Polícia encontra corpo que pode ser de servidor do TCE que estava desaparecido

Marcas de sangue foram encontradas da casa de Caio

Pode ser do servidor do Tribunal de Contas em Vilhena, Caio de Melo Xavier, 47 anos, o corpo encontrado na tarde desta segunda-feira, 10, nas proximidades do trevo que dá acesso a Colorado do Oeste.

O servidor público, que morava sozinho, está desaparecido desde sábado, 08. Na casa de Caio foram encontradas marcas de sangue e seu carro, também com vestígios de violência, estaria num lava-jato. Uma mulher foi presa e pode ter ligação com o sumiço do funcionário do TCE.

Um amigo de Caio foi chamado e encaminhou-se para o local onde o cadáver foi encontrado. Não há, porém, a confirmação da identidade do morto.

As informações são do FOLHA DO SUL ON LINE

Fazenda no meio do deserto cultiva legumes com água do mar

Foram necessários seis anos de pesquisas e uma equipe internacional de cientistas para que a ideia fosse para frente.

 

O deserto do sul da Austrália é um ambiente hostil para plantas. Contrariando qualquer expectativa, cerca de 17 mil toneladas de tomates são produzidas por lá a cada ano. O que mais impressiona é que são usados apenas dois ingredientes para que as plantas cresçam saudáveis: água do mar e sol.

Os tomates são criados em uma fazenda comandada pela empresa inglesa Sundrop Farms. Na produção, não são usados pesticidas, combustíveis fósseis ou água subterrânea – comumente usada na agricultura tradicional para irrigação. O objetivo por trás do empreendimento é desenvolver uma forma mais sustentável de produção de legumes e verduras.

“Nossa estufa transforma água do mar e luz solar em energia e água. Em seguida, usamos dióxido de carbono de origem sustentável e nutrientes para maximizar o crescimento das nossas culturas”, afirma a equipe em seu site. Com o aumento da demanda por energia e água doce, a Sundrop pode ser o futuro da agricultura.

Uma estufa piloto foi construída em 2010 e, quatro anos depois, uma instalação em escala comercial com 20 hectares foi criada. Na semana passada aconteceu o lançamento oficial da fazenda no sul da Austrália, na região da cidade de Port Augusta.

O cultivo é feito com a água do mar do Golfo Spencer, que fica a dois quilômetros da Sundrop Farm. A água é bombeada para uma usina de dessalinização, que é alimentada por energia solar. Lá, o sal é removido para que a água possa ser utilizada na irrigação de 180 mil plantas de tomate dentro da estufa.

Para que as plantas não sofram com o clima seco do deserto, os cientistas forraram a estufa com um tipo de papelão embebido de água do mar. Desse modo, o local fica com a temperatura perfeita para o cultivo. No inverno, um sistema de aquecimento (gerado a partir da energia solar) mantém a estufa quente.

De acordo com o site da empresa, os tomates são cultivados em sistema hidropônico – ou seja, o solo do deserto não é utilizado. “Nossas plantas florescem em cascas de coco ricas em nutrientes.” Isso significa que esse tipo de agricultura pode ser empregado em locais que antes eram considerados inóspitos – basta ter sol e água salgada por perto.

“A grande vantagem deste novo método de agricultura é o controle que ele nos dá em relação aos níveis de nutrição vegetal. Ele garante uma melhor produção e um sabor melhor”, informa o site.

Toda a energia para fazer a fazenda funcionar é gerada por 23 mil espelhos que refletem a luz do sol para uma torre receptora de 115 metros de altura. Em um dia ensolarado, até 39 megawatts de energia podem ser produzidos, segundo dados obtidos pelo site New Scientist. A estufa ainda está conectada com a rede elétrica caso algo dê errado.

Apesar de inteligente, a inovação pode causar impacto negativo no deserto. Sistemas similares nos Estados Unidos estão incinerando mais de seis mil aves por ano, pois muitas delas voam na frente das placas solares para caçar insetos, segundo o site Science Alert.

Outra coisa a se pensar é no preço para o desenvolvimento dessas estufas. É preciso 200 milhões de dólares para construir uma delas do zero – sem contar o valor para mantê-las. A empresa, porém, acredita que isso não será um problema, pois os custos da Sundrop Farm são mais fáceis de prever do que os de uma fazenda tradicional.

A Sundrop planeja lançar em breve mais estufas sustentáveis em Portugal, nos Estados Unidos e mais uma na Austrália.

Como um servidor público pode ficar milionário? Explica Hildon

Candidato tucano era promotor e administrou suas empresas por mais de 20 anos, e qual o tempo que ele tinha para o MP?

O primeiro debate promovido neste segundo turno das eleições 2016, realizado na última sexta-feira deixou evidente algumas incoerências em relação a vida pública e empresarial do candidato tucano Hildon Chaves, que era promotor de justiça, mas ao mesmo tempo conseguiu amealhar uma fortuna declarada por ele próprio de mais de R$ 11 milhões.

Em 2008, escrevi uma matéria que foi publicada no site O Combatente sobre a leniência, na época, do Ministério Público em relação ao promotor Hildon Chaves, que era “promotor/empresário”. Alterado, Hildon esteve no escritório do site onde alegou que “ele não era proprietário”, apenas “sócio” e que era sua esposa quem “cuidava dos negócios”. Ele falou, mas não explicou e ficou o dito pelo não dito.

Na semana passada o Rondoniaovivo e PAINEL POLÍTICO publicaram as obscuras sociedades de Hildon Chaves, principalmente com médicos, sendo que ele foi promotor responsável pelas investigações na área de saúde de Rondônia. Curiosamente, levantamento feito no sistema do Ministério Público revela que quando o assunto é “produtividade” o ex-promotor da área de saúde passou longe.

Principalmente quando era promotor da saúde. Neste período, a empresa Hildon chegou a celebrar contratos com a Secretaria de Saúde do Estado, como o Convênio 438/PGE 2012, entre a Sesau e a Sociedade Educacional Cacoal LTDA, assinado por sua esposa Ieda Chaves. Suas empresas também celebraram contratos com a Secretaria de Educação, como o 125/PGE 2011, com a Sociedade Pimentense de Educação, também assinado por sua esposa e sócia. Mas como um promotor, que em tese deveria fiscalizar o Estado teria isenção se suas empresas, “administradas por ele durante 25 anos” (palavras dele no debate), mantém contratos com órgãos estaduais?

Para agravar ainda mais a situação, conhecedor da legislação como ex-promotor, Hildon omitiu uma empresa que passou por alteração contratual ano passado, a agora FSP Clínica e Farmácia, antiga Planet School LTDA – ME não aparece em sua declaração de bens entregue ao Tribunal Regional Eleitoral. A empresa antes pertencia apenas a Hildon e sua esposa, Ieda, mas em 3 de março do ano passado ingressou na sociedade o professor Aécio Alves Pereira, com 35% de cotas. Vale ressaltar que a Planet tinha originalmente como endereço a cidade de Rolim de Moura e ano passado, em março, quando sofre a alteração passa a ter como sede as salas 27 a 30 do Rio Shopping, que está fechado desde 2014.

O candidato tucano construiu um personagem “paladino”, que “prende, faz e acontece” e que “conhece bandido em dois minutos de conversa”. No discurso demagógico ele dá show, orientado por marqueteiros atrapalhados que o vestiram como um cordeiro, até orações alguns correligionários andaram pedindo porque o “dr Hildon está sofrendo” com “ataques sórdidos”.

O que ele precisa fazer é dar explicações à toda a sociedade sobre seus negócios obscuros, interesses disfarçados de “bem estar para a população”. Seu adversário carrega pecados, mas tem uma vida pública conhecida por todos. Chega a ser leviano afirmar que Léo Moraes é um mau político. Foi vereador, teve o trabalho reconhecido e foi eleito deputado estadual, enquanto a maioria dos vereadores mal conseguem se reeleger. Em um curto espaço se destacou e o gabaritou para disputar a prefeitura de uma capital.

Já Hildon Chaves precisa parar de se esquivar e explicar, ele próprio, todos os seus negócios, sociedades e fortuna. E nem pode dizer que “é novo na política”. Hldon é filiado ao PSDB há anos, quase foi suplente de Moreira Mendes e seria de Expedito Júnior se não tivesse sido candidato à prefeito nestas eleições. Portanto, antes de querer ser um homem público, ele deve sim explicações à toda a sociedade. Explica Hildon, como ficar milionário sendo servidor público?

Empresa que não foi declarada ao TRE
Empresa que não foi declarada ao TRE
Tem Hildon como sócio e funciona em um local que está fechado há anos
Tem Hildon como sócio e funciona em um local que está fechado há anos

STJ adota método bifásico para definir indenização por danos morais

A sistemática deve uniformizar o tratamento da questão nas duas turmas especializadas em Direito Privado.

A 4ª turma do STJ adotou, no último dia 4, o método bifásico para analisar a adequação de valores referentes a indenização por danos morais. A sistemática analisa inicialmente um valor básico para a indenização, considerando o interesse jurídico lesado, com base em grupo de precedentes que apreciaram casos semelhantes. Em um segundo momento, o juízo competente analisa as circunstâncias do caso para fixação definitiva do valor da indenização.

De acordo com o ministro Luis Felipe Salomão, relator do processo, a aplicação desse método uniformiza o tratamento da questão nas duas turmas do tribunal especializadas em direito privado.

Salomão, em voto que foi acompanhado pelos demais ministros da turma, disse que na segunda fase do método o juiz pode analisar a gravidade do fato em si e suas consequências; a intensidade do dolo ou o grau de culpa do agente; a eventual participação culposa do ofendido; a condição econômica do ofensor e as condições pessoais da vítima. Para o magistrado, o método é mais objetivo e adequado a esse tipo de situação.

“O método bifásico parece ser o que melhor atende às exigências de um arbitramento equitativo da indenização por danos extrapatrimoniais, uma vez que minimiza eventual arbitrariedade de critérios unicamente subjetivos do julgador, além de afastar eventual tarifação do dano.”

Razoabilidade

No caso analisado, os ministros mantiveram decisão do TJ/SP que fixou em R$ 250 mil uma indenização por danos morais decorrente da veiculação de entrevista falsa em rede nacional de televisão.

Os ofensores entraram com recurso e buscaram diminuir o valor da condenação. Para o ministro Luis Felipe Salomão, o valor foi fixado dentro de critérios razoáveis, sendo desnecessária qualquer alteração na decisão do TJSP.

O número deste processo não foi divulgado em razão de segredo de Justiça.

Informações: STJ.

Recuperação judicial não impede execução contra os sócios na Justiça do Trabalho

Recuperação judicial não impede execução contra os sócios na Justiça do Trabalho

É também nesse sentido a recente Súmula 55 do TRT-3

A aprovação da recuperação judicial da empresa com dívidas trabalhistas suspende a execução pelo prazo de 180 dias, conforme determina o artigo 6º da Lei 11.101/2005. Mas isso não impede que a execução prossiga contra os sócios da empresa na Justiça do Trabalho, mesmo que exista decisão do STJ definindo a competência do juízo universal para a execução contra a empresa, desde que o plano de recuperação judicial não abranja também o patrimônio dos sócios.

Com esse entendimento, a 4ª Turma do Tribunal Regional do Trabalho da 3ª Região (MG) julgou favoravelmente o recurso de um empregado que pretendia o prosseguimento da execução contra os sócios de sua ex-empregadora. A juíza convocada Maria Cristina Diniz Caixeta, relatora do recurso, ressaltou que a recuperação judicial não interfere no direito dos credores trabalhistas da empresa perante os sócios.

No caso, foi constatada a existência de decisão do Superior Tribunal de Justiça em conflito de competência, transitada em julgado, que definiu de forma definitiva que o juízo competente para processar a execução contra a empresa é o juízo universal que deferiu o plano de recuperação judicial (11ª Vara Cível de Goiânia).

Dessa forma, conforme ressaltou a juíza, a execução contra a empresa não poderia prosseguir na Justiça do Trabalho. É também nesse sentido a recente Súmula 55 do TRT-3. Entretanto, segundo destacou a relatora, nada havia, no caso específico, a impedir o prosseguimento da execução contra os sócios, já que os bens destes não tinham sido incluídos no plano de recuperação judicial.

 

Com informações da Assessoria de Imprensa do TRT-3.

Juízes federais reagem a PEC que limita gastos do Poder Público

Associações de juízes se articulam contra lei que pune abuso de autoridade

 

Depois de ser aprovada por 23 votos a 7 na Comissão Especial da Câmara dos Deputados, o plenário da Casa deve votar nesta segunda-feira (10/10), em primeiro turno, a Proposta de Emenda Constitucional 241/2016, que impõe limite de gastos ao Poder Público pelos próximos 20 anos por meio de reajustes anuais orçamentários pelo IPCA.

A medida afeta todo o serviço público. No fim de semana, juízes federais trataram do assunto e debateram formas de excluir o segmento dos cortes propostos pelo governo. A categoria alinha-se ao entendimento da Procuradoria-Geral da República e considera que a proposta coloca em risco o funcionamento do sistema de Justiça do país.

“Com a PEC 241 o Executivo passará a ser o ‘super poder’, controlando os demais poderes e o Ministério Público por meio dos recursos financeiros. A longo prazo, o Judiciário será obrigado a fechar varas diante da impossibilidade de contratação de novos juízes e servidores. A pretexto de controlar gastos, a medida irá dificultar o enfrentamento da corrupção, essa sim a raiz da crise econômica brasileira” afirma o presidente da Associação dos Juízes Federais (Ajufe), Roberto Veloso.

Para se adequar aos limites, salários, auxílios e indenizações serão afetados com a falta de aumentos reais. No caso do Judiciário, a medida afetará a instalação de varas, contratações e toda nova despesa para se adequar ao limite imposto pela PEC tomando por base o ano de 2016 — ou seja, segundo a PEC, algum lugar terá de sofrer cortes para viabilizar a nova vara ou os novos cargos.

Na prática, a medida deve inviabilizar de vez a instalação dos novos tribunais federais, suspensa desde 2013, por decisão do então ministro Joaquim Barbosa, na presidência do Supremo Tribunal Federal, em Ação Direta de Inconstitucionalidade proposta pela Associação Nacional de Procuradores Federais (Anpaf).

Os juízes federais articulam trabalhar alternativas junto aos parlamentares, como a possibilidade de abrir exceções ao limite fixado (por meio das emendas) ou revisar a PEC caso a economia do país melhore. Outra proposta dos magistrados federais é que o valor base não seja só o que foi efetivamente pago em 2016. Eles querem que a conta inclua os restos a pagar e toda despesa obrigatória do ano.

Texto duro

A PEC impõe um limite aos gastos do governo, tomando por base o ano de 2016. Segundo o texto em discussão, durante os próximos 20 anos, as despesas só poderão repor a inflação do ano anterior medida pelo IPCA (Índice Nacional de Preços ao Consumidor Amplo). Na prática, a proposta afeta as despesas com folha de pagamento, subsídios, gratificações, obras, e gastos com luz, segurança e transporte.

A medida é ampla e afeta os gastos no âmbito federal dos poderes Executivo, Legislativo e Judiciário, além do Ministério Público da União. Se aprovada do jeito que foi proposta, os gastos em 2017 crescerão ao limite de 7,2%, projeção do governo para a inflação acumulada em 12 meses de dezembro de 2016 — a PEC ainda veda emendas parlamentares para suplementar o total autorizado.

Acontece que o limite leva em conta o que foi efetivamente pago neste ano, o que pode levar a uma corrida para executar o orçamento nos próximos meses, sob pena de terem de lidar com um limite mais baixo — os restos a pagar não entram na conta. No caso específico dos tribunais, ainda que novos juízes sejam nomeados até o fim do ano, o efeito seria mínimo.

O problema, apontam especialistas, é a escolha de 2016 como referência. Isso porque o ano já foi marcado por acentuada restrição orçamentária, se comparado aos anos anteriores. A alternativa seria utilizar como parâmetro os anos de 2015, por exemplo, ou 2017 e 2018, quando há perspectiva de crescimento.

A PEC ainda prevê uma série de sanções a quem desobedecer o limite orçamentário: os órgão federais ficarão proibidos de conceder qualquer reajuste aos servidores (exceto em caso de sentença judicial ou lei anterior), criar cargos e função ou alterar a estrutura de carreira que impliquem aumento de gastos e abrir concurso público.

Tempo quente

No Tribunal Superior do Trabalho, uma iniciativa do presidente elevou a temperatura da corte a níveis inéditos. O ministro Ives Gandra Martins Filho pediu ao Congresso a devolução de projetos de lei destinados a aumentar os custos da Justiça do Trabalho. Os 32 projetos previam a criação de 100 novas varas, 200 cargos de juízes e 8 mil de servidores.

A ideia era negociar com o Congresso e governo, a partir da retirada dos projetos, a inclusão de R$ 353,7 milhões no orçamento global de 2016 como forma de elevar os valores de referência dos próximos anos. A quantia se refere à abertura de crédito suplementar por meio da Medida Provisória 740, editada para salvar o orçamento da Justiça do Trabalho neste ano.

Pelo quadro atual, a Justiça do Trabalho não terá caixa para honrar a folha de pagamento dos seus juízes e servidores a partir do segundo semestre do ano que vem. Os ministros contrários à solução, contudo, defenderam que o presidente do tribunal precisaria, antes, consultar o órgão especial do TST para a iniciativa. A ministra Delaíde Arantes deu liminar a um pedido da Anamatra para suspender a decisão de Ives com esse fundamento.

O ministro e ex-presidente do tribunal, João Oreste Dalazen, que tem uma filha aguardando a abertura de vagas no TRT-2 para ser nomeada, fez um discurso furioso contra a iniciativa de Ives Gandra. “Vossa excelência relegou ao oblívio decisão não só do CSJT, mas do Órgão Especial do TST. Sobrepôs-se a todos esses órgãos que, ouvidas as áreas técnicas, aprovaram o encaminhamento dessas dezenas de projetos de lei de interesse da Justiça do Trabalho”, disse — veja abaixo o vídeo.

Na realidade, dos 32 projetos do TST, apenas cinco tiveram referendo do Órgão Especial. Os outros 27 foram enviados pelo antecessor de Ives ad referendum do colegiado e ainda não foram apreciados. Vale lembrar que a retirada de projetos de pauta pela Presidência não é inédita.

Após frases sexistas de Trump, Hillary abre 11 pontos sobre o republicano

Hillary e Trump discutem empregos e impostos em primeiro debate na TV

Ex-secretária de Estado aparece com 46% da preferência do eleitorado, enquanto o magnata, que diz ter tratado mulher como “vadia”, caiu para 35%

A primeira pesquisa realizada após a divulgação de um vídeo com frases sexistas do republicano Donald Trump mostra uma disparada da democrata Hillary Clinton nas intenções de voto dos norte-americanos para a Presidência.

Segundo a sondagem, realizada a pedido da “NBC” e do “Wall Street Journal”, a ex-secretária de Estado aparece com 46% da preferência do eleitorado, enquanto o magnata Donald Trump caiu para 35%. Já o libertário Gary Johnson tem 9%, e a verde Jill Stein, 2%.

No levantamento anterior feito pela “NBC”, Hillary estava com os mesmos 46%, mas Trump tinha 41%. A pesquisa foi realizada entre os dias 8 e 9 de outubro, no calor da divulgação do vídeo do bilionário, e possui margem de erro de 4,6 pontos percentuais para mais ou para menos.

Polêmica

A um mês das eleições norte-americanas, uma gravação de Donald Trump falando de maneira ofensiva sobre as mulheres foi divulgada pelo jornal norte-americano “The Washington Post”. Nos áudios obtidos, o magnata afirma poder “fazer qualquer coisa com as mulheres quando se é famoso”, viralizou.

O magnata conversa com o apresentador Billy Bush sobre uma tentativa falha de seduzir uma mulher enquanto são transportados em um trailer até o estúdio onde faria participação especial em uma novela da rede “NBC”. A gravação foi realizada em 2005. “Tratei-a como uma vadia, mas não consegui chegar lá. Ela era casada”, afirma Trump em tom de deboche.

Quando uma assistente da emissora se aproxima do veículo, Trump comenta: “Sabe que sou automaticamente atraído por mulheres bonitas. Eu simplesmente as beijo. É magnético. Nem mesmo espero. E quando você é famoso, elas deixam você fazer qualquer coisa”, enfatiza o milionário. “Pegá-las da maneira como quiser. Você pode fazer qualquer coisa”, reafirma Trump.

A rede NBC, que produz e distribui o seriado em que Trump participou não quis comentar o caso.

Para se defender, o candidato declarou se tratar apenas de “papo de vestiário”, mas ainda assim vem perdendo apoio entre os republicanos. As frases sexistas serviram de combustível para um agressivo debate entre Trump e Hillary no último domingo (9), no qual o bilionário acusou o ex-presidente Bill Clinton de assédio sexual contra várias mulheres.

Governo federal demite 6 mil servidores públicos por atividades ilícitas

Governo federal demite 6 mil servidores públicos por atividades ilícitas

Os dados constam do último levantamento sobre o tema realizado pelo Ministério da Transparência e pela Controladoria-Geral da União (CGU)

O governo federal expulsou aproximadamente 6 mil servidores públicos por envolvimento em atividades ilícitas. Os dados constam do último levantamento sobre o tema realizado pelo Ministério da Transparência, Fiscalização e pela Controladoria-Geral da União (CGU) que foi divulgado nesta segunda-feira (10).
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O relatório registra que, entre o início de 2003 e setembro de 2016, 5.043 servidores públicos foram demitidos; além disso, ocorreram 467 cassações de aposentadorias e 532 destituições de ocupantes de cargos em comissão. Os dados não incluem empregados de estatais como a Caixa Econômica, os Correios e a Petrobras.

Segundo o ministério, o principal motivo para as expulsões foi a comprovação da prática de atos relacionados à corrupção, com 4.013 das penalidades aplicadas, o que equivale a 65,4% do total.
Já o abandono de cargo, a inassiduidade ou a acumulação ilícita de cargos são motivos que vêm em seguida, com 1.395 ocorrências. Também figuram entre as razões que mais afastaram servidores proceder de forma desidiosa (ociosa) e participação em gerência ou administração de sociedade privada.

Recorde

O mês de setembro registrou o maior número de punições (74), tanto no comparativo com o mesmo período dos últimos cinco anos, como com outros meses de 2016. Entre as expulsões, destacam-se aquelas aplicadas a 10 servidores do Instituto Federal do Pará (IFPA) que estavam envolvidos na Operação Liceu responderam por improbidade administrativa, lesão aos cofres públicos e dilapidação do patrimônio nacional, além de valimento de cargo para proveito pessoal.

Os estados com número mais elevado de punições foram Rio de Janeiro (1.052), Distrito Federal (746) e São Paulo (640). Já as pastas com maior quantidade de servidores expulsos foram o Ministério do Desenvolvimento Social e Agrário (MDSA), o Ministério da Justiça e Cidadania (MJC) e o Ministério da Educação (MEC).

Impedimentos

Os servidores punidos nos termos da Lei Ficha Limpa ficam inelegíveis por oito anos. Dependendo do tipo de infração cometida por eles, esses profissionais também podem ficar impedidos de voltar a exercer qualquer tipo de cargo público. Em todos os casos apontados pelo realtório, as condutas irregulares daqueles que foram dispensados ficaram comprovadas após condução de Processo Administrativo Disciplinar (PAD), conforme determina a Lei nº 8.112/1990, que garantiu aos envolvidos o direito à ampla defesa e ao contraditório.

Vândalos derrubaram e danificaram todos os radares de velocidade implantados na BR 364, em Jaru

Vandalos derrubaram e danificaram todos os radares de velocidade implantados na BR 364, em Jaru

Ao todo 14 radares de controle de velocidade de veículos que estavam implantados na BR 364 nas proximidades de entrada e de saída do município de Jaru, foram derrubados.

Acredita-se que as ações tenham sido promovidas por usuários da rodovia inconformados com as autuações dos equipamentos eletrônicos.

Foram notados que os pardais eram derrubados possivelmente por veículos de grande porte, e posteriormente danificados seus componentes eletrônicos, para ele não ser reutilizado.

A pratica de derrubar pardais eletrônicos em Jaru, é costumeira inúmeros casos já foram registrados, a casos que o mesmo equipamento foi derrubado três vezes e incendiado até o Departamento Nacional de Infraestrutura de Transporte – DNIT, desistir de reimplanta-lo.

O DNIT recolheu na última semana o que restou de todos os equipamentos de fiscalização eletrônica que restou as margens da via.

Até os últimos implantados na BR 364 em frente ao frigorifico Frigon, e no cruzamento da 619 foram derrubados, dias antes os dois implantado nas entradas de acesso ao distrito de Tarilândia e Bom Jesus e também nas proximidades da Curva da Morte em direção a Ouro Preto do Oeste, foram derrubados.

Atualmente existe afixado em uso apenas dois radares de velocidade no município de Jaru, ambos no perímetro urbano, próximo ao cruzamento com Rua Rio de Janeiro.

O DNIT realiza por ano entorno de 7 mil notificações por excesso de velocidade registrados por estes equipamentos de fiscalização eletrônica em todo o Brasil, a arrecadação do último ano foi de cerca de R$ 600 milhões.

Fonte: Jaru Online

Hildon Chaves se alia com acusado de vender mandato de deputado

Hildon Chaves se alia com acusado de vender mandato de deputado

A disparidade daquilo que se é prometido com relação aquilo que se é cumprido, após o término de uma campanha eleitoral é um dos principais motivos de ojeriza do eleitorado e fator de descrença na classe política em todo o Brasil.

De acordo com o site Rondoniaovivo.com, em Porto Velho, capital do Estado de Rondônia, a disputa do segundo turno ao comando do Poder Executivo Municipal vem mostrando o lado sombrio e preocupante de como será realizada as promessas de campanha após o final do pleito.

Há pouco tempo desconhecido do cotidiano político portovelhense, o candidato “tucano” Hildon Chaves (PSDB), conquistou o surpreendente primeiro lugar ao final do primeiro turno justamente por ter um perfil considerado “não político” e por garantir ter uma campanha limpa, sem integrar nenhum grupo.

Porém, com sua ascensão eleitoral, Hildon passou a ser observado de perto pelo eleitorado da capital rondoniense e já começa a decepcionar quem acreditava em sua campanha independente e livre de pessoas acusadas de corrupção ou notoriamente conhecidas por denuncias de atos ímprobos em diversos gestões públicas ao longo dos últimos anos.

Hildon Chaves se alia com acusado de vender mandato de deputado
Hildon Chaves se alia com acusado de vender mandato de deputado

Hildon, que se notabilizou pela frase “conheço um ladrão com dois minutos de conversa”, parece não se importar em figurar ao lado de personagens obscuros da politica da capital. Um desses exemplos é sua recente aliança com servidor comissionado da prefeitura de Porto Velho, Samuel Costa.

Samuel despontou nos últimos anos como uma liderança politica dentro de sua congregação religiosa e no periférico bairro onde cresceu, há dois anos atrás tentou uma vaga no legislativo rondoniense, ao final da frustrada campanha para deputado uma denúncia desmascarou a estrutura de campanha montada pelo pretenso político.

Acontece que Samuel havia vendido em contrato firmado em cartório, 40% de sua verba de gabinete, 70% de suas emendas parlamentares, além da metade de qualquer propina recebida caso ganhasse a cadeira de deputado, tudo isso em troca do apoio financeiro de RS 250 mil concedida por um empresário que já havia sido acusado de corrupção durante a gestão de Roberto Sobrinho.

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Hildon Chaves se alia com acusado de vender mandato de deputado
Hildon Chaves se alia com acusado de vender mandato de deputado

Após ter o “modus operandi” de sua campanha denunciada em diversos veículos de comunicação inclusive com a cópia do contrato circulando pelas redes sociais, Samuel Costa, utilizando-se de seus quase dois mil votos como barganha com o prefeito Nazif conseguiu passar os dois últimos anos ganhando um considerável salário da prefeitura de Porto Velho através de um CDS.

Com a vergonhosa derrota do atual prefeito Mauro Nazif nas urnas, mesmo com um militância fervorosa de seus comissionados, o acusado de vender seu gabinete antes mesmo de ganhar a eleição, decidiu correr atrás do prejuízo já no segundo e partiu para a aliança com Hildon Chaves.

Resta saber do candidato tucano se esse será o perfil de seus parceiros políticos durante o seu possível mandato, pois no ímpeto de vencer a qualquer custo, parece que Hildon não vem mais coadunando suas palavras com suas atitudes. Cabe ao eleitor analisar e ao candidato se explicar.