Policiais invadem Câmara e seguranças reagem com bombas de gás

Policiais invadem Câmara e seguranças reagem com bombas de gás

A Polícia Legislativa bloqueou a entrada das portarias de acesso da Câmara e os portões foram fechados com grades por razões de segurança.

Policiais Civis que protestavam contra a reforma da Previdência na Esplanada dos Ministérios tentaram nesta tarde de quarta-feira, 8, invadir o plenário da Câmara e foram impedidos com o uso de bombas de gás lacrimogêneo.

Eles conseguiram entrar no prédio da Câmara, pelo túnel que dá acesso ao Salão Verde, que foi tomado por fumaça.

Após o lançamento das bombas, os policiais lançaram garrafas na porta. Alguns usavam máscaras. Todos no local começaram a tossir e lacrimejar por conta do gás.

Funcionários da Câmara foram atingidos também por spray de pimenta e muitos coçavam os olhos.

A Polícia Legislativa bloqueou a entrada das portarias de acesso da Câmara e os portões foram fechados com grades por razões de segurança. O Salão Verde também foi esvaziado.

Um grupo de manifestantes da Polícia Civil permanece aglomerado do lado de fora da entrada do Anexo 2. Segundo agentes da Polícia Legislativa, ainda há manifestantes dentro da Câmara.

Policiais de todo o País vieram a Brasília protestar nesta quarta-feira contra a PEC 287/16, que retira da Constituição o artigo que reconhece a atividade de risco dos profissionais de segurança pública nos critérios de concessão da aposentadoria.

No início da tarde, os manifestantes se concentraram no gramado em frente ao Congresso, onde espalharam cruzes.

Fonte: exame.com

URGENTE – TRE do Rio cassa mandato de Pezão

Cassação de Pezão é publicada no Diário da Justiça; governador vai recorrer

Segundo a Procuradoria Regional Eleitoral no Rio de Janeiro, foram omitidos gastos de mais de R$ 10 milhões na última campanha de Pezão.

O TRE do Rio acaba de cassar o mandato da chapa do governador Luiz Fernando Pezão e do vice Francisco Dornelles. Por 3 votos a 2, o tribunal considerou os argumentos do MP. Fernanda Tórtima, que ontem pediu vista do processo, hoje se declarou impedida de julgar o caso.

A ação trata da produção de material irregular de campanha, sem prestação de contas. Segundo a Procuradoria Regional Eleitoral no Rio de Janeiro, foram omitidos gastos de mais de R$ 10 milhões na última campanha de Pezão.

Mesmo que com a derrota no TRE, Pezão pode apelar ao TSE.

Trump usa Twitter da presidência para reclamar de como loja tratou sua filha

Trump usa Twitter da presidência para reclamar de como loja tratou sua filha

Nordstrom suspendeu vendas de roupas e joias da linha de Ivanka por causa de baixas vendas. Presidente publicou mensagem em perfil pessoal e retuitou pela presidência.

o presidente dos EUA, Donald Trump, usou o perfil oficial do cargo no Twitter para reclamar de uma loja que suspendeu um contrato com sua filha, Ivanka Trump. Depois de postar a mensagem em seu perfil pessoal, Trump retuitou a mensagem através do perfil @POTUS (President of the United States), que herdou de Obama ao assumir a presidência.

“Minha filha Ivanka foi tratada tão injustamente pela @Nordstrom. Ela é uma ótima pessoa – sempre me incentivando a fazer a coisa certa! Terrível!”, escreveu o presidente nesta quarta (8).

A loja decidiu não vender mais roupas da grife de Ivanka em seu site e joias em uma loja física em New Jersey, e anunciou sua decisão na semana passada. Segundo um comunicado, a razão foi o desempenho das vendas, abaixo do esperado. A empresa diz ainda que todos os anos revisa as marcas que comercializa e interrompe contratos com algumas.

Segundo a Reuters, logo após a queixa de Trump, as ações da empresa chegaram a cair 0.7%.

Fonte: g1.com

Homem do ataque ao Louvre diz que não atuou por ordem do EI

Homem do ataque ao Louvre diz que não atuou por ordem do EI

O agressor, que ficou gravemente ferido no episódio, foi levado a um hospital ontem depois de sua condição médica ter piorado.

O homem preso por ter atacado soldados com facões em frente ao Museu do Louvre, o egípcio Abdallah al Hamamy, afirmou que não atuou sob ordens do grupo terrorista Estado Islâmico (EI), informaram nesta quarta-feira fontes policiais.

Segundo as fontes, Al Hamamy fez a revelação na segunda-feira, quando estava sob prisão provisória como principal suspeito de ter atacado com dois facões um grupo de militares no museu.

O agressor, que ficou gravemente ferido no episódio, foi levado a um hospital ontem depois de sua condição médica ter piorado.

De acordo com as autoridades, Hamamy disse ter atuado voluntariamente, mas revelou não estar sob ordens do EI, que promoveu uma onda de atentados que matou 238 pessoas na França.

Como já tinha sido divulgado, a intenção do egípcio era degradar obras do Museu do Louvre como uma ação simbólica para mostrar sua firme oposição aos bombardeios na Síria.

A França faz parte da coalizão internacional liderada pelos Estados Unidos e responsável pelos ataques aéreos no país.

Na mochila que Hamamy carregava no dia do ataque, os agentes encontraram dois sprays de pintura.

O egípcio, de 29 anos, tinha citado várias vezes o EI nas redes sociais. Além disso, ele mostrava interesse em grupos armados.

Os investigadores suspeitam que ele possa ter cúmplices em outro país da Europa e nos Emirados Árabes Unidos.

A emissora “BFMTV” indicou que o jovem efetuou, em 31 de janeiro, a partir de Paris, o envio de 2 mil euros através da Western Uninon com destino a um país europeu e a uma pessoa cuja identidade ainda não é conhecida.

No dia seguinte, ele repetiu o processo e mandou outros 3 mil euros através do mesmo canal.

Segundo as investigações, Hamamy tinha visto de residência nos Emirados Árabes Unidos e chegou a Paris como turista no último dia 26 de janeiro, oito dias antes de realizar o ataque.

Fonte: exame.com

STF adia julgamento de pedido de liberdade de Eduardo Cunha

STF adia julgamento de pedido de liberdade de Eduardo Cunha

Eduardo Cunha (PMDB-RJ) está preso desde outubro por decisão do juiz Sergio Moro com base nas investigações da Operação Lava Jato.

O STF (Supremo Tribunal Federal) adiou nesta quarta-feira (8) o julgamento sobre o pedido de liberdade do ex-deputado Eduardo Cunha (PMDB-RJ), preso desde outubro por decisão do juiz Sergio Moro com base nas investigações da Operação Lava Jato.

Também foi adiado o julgamento do recurso do ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva, que questiona a decisão do ministro do STF Teori Zavascki, morto em janeiro, de devolver a Moro as investigações contra o ex-presidente na Lava Jato.

Não há prazo para o caso ser julgado, mas os recursos podem ser incluídos já na pauta da próxima sessão, nesta quinta-feira (9)

Os dois processos estavam na pauta de julgamentos desta quarta-feira, mas o ministro Dias Toffoli, que presidiu a sessão de hoje, anunciou que o tribunal julgaria nesta quarta-feira apenas a ação sobre se a administração pública também é responsável pelo recolhimento de encargos trabalhistas de funcionários terceirizados.

A presidente do STF, Cármen Lúcia, não participou da sessão de hoje. Ela está em Minas Gerais, seu Estado de origem, por questões familiares, segundo informou a assessoria de imprensa do tribunal.

 

Na Caerd você tira férias, mas não recebe e nem tem previsão

Empresa avisou servidores 48 horas antes de iniciar as férias

Brasília – A atual administração da CAERD, a companhia de Águas e Esgotos de Rondônia é realmente deplorável. Um grupo de 60 servidores que estava de férias marcadas para iniciar agora em fevereiro foi avisado, via circular que eles podem tirar suas férias sem problema nenhum, mas sem dinheiro nenhum também.

No documento, a empresa alega que “tal suspensão deu-se em virtude da absorção dos empregados transpostos por decisão judicial, onerando a folha de forma imprevisível”.

E diz ainda que “o pagamento será feito apenas quando houver possibilidade”.

Pelo jeito na Caerd a única coisa previsível são as barbeiragens administrativas da presidente Iacira Azamor, que continua impune…

Circular da Caerd, como dizem em Rondônia, “o que liso quer tirando férias”?

 

PT quer punir delegados da PF que falaram sobre prisão de Lula

PT quer punir delegados da PF que falaram sobre prisão de Lula

Em entrevista a VEJA Maurício Grillo disse que Lava Jato perdeu o ‘timing’ para prender o petista; Igor de Paula afirmou ao UOL que ele ainda pode ser preso.

A bancada do PT na Câmara protocolou nesta quarta-feira uma representação na Comissão de Ética da Presidência da República contra os delegados da Operação Lava Jato Igor Romário de Paula e Maurício Moscardi Grillo e o ministro da Justiça licenciado, Alexandre de Moraes, que foi indicado pelo presidente Michel Temer para uma vaga no Supremo Tribunal Federal (STF).

Na ação, os deputados petistas questionam a imparcialidade dos dois delegados por terem falado a veículos de imprensa sobre a possibilidade de o ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva ser preso na Lava Jato. Em relação a Moraes, os parlamentares alegam que ele foi omisso em não punir os agentes da PF pelas declarações.

Em entrevista a VEJA na edição de 18 de fevereiro, Grillo afirmou que houve um tempo em que os investigadores tinham provas, áudios e indícios que poderiam caracterizar tentativa de obstrução da Justiça por parte de Lula, mas que, atualmente, “os elementos que justificariam um pedido de prisão preventiva não são tão evidentes” e que não havia mais “timing” para prendê-lo.

Em entrevista ao portal UOL, no dia 27 de janeiro, Romário de Paula repercute a fala de Grillo dizendo que o “timing” para prender Lula “pode ser daqui a 30 ou 60 dias”. “A investigação que envolve o ex-presidente Lula é muito ampla”, completou.

Na representação, os deputados afirmam que as falas “revelam postura parcial em relação à figura do investigado e incompatível com o exercício do munus (dever) público, além de deixar clara a pretensão de prendê-lo, ainda que com base em idiossincrasias”. “Ou já estão presentes os requisitos objetivos para tanto e (a prisão) poderá ser realizada imediatamente ou não estão presentes os requisitos e ela não se faz cabível”, diz o texto assinado pelos deputados Carlos Zarattini (PT-SP), Wadih Damous (PT-RJ) e Paulo Pimenta (PT-RS).

Criada para fiscalizar o código de conduta de funcionários do governo federal, a Comissão de Ética tem apenas caráter consultivo e o máximo que ela pode fazer é recomendar a demissão de servidores. O pedido pode ser seguido ou ignorado.

Fonte: veja.com

Esqueceram das 10 medidas, Anthony Garotinho, rebeliões, tucanos…

Temas que eram recorrentes na imprensa, caíram no esquecimento

Brasília – O ex-governador do Rio, Anthony Garotinho chegou a ser preso. Deu o maior faniquito e foi liberado para “se tratar em casa”, e simplesmente sumiu. Ninguém fala mais nele, é como se não tivesse cometido nenhum crime. A bola da vez é Sérgio Cabral, larápio de primeira, que roubou mais que rato de igreja, e (ainda) está preso.
Faniquito de Garotinho

Outro assunto que caiu no esquecimento foram as “10 Medidas Contra a Corrupção“, uma cruzada do Ministério Público que parece não ter mais importância. A Lava Jato está sendo, aos poucos, desmontada pelo PMDB de Michel Temer que está em vias de nomear Renan “enrolado” Calheiros, ministro da Justiça. O “revisor” da Lava Jato está quase com a cadeira garantida no STF, o incompetente ex-ministro da Justiça Alexandre de Moraes, cujo maior mérito foi prender o sujeito que hackeou o telefone da primeira dama que tinha fotos, digamos, que contradiziam sua fama de “recatada”.

O principal desafio de Moraes, a crise no sistema penitenciário, que matou quase duas centenas de presos no início do ano, também foi para o buraco negro do esquecimento. Nenhuma mudança no sistema foi feita e ao que tudo indica, a empresa que prestava serviços ao sistema penitenciário no Amazonas, continua lépida no caixa do Estado. Ao menos até a próxima rebelião.

Os tucanos, essas aves traquinas que estão sempre às voltas em denúncias de corrupção, sempre acompanhadas do PMDB, também sumiram, ao menos da mídia. Silêncio impera, é como se apenas a Odebrecht e a OAS fossem a mãe e o pai de toda a corrupção. Eduardo Cunha é um “batedor de carteiras” perto do propinoduto que Aécio teria recebido durante as obras da cidade administrativa. Mas, pelo jeito isso não interessa. Melhor esquecer…

URGENTE – Juiz suspende por liminar nomeação de Moreira Franco para ministro

Juiz suspende por liminar nomeação de Moreira Franco para ministro

Na decisão, o juiz lembra que a nomeação de Moreira Franco foi dias após a homologação da delação dos executivos da Odebrecht.

O juiz Eduardo Rocha Penteado, da Justiça Federal do Distrito Federal, acaba de suspender por liminar a nomeação de Moreira Franco para a Secretaria-Geral da Presidência.

Na decisão, o juiz lembra que a nomeação de Moreira Franco foi dias após a homologação da delação dos executivos da Odebrecht.

Escreveu o juiz:

“É dos autos que Wellington Moreira Franco foi mencionado, com conteúdo comprometedor, na delação da Odebrecht no âmbito da Operação Lava Jato. É dos autos, também, que a sua nomeação como Ministro de Estado ocorreu apenas três dias após a homologação das delações, o que implicará na mudança de foro. Sendo assim, indícios análogos aos que justificaram o afastamento determinado no Mandado de Segurança nº 34.070/DF se fazem presentes no caso concreto.”

Na decisão, o juiz cita a jurisprudência existente com a decisão de Gilmar Mendes sobre Lula, impedindo o petista de se tornar ministro de Dilma Rousseff.

“No Mandado de Segurança nº 34.070/DF, o Ministro Gilmar Mendes reconheceu que consubstancia desvio de finalidade o ato do Presidente da República que nomeia Ministro de Estado com o propósito de conferir a este foro por prerrogativa de função. Tratava-se, no caso, da nomeação de Luiz Inácio Lula da Silva para o cargo de Chefe da Casa Civil, à época realizado pela Ex-Presidente Dilma Rousseff”, escreveu o juiz.

Mineiro que matou três mulheres em Portugal é denunciado pelo MPF

Caso seja condenado na 11ª Vara da Justiça Federal em Belo Horizonte, que já recebeu a denúncia, ele poderá ser preso por até 43 anos

O pedreiro Dinai Alves Gomes, de 35 anos, foi denunciado pelo Ministério Público Federal (MPF) pelo triplo feminicídio e ocultação de cadáver cometido em Portugal contra três brasileiras, em fevereiro de 2016. Caso seja condenado na 11ª Vara da Justiça Federal em Belo Horizonte, que já recebeu a denúncia, o mineiro poderá ser preso por até 43 anos.

Conforme o órgão federal, os assassinatos cometidos em Tires, distrito de Cascais, que fica na região metropolitana de Lisboa, foram caracterizados como feminicídios por conta da motivação por gênero. A investigação da Polícia Federal (PF) apontou que o suspeito teria matado as mulheres para evitar que sua esposa, que adiantara sua viagem ao país europeu, descobrisse o relacionamento extraconjugal que mantinha com uma das vítimas.

Com isso, os assassinatos tiveram início ainda na manhã do dia 1º de fevereiro, quando, entre oito e nove horas, o pedreiro matou as brasileiras Lidiana Neves Santana, de 16 anos, e Thayane Milla Mendes Dias, de 21. As mortes aconteceram de forma premeditada, assim que Michele Santana Ferreira, 28, a irmã de Lidiana com quem se relacionava, saiu do trabalho. O objetivo era garantir que nada atrapalhasse a morte da mulher horas mais tarde, quando ela chegou do serviço.

Ainda de acordo com o MPF, Dinai vivia em Portugal desde 2004, onde trabalhava como encarregado geral de um Canil e Gatil no distrito de Tires. Apesar ter uma mulher com quem era casado no Brasil, o suspeito começou o relacionamento com Michele, mineira de Campanário, na região do Rio Doce, que emigrou para o país em 2008.

“Testemunhas afirmaram que se tratava de um relacionamento bastante conturbado, inclusive com ameaça de morte feita pelo acusado a Michele caso ela engravidasse. Segundo a denúncia, é possível que ela estivesse grávida, conforme mensagem que enviou à mãe relatando a suspeita da gravidez”, explica o MPF.

Dinâmica

A irmã adolescente de Michele chegou ao país em novembro de 2015, onde passou a morar com ela na casa do acusado. Já em janeiro de 2016 foi a vez de Thayane, capixaba que namorava a menor, chegar ao país, sendo que o próprio Dinai, segundo as investigações, teria intercedido junto ao Serviço de Estrangeiros e Fronteiras (SEF) para que ela pudesse entrar no país.

Entretanto, dois dias depois da chegada da terceira vítima ao país europeu, a mulher do pedreiro teria o avisado que anteciparia a viagem para vê-lo, que estava prevista para acontecer no final de fevereiro. Com isso ele matou primeiramente o casal formado pela adolescente irmã de Michele, ocultando os corpos no interior de uma fossa séptica que ele próprio montou no canil em que trabalhava.

Depois de remover os objetos e documentos das vítimas da casa, o suspeito foi até o aeroporto para buscar a mulher e sua filha, que acabavam de chegar do Brasil. Por volta das 19h30 ele buscou Michele no trabalho e uma hora depois a matou, escondendo o corpo da jovem no mesmo lugar de sua irmã e a companheira.

“Após a ocultação dos três cadáveres, Dinai teve o cuidado de elevar a boia que controlava o nível da água, a fim de que a fossa ficasse quase cheia, bem como cortou o fio elétrico do alarme de aviso do nível da água e recolocou a proteção metálica sobre a fossa, tudo com a finalidade de garantir que os corpos não fossem descobertos”, afirma a denúncia.

Para evitar a descoberta da morte das vítimas, o suspeito usou diversas artimanhas. Ele ligou para a empregadora de Michele e disse que a mãe dela teria falecido, o que fez com que a mulher e a irmã voltassem para o Brasil. O homem também entrou em contato com a mãe das vítimas por um aplicativo de celular, fingindo ser as filhas dela, simulando que estavam vivas.

Já no dia 22 de fevereiro, o pedreiro falou para uma funcionária do canil onde trabalhava que sua sogra teria falecido, voltando para Minas no dia seguinte. Os corpos das mulheres só foram localizados cerca de seis meses depois, no dia 26 de agosto, durante procedimento de manutenção da fossa do estabelecimento.

Roubo

Além do triplo feminicídio e da ocultação dos cadáveres, Dinai também foi denunciado por roubo, uma vez que praticou outro crime violento contra Michele. No dia 14 de outubro de 2015 a mulher foi assaltada quando saía do trabalho, sendo agredida com socos por um homem pelas costas e levou seu celular. O assalto aconteceu justamente no momento em que ela não estaria vivendo com o acusado, por conta de brigas do casal.

Depois que o homem já havia retornado ao Brasil, o aparelho da vítima foi encontrado em uma prateleira do canil. O feminicídio é crime hediondo, com pena prevista de 12 a 30 anos. Já a ocultação de cadáver pode levar a prisão por 1 a 3 anos, enquanto o roubo tem pena de 4 a 10 anos.

Dinai se encontra preso na Penitenciária Nelson Hungria, em Contagem, na região metropolitana de BH, desde o dia 5 de setembro do ano passado.