Casal é preso suspeito de manter mulher sob condição escrava por 15 anos

A vítima de 35 anos que também estava na casa no momento da ação policial, foi encontrada realizando trabalhos domésticos

A Polícia Civil de Ipiranga esclareceu na quinta-feira (6), um caso que chocou a população da cidade, após a prisão de um casal de 55 e 60 anos, suspeitos de manter uma mulher sob condição escrava por 15 anos. Além de realizar funções domésticas, a vítima também sofria graves agressões por parte dos suspeitos. A dupla foi detida em sua residência, situada no Centro do município.

A prisão do casal aconteceu depois que a polícia recebeu denúncias anônimas informando que havia algo estranho acontecendo na casa. Ao realizar as investigações, a equipe policial constatou que a vítima sofria abusos constantes por parte dos proprietários da residência.

A vítima de 35 anos que também estava na casa no momento da ação policial, foi encontrada realizando trabalhos domésticos. Ela estava com várias marcas de agressão nos ombros e braços. Na delegacia, a mulher disse à polícia que vivia nessa condição há cerca de 15 anos.

A mulher começou a prestar serviços ao casal no ano 2000. “Nos primeiros dois anos, ela trabalhava normalmente, possuía carteira assinada e não tinha problemas com os patrões. Porém passados esses dois anos as coisas começaram a mudar”, comenta o delegado titular da Delegacia de Ipiranga, Guilherme Luiz Dias.

A partir de 2003, ela começou a sofrer represálias por parte do casal, que passou a não pagar mais pelos serviços prestados. Durante todos esses 15 anos, a mulher era proibida de sair de casa e de receber visita de parentes, ela também era agredida constantemente e sofria ameaças caso contasse a alguém sobre o que acontecia na casa. “A vítima possuí diversas cicatrizes pelo corpo devido essas agressões. Em interrogatório ela disse que o casal chegou a agredi-la com facas e cabo de vassoura”, diz Dias.

Ainda de acordo com o delegado os serviços domésticos iniciavam pela manhã e terminavam apenas no final da noite, além de também não ter descanso nos finais de semana. “Como se não bastasse, essa mulher dormia em um sofá que comporta duas pessoas sentadas em um quarto que funcionava como depósito. Suas poucas peças de roupas eram guardadas em um armário de louças”.

Um exame de corpo de delito comprovou as agressões cometidas pelo casal. Após os exames, a mulher foi encaminhada aos familiares. Na delegacia, a dupla alegou que a vítima era moradora da casa e apenas auxiliava nos serviços domésticos.

Ambos responderão pelos crimes de redução a condição análoga a escravo e lesão corporal no ambiente doméstico, sujeitos a oito anos de reclusão. O casal aguarda à disposição da Justiça.

Tenente da PM de folga vê assalto a pai que buscava criança na escola e troca tiros com bandidos; um morreu

O corpo do assaltante foi recolhido ao Instituto Médico Legal de Curitiba

Uma troca de tiros após o assalto a um homem em um carro no bairro Guabirotuba, em Curitiba, terminou com um suspeito morto no início da noite desta sexta-feira (7). O caso aconteceu na Rua do Ouro, depois de um tenente da Polícia Militar (PM) de folga ver a ação criminosa contra um pai que buscava o filho em uma escolinha na região.

Uma testemunha do crime contou o que viu. “Um suspeito morreu, o outro fugiu a pé e um terceiro em um carro. Foi isso o que aconteceu. Nós ouvimos muitos tiros e foi realmente assustador”, descreveu.

O tente Rueda, da Polícia Militar (PM), explicou o que aconteceu. “Um rapaz pediu socorro dizendo que tinha sido assaltado e o policial deu a voz de abordagem. Houve uma intensa troca de tiros e um morreu, enquanto os outros dois fugiram”, destacou o tenente, confirmando que a vítima dos assaltantes costuma desembarcar na região para buscar o filho.

O corpo do assaltante foi recolhido ao Instituto Médico Legal de Curitiba (IML).

Fachin deve liberar vídeo de delatores

Ministros do STF questionam retirada de sigilo das delações da Odebrecht

Relator da Lava Jato no Supremo pode se basear em lei das delações que defende registro audiovisual como meio para ampliar fidelidade das informações

Em meio à expectativa sobre a resposta aos 320 pedidos da Procuradoria-Geral da República baseados nas delações da Odebrecht, o ministro Edson Fachin, relator da Operação Lava Jato no Supremo Tribunal Federal (STF), deve rejeitar pedidos dos advogados de delatores para impedir a divulgação de vídeos dos depoimentos prestados, segundo apurou o Broadcast, serviço de notícia em tempo real do Grupo Estado.

Um dos fundamentos que devem ser levados em conta nas decisões é um artigo da lei que define organização criminosa e regulamenta as delações premiadas (Nº 12.850/2013), segundo o qual o registro audiovisual confere maior fidelidade às informações dos colaboradores.

Conforme o Estado antecipou em 11 de março, advogados de grande parte dos 78 executivos e ex-executivos da Odebrecht tentam evitar que os vídeos em que os delatores prestam depoimento ao Ministério Público Federal sejam divulgados à imprensa. Os pedidos foram apresentados individualmente.

As decisões de Fachin serão reveladas ainda em abril, de acordo com o próprio ministro, em declaração na semana passada. Ele confirmou que os despachos serão publicados em conjunto, negando, assim, rumores de que pedidos de arquivamento fossem respondidos antes.

Ao todo, o procurador-geral da República, Rodrigo Janot, encaminhou ao STF 320 pedidos – além dos 83 pedidos de abertura de inquérito, foram 211 de declínios de competência para outras instâncias da Justiça, nos casos que envolvem pessoas sem prerrogativa de foro, sete pedidos de arquivamento e 19 de outras providências.

Filha fica chocada com estampas pornográficas em almofadas compradas pela mãe

À primeira vista, os objetos parecem ser estampados com grandes flores azuis, mas há algo a mais “escondido” em todas elas

Você presta bastante atenção nos detalhes do que compra? Talvez seja hora de dar uma segunda olhada. Frases em línguas estrangeiras estampadas em camisetas e objetos podem ser traiçoeiras, mas, de acordo com a publicação de uma jovem no “Reddit” feita na última segunda-feira (3), coisas bastante constrangedoras podem estar escondidas em estampas de almofadas que, à primeira vista, são inocentes e sofisticadas.

As flores estampadas nas almofadas compradas pela mãe da usuária não são o que parecem, você consegue perceber?
Reprodução/Reddit

As flores estampadas nas almofadas compradas pela mãe da usuária não são o que parecem, você consegue perceber?

 

Flores não são o que parecem

Identificada apenas por “Waffle_twat”, a usuária da rede social postou uma foto de duas almofadas com estampas azuladas que prontamente chamaram a atenção dos internautas. As estampas em questão, que parecem um conjunto de robustas flores, são, na verdade, um conjunto de diversos pênis de formatos e tamanhos variados. E o pior: de acordo com a postagem, quem inocentemente comprou os objetos foi a própria mãe da jovem.

Os objetos, porém, dividiram opiniões. “Eu não consegui entender por muito tempo. Aí, me toquei que estive encarando um monte de pênis durante os últimos cinco minutos”, contou um usuário identificado como “codst3r”. Em resposta a ele, outro usuário afirmou: “Eu não havia entendido até ler seu comentário e olhar novamente”.

Outros, que entenderam a imagem mais rapidamente, fizeram brincadeiras: “Onde isso pode ser comprado? Tenho uma casa de repouso precisando de decoração ”, diz um internauta. “Poder para os não-circuncisados!”, exclama outro. A criadora da postagem respondeu a alguns dos comentários contando que mostrou as almofadas ao marido, e que ele também demorou algum tempo para entender por que ela estava “rindo como uma idiota” dos objetos.

O mais constrangedor é que, apesar de o anúncio do artigo no site de decoração onde é vendido especificar que a estampa se trata de algo “floral com um toque de genitálias suavemente ofensivas”, a jovem ainda não descobriu se a mãe realmente não percebeu os pênis disfarçados de flores nas peças ou se as comprou de forma consciente. Nos comentários, há ainda quem cogite a possibilidade de a mãe ter comprado as peças como forma de fazer uma brincadeira com a própria filha.

PAINEL POLÍTICO traz com exclusividade imagens da ETA que a CAERD alega estar com 60% da obra acabada

PAINEL POLÍTICO traz com exclusividade imagens da ETA que a CAERD alega estar com 60% da obra acabada

Após divulgação da perda dos recursos do saneamento da capital a Companhia negou e divulgou carta aberta sobre o assunto.

Após a divulgação, por vários veículos de comunicação, sobre a perda de recursos que garantia as obras de saneamento, água e esgoto, da capital, o tema pegou de surpresa a população em várias autoridades.

O processo de licitação do saneamento básico que está pronto para entranhar na pauta de votação do Tribunal de Contas da União. Perdeu a validade por falta de renovação entre o Estado de Rondônia e o Ministério das Cidades. O relator do processo, Conselheiro Bruno Dantas, foi quem noticiou a perda de 700 milhões que estavam disponíveis, mas que retornou para a União.

A companhia contestou os valores citados, superiores a R$ 700 milhões, e garante que a rede que vai levar água tratada a 100% da cidade de Porto Velho está em andamento, e será concluída ainda em 2017.

A presidente da Companhia de Águas e Esgotos de Rondônia, Iacira Azamor, assegurou que o estado não perdeu recursos destinados a obras de saneamento e que a construção e ampliação da rede abastecimento e reservatório de água da capital já está com 60% da obra pronta e em fase final.

MENTIU

PAINEL POLÍTICO obteve, com exclusividade, imagens da ETA que a CAERD alega estar com 60% da obra prontas. Entretanto, pelas imagens, fica comprovada o engodo pregado por Iacira e seus assessores.

Conforme você verá nas fotos, a Estação de Tratamento de Água (E.T.A.) está abandonada, assim como os equipamentos que seriam utilizados na instalação do reservatório. As colmeias, onde seriam instalados os filtros, além das Bombas e Motores estão largados no tempo e no mato e não há um nenhum funcionário trabalhando na construção e instalação da ETA, conforme divulgou a Companhia.

Como já foi antecipado por Painel Político, o Governo do Estado pressiona Hildon Chaves a renovar a concessão da gestão da água e saneamento – de competência municipal – para a CAERD, exatamente sobre o pretexto de investir os recursos orçados além de agregar valor na venda da Empresa.

 

Fonte: PainelPolítico

Mulher é mantida é em cárcere privado por ex e filhos assistem agressão

Mulher é mantida é em cárcere privado por ex e filhos assistem agressão

A vítima ficou presa e amarrada em um quarto, enquanto o ex-companheiro desferia golpes de fios elétricos.

Uma mulher foi sequestrada pelo ex-marido, no último domingo, em Itaboraí, na Região Metropolitana no Rio, e mantida em cárcere privado por ele até esta quinta-feira. Segundo informações de policiais da 71ª DP (Itaboraí), a vítima foi torturada durante o tempo em que foi mantida refém.

A mulher contou na delegacia que ficou presa num quarto, amarrada. Ainda de acordo com ela, o ex a agrediu com golpes de fios elétricos. As agressões aconteceram na frente dos filhos do ex-casal, de 1 e 4 anos. A vítima foi encaminhada para exame de corpo de delito.

Fonte: extra.globo

Vítima de espancamento em Araruama vai processar responsáveis por divulgar boato

Vítima de espancamento em Araruama vai processar responsáveis por divulgar boato

Assustada, ela e o marido, Luiz Carlos Ferreira, não voltaram para casa, no bairro Mutirão, preferindo dormir num local afastado.

Pamella Martins, de 20 anos, uma das vítimas do espancamento, em Araruama, na Região dos Lagos, no Rio, por causa de um boato que circulou no WhatsApp dizendo que estava sequestrando crianças na cidade, afirmou que vai processar os responsáveis pela divulgação dos mentiras. Assustada, ela e o marido, Luiz Carlos Ferreira, não voltaram para casa, no bairro Mutirão, preferindo dormir num local afastado. Na ocasião, ela estava acompanhada do comerciante Luiz Aurélio de Paula, de 60 anos, com o qual fora tratar de uma proposta de emprego.

Abalada, dolorida e reclusa, com medo de retaliações, a vítima do boato agradece a Deus por não ter morrido. Ao EXTRA, ela contou que “será difícil responsabilizar a maioria” entre os que apoiaram a agressão e compartilharam o boato. Mas vai acionar a Justiça contra uma mãe que teria sido a pivô da mentira. Segundo Pamela, foi essa pessoa, ainda não identificada, que acusou Luiz Aurélio de tentar sequestrar seu filho.

— Quero correr atrás dos meus direitos com a mãe, com os parentes da criança. Em rede social, ela afirmou que fomos eu e o Aurélio. Me mandaram um print dessa publicação dela. Agora ela excluiu o Facebook. Muitas pessoas postaram as fotos, mas hoje a maioria apagou, então não tenho muitas provas — explicou Pâmella, que teve o celular roubado durante a confusão.

Fonte: extra.globo

Defensoria pede indenização para todos os presos em celas superlotadas no DF

Defensoria pede indenização para todos os presos em celas superlotadas no DF

Pedido se baseia em decisão do STF e ainda será julgado; se juiz acatar, casos terão de ser tratados individualmente. DF tem 15 mil presos, e há superlotação em todas as unidades.

A Defensoria Pública do Distrito Federal pediu à Justiça que condene o Executivo local a indenizar, por danos morais, detentos que estejam em celas superlotadas nas penitenciárias da capital. A ação se baseia em uma decisão do Supremo Tribunal Federal (STF) que, em fevereiro, admitiu esse tipo de indenização a um preso do Mato Grosso do Sul. O pedido ainda aguardava análise até esta quinta-feira (6).

Na prática, uma decisão favorável da Justiça poderia gerar “direito de indenização” a mais de 15 mil atuais presidiários, além de outros milhares de ex-detentos. Segundo a Defensoria Pública, a superlotação afeta todas as unidades prisionais – a exceção seria formada por aqueles presos que estão isolados por risco de violência ou retaliação.

O G1 entrou em contato com o Palácio do Buriti para atualizar os dados de ocupação dos presídios e pedir um posicionamento sobre a ação judicial, mas não recebeu retorno até a publicação desta reportagem. Em janeiro, a Secretaria de Segurança Pública contabilizava 15 mil presidiários para 7,5 mil vagas – ou seja, superlotação de 100%.

Defensor público responsável pela ação, Werner Rech afirma que o valor de cada indenização teria que ser definido em um segundo momento pela Justiça, a partir das condições da cela e do tempo de prisão de cada detento. No caso decidido pelo STF, a indenização foi fixada em R$ 2 mil.

“A gente está impondo um custo ao Estado, é claro, mas isso também teria um efeito didático para o Estado se precaver, e não adicionar mais esse custo. Os recursos públicos são usados de forma ineficiente, isso é opinião majoritária na sociedade, então, não acho que isso é motivo para não pedir a indenização”, diz Rech.

Questionado pelo G1, o defensor disse não ter uma fórmula pronta para calcular as eventuais indenizações. Apesar disso, ao comentar o assunto, Rech citou exemplos de valores bem mais altos que aquele definido pelo Supremo, em fevereiro.

“Uma bagagem esquecida por uma empresa aérea, por exemplo, gera danos morais de R$ 5 mil. Então, você imagine uma lesão dos direitos humanos, cometida pelo próprio Estado. O que a gente deve argumentar, na hora da execução [da sentença], é algo nessa linha.”
Rech também minimiza o impacto que essa decisão favorável poderia ter nas pilhas de processos judiciais pendentes, tanto no Tribunal de Justiça no DF, quanto na própria Defensoria Pública. Segundo ele, mesmo que todos os presidiários resolvessem pleitear a indenização, esse acúmulo não seria problema.

“Na verdade, a gente está até diminuindo o tempo de tramitação. Se não fosse essa ação coletiva, cada preso teria que pedir o reconhecimento do direito de indenizar para, só então, definir o valor. Se a Justiça acatar essa ação, essa primeira etapa fica resolvida”, diz o defensor.

Crise prisional
Em janeiro, o governo do DF informou que pretendia investir os R$ 54,9 milhões obtidos via Fundo Penitenciário Nacional na construção de uma nova unidade na Papuda e na compra e manutenção de equipamentos de segurança. Em maio de 2016, dois novos blocos no Centro de Detenção Penitenciária (CDP) já tinham garantido 400 novas vagas aos sistema.

A nova unidade só deve ser concluída em quatro anos, e os novos equipamentos, ao custo de R$ 23,6 milhões, não teriam o poder de aumentar a capacidade das celas. Por essas previsões, até 2021, o DF não teria como abrigar a população carcerária atual em espaços mais “arejados”.

Em paralelo ao pedido de indenização para os presos em condições desfavoráveis de encarceramento, a Defensoria Pública tem outras duas ações em tramitação na Justiça sobre o tema. Em uma, o órgão pede a interdição parcial do Centro de Detenção Provisória (CDP) no Complexo Penitenciário da Papuda – ou seja, que nenhum detento novo seja admitido até que a superpopulação seja extinta.

Em outra ação, a Defensoria Pública pede aumento na frequência das visitas semanais. Segundo o órgão, o comparecimento de parentes e advogados aos presídios tem se tornado cada vez mais raro, como reflexo da superlotação e da falta de estrutura física. A ação afirma que o tempo de permanência dos visitantes é cada vez menor, e que crianças foram submetidas a revistas vexatórias no acesso às unidades.

“Nosso papel é defender a lei e tratados internacionais e fazer com que o estado preserve os direitos dos presos, funcionários e familiares”, afirmou ao G1 o defensor do núcleo de direitos humanos Daniel de Oliveira, em janeiro.

“Com a superlotação, a higiene e alimentação ficam totalmente prejudicadas. O sanitário, que foi feito para duas pessoas usarem, está sendo usado por 10. Não tem agente penitenciário suficiente pra suprir essa superlotação fazendo com que eles trabalhem fora da escala.”

Fonte: g1.com

Esperar 25 segundos faz com que a vontade de comer doces passe, diz pesquisa

Esperar 25 segundos faz com que a vontade de comer doces passe, diz pesquisa

Estudo mostra que ter que aguardar para comer doces os tornam menos tentadores.

Se você é fã de açúcar a ponto de achar que uma refeição não é completa sem um docinho, os cientistas descobriram uma forma de domar seu cérebro de formiga abstinente: esperar.

É isso mesmo, aguardar 25 segundos antes de comprar uma barra de chocolate pode ser crucial para resistir à tentação, deixar o açúcar de lado e escolher uma opção mais saudável.

Pesquisadores do Centro Médico da Universidade de Rush, nos Estados Unidos, instalaram cronômetros em máquinas de venda automática para analisar como as pessoas tomam decisões relacionadas à alimentação.

Os clientes que utilizaram essas máquinas precisavam esperar 25 segundos antes que chocolates e outras doçuras ficassem disponíveis.

Nesse intervalo de tempo, eles puderam mudar de ideia e escolher qualquer outra opção de petisco saudável.

Caso isso acontecesse, o lanchinho menos nocivo à saúde ficaria disponível imediatamente, sem necessidade de continuar a contagem dos segundos.

Já os clientes que chegaram com a intenção de comer algo saudável não precisaram aguardar – uma boa isca para os imediatistas.

Ao longo dos 14 meses de observação e mais de 32 mil vendas, a equipe percebeu que o atraso de 25 segundos nos doces promoveu um aumento de mais de 5% na venda de lanche saudáveis.

A partir desses resultados, os cientistas acreditam que a obrigação de esperar fez com que os petiscos se tornassem menos irresistíveis.

“Isso comprova que o cérebro humano prefere gratificações imediatas, e essa preferência se aplica a escolhas corriqueiras do nosso comportamento no dia a dia”, afirma o líder do estudo Brad Appelhans, da Universidade de Rush.

Na dúvida, inspire, respire, conte até 25 e deixe seu cérebro imediatista fazer uma escolha mais saudável. Haja paciência.

Fonte: exame.com

 

Acusado de bruxaria, casal é amarrado a poste e queimado vivo

Acusado de bruxaria, casal é amarrado a poste e queimado vivo

Os dois ainda foram levados ao hospital com 90% do corpo queimado, mas não resistiram aos ferimentos.

Um casal acusado de bruxaria foi queimado vivo por uma multidão em uma aldeia no estado de Telangana, sul da Índia. Kadaverlu Sudershan, 56 anos, e Rajeshwari, 52, foram amarados a um poste, espancados e, por fim, molhados com querosene para, depois, sucumbirem às chamas.

O caso aconteceu na última quinta-feira (6/4). Os dois ainda foram levados ao hospital com 90% do corpo queimado, mas não resistiram aos ferimentos. De acordo com a polícia local, os moradores estavam convencidos que Sudershan praticava feitiçaria há anos. A suspeita foi reforçada quando um bebê e um búfalo morreram recentemente na aldeia, afirma o site Hindustan Times.

A filha do casal quem chamou a polícia para tentar evitar que os pais fossem linchados. Cerca de 10 pessoas estão sendo investigadas de participar do assassinato. Entre elas, estão os irmãos do morto. Crimes como esse ainda são comuns na Índia. Desde 2001, mais de 2 mil pessoas foram mortas acusadas de bruxaria.

Fonte: metrópoles.com