o término dos Jogos.

No evento na capital paulista, alguns competidores da região receberam medalhas por suas participações na Olimpíada. Mas ao analisar o caminho deles até alcançar a disputa, nota-se que o investimento estadual na formação, auxílio ou treinamento dos atletas teve um papel pequeno.

Atualmente, o governo do Estado de São Paulo possui como seu programa primário de ajuda a atletas com potencial olímpico o Bolsa Talento, que repassa uma verba mensal com um valor que difere entre faixas de idade e realizações esportivas. Porém, como um competidor não pode receber mais de uma Bolsa ao mesmo tempo, ela é cancelada diante dos auxílios do âmbito federal.

Eu tive o Bolsa Talento e parei de receber porque estava recebendo o Bolsa Pódio (Governo Federal), mas pelo tamanho de São Paulo, é preciso investir. Esse estado é muito grande, e quantos ginásios de qualidade para a prática de ginástica existem aqui? Precisamos de locais que comportem a quantidade de praticantes que temos – comentou Barreto.

A ginástica artística brasileira, por exemplo, realizou sua aclimatação prévia para a Olimpíada em São Bernardo do Campo. Enquanto os atletas que, futuramente, conquistariam três medalhas nos Jogos Olímpicos, treinavam, crianças e adolescentes dividiam o pequeno espaço da instalação e os equipamentos para a prática da modalidade com eles.

Em termos de ginásios para abrigar grandes competições que possam fomentar o interesse público pelo esporte, por exemplo, São Paulo volta a “sofrer”. Na capital, apenas o Ginásio do Ibirapuera possui capacidade para recepcionar eventos de grande porte. Fora da cidade, por sua vez, existem um ginásio em Barueri e outro em São Bernardo do Campo.

 

Sem ajuda direta a atletas olímpicos, governo de São Paulo os homenageia
Sem ajuda direta a atletas olímpicos, governo de São Paulo os homenageia

No evento na capital paulista, alguns competidores da região receberam medalhas por suas participações na Olimpíada. Mas ao analisar o caminho deles até alcançar a disputa, nota-se que o investimento estadual na formação, auxílio ou treinamento dos atletas teve um papel pequeno.

Atualmente, o governo do Estado de São Paulo possui como seu programa primário de ajuda a atletas com potencial olímpico o Bolsa Talento, que repassa uma verba mensal com um valor que difere entre faixas de idade e realizações esportivas. Porém, como um competidor não pode receber mais de uma Bolsa ao mesmo tempo, ela é cancelada diante dos auxílios do âmbito federal.

 

Nesta quinta-feira, a contagem regressiva para os Jogos Olímpicos de Tóquio marca 1432 dias. Para os atletas brasileiros, esse relógio nunca andou tão rápido. E, talvez, o temor por um ciclo olímpico nunca foi tão grande.