Deu na Veja: Ex-secretário de Saúde, candidato é financiado por clínicas

Deu na Veja: Ex-secretário de Saúde, candidato é financiado por clínicas

Williames Pimentel, candidato a prefeito de Porto Velho, recebeu pelo menos 40% das doações de médicos ligados a clínicas contratadas pelo município.

Em setembro do ano passado, o Supremo Tribunal Federal (STF) impôs uma significativa mudança nas regras eleitorais ao proibir que empresas turbinassem os cofres das campanhas políticas por meio de doações – as cifras, a exemplo das grandes empreiteiras, podiam chegar a valores milionários nas disputas majoritárias. A decisão visava dar fim a interesses paralelos entre empresários e políticos e vislumbrava revolucionar o formato de financiamento eleitoral, autorizando apenas que pessoas físicas – na teoria, militantes e apoiadores – dessem dinheiro aos candidatos. Na primeira eleição em que o novo modelo é adotado, o resultado até agora demonstra que, na prática, os tradicionais doadores continuam por trás das campanhas.

Um exemplo disso pode ser constatado na prestação de contas do candidato a prefeito de Porto Velho (RO) Williames Pimentel (PMDB). Até esta sexta-feira, ele havia recebido 323.871 reais por meio das doações. Todas, seguindo o rigor da lei, feitas por pessoas físicas – mas mais de 40% delas têm algum tipo de vinculação com o meio empresarial.

Ex-secretário de Saúde de Rondônia, Pimentel recebeu, até o momento, pelo menos dez repasses de médicos vinculados a famosos centros clínicos de Rondônia: o Instituto de Neurocirurgia e Neurologia da Amazônia Ocidental (Inao) e o Centro Médico-Anestesiológico (CMA) do estado.

No caso do Inao, Bruno Lobo, um dos fundadores do instituto, doou 25.000 reais para o candidato do PMDB. Outros seis médicos que integram a equipe do centro clínico repassaram, juntos, 75.000 reais. Já o CMA tem vínculo com os outros cinco doadores, que, ao todo, investiram 60.000 reais na campanha do peemedebista.

Os dois institutos são conhecidos de Pimentel também na esfera dos negócios. Enquanto secretário de Saúde, de 2012 até este ano, ele firmou uma série de contratos entre o estado e essas empresas. Foram quatro parcerias firmadas com o CMA na sua gestão. Os valores dos contratos chegaram a 16,6 milhões de reais. Já com o Inao, os contratos somaram 13,5 milhões de reais.

Os representantes dos dois institutos já haviam apoiado também a campanha do governador de Rondônia, Confúcio Moura (PMDB), em 2014 – e, em seguida, firmaram contratos com o governo. Aliado de Confúcio, o candidato a prefeito de Porto Velho foi alçado à secretaria de Saúde pelas mãos do peemedebista.

Questionado pela reportagem, Pimentel afirma que não há qualquer “drible” à legislação, que todas as doações estão em conformidade com as regras eleitorais e que não admite apoio de empresas em sua campanha. Ele destaca ainda que não há qualquer expectativa de contrapartida entre as doações e parcerias futuras com o município e que essa seria uma prática “imoral e ilegal”. Pimentel acrescenta ainda que “não exerce pessoalmente a captação de recursos” e que há doadores que sequer conhece.

O site de VEJA tentou contato com representantes do CMA e do Inao, mas não obteve resposta.

Certidão de óbito de Eliza Samudio pode anular julgamento do goleiro Bruno

Eliza Samudio foi morta e corpo nunca foi encontrado. Bruno foi condenado como mandante do crime

O criminalista também entende que a juíza de Contagem não tem competência para decidir sobre o tema

O Tribunal de Justiça de Minas Gerais aceitou pedido do goleiro Bruno Fernandes para avaliar se foi correta decisão que liberou a certidão de óbito de Eliza Samudio antes mesmo que ele fosse julgado. O documento foi emitido em janeiro de 2013 e, em março do mesmo ano, o atleta, então noo Flamengo, foi condenado a 22 anos e três meses de prisão por participação no homicídio da modelo, mãe de seu filho.

A juíza de Contagem, Marixa Rodrigues, atendeu pedido do Ministério Público e da mãe de Eliza, sob o fundamento de que o assassinato já havia sido reconhecido em 2012 no julgamento de Luiz Henrique Ferreira Romão, conhecido como Macarrão. Segundo a decisão de primeiro grau, a sentença criminal poderia ser executada no âmbito cível, para efeito da reparação de danos e resguardar os direitos do filho da vítima.Já o advogado do goleiro, Lúcio Adolfo, diz que a certidão não respeitou o devido processo legal e ainda influenciou o Tribunal do Júri, ao ser mostrada como prova. Outro problema, segundo ele, é o fato de o documento citar morte por asfixia, o que consiste em homicídio qualificado. Para a defesa, portanto, todo o julgamento deveria ser refeito sem incluir a certidão.

O criminalista também entende que a juíza de Contagem não tem competência para decidir sobre o tema, porque a morte teria ocorrido no município de Vespasiano. Assim, na avaliação de Adolfo, somente a comarca local poderia ter aplicado a condenação criminal na esfera cível.

À época, o goleiro peticionou à juíza recurso ao TJ-MG contra a expedição da certidão, mas a juíza não autorizou seu seguimento. A 4ª Câmara Criminal concluiu na quarta-feira (21/9), por unanimidade, que o seguimento do recurso não poderia ter sido negado em primeiro grau. A votação do mérito ainda não tem data. Com informações da Assessoria de Imprensa do TJ-MG.

Processo 0356249-66.2010.8.13.0079

Rosa Weber nega liminar que pedia inabilitação de Dilma para cargos públicos

No exame do pedido cautelar, a ministra explicou que o deferimento de liminar exige o preenchimento de dois requisitos: a relevância dos motivos e a possibilidade de ocorrência de lesão irreparável ao direito do impetrante.

Por não demonstrar o perigo da demora, requisito necessário para concessão de liminar, a ministra do Supremo Tribunal Federal Rosa Weber negou pedido de liminar feito pelo senador Magno Malta (PR-ES) para proibir que a ex-presidente da República Dilma Rousseff ocupe qualquer cargo público.

O senador ingressou com Mandado de Segurança contra o ato do Senado Federal que aprovou a votação, separadamente, da perda do cargo e da inabilitação para o exercício de função pública da ex-presidente Dilma Rousseff.

Segundo a ministra Rosa Weber, o pedido cautelar para impedir que ela exerça cargos públicos até que seja julgado a ação, além de buscar um dos efeitos do próprio mérito do mandado de segurança, não evidenciou perigo de demora da decisão.

Malta sustenta que o ato do Senado violou direito líquido e certo “de ver a ex-presidente inabilitada”. O argumento é o de que o artigo 52, parágrafo único, da Constituição e o artigo 2º da Lei 1.079/1950, que rege o processo de impeachment, exigem aplicação conjunta das penalidades, e a decisão do Senado “põe em risco eminente o próprio Estado Democrático de Direito”.

No exame do pedido cautelar, a ministra explicou que o deferimento de liminar exige o preenchimento de dois requisitos: a relevância dos motivos e a possibilidade de ocorrência de lesão irreparável ao direito do impetrante. No caso, o direito subjetivo alegado diz respeito ao direito do parlamentar de ver obedecido o devido processo legal, e, por isso, o senador pede a nulidade do ato, com a aplicação da pena de inabilitação para o exercício de função pública.

Para a relatora, a não concessão da liminar e, portanto, a possibilidade em tese de a ex-presidente vir a exercer função pública não acarreta dano efetivo ao julgamento pelo STF sobre a suposta violação, pelo Senado, do artigo 52 da Constituição. “O alegado receio de ineficácia do provimento final deve ser demonstrado a partir de um risco de dano específico e concreto”, assinalou. “A mera especulação de notícias veiculadas em meios de comunicação quanto a eventual convite para o exercício de função pública, como argumentado, não traz prejuízo ou dano para o julgamento definitivo do mérito desta ação constitucional”.

Indeferindo o pedido de liminar, a ministra determinou a retificação da autuação do processo, para que a ex-presidente passe a constar como “litisconsorte passiva necessária”. Com informações da Assessoria de Imprensa do STF.

MS 34.418

Corte de Haia anunciará em outubro se vai julgar desarmamento nuclear

Corte de Haia anunciará em outubro se vai julgar desarmamento nuclear

A Corte Internacional de Justiça vai anunciar no dia 5 de outubro se tem competência para julgar se alguns países estão descumprimento acordos internacionais sobre desarmamento nuclear. O tribunal vai julgar questão preliminar de competência levantada pelo Reino Unido, pelo Paquistão e pela Índia.

A intervenção da Corte de Haia foi pedida pelo governo das Ilhas Marshall em maio de 2014. O país alega que nove nações continuam na corrida nuclear. São eles: China, Coreia do Norte, França, Índia, Israel, Paquistão, Rússia, Reino Unido e Estados Unidos.

Discrepância entre discurso e trabalho de Dallagnol é analisada por jornalista

Discrepância entre discurso e trabalho de Dallagnol é analisada por jornalista

Dallagnol usa diversos adjetivos para Lula na entrevista, mas na denúncia opta por descrição bem mais amena.

“Quem veio de Portugal para o Brasil foram degredados, criminosos. Quem foi para os Estados Unidos foram pessoas religiosas, cristãs, que buscavam realizar seus sonhos, era um outro perfil de colono.” A frase é do procurador Deltan Dallagnol, coordenador da autodenominada força-tarefa da operação “lava jato”, dita em uma palestra em uma igreja batista em fevereiro e agora relembrada pela colunista Maria Cristina Fernanda no jornal Valor Econômico, em um perfil do membro do Ministério Público Federal.

O procurador, diz o texto, tem uma interpretação culturalista da história e acha que foi a colonização portuguesa quem deu origem a corrupção no Brasil. “O espírito cristão dos colonizadores americanos não os impediu de dizimar a população nativa, colecionar genocídios em sua política externa e conviver com o pesadelo de uma Casa Branca ocupada por Donald Trump. Mas o ex-estudante de Harvard [Dallagnol] só trouxe admiração pelas instituições americanas”, alfineta a jornalista.

Maria Cristina deu especial ênfase à análise da retórica de Dallagnol em comparação com as denúncias que produz como procurador. Ao apresentar as denúncias contra o ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva em uma coletiva de imprensa, o coordenador da “lava jato” citou 12 vezes o termo propinocracia, que seria o governo gerido pela propina. Porém, na acusação levada ao juiz Sergio Moro, a palavra não aparece uma única vez.

“A retórica de Dallagnol ainda lança mão de figuras de linguagem para nominar o ex-presidente que não foram incorporadas ao texto impresso. O procurador referiu-se a Lula dez vezes como comandante de esquema criminoso, sempre acompanhado dos adjetivos “máximo”, “real”, “supremo”. A ocorrência do termo “comandante” no documento, além de reduzida à metade, nunca é adjetivada”, analisa a colunista.

A discrepância não parou aí. Na coletiva, Dallagnol chamou Lula de maestro e general, mas as denominações não aparecem na denúncia. No documento, o ex-presidente é chamado de “chefe do Poder Executivo” ou “ocupante do cargo público mais elevado”.

Até a roupa e a dicção do procurador passaram pelo escrutínio da jornalista: “O terno azul-escuro, os óculos de aros pretos, a dicção que não deixa escapar uma única sílaba e o uso preciso do subjuntivo não sugerem disfunção psíquica”.

Pesquisa aponta empate entre Nazif e Léo Moraes

MPE impetrou mais de 290 ações de impugnações de candidaturas em todo o Estado

A penúltima pesquisa divulgada no final da tarde desta sexta-feira 23.09 pelo Instituto Brasil Dados mostra uma indefinição entre os dois candidatos a prefeito de Porto Velho que deverão ir para o segundo turno. Pela primeira vez, na história política da capital, três candidatos chegam empatados tecnicamente, a pouco menos de nove dias da eleição.

Segundo a pesquisa estimulada, Mauro Nazif (PSB) lidera com 20,67%, seguido de Williames Pimentel (PMDB) com 19,07% e Leo Moraes (PTB) com 16,18%. O empate técnico que se verifica entre os três é devido à margem de erro da pesquisa. Até mesmo o índice de indecisos que chegou a quase 50% hoje está em 16,52%.

Os índices têm demonstrado que Nazif está praticamente estagnado, na casa dos 20% devido a sua rejeição. Pelo contrário, Pimentel e Léo Moraes, por terem rejeições menores continuam crescendo. Pimentel, por exemplo, chegou a ter 1% das intenções de voto na primeira sondagem realizada antes das convenções.

Já Léo Moraes é o que possui a menor rejeição dentre os três e deve continuar crescendo, e tem chances reais de ir para o segundo turno. Na semana que vem, a Brasil Dados realiza a última pesquisa, a ser divulgada na sexta-feira 30 de setembro de 2016. Até lá, os candidatos vão disputar voto a voto seus passaportes para o segundo turno.

VEREADOR

A penúltima pesquisa também aferiu as intenções de voto para os candidatos a vereador. O principal dado da pesquisa é o número de indecisos que está acima dos 60%. E olha que o quadro já melhorou, pois na primeira pesquisa o percentual de indecisos era superior a 80%. Ou seja, uma eleição que está totalmente indefinida e que poderá ser resolvida na véspera a eleição, com a movimentação dos cabos eleitorais, boca-de-urna e até compra de voto.

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DADOS DA PESQUISA:

Visualizar Pesquisa Eleitoral – RO-00356/2016

PORTO VELHO – RO

Número de identificação: RO-00356/2016 Data de registro: 11/09/2016
Cargo(s): Prefeito, Vereador Data de divulgação: 17/09/2016
Empresa contratada/ Nome Fantasia: CNPJ: 19812752000185 – IVANI MOTA DE ARAUJO / BRASIL DADOS Eleição: Eleições Municipais 2016
Entrevistados: 624 Data de início da pesquisa: 12/09/2016
Data de término da pesquisa: 15/09/2016 Estatístico responsável: Diogo de Mello Brito da Silva
Registro do estatístico no CONRE: 8602

 

Contratante(s): CPF/CNPJ: 13426089000102 – JM SERVICOS E COMERCIO EIRELI – ME / ORONDONIENSE.COM.BR Origem do Recurso: (Recursos próprios)
Metodologia de pesquisa:
Foi aplicada a metodologia de pesquisa quantitativa do tipo survey, que se constitui em entrevistas pessoais realizadas na cidade Porto Velho – RO, executadas através de questionário estruturado e questões para respostas espontâneas e estimuladas.

Plano amostral e ponderação quanto a sexo, idade, grau de instrução e nível econômico do entrevistado; intervalo de confiança e margem de erro:
Universo: Eleitores de Porto Velho-RO. 

Tamanho da Amostra: 624 eleitores. Nível de Confiança: 95 % / Margem Máxima de Erro: 3,9 % pontos percentuais para mais ou para menos. 

Tipo de Amostra: amostragem por cotas, segundo as variáveis sexo, faixa etária, grau de instrução e renda. Pesos dos extratos da população e da amostra: Sexo: Masculino = 48,0 % e Feminino = 52,0%. Faixa etária: 16 a 24 = 19,0% – 25 a 34 anos = 25,0% – 35 a 44 anos = 20,0 % – 45 a 59 anos = 21,0% + de 60 anos = 15,0%. Instrução: Até 1º. grau incompleto = 35%; 1º.Grau Completo até 2º. Grau incompleto = 25%; 2º.Grau completo até Superior incompleto = 30%, Superior Completo = 10%. Renda: Até 1 SM = 15%; De 1 a 2 SM = 20%; de 2 a 5 SM = 35% e Mais de 5 SM = 30%.

Bairros pesquisados: Aeroclube, Agenor M. de Carvalho, Agricolândia, Aponiã, Areal, Areia Branca, Baixa União, Caiari, Caladinho, Cascalheira, Castanheira, Centro, Cidade do Lobo, Cohab, Conceição, Costa e Silva, Cuniã, Eldorado, Eletronorte, Embratel, Escola de Polícia, Flodoaldo Pontes Pinto, Floresta, Igarapé, Industrial, Juscelino Kubitschek, Lagoa, Lagoinha, Liberdade, Mato Grosso, Militar, Mocambo, Nacional, Nossa Senhora das Graças, Nova Floresta, Nova Porto Velho, Novo Horizonte, Olaria, Panair, Pedrinhas, Planalto, Quilômetro Um, Rio Madeira, Roque, Santa Bárbara, São Cristóvão, São João Bosco, São Sebastião, Tancredo Neves, Teixeirão, Tiradentes, Três Marias, Triângulo, Tucumanzal e Tupi. Distritos: Abunã, Calama, Demarcação, Extrema, Fortaleza do Abunã, Jaci Paraná, Nova Mutum, Nazaré, União Bandeirantes, São Carlos, Vista Alegre do Abunã e Zona Rural

Aprenda 5 dicas para fazer Bruschetta o petisco italiano perfeito

Aprenda 5 dicas para fazer Bruschetta o petisco italiano perfeito

Paulo Sérgio, chef do Terraço Itália e responsável pelas entradas da casa, conta o essencial para caprichar na bruschetta

Simples e sofisticada ao mesmo tempo, a bruschetta ganhou cada vez mais espaço na cozinha do brasileiro – especialmente se você é daquele tipo que adora impressionar os amigos ou alguém especial.

Para aprender a fazer a bruschetta perfeita, conversamos com o chef Paulo Sérgio, que trabalha há mais de 20 anos no Terraço Itália e, hoje, é responsável pelas entradas da casa. Ele entregou seus truques que vão ajudá-lo a elevar o nível das entradas em sua casa.

1. Acertar nos números
Você não pode se esquecer de dois números importantes: 180 e 12. O primeiro representa os graus do forno, na hora de levar as bruschettas para assar. Já 12 é o número de minutos que você deve esperar até que os pães estejam no ponto exato para desligar o fogo.

2. Apressado come mal
É bem difícil ver uma iguaria deliciosa como as bruschettas prontas, na sua frente, e não atacar o pão. Certo? Errado. Aposte na paciência e terá um resultado muito melhor: elas foram criadas para serem consumidas frias.

3. Metades iguais, facilidade em dobro
Tradicionalmente, as bruschettas são cortadas com a espessura de um centímetro do pão italiano, em fatias inteiras. Pode ser uma ótima ideia, porém, cortá-la no meio depois de prontas: além de facilitar o manuseio, você evita sujar sua roupa e pode comer com calma.

4. Alho
Quer dar um toque especial na bruschetta? Esfregue um pouco de alho sem casca no pão, depois de tirá-lo do forno (e já frio!). Não esfregue antes, para não correr o risco dele ficar forte demais.

5. Pão
Polêmica: você não precisa usar o pão italiano para fazer a bruschetta. Como algumas pessoas podem achá-lo muito duro, você pode procurar tipos diferentes de pão – sempre lembrando, porém, que precisa existir um equilíbrio entre a crocância da casca e a maciez do miolo.

Assista ao vídeo completo do nosso papo com o chef Paulo Sérgio e tente fazer as bruschettas perfeita em casa.

 

 

Presidente da Fecomércio-RO avalia positivo debate com candidatos

Presidente da Fecomércio-RO avalia positivo debate com candidatos

O presidente do Sistema Fecomércio-Sesc-Senac-IFPE, Raniery Coelho, classificou como positivo o encontro político realizado na noite de terça-feira (20.09), no Salão de Convenções da Fiero, entre os sete candidatos a prefeito de Porto Velho, cujo tema foi especificamente ligado às questões do comércio – com foco na infraestrutura, geração de emprego, turismo, estacionamento rotativo, Parceira Público-Privadas (PPP) e desburocratização.

Com o tema “Compromisso Integrado – Porto Velho do Futuro – Propor, Planejar, Cumprir”, o encontro político, segundo Raniery, serviu para que empresários e empreendedores tivessem uma noção mais detalhada sobre os projetos de governo dos candidatos para o comércio. “É claro que não deu para se discutir profundamente as questões devido ao pouco tempo de resposta disponível aos candidatos, mas o encontro já se tornou um compromisso. Os representantes empresariais saberão cobrar de qualquer deles que vencer a eleição, as propostas tratadas no encontro”, comentou Raniery Coelho.

Antes do início dos debates, Raniery Coelho protocolou pessoalmente a cada candidato, o documento “Planejando o Futuro do Comércio e da Cidade” que mostra todo o trabalho que a Fecomércio-RO e parceiros vêm realizando em favor do desenvolvimento econômico do Município e do Estado como a Redução do ICMS, alfandegamento do aeroporto internacional Jorge Teixeira, alfandegamento de cargas, ampliação e infraestrutura dos aeroportos no Estado, fomentação do turismo e revitalização das avenidas comercias.

No encontro, as duas perguntas feitas pelo presidente Raniery Coelho foram sorteadas para o candidato Ribamar Araújo. Os questionamentos foram relativos ao desenvolvimento do turismo da capital e atividades econômicas para a geração de emprego e renda. “São duas atividades que geram muitas divisas para o município. O próximo prefeito deve possuir uma plataforma de política pública que privilegie esses dois segmentos. Só assim nossa economia continuará em crescimento”, finalizou Raniery.

Indústria de transformação tem saldo positivo de empregos em agosto

Indústria de transformação tem saldo positivo de empregos em agosto

Emprego formal continua trajetória de recuo de perda de postos e apresenta resultado positivo em 13 estados brasileiros

O emprego formal apresentou em agosto um recuo na trajetória de perda de postos de trabalho. No mês, a retração na geração de postos de trabalho foi de 0,09% em comparação a julho, com saldo negativo de 33.953 vagas. A perda, entretanto, foi significativamente menor do que a registrada em agosto de 2015, quando houve o fechamento de 86.543 vagas formais.

Os dados são do Cadastro Geral de Empregados e Desempregados (Caged), divulgados nesta sexta-feira (23) pelo Ministério do Trabalho. O saldo de agosto foi oriundo de 1.253.728 admissões contra 1.287.681 desligamentos. No acumulado do ano, o nível de emprego formal apresentou declínio de 1,64%, correspondendo à perda de 651.288 postos de trabalho. Nos últimos 12 meses, o recuo foi da ordem de 1.656.144 empregos, retração de 4,07%. Com o resultado, o estoque de emprego para o mês alcançou 39.042 trabalhadores com carteira de trabalho assinada no país.

Setores

Segundo o levantamento, três setores de atividade econômica apresentaram saldo positivo de geração de empregos no mês. A Indústria de Transformação registrou a maior alta, com a criação de 6.294 vagas, invertendo a tendência registrada em agosto de 2015. Dos doze ramos que compõem a indústria de transformação, destaca-se a produção de alimentos, com geração de 8.687 vagas, e o setor de calçados, com 2.684 novas vagas no mês.

O setor do Comércio também apresentou saldo positivo, com geração de 888 postos no mês, seguido do setor de Extrativa Mineral, com um crescimento de 0,18% e a geração de 366 vagas de trabalho. Dentre os demais setores, os que registraram maiores perdas de emprego foram Construção Civil (-22.113 postos), Agricultura (-15.436 postos) e Serviços (-3.014 postos).

Dados Estaduais

O emprego formal apresentou resultado positivo em 13 estados brasileiros, com destaque para Pernambuco (9.035), impulsionado pelo desempenho positivo da indústria de produtos alimentícios (7.016). O resultado é decorrente do impacto da alta do cultivo de cana de açúcar, que gerou 1.323 postos de trabalho em todo o país. Paraíba registrou a criação de 5.905 postos de trabalho, seguida de Alagoas (4.099) e Santa Catarina (3.014).

A maior queda no nível de emprego formal foi registrada no Rio de Janeiro, com o fechamento de 28.321 vagas, impactado pelo ramo Comércio e Administração de Imóveis (-8.395) e Serviços de Alojamento e Alimentação (-4.452), dados influenciados também pelo fim dos Jogos Olímpicos e Paralímpicos Rio 2016. Também houve também perda de vagas em Minas Gerais (-13.121), devido o fim do ciclo de produção de café, e Espírito Santo (-4.862).

Confira mais detalhes no link http://pdet.mte.gov.br/caged.

Deputado Luizinho pede mais vagas para procedimentos oftalmológicos

Deputado Luizinho cobra recapeamento asfáltico da RO 370

Idosos de baixa renda serão os maiores beneficiados pela indicação do parlamentar

O deputado Luizinho Goebel (PV) indicou ao governo do Estado e a Secretaria de Estado da Saúde (Sesau) para que sejam disponibilizadas consultas oftalmológicas e cirurgias de catarata (Facectomia), para atender a demanda da população através do Sistema Único de Saúde (SUS).

O parlamentar justifica seu pedindo ciente de que os serviços são ofertados na rede pública, mas o número de consultas e cirurgias ainda é insuficiente para atender toda a demanda, devido ao grande número de idosos que necessitam dos serviços.

Luizinho afirma que as parcerias entre as unidades de saúde são de fundamental importância para descentralizar e suprir a elevada demanda de pacientes afetados por estas enfermidades.

Concluiu informando que na grande maioria são idosos de baixo poder aquisitivo, aposentados e pensionistas que recebem um salário mínimo para sua sobrevivência e não possuem plano de saúde para ser atendido pela rede privada de saúde.