Promessa de Wi-Fi gratuito que circula pelo WhatsApp é golpe; 1 milhão já caiu

ele pediu essa semana... mas se prontificou de ir na imobiliária

Tudo começa com o recebimento da mensagem de um contato conhecido ou de algum grupo com o link para o falso convite que daria acesso gratuito a qualquer Wi-Fi

Cuidado! A promessa de desbloquear o acesso a qualquer rede Wi-Fi que vem circulando pelo WhatsApp não passa de um golpe, como aleta a PSafe. Segundo a empresa de segurança digital mais de 1 milhão de brasileiros já foram prejudicados apenas no último mês.

Com a falsa promessa, os hackers têm roubado informações dos usuários, que ficam sujeitos a prejuízos financeiros e vazamento de dados pessoais.

O golpe, como descreve a PSafe, é bastante elaborado e possui até comentários de falsos usuários fazendo elogios ao produto.

Tudo começa com o recebimento da mensagem de um contato conhecido ou de algum grupo com o link para o falso convite que daria acesso gratuito a qualquer Wi-Fi, ou seja, ter acesso às senhas de todas as redes sem fio protegidas.

A fraude acontece em duas etapas. Inicialmente, o usuário é incentivado a compartilhar o link com 10 amigos e 3 grupos diferentes para que esteja apto a “acessar livremente as redes sem fio”. Em seguida, é direcionado a uma página que induz ao preenchimento de informações pessoais, como número do celular para cadastro em serviços pagos de SMS; nome completo, entre outros.

Com as informações em mãos, os hackers podem aplicar golpes financeiros ou até revende-las para outros criminosos.

Para não se tornar uma vítima de golpes como esse, a PSafe recomenda que os usuários instalem e mantenham atualizado um antivírus no celular, só utilizem redes protegidas com senhas e evitem clicar em links vindos por mensagens.

 

PF pede transferência de Eduardo Cunha, Genu e Léo Pinheiro para presídio

Deputado Eduardo Cunha

Prisão em Curitiba está quase lotada e é preciso liberar vagas, diz PF

A Polícia Federal (PF) pediu, nesta segunda-feira (12), a transferência de três presos da Operação Lava Jato que estão na carceragem da PF em Curitiba para o Complexo Médico Penal, em Pinhais, na região metropolitana da capital paranaense.

São eles: o deputado cassado Eduardo Cunha (PMDB-RJ), o ex-presidente da OAS José Aldemário Pinheiro Filho (Léo Pinheiro) e do ex-tesoureiro do PP João Claudio Genu.

A PF alega que a quantidade de vagas em sua carcaragem está próxima do “limite aceitável quanto a sua lotação” e que, por isso, é preciso remanejar os presos para que não haja “risco iminente a segurança”.

O juiz federal Sérgio Moro, responsável pelos processos em primeira instância da Lava Jato, manifestou-se pouco depois do pedido. No despacho, ele indeferiu o pedido da transferência de Léo Pinheiro.

Em relação aos outros dois, ele disse que quer ouvir, antes de decidir sobre a remoção, o Ministério Público Federal (MPF).

Ex-senadora Heloísa Helena visita Porto Velho

Ela visita a ONG Kanindé

A ex-senadora Heloisa Helena (atualmente filiada ao Rede), estará hoje (12) a partir das 18 horas na sede da ONG Kanindé para se encontrar com o Elo da REDE Rondônia e conversar um pouco sobre a situação politica do país.

A REDE Sustentabilidade Rondônia tem como porta-vozes (presidentes) a ambientalista Ivaneide Bandeira (Neidinha) e o líder indígena Almir Suruí.

Em Porto Velho, os porta-vozes é o psicólogo e pastor Aluízio Vidal e a advogada e servidora pública municipal Tainan Alleyne.

Ex-senadora, Heloísa Helena foi filiada ao PT e fundadora do PSOL.

Polícia Civil acampa na Assembleia e só sai com PCCS, informa categoria

Mobilização da Polícia Civil na Assembleia Legislativa não tem data para terminar

Brasília – Na tarde desta segunda-feira, policiais civis de todo o estado seguiram para a Assembleia Legislativa e decidiram acampar no parlamento até que o governo do Estado encaminhe o Plano de Cargos, Carreiras e Salários (PCCS) da categoria, que deveria ter sido encaminhado em dezembro de 2015.

Segundo os policiais que encabeçam o movimento, a mobilização somente acabará quando o governo encaminhar o plano e o parlamento aprovar, “do contrário os deputados não vão conseguir votar nada, nem o orçamento”, disse um dos manifestantes.

A Polícia Civil foi a única categoria que não recebeu qualquer benefício por parte do Governo, por isso cobra o cumprimento do acordo.

Desde o início desse ano que os policiais cobram um posicionamento por parte do governo, que vem ignorando as manifestações que ocorreram em todo o Estado.

Na semana passada os policiais se reuniram e começaram a discutir sobre a permanência na assembléia até que seja resolvida a situação. Como não teve nenhuma sinalização em relação ao fim do impasse, na manhã desta segunda, em assembléia a categoria decidiu ocupar a assembleia.

Audiência debate prestação de serviços funerários na capital

Audiência debate prestação de serviços funerários na capital

Empresários do interior relataram dificuldades em prestar serviço quando óbito ocorrer na capital

Foi realizada na manhã desta segunda-feira (12), no Plenário da Assembleia Legislativa, por indicação do deputado Alex Redano (PRB), audiência pública que tratou da questão da prestação de serviços funerários de empresas do interior, quando o óbito ocorrer na capital.

O parlamentar disse que a intenção é debater o assunto e encontrar um denominador comum para que fique bom para todos. A motivação da audiência se fez necessária devido a dificuldades encontradas por proprietários de empresas funerárias do interior em prestar seus serviços ao serem procurados por parentes de pessoas residentes fora da capital que vieram a óbito em Porto Velho.

O deputado citou que o novo regramento normativo trazido pela edição da Lei Complementar nº 632/2015 restringiu a prestação das funerárias do interior no serviço de translado do falecido, tornando obrigatório o preparo por empresas locais da capital através da tanatopraxia (“tanato”).

O chefe da Central de Óbitos de Porto Velho, Hueliton Mendes, disse que a central faz o controle dos óbitos e o sistema de rodízio para a prestação de serviços funerários, que foi implantado para evitar a questão do intermediário, que muitas vezes acabava por constranger a população.

Mendes falou que a questão do transporte para o interior depende do tratamento do corpo para o transporte (tanatopraxia), que é obrigatório até para a conservação do corpo, para que possa ser também ser velado. “Porto Velho não pode ser responsabilidade por cidadãos de outros municípios, portanto cabe a assistência social de cada município resolver estas questões de auxílios”, argumentou.

A proprietária da Funerária Universo, do município de Ariquemes, Matilde Ianes da Silva, disse que o grande problema é a questão da “tanato”, que é cara. O auxílio das prefeituras é relativo a urna e translado. O custo alto do serviço de tratamento, se torna um impeditivo para muitas famílias, aonde muitas vezes vem do interior para acompanhar um doente que acaba vindo a óbito e ocorrendo em fim de semana, fica complicado levantar o dinheiro, pois o tratamento tem de ser pago à vista.

  • Audiência pública debaterá normativas de prestação de serviços funerários

Outro ponto levantado por Matilde é em relação ao óbito infantil, abaixo de um ano, onde não é obrigatório o serviço de “tanato”, sendo que as funerárias do interior não podem entrar nos hospitais para remover os corpos, tendo de ter intermediação da central. Relatou outros vários problemas ocorridos, como preparo mal feito, não emissão de nota fiscal e notas em nome de funerárias fantasmas.

O proprietário da funerária São Cristóvão, de Porto Velho, José Thiago Zanini, relatou que a “tanato” é obrigatória no transporte em trajetos em mais de 50 km, até por questões de saúde pública. Sobre o preço existe uma tabela de associação nacional, que é sugestiva e os valores praticados em Porto Velho é abaixo do sugerido, especialmente tendo em vista que os produtos todos vêm de fora.

Sobre pagamentos, José falou que sempre a empresa vai querer garantias de querer receber pelo serviço prestado. Quando a pessoa não pode pagar e é do interior, a Prefeitura de Porto Velho não pode arcar com este custo, cabendo a assistência do município de origem auxiliar.

A representante da Funerária Pax Real, de Porto Velho, Marisia Dias de Oliveira, pediu mais atenção ao setor e que o Estado instale em cidades estratégicas rabecão para recolhimento de corpos. Quanto a “tanato” é obrigatória sim por questões de saúde pública, e que “por fazermos aquilo que ninguém gostaria de fazer e precisamos do respeito do setor público”.

Representando funerárias da cidade de Vilhena, Adenilson Silva, disse que quando tem de fazer remoção em Cuiabá é tranqüilo, transportam para Vilhena e fazem a “tanato” por técnicos da cidade. Enquanto que em Porto Velho é tudo complicado e o serviço feito de péssima qualidade. “As funerárias do interior muitas vezes são o braço do governo na capital, parcelando e pagando para receber posteriormente da família lá no interior”.

Fábio Ricardo, de Alvorada do Oeste corroborou as questões já levantadas; a médica Francinelly Costa Assis, do Departamento Epidemiológico de Porto Velho relatou questões de saúde e de assistência social.

A secretária adjunta da Semas, Maria Euzenir, disse que Porto Velho não recebe verbas do Estado e ou do governo federal para estes auxílios. “Tudo o que faz é com recursos próprios, por isso não tem como ajudar a outros municípios, pois a demanda é muito grande”.

Encaminhamentos

O deputado Alex Redano propôs a criação de um grupo de discussão com todos os membros e posteriormente criar uma associação a fim de conquistar maior representatividade.

Outra ideia levantada pelo parlamentar é trabalhar em conjunto com laboratório de “tanato” entre as funerárias do interior a fim de baratear custos e que de acordo com a Constituição Federal, cabe aos municípios legislarem sobre esta situação, por isso não caberia a criação de uma lei estadual.

Bug faz fotos antigas reaparecerem no Facebook

Fique atento: bug faz fotos antigas reaparecerem no Facebook

A rede social já admitiu a existência da falha e garantiu estar investigando a questão

Um novo erro no Facebook está resultando na republicação de fotografias antigas na rede social que podem já ter sido partilhadas há anos pelos seus usuários. A situação levou muitas pessoas ao desespero, julgando que as suas contas haviam sido invadidas.

Porém, sengundo o Mashable, o Facebook já se manifestou oficialmente sobre o assunto, indicando que se trata de um bug na sua plataforma.

Uma vez acalmados os ânimos, e empresa já adiantou que “está investigando” o caso, sendo provável que o problema seja logo corrigido.

Apesar de não se saber o que causou o erro, muitos apontam a última atualização do app na sua versão iOS, assim como a introdução da funcionalidade ‘Year in Review’, que mostra fotografias e momentos do último ano dos usuários.

 

Mulher de Cabral é suspensa provisoriamente da OAB

Adriana Ancelmo não pode exercer a profissão pelos próximos 90 dias, enquanto as denúncias contra a profissional são analisadas

Adriana Ancelmo foi julgada nesta segunda-feira (12) pelo Tribunal de Ética e Disciplina (TED) da OAB (Ordem dos Advogados do Brasil) do Rio de Janeiro. De acordo com a coluna de Anselmo Goes no jornal O Globo, ela foi, por unanimidade, suspensa provisoriamente.

Ela e o marido, o ex-governador do Rio de Janeiro Sérgio Cabral, foram presos na Operação Calicute. Com decisão do TED, Adriana não pode exercer a profissão pelos próximos 90 dias, enquanto as denúncias contra a profissional são analisadas.

Ministro sugere criação de Guarda Nacional para apoiar estados

Ministro sugere criação de Guarda Nacional para apoiar estados

Raul Jungmann afirma que por enquanto a ideia é pessoal, e não um projeto de governo

O ministro da Defesa, Raul Jungmann, disse nesta segunda-feira (12), no Recife, que sugeriu ao presidente Michel Temer (PMDB) a criação de uma Guarda Nacional subordinada às Forças Armadas para atuar no policiamento dos estados em casos excepcionais.

Jungmann afirma que por enquanto a ideia é pessoal, e não um projeto de governo. Ele diz que a guarda teria semelhança com estruturas existentes em outros países, sem competição com as polícias estaduais. “Quem de fato tem que responder pela segurança é o profissional da segurança, que são as polícias militares e civis. Mas na excepcionalidade de precisar, seja por insuficiência ou inexistência da capacidade local de responder pela garantia da lei e da ordem, seria interessante contarmos com a Guarda Nacional que estivesse capacitada, treinada e sob o comando das Forças Armadas”, defende.

Questionado sobre a necessidade da guarda frente à existência da Força Nacional de Segurança, que já cumpre esse papel no país, Jungmann disse que o grupo – ligado ao Ministério da Justiça – depende de mobilização de militares de todos o estados da federação, e que ela é composta de acordo com a necessidade; já a proposta do ministro seria de um efetivo permanente.

“Hoje, no caso do Exército, 70% do efetivo são militares temporários. Depois de oito anos eles deixam o Exército. Nas outras forças é em média 50%. Então por que não usar esse pessoal já treinado e capacitado para uma força permanente com essas funções extraordinárias?”, sugere.

Forças Armadas policiam municípios pernambucanos

A entrevista foi concedida à imprensa no Centro de Centro Integrado de Comando e Controle de Pernambuco, onde ocorreu a primeira reunião para avaliar o emprego de 3,5 mil militares da Marinha, Exército e Aeronáutica no policiamento ostensivo nos 13 municípios da Região Metropolitana do Recife (RMR), por causa da ameaça de greve dos Policiais Militares (PM).

O pedido de apoio das Forças Armadas e da Força Nacional de Segurança foi feito pelo governador Paulo Câmara (PSB) ao presidente Michel Temer na última sexta-feira (9), diante de uma ameça de greve da Polícia Militar. O governo do Estado considera o movimento ilegal e afirmou, em nota, ter agido por precaução. A Força Nacional não foi enviada.

Questionado sobre o motivo da escolha pelas Forças Armadas e não pela Força Nacional, grupo que se vê com mais frequência atuando em casos críticos nos estados, o comandante Militar do Nordeste, general Artur Moura, argumentou que um dos motivos seria a logística. “A Força Nacional já está atuando em diversos locais do país, e nós temos uma presença no Nordeste do efetivo do Exército que facilitou a nossa mobilização”.

O secretário de Defesa Social de Pernambuco, Ângelo Gioia, também afirmou que as Forças Armadas têm “um emprego massivo de maior efetivo”. Ele destacou ainda que os policiais civis podem ser chamados a atuar no policiamento ostensivo em caso de necessidade.

Sobre Operação Leão do Norte, Gioia indicou que ainda não há um balanço de ocorrências a ser divulgado.

Negociações da greve

Sobre a negociação com os policiais e bombeiros militares, o secretário rebateu a crítica da Associação de Cabos e Soldados de Pernambuco (ACS-PE) de que o governo estadual não está disposto a negociar melhores condições de trabalho e aumento salarial. Ângelo Gioia afirma que o governo já apresentou uma proposta e que a negociação é feita com os comandantes das corporações. Uma nova reunião de negociação está marcada para o dia 4 de janeiro.

“Já foi apresentada [proposta] com ata assinada pelos presidentes de associação com os comandos da Polícia Militar e do Corpo de Bombeiros. O que na verdade eles pretendiam, subvertendo a ordem, é uma interlocução direta com o governo, e isso não é possível. Forças policiais não podem fazer movimento sindical, promover greve, porque isso gera a desordem. Isso é uma restrição constitucional”, argumentou.

Gioia se referia ao artigo 142 da Constituição Federal, que estabelece que “ao militar são proibidas a sindicalização e a greve”. A lei vale para militares estaduais e federais.

Em assembleia na última sexta-feira (9), realizada na Praça do Derby, no Recife, foram presos (e soltos no sábado) o presidente e o vice-presidente da Associação de Cabos e Soldados de Pernambuco (ACS-PE), Albérisson Carlos e Nadelson Leite, por descumprirem decisão judicial que impedia a realização de qualquer reunião para deflagrar o movimento grevista.

Depois da prisão, a categoria decidiu não realizar a greve, mas os policiais fazem operação padrão e se recusam a participar dos Programas de Jornada Extra, que reforçava o policiamento diante do déficit de pessoal. Por isso, o emprego das Forças Armadas foi mantido até o dia 19 de dezembro. Com informações das Agência Brasil.

Fonte: noticiasaominuto

Violino italiano de 1,4 milhão de euros é furtado em Genebra

O instrumento pertence ao músico ucraniano Pavel Vernikov, um dos nomes mais conhecidos do mundo dos violinos

Um violino do século 18 fabricado pelo italiano Giovanni Battista Guadagnini foi furtado dentro de um trem em Genebra, na Suíça.

O instrumento, que tem valor estimado em 1,4 milhão de euros, pertence ao músico ucraniano Pavel Vernikov, um dos nomes mais conhecidos do mundo dos violinos e que já participou de concertos eruditos nas principais capitais do planeta.

Quatro arcos e os documentos do violinista, que voltava para sua casa em Viena, na Áustria, também foram levados. O violino foi feito por Guadagnini, um dos “luthiers” – como são conhecidos os que fabricam esse instrumento – mais célebres de sua época, por volta de 1747.

O furto aconteceu durante a parada em uma das estações mais movimentadas de Genebra. (ANSA)

Meirelles pressiona bancos para reduzirem juros

Para fechar meta, governo Temer reavalia elevar impostos

A declaração foi um pedido indireto ao mercado para que siga o movimento do BC e reduza os juros, estimulando a retomada do consumo e dos investimentos

A redução da taxa básica de juros pelo Banco Central não vem alcançando o efeito esperado na economia porque os bancos, temerosos diante do aumento da inadimplência, não estão repassando essa queda para as empresas e as famílias, mas sim absorvendo-a no spread, disse o ministro da Fazenda, Henrique Meirelles, em palestra nesta segunda (12).

O evento do setor financeiro contou com a presença dos principais banqueiros do país. A declaração de Meirelles foi um pedido indireto ao mercado para que siga o movimento do BC e reduza os juros, estimulando a retomada do consumo e dos investimentos.

“Diante de um grande grupo de banqueiros”, destacou o ministro em sua fala, “houve queda no endividamento, mas o comprometimento da renda das famílias com o serviço da dívida praticamente não mudou. A maior explicação para isso é que a queda da Selic foi contrabalançada pelo aumento do spread”.

Para Meirelles, isso é compreensível na medida em que a inadimplência continua alta e os bancos precisam “preservar seus balanços”, mas é essa resistência do setor em repassar as quedas que tem levado a uma transmissão mais lenta das decisões do BC à economia como um todo.

  • Temer promete medidas de combate à crise e nega saída de Meirelles

A expansão do crédito é uma dos motores da retomada da atividade, na visão da equipe econômica. Os resultados do PIB do terceiro trimestre mostraram um cenário de investimento pior do que o antecipado pelo mercado, colocando economistas e governo em alerta.

A redução do spread é uma das propriedades do setor, disse o presidente da Febraban (federação brasileira dos bancos), Murilo Portugal. Para isso acontecer, porém, os bancos precisam de um ambiente mais estável e maior segurança em relação à inadimplência -justificando a posição do mercado de não repassar as reduções de juros ao consumidor por enquanto.

Fonte: noticiasaominuto