Cão é reprovado em treinamento de polícia por ser dócil demais

O cãozinho Gavel virou uma febre em Queensland, na Austrália, após ser reprovado nos treinamentos da polícia local. A alegação é que o animal era dócil demais para os serviços da corporação.

Segundo informações do jornal Sydney Morning Herald, o cão é muito sociável para as linhas de frente. Ele era frequentemente visto deitado com a barriga para cima, com o objetivo de receber carinho.

Mesmo com a reprovação, o cachorro da raça Pastor Alemão ganhou uma nova função na cidade: receber visitantes no Palácio do Governo de Queensland.

Além disso, Gavel já foi visto em entrevistas coletivas com o governador do Estado, Paul de Jersey.

O bichinho ganhou o título de ‘primeiro-cão oficial vice-régio da província’. Ele é visto frequentemente com um colete que leva o emblema do governo.

Veja como foi o segundo dia do julgamento da chapa Dilma/Temer

TCU aprova contas de 2016 de Dilma e Temer com ressalvas

Na manhã desta quarta-feira (7), durante o segundo dia de julgamento da Ação de Investigação Judicial Eleitoral (Aije) 194358, o Plenário do Tribunal Superior Eleitoral (TSE) analisou mais três preliminares apresentadas pelas defesas de Dilma Rousseff e Michel Temer. Proposta pelo Partido da Social Democracia Brasileira (PSDB) e pela Coligação Muda Brasil, a ação pede a cassação, por abuso de poder político e econômico, da chapa eleita à Presidência da República em 2014.

Na sessão de ontem, os ministros já haviam afastado quatro preliminares (leia mais aqui).

Preliminar 5

A quinta preliminar apresentada na ação alega cerceamento de defesa e foi rejeitada pelo relator, ministro Herman Benjamin. Tanto a defesa de Michel Temer quanto a de Dilma Rousseff pediram a nulidade das provas obtidas a partir de depoimentos de executivos da construtora Odebrecht, sob o argumento de violação da lei por parte do relator por não assegurar o contraditório e a ampla defesa.

Os advogados alegaram desrespeito ao artigo 7º do Código de Processo Civil (CPC); aos incisos LIV e LV do artigo 5º da Constituição Federal; ao artigo 14.1 do Anexo ao Decreto nº 592/1992, que promulgou o Pacto Internacional de Direitos Civis e Políticos; e aos artigos 8.2c e 8.2f da Convenção Americana sobre Direitos Humanos.

O relator, ministro Herman Benjamin, afastou o cerceamento de defesa e classificou a afirmação dos advogados como “argumento completamente dissonante do que seu viu nos autos”. Segundo ele, o processo respeitou garantias, sobretudo, o contraditório e a ampla defesa.

Ele lembrou que as partes participaram ativamente de toda instrução na fase de depoimentos ligados à Odebrecht, inclusive, o advogado de Dilma Rousseff teve a oportunidade de fazer 376 perguntas às testemunhas e o advogado de Michel Temer 269 perguntas, número bem maior do que as perguntas feitas pelo juiz que ouvia os depoimentos em nome do relator.

Herman Benjamin rebateu cada um dos argumentos relativos aos dispositivos legais. No caso do artigo 7º do CPC, ele lembrou que “os poderes instrutórios do juiz são amplos por força da tutela do interesse público, da lisura eleitoral e pela busca da verdade real”.

O relator defendeu a utilização dos depoimentos da Odebrecht no processo. Neste sentido, afirmou, “aqui na Justiça Eleitoral nós não trabalhamos com os olhos fechados. Esta é a tradução deste princípio da verdade real”.

O ministro Herman Benjamin enfatizou que o artigo 5º, parágrafo terceiro, da Lei Complementar nº 64/90 prevê que o juiz ou o relator pode ouvir terceiros, referidos pelas partes, ou testemunhas como conhecedores dos fatos e circunstâncias que possam influir na decisão da causa.

Ele destacou que adotou três critérios para guiar o processo.

O primeiro foi respeitar os princípios do contraditório e da ampla defesa, garantindo o devido processo legal em seu grau máximo.

Nesse ponto, ele destacou que inquirições feitas pelo ministro foram interrompidas pelos advogados que passavam a inquirir a própria testemunha. “Nunca vi, em tantos anos de profissão, esse tipo de inquirição coletiva”, disse o relator, ao destacar que aceitou as interrupções de bom grado.

O segundo foi a pertinência da prova com o objeto do feito. E o terceiro, a contribuição efetiva da medida para o esclarecimento dos fatos e circunstâncias relativas ao julgamento. Nesse ponto, Herman Benjamin citou que indeferiu apenas as diligências consideradas inúteis e protelatórias.

A conclusão sobre essa preliminar foi adiada para a próxima sessão, marcada para as 9h desta quinta-feira (8).

Preliminar 6

Já a sexta preliminar, afastada de forma unânime pelo Plenário, tratou da tese proposta pela defesa de que seriam ilícitas provas apresentadas na Aije 194358 em virtude de suposto vazamento de conteúdo das delações premiadas feitas no âmbito da Operação Lava Jato, da Polícia Federal.

Sobre este aspecto, foram analisados quatro pontos. Ao apresentar o primeiro deles – que apontou uma possível relação entre a notoriedade das colaborações premiadas e a inquirição de Marcelo Bahia Odebrecht, Cláudio Melo Filho e Alexandrino de Sales Ramos –, o ministro Herman Benjamin destacou que não utilizou “’qualquer conteúdo de colaboração premiada’ para fundamentar sua decisão de ouvir os executivos da Odebrecht, mas simplesmente, diante da informação pública”.

“E aqui sim é fato notório e público: são pouquíssimos os casos de utilização do permissivo legal, balizado pelo Supremo Tribunal Federal, que eu como relator fiz. Esse é um deles, porque só os índios não contactados da Amazônia não sabiam que a Odebrecht havia feito colaboração premiada. Se isso não é fato notório e público, não existirá outro. E atenção: aqui não se trata de conteúdo da colaboração premiada, mas do simples fato da celebração da colaboração premiada pelos executivos da Odebrecht. Todos nós sabíamos disso”, afirmou.

O segundo aspecto abordado pelo relator para rejeitar a sexta preliminar foi alegação da defesa de que a convocação das testemunhas da Aije 194358 teria sido fundamentada nos “vazamentos” das colaborações premiadas no âmbito da Operação Lava Jato. De acordo com o ministro relator, ao contrário dos argumentos dos advogados, a motivação primeira para convocar tais testemunhas teria sido “a própria causa de pedir” do processo.

Ao citar trechos de diversas reportagens sobre a empresa, o ministro destacou: “Diante de tais fatos públicos e notórios, era dever deste corregedor, no âmbito de ações eleitorais que buscam exatamente apurar desvios no âmbito da campanha presidencial da chapa vencedora de 2014, intimar os executivos envolvidos a prestar depoimentos”. Além disso, segundo o relator, “inexiste qualquer decisão ou prova que seja lastreada em conteúdo de vazamento”. “Todos foram ouvidos na posição de testemunha, sendo ouvidos em juízo, e se submetendo ao contraditório e à ampla defesa”, frisou.

O ministro Herman Benjamin, ao apontar um terceiro aspecto para afastar a preliminar, afirmou que única colaboração premiada de executivos da Odebrecht que realmente “vazou” na imprensa foi a de Claudio Melo Filho. Ele também destacou a importância de se distinguir “vazamento de existência de colaboração premiada” e “vazamento de conteúdo de colaboração premiada’”. “Embora os requeridos critiquem o vazamento, o que, conforme já se demonstrou, não ocorreu, constitui outro fato público e notório que a única colaboração com conteúdo exposto na imprensa previamente à homologação do Supremo Tribunal Federal foi a de Cláudio Melo Filho, ex-diretor de Relações Institucionais da empresa”, completou.

O relator foi enfático ao afirmar que não houve uso, por parte da Corregedoria-Geral Eleitoral, de conteúdo da colaboração premiada de Claudio Melo Filho, “que foi convocado para depor na condição de testemunha, tendo sido seu depoimento submetido ao estrito regime do contraditório e da ampla defesa”.

O quarto e último argumento apresentado pelo relator com o intuito de afastar a sexta preliminar foi o de que “vazamento de colaboração não anula provas”. “Partindo da premissa de que tivessem vazado todas as colaborações premiadas da Odebrecht na mídia, isso teria o poder de invalidar os depoimentos na Justiça Eleitoral?”, indagou aos ministros, destacando que a divulgação de conteúdo de colaborações premiadas “deve ser alvo de investigação”.

Preliminar 7

A última preliminar apresentada pela defesa pedia que a Aije 194358 fosse julgada absolutamente improcedente, assim como a Representação (RP 846) e a Ação de Impugnação de Mandato Eletivo (Aime 761) a ela conexas, diante da extrapolação ilegal do objeto por força do que denominou de “fase Odebrecht” nos autos.

Na preliminar, alegou-se que houve “atropelo procedimental” e indevido “alagamento” da causa de pedir. Sustentou-se ainda que foram incluídos no processo fatos novos, sem nenhuma relação com a argumentação inicial, surgidos após a defesa.

Ao rebater as alegações, o ministro Herman Benjamin reiterou que “não houve invenção do relator no que tange a propinas na Petrobras, propinas ofertadas por empreiteiras, entre as citadas, expressamente a Odebrecht, e muito menos avanço especulativo no que se refere à prova, porque os próprios autores pediram cópias integrais dos autos da Lava Jato”.

Ele lembrou que essa questão relacionada aos limites objetivos da inicial não é nova nos autos, já tendo sido apreciada pelo TSE em 6 de outubro de 2015. Na ocasião, seguindo o voto do ministro Gilmar Mendes, a maioria do Plenário decidiu pela admissibilidade da Aime 761 e determinou o prosseguimento da instrução contra o abuso de poder político e econômico nas eleições de 2014.

Herman Benjamin citou vários trechos do voto do ministro Gilmar Mendes no julgamento da Aime, destacando a estreita relação do financiamento eleitoral com o esquema de corrupção na Petrobras. Segundo ele, a petição inicial descreveu o que estava ocorrendo com a Petrobras, indicou à forma de atuação, quem estava se beneficiando e, entre essas empresas, indicou a Odebrecht.

“Não há qualquer dúvida de que o aprofundamento da Investigação Judicial Eleitoral [Aije 194358] sobre a Odebrecht foi decorrente, além de menção explícita e direta da petição inicial, de fatos conhecidos correlatos da relação entre a empresa e a campanha presidencial [de 2014], o que qualquer cidadão brasileiro minimamente informado tem plena consciência”, afirmou.

Quanto à regra da estabilização da demanda evocada pela defesa para afastar a possibilidade de ampliação da instrução à chamada fase da Odebrecht, o relator realçou que esses aspectos foram mencionados diretamente nas petições iniciais e o que ocorreu foi à explicitação de fatos supervenientes.

“A Odebrecht foi parasita da Petrobras. Portanto é absolutamente descabido se dizer da tribuna, com todo o respeito, que Petrobras e Odebrecht nada a ver. A Petrobras se transformou num veículo para a Odebrecht alcançar objetivos de natureza privada espúrios”, ressaltou.

Por fim, o relator rejeitou a liminar, mas informou que a decisão será retomada na sessão desta quinta-feira (8), juntamente com a análise do mérito da ação, por se tratar de matéria relacionada ao objeto da Aije 194358.

Anvisa interdita anti-hipertensivo Hidroclorotiazida e anti-inflamatório Floxicam

A Anvisa interditou o lote 6562015 do medicamento Hidroclorotiazida fabricado pela empresa Laboratório Teuto Brasileiro S/A. O lote do medicamento destinado ao tratamento de pressão alta foi interditado por conta de resultados laboratoriais insatisfatórios.

Segundo o laudo de análise fiscal emitido pelo Laboratório de Saúde Pública do Goiás (LACEN-GO), o lote 6562015 apresentou resultado não suficiente para o ensaio de dissolução. As unidades do lote da Hidroclorotiazida (validade 11/2018) comprimido, 50mg, foram, portanto, interditadas pela Agência.

A Resolução RE 1.501 de 6 de junho de 2017 que determina a interdição do lote do medicamento foi publicada no Diário Oficial da União (DOU) desta quarta-feira (7/6).

Anti-inflamatório 

A Anvisa interditou, nesta terça-feira (6/6), o lote B16J2232 do medicamento Floxicam . O anti-inflamatório não esteroide Floxican (piroxicam) é fabricado pela Brainfarma Indústria Química e Farmacêutica S.A e foi interditado após a apresentação de resultados laboratoriais insatisfatórios.

Segundo o laudo de análise fiscal emitido pelo Laboratório de Saúde Pública de Goiás (Lacen-GO), o lote B16J2232 apresentou falhas no ensaio de teor, o que motivou tal ação da Agência.

Assim, a resolução RE 1.460 de 2 junho de 2017 publicada no Diário Oficial da União (DOU) determinou a interdição cautelar do lote em questão do medicamento Floxicam cápsula gelatinosa dura 20mg (validade 10/18).

Leia aqui a medida na íntegra.

Família nega que morte de miss tenha sido suicídio; “ela foi tirar uma foto e desequilibrou”

Morreu na sexta-feira (2), por volta das 21h, a modelo Luiza Lorellay.  A informação foi confirmada pelo Corpo de Bombeiros de Cachoeiras de Macacu, Rio de Janeiro. De acordo com informações de amigos, Luiza teria caído do prédio onde mora ao se debruçar para tirar uma foto.

Ela era apaixonada fotografar paisagens e natureza e estaria tentando capturar uma imagem quando se desequilibrou de um banquinho e caiu.

Nascida no Rio de Janeiro, Luiza foi Miss Cachoeiras de Macacu e disputou o Miss Rio de Janeiro em 2011 e 2012, quando perdeu para Rayanne Morais, ex-mulher do cantor Latino.

Em 2013, Luiza participou do reality show Casa Bonita 5, do canal a cabo Multishow. Muitos amigos de Luiza e pessoas do mundo dos concursos de beleza manifestaram a tristeza pela tragédia nas redes sociais. Luiza completaria 26 anos no fim deste mês.

Além de Miss e modelo, Luiza gostava de fotografar, era pintora e atriz.

A informação dada pela família é que ela teria sido encontrada morta, após cair de seu apartamento. A morte teria ocorrido ao meio-dia. A família nega que tenha ocorrido um suicídio.

Amiga revela que ex-miss era feliz e nega depressão

Uma amiga de Luiza conversou com o site da Revista Quem e falou sobre a triste perda. Ela revelou que, assim que ficou sabendo da morte da amiga já ouviu também boatos de que ela teria cometido o suicídio. No entanto, essa amiga diz que isso não faria sentido, já que a famosa sempre foi uma pessoas do bem, alto astral e que não pensaria em uma coisa tão forte como essa.

Ela ainda revelou que a poeta nunca teve depressão.

Detalhes sobre a despedida de famosa

Segundo a família, a jovem não teria cometido mesmo o ato contra a própria vida. Em um comunicado, parentes revelaram que ela apenas molhava as plantas, quando caiu de costas da sacada. Dias antes, a celebridade usou as redes sociais para reclamar de uma insônia. Os familiares ainda reclamaram do fato da exigência do caixão da falecida não poder ter sido aberto durante a despedida dela.

Veja abaixo uma foto que mostra a atriz que acabou falecendo no Rio de Janeiro:

Advogado de Temer diz que ‘não vê problema’ em viagem no jatinho

Advogado de Temer diz que ‘não vê problema’ em viagem no jatinho

O criminalista Antônio Claudio Mariz de Oliveira, que representa o presidente Michel Temer, disse nesta quarta-feira, 7, que ‘não vê nenhum problema’ no fato de o peemedebista ter viajado em um jatinho particular. Mariz adverte, porém, que a viagem não pode ser incluída no âmbito da Operação Patmos, desdobramento da Lava Jato, que põe o presidente sob suspeita de corrupção passiva, obstrução da Justiça e organização criminosa.

O empresário Joesley Batista, da JBS, entregou à Procuradoria-Geral da República diário de bordo de seu Learjet PR-JBS que revela viagem do casal Temer e Marcela entre os dias 12 e 14 de janeiro de 2011 de São Paulo para Comandatuba, na Bahia.

“Esse fato não deveria ser analisado à luz do inquérito instaurado pois ocorreu, se é que ocorreu, em período anterior à Presidência da República, razão pela qual, de acordo com o artigo 86, parágrafo quarto da Constituição, não pode ser alvo de investigação.”

Mariz é enfático. “No entanto, independente desse aspecto legal, não vejo nenhuma anormalidade no fato de o cidadão Michel Temer ter se deslocado em um avião que lhe foi emprestado.”

Na avaliação do advogado ‘trata-se de fato corriqueiro que pode dizer respeito a qualquer um de nós’.

Fonte: O Estado de S. Paulo

Conheça os vinhos brancos do Douro

A degustação dos vinhos brancos do Douro foi daquelas provas que surpreendem os próprios provadores. Mensalmente, ao chegar ao painel de provas de vinho da revista Menu, os degustadores convidados ficam sabendo do tema escolhido e logo começam a avaliar as bebidas, sempre às cegas – sem saber qual amostra corresponde a qual vinho. Nesta ocasião, eu relevei apenas uma informação: são vinhos elaborados em uma única região produtora.

E assim, as 19 taças começaram a ser servidas. Enquanto degustavam e avaliavam o branco, os degustadores davam os seus palpites. Para mim, que sabia qual era o tema, muito interessante perceber como os degustadores levantavam características do vinho, elogiavam as amostras, mas não lembravam do Douro. E isso tem uma explicação: ao norte de Portugal, o Douro foi primeiro conhecido pelos seus vinhos do Porto. Depois, no final do século passado, vieram os grandes tintos de mesa. A descoberta dos brancos é mais recente. Mas, pelo resultado da degustação, publicado na Menu de verão (edição 214), são vinhos para se prestar muita atenção.

E para quem quer saber mais sobre o tema, segue o quiz, com dez perguntas sobre estes vinhos:

1) São castas brancas cultivadas no Douro:

a) esgana cão, folgasão, rabigato e viosinho
b) donzelynho, rabigato, arinto e terrantez
c) bastardo, folgazão, ainto e sercial

2) A serra do Marão, com 1.415 metros, é importante para a viticultura do Douro por que:

a) impede a chegada de doenças aos vinhedos
b) permite o plantio de vinhedos em seus cumes
c) protege a região da umidade do oceano Atlântico

3) Caracterizada como uma região quente, as vinhas do Douro com variedades brancas tendem a ser cultivadas:

a) o mais próximo possível ao rio
b) nas encostas mais altas
c) misturas com as variedades tintas, que são mais resistentes e protegem as brancas do calor

4) No Douro Superior, alguns vinhedos chegam a ser cultivados

a) a mais de 1.300 metros do nível do mar
b) entre 500 e 600 metros do nível do mar
c) não ultrapassam os 300 metros do nível do mar

5) A variedade portuguesa rabigato é uma uva que:

a) permite elaborar brancos mais encorpados, como os grandes tintos
b) traz acidez para os vinhos do Douro, principalmente no Douro Superior
c) é conhecida por suas notas aromáticas, lembrando lichias e maracujá

6) São características da viosinho:

a) a dificuldade de se adaptar aos vinhedos de solo xistoso, mas produtores insistem em plantá-la pelo frescor que traz ao vinho
b) a boa adaptação aos vinhedos de altitude e necessidade de ser misturada com outras cepas pela sua facilidade de oxidação
c) a necessidade de ser cultivada na beira do rio

7) Os melhores brancos do Douro:

a) tendem a nascer de vinhas velhas, com variedades plantadas misturadas
b) são todos varietais, elaborados com uma única cepa
c) são todos originais da sub-região de Baixo Corgo

8) Para obter brancos frescos, os enólogos do Douro:

a) procuram solos de xisto e colhem a uva a mais madura possível
b) apostam em vinhedos de altitude e em variedades internacionais, mais adaptadas ao frio
c) procuram solos graníticos, colhem mais cedo e utilizam barricas usadas

9) Entre os grandes brancos do Douro, destacam-se:

a) Redoma Reserva e Muros de Melgaço
b) Guru e Barca Velha
c) Redoma Reserva e Guru

10) Sobre os Portos Brancos é possível afirmar:

a) os melhores são os brancos vintage
b) podem ser elaborados com indicação de origem (10, 20, 30 e 40 anos)
c) foi o sucesso desses vinhos que levou a elaboração de vinhos do Porto tintos

fontes: IVDP, jancisrobinson.com, Uvas y viños

RESPOSTAS

1 – A Donzelinho e bastardo são variedades tintas

2 – C A serra do Marão protege o Douro da umidade do Atlântico

3  B Os enólogos procuram vinhedos de altitude para aproveitar o vento e o clima mais frios

4 – C Entre 500 e 600 metros do nível do mar, altitude considerada bem alta para a região

5 – B A cepa branca rabigato é muito utilizada no Douro pelo seu poder de manter a acidez dos vinhos

6 – B A viosinho é uma uva que se dá bem nas zonas mais altas do Douro. Como oxida fácil, é mesclada com rabigato e gouveio

7 – A Esses vinhos nascem, em sua maioria, de vinhas velhas, de mais de 50 anos, todas plantadas misturadas

8 – C Muitos enólogos estão a procura de solos graníticos. Também colhem a uva mais cedo, antes de sua completa maturação e utilizam madeiras usadas, que não vão marcar o vinho

9 – C O Redoma Reserva, de Dirk Nieeport foi o pioneiro em obter altas pontuações. O Guru obteve 18, de uma escala de 20, de Jancis Robinson

10 – B Não há, ao menos por enquanto, Portos Brancos Vintage, apenas os com menção de reserva e de indicação de idade

Revista Menu – Suzana Barelli

Joesley diz que Temer ligou para perguntar sobre flores em aeronave

‘Soubemos que fita foi editada’, diz advogado amigo de Temer

Ao entregar à Procuradoria-Geral da República (PGR) registros de diário de bordo da aeronave usada pelo então vice-presidente Michel Temer para viajar com Marcela Temer a Comandatuba, em janeiro de 2011, o empresário Joesley Batista contou aos procuradores ter recebido uma ligação do próprio Temer para perguntar sobre o envio de flores à aeronave e agradecer pelo agrado.

A versão de Joesley Batista contradiz a nova nota divulgada no início da tarde desta terça-feira pela Secretaria de Comunicação Social da Presidência da República, que informa que “o vice-presidente não sabia a quem pertencia a aeronave” usada para deslocamento até o interior da Bahia. Agenda oficial de Temer não registrou viagem a Comandatuba.

Em relato à PGR, Joesley contou ter enviado flores para enfeitar a aeronave que seria usada pela família Temer para retornar a São Paulo, o que teria deixado o então vice-presidente com ciúmes. Segundo ele, para evitar o mal estar com o vice-presidente, o comandante da aeronave teria dito que este era um presente da mãe de Joesley, e não do empresário.

O vice-presidente teria, então, telefonado ao empresário para dizer que gostaria de agradecer à matriarca da família pelo agrado. E, em seguida, ligado à mãe de Joesley, Flora Batista.

Na noite de segunda-feira, a assessoria de Temer havia informado que só havia registros de viagens do então vice-presidente usando aviões da Força Aérea Brasileira (FAB). Nesta terça, a assessoria mudou versão e afirmou que ele usou uma aeronave particular para ir à Bahia em janeiro de 2011, mas não sabia quem era o dono do jato.

A assessoria do Palácio do Planalto foi procurada no início da tarde desta terça-feira para se manifestar sobre as alegações de Joesley, mas não retornou até o momento.

As informações sobre a presença de Temer em aeronaves do grupo J&F, que é dona da JBS, foram repassadas aos procuradores para reforçar o vínculo do empresário com Joesley. O empresário informou à PGR manter um relacionamento estreito com o político do PMDB desde 2010, quando teria sido apresentado a ele por Wagner Rossi, então ministro da Agricultura, Pecuária e Abastecimento (2010-2011). Na ocasião, ele teria passado a atender a pedidos de contribuições financeiras e favores do então vice-presidente.

Em pronunciamento público recente, Temer buscou se desvincular de qualquer relação de intimidade com Joesley, classificando-o como “conhecido falastrão”.

No último dia 17, o GLOBO revelou que o presidente deu aval para Joesley comprar o silêncio de Eduardo Cunha na cadeia. Temer é investigado no Supremo Tribunal Federal (STF) por suspeita de corrupção passiva, integrar organização criminosa e obstrução de Justiça.

Nesta terça-feira, o Tribunal Superior Eleitoral (TSE) segue julgando se cassa o mandato do peemedebista por abuso de poder econômico e político na eleição de 2014, na chapa com a ex-presidente Dilma Rousseff.

Época Negócios

Em ato de vingança, homem joga centenas de percevejos em prefeitura nos EUA

Em ato de vingança, homem joga centenas de percevejos em prefeitura nos EUA

Uma infestação de percevejos foi responsável por fechar a prefeitura da cidade de Augusta, no estado do Maine, no Estados Unidos. Tudo isso porque um homem, revoltado por não conseguir assistência para lidar com os insetos, resolveu se vingar e levou centenas dos pequenos animais até o prédio.

O incidente aconteceu na última sexta-feira (2), e o motivo por trás do ataque dos percevejos  foi o governo ter negado ao homem o programa de auxílio para lidar com os insetos. Logo, ele passou o “problema” para o escritório oficial.

O cidadão americano visitou o local diversas vezes durante o dia – sempre para tratar do mesmo assunto – e, em sua última passagem pelo escritório, deixou algumas pequenas lembranças no balcão de atendimento.

“Ele apareceu com uma xícara, cheia dos insetos vivos, jogou em um canto e pronto, todos eles começaram a sair, provavelmente, mais de 100 deles”, declarou William Bridgeo, o prefeito, de acordo com o portal Kennebec Journal .

Os percevejos logo se espalharam pelo escritório e obrigaram os funcionários a fecharem a prefeitura

De acordo com Matt Nazar, diretor de desenvolvimento da cidade, o homem – cujo nome não foi divulgado, não foi aprovado no programa de auxílio de controle de  pragas porque possui orçamento acima do limite estabelecido pelo município.

O responsável pelo incidente foi parado pela polícia ainda na saída do prédio, e ao tentar se explicar, disse que queria que os funcionários da prefeitura soubessem exatamente pelo que ele estava passando com o surto dos animais em sua casa.

O prédio já foi dedetizado e, nesta segunda-feira (5), voltou a funcionar normalmente.

Problema constante

Por mais que o homem tenha sido um dos únicos a lidar com a situação de forma tão extrema, tais insetos são um problema persistente na cidade de Augusta.

Eles são encontrados em diversos prédios, e inclusive, já foram localizados no escritório da prefeitura antes do ataque premeditado.

Os percevejos são achatados, de cor amarronzada e têm aproximadamente meio centímetro de comprimento. Eles se alimentam de sangue humano, mas não há indícios de que causem qualquer tipo de doença.

Fonte: ig.com

Blog divulga registro de voo da família Temer no jatinho da JBS

Conselho barra programa de Marcela Temer em São Paulo

O blog O Antagonista divulgou há pouco cópias do diário de bordo do jatinho de Joesley Batista que levou Michel Temer e Marcela para Comandatuba, na Bahia, no dia 12 de janeiro de 2011.

O documento mostra que o voo do Learjet PR-JBS saiu de Congonhas às 13h45, em direção ao aeroporto de Una-Comandatuba, chegando lá às 15h15.

Temer deixou a família em Comandatuba e retornou a Brasília, onde cumpriu agenda oficial.

Abaixo, no campo ‘ocorrências’, é possível ler a anotação sobre os passageiros — “Sr. Michel Temer e Família”. Há ainda a anotação “Sr. Júnior e convidados”, em referência a José Batista Júnior, irmão de Joesley, que também usou a aeronave naquele dia.

No dia 14, o mesmo jatinho sai de Congonhas rumo a Comandatuba, onde permaneceu algumas horas e depois retornou a São Paulo, trazendo a família de Temer. No campo ‘ocorrências”, está escrito “Família Sr Michel Temer”.

CLIQUE AQUI para ler no Antagonista

MPF apura ilegalidades das polícias Federal e Civil em apreensão de fuzis no Galeão

MPF apura ilegalidades das polícias Federal e Civil em apreensão de fuzis no Galeão

O Ministério Público Federal no Rio de Janeiro instaurou procedimento investigatório criminal para apurar eventual ilegalidade na atuação da Polícia Civil na apreensão de 60 fuzis no terminal de cargas do Aeroporto do Galeão. Como a área é controlada pela Polícia Federal, os procuradores também querem saber se esta entidade não se omitiu.

No dia 1º de junho, a Polícia Civil apreendeu, além de munição, 45 AK-47, 14 AR-10 e um G3, todas armas de guerra. O armamento estava escondido entre cargas com aquecedores para piscina.

O MPF quer saber por que a Polícia Federal não participou da operação, além de suas possíveis conexões com agentes públicos. De acordo com o procurador da República Eduardo Santos de Oliveira, coordenador do Controle Externo da Atividade Policial no Rio de Janeiro, a investigação tem o objetivo de compreender em que circunstâncias a ação da Polícia Civil foi deflagrada e quais são seus antecedentes.

Além disso, o MPF destaca que a Seção de Fiscalização do Tráfego Internacional do Departamento de Polícia Federal deve resguardar o Estado de crimes como tráfico de drogas e armas, contrabando e descaminho. E, se agir em conluio com o crime organizado, prejudicará as instituições e a sociedade brasileiras, dizem os procuradores da República.

Dessa maneira, o MPF oficiou a Polícia Federal e a Polícia Civil do Rio de Janeiro a prestar esclarecimentos em até cinco dias sobre a operação que apreendeu as armas no Galeão. O procedimento criminal tramita na seção de controle externo da atividade policial.

Fonte: conjur.com