Trabalhadores da Ceron e Eletronorte aprovam indicativo de paralisação de 72 horas

Trabalhadores da Ceron e Eletronorte aprovam indicativo de paralisação de 72 horas

Nesta quinta-feira, 22, os trabalhadores e trabalhadoras da Ceron e Eletronorte paralisaram suas atividades contra a reestruturação unilateral do Sistema Eletrobras, bem como, pela garantia do pagamento da Participação nos Lucros e Resultados (PLR).

Durante a paralisação a categoria decidiu em assembleia deliberativa, pela rejeição da proposta apresentada pela Eletrobras referente à PLR. De acordo com a proposta, o valor devido aos eletricitários seria pago em duas parcelas, no mês de setembro e dezembro, respectivamente. Além disso, foi aprovado o indicativo de paralisação de 72 horas, a partir do dia 28 de junho.

Os trabalhadores e trabalhadoras tem como objetivo pressionar a direção da empresa para avançar na negociação da PLR, aperfeiçoar o Programa de Aposentadoria Extraordinária (PAE), a suspensão do Centro de Serviço Compartilhado (CSC) mas, principalmente, o fim da prejudicial reestruturação das empresas e das privatizações.

Defensoria entra com ação para suspender extinção de cargos da Funai

Defensoria entra com ação para suspender extinção de cargos da Funai

As unidades da Defensoria Pública da União (DPU) no Ceará e na Bahia entraram com ação na Justiça com pedido de liminar para suspender os efeitos do decreto que remanejou e extinguiu cargos da Fundação Nacional do Índio (Funai).

Publicado em março, o decreto federal determinou a extinção de 347 cargos em comissão do Grupo-Direção e Assessoramento Superior (DAS), que são de livre provimento – ou seja, podem ser ocupados ou não por servidor público.

Em contrapartida, o decreto remanejou à Funai 346 funções comissionadas do Poder Executivo (FCPE). No entanto, a DPU questiona o fato de que tais cargos somente podem ser ocupados por servidores públicos e que, até o momento, nenhum servidor foi nomeado para ocupá-los.

O impacto do decreto se revela nas localidades onde as atividades da Funai ocorriam primordialmente devido à existência dos cargos comissionados, cujos ocupantes foram exonerados com a extinção determinada pelo decreto.

No texto da ação civil pública, a DPU cita o exemplo da Coordenação Regional Nordeste II, que abrange os estados do Ceará, do Piauí, do Rio Grande do Norte e da Paraíba. Com sede em Fortaleza, a coordenação tem 17 servidores, distribuídos em diferentes coordenações técnicas locais. Segunda a Defensoria, as atividades das unidades da Funai localizadas em Natal (RN) e em Piripiri (PI), por exemplo, foram paralisadas porque eram feitas sobretudo pelos empregados ocupantes de cargos comissionados.

Ocupação

A precariedade da atuação da Funai nos quatro estados motivou indígenas de diversas etnias a ocupar a sede da Coordenação Regional, em Fortaleza, durante 52 dias, entre março e abril deste ano. Para Climério Anacé, da Comunidade Indígena Anacé, no Ceará, a situação inviabiliza toda a política indigenista e pode significar a extinção do órgão

“A Funai já trabalhava com o quadro de servidores reduzido, sendo que a população indígena e as demandas tinham aumentado. Esses cortes acontecem em funções estratégicas, como chefes de departamento, de fiscalização, de levantamento fundiário e de demarcação. Enfrentamos uma situação em que as comunidades indígenas vêm sendo atacadas diretamente. Não podemos dizer que a Funai foi omissa, porque se não tem quadro ou condição de trabalho, não se trabalha”, disse Anacé.

A Agência Brasil procurou a Funai, mas o órgão informou que não se pronuncia sobre o caso. O Ministério do Planejamento e Gestão, por meio de nota, disse que não se pronuncia publicamente sobre temas que estão sob demanda judicial.

Fonte: agenciabrasil

Rejeitado por Maisa, Dudu Camargo ganha selinho de Sonia Abrão

Rejeitado por Maisa, Dudu Camargo ganha selinho de Sonia Abrão

Dispensado por Maisa Silva no Programa Silvio Santos do último domingo, Dudu Camargo decidiu unir forças com Sonia Abrão, que chegou a criticar a atriz mirim por seu comportamento. Convidado do A Tarde É Sua desta quinta-feira, Dudu até trocou um selinho com a apresentadora.

Na segunda-feira, Sonia criticou Maisa duramente por ela ter rejeitado o apresentador do jornalístico Primeiro Impacto. Ela afirmou que a menina deveria “se desculpar pela grosseria e pela falta de educação” e ainda especulou sobre um possível ciúme de Maisa, por Dudu ser considerado o “novo queridinho do Silvio Santos”.

Dias depois, Dudu se viu envolvido em outra controvérsia, muito mais séria. Robert Oliveira, 19 anos, que afirma ser ex-namorado de Dudu, fez um longo texto no Facebook afirmando que o apresentador do SBT o teria agredido e abusado  dele diversas vezes. Dudu nega que tenha mantido um relacionamento com Robert e, na quarta-feira, registrou um boletim de ocorrência contra o rapaz por calúnia, difamação e injúria.

Nesta quinta-feira, após o A Tarde É Sua, o nome de Sonia Abrão acabou indo parar nos trending topics, a lista de assuntos mais comentados do Twitter.

Fonte: veja.com

“Cortei meus pulsos porque não tinha opção”: o drama das meninas obrigadas a se casar

No Sri Lanka, a idade legal mínima para casamento é 18 anos. Mas uma antiga lei local permite que meninas muçulmanas sejam uma exceção a essa regra, apesar de muitas pessoas no país serem contra isso. A jornalista da BBC Saroj Pathirana conversou com uma jovem obrigada a se casar nesse esquema.

Quando Shafa (nome fictício) tinha 15 anos, foi obrigada a se casar.

“Enquanto estudava para uma prova, me apaixonei por um menino”, diz, com lágrimas nos olhos.

“Meus pais não gostaram e me mandaram para a casa do meu tio. Enquanto eu estudava lá, um homem que frequentava a casa disse a eles que queria se casar comigo.”

Shafa, que vem de uma família muçulmana e vive em uma aldeia remota do Sri Lanka, se negou. Ela queria se casar com o jovem que amava depois que terminasse seus estudos.

Mas apesar de sua resistência, seus tios organizaram seu casamento com o amigo da família.

Sempre que se manifestava contra a união, apanhava. Os tios também ameaçavam se matar se ela continuasse se negando.

“Cortei os pulsos porque não tinha outra opção”, conta Shafa, levantando as mangas para mostrar as cicatrizes. “Também tomei algumas pílulas.”

Sasha
Shafa é muçulmana e vive em uma pequena aldeia no Sri Lanka, onde o casamento infantil é recorrente

“Enquanto eu estava no hospital, subornaram os médicos e me levaram a um hospital privado. Alguns dias depois, me obrigaram a casar com esse homem.”

Vítima de violência

Como não tinha outra saída, Shafa decidiu ficar com seu novo marido, mas ele suspeitava que ela mantivesse a relação com o antigo namorado. “Ele me batia frequentemente.”

“Quando disse a ele que estava grávida, ele me ergueu e me atirou no chão. Em seguida me disse que só me queria por uma noite, que já tinha me usado e não precisava mais de mim”, disse.

No hospital, ela descobriu que havia perdido o bebê como resultado da violência. Mas quando foi à polícia, não levaram a sério sua denúncia.

Um dia, foi chamada para a mesquita do vilarejo. Ali, seu marido disse que queria manter o casamento, mas ela se opôs.

Dias mais tarde, Shafa começou a receber ligações e mensagens de texto de estranhos que perguntavam quanto ela cobrava para dormir com eles.

Ela descobriu que seu marido havia publicado sua foto e seu número de celular nas redes sociais.

Mãe de Shafa
A mãe de Shafa tenta manter a família unida e busca ajuda para sua filha

Nas ligações, os homens a ameaçavam com uma linguagem vulgar e diziam que conseguiram o número “graças a seu marido”.

“Eu gravei todas as chamadas e ainda tenho as mensagens de texto”, conta Shafa, sem deixar de chorar, mas ainda assim determinada a contar sua história.

Ajuda psicológica

O pai de Shafa não quis se envolver no que estava acontecendo. Mas a mãe levou a filha a um centro de bem-estar social para que ela recebesse ajuda psicológica e legal após a experiência traumática do casamento.

As duas vão ao centro em segredo – a busca por ajuda psicológica ainda é um tabu no Sri Lanka.

A mãe de Shafa mantém seus cinco filhos trabalhando todos os dias no vilarejo. Foi expulsa de sua cidade natal pelos rebeldes separatistas Tigres Tamiles em 1990.

“Mandei minha filha para a casa do meu irmão por causa de um incidente, nunca pensei que ela passaria por isso”, diz.

Ela diz que se opôs ao casamento forçado, mas seu irmão não a ouviu.

“Agora eu temo por sua segurança e educação (por causa das mentiras que seu marido espalhou sobre ela). Ela não pode ir ao colégio nem andar de ônibus. Seu futuro é incerto”, diz a mãe.

Braços de Shafa
Safa tem cicatrizes nos pulsos, lembrança de uma tentativa de suicídio

Pressão real

Todo ano, centenas de jovens como Shafa, que pertencem à minoria muçulmana do Sri Lanka, são obrigadas a se casar por pressão de pais ou tutores.

Segundo a advogada de direitos humanos Ermiza Tegal, os casamentos de meninas muçulmanas aumentaram de 14% para 22% em um ano, uma alta atribuída a uma tendência conservadora.

Shafa tinha 15 anos quando foi obrigada a casar, mas grupos de apoio a mulheres muçulmanas acompanharam casos de meninas de 12 anos que sofreram o mesmo.

As leis do Sri Lanka proíbem o casamento de menores de idade. Para se casar é preciso ter ao menos 18 anos.

Mas um regulamento mais antigo chamado Lei de Casamento e Divórcio Muçulmano (MMDA) dá permissão aos líderes da comunidade muçulmana, que são homens em sua maioria, de decidir a idade do casamento.

Não há uma idade mínima, ainda que um casamento com uma menina com menos de 12 anos demande uma permissão especial de uma autoridade islâmica.

As meninas e suas mães têm sofrido em silêncio durante décadas, mas agora ativistas muçulmanas estão exigindo uma reforma da MMDA, apesar das ameaçadas dos líderes da comunidade conservadora.

Niñas en una escuela musulmán.
Questões legais colocam meninas muçulmanas sob a ameaça de casamentos forçados

Reforma

Como o Sri Lanka planeja reformar sua Constituição, ativistas acreditam que esta seja a hora de agir.

A ONU e a União Europeia também pediram ao governo que mudasse a MMDA e outras leis discriminatórias.

Mas não há muita esperança, já que um comitê criado pelo governo há quase 10 anos para analisar a reforma da MMDA não conseguiu formular propostas concretas.

Grupos muçulmanos como Jamiyathul Ulama e Thawheed Jamaath resistiram durante muito tempo aos pedidos de mudança.

O tesoureiro da Thawheed Jamaath, BM Arshad, disse que a organização sempre apoia a reforma da MMDA quando as propostas surgem de dentro da comunidade, mas se negou a estabelecer uma idade mínima para os casamentos.

“Nem o Islã nem a Thawheed Jamaath aceitam o casamento infantil”, diz Arshad. “Mas a Thawheed Jamaath jamais aceitará fixar uma idade mínima para o casamento.”

“Algumas meninas não têm que se casar inclusive depois dos 18 anos. É direito da pessoa que se casa decidir quando fazê-lo”, diz.

Arshad negou as acusações de que sua organização ameaça ativistas muçulmanas.

‘Não destruam a infância dessas meninas’

O centro que recebe Shafa e sua mãe já ajudou mais de 3 mil mulheres muçulmanas com diferentes problemas nos últimos três anos, incluindo 250 vítimas de casamento infantil.

“Tenho que ficar longe de casa por causa das ameaças de homens”, diz a assistente social que dirige o centro. “Tenho medo de levar meus filhos à escola.”

A ativista Shreen Abdul Saroor, da Rede de Mulheres em Ação (WAN, na sigla em inglês), é uma das poucas mulheres muçulmanas que ousa revelar seu rosto e sua identidade.

“O casamento infantil é uma violação à lei”, diz.

Ela insiste que 18 anos deve ser a idade legal do casamento para todas as comunidades no Sri Lanka, independentemente de nacionalidade e religião.

BM Arshad
BM Arshad, tesoureiro do grupo Thawheed Jamaath, é contra estabelecer uma idade mínima para o casamento

Uma menina não é fisicamente madura o suficiente para dar à luz outra criança, diz a ativista.

“Quando vemos todas essas meninas casando, isso afeta toda a comunidade. A sociedade retrocede”, acrescenta.

“A minha mensagem à comunidade muçulmana e aos líderes religiosos é: por favor, não destruam a infância dessas meninas.”

Determinação

Apesar do trauma, Shafa sempre foi uma aluna brilhante e está decidida a voltar a estudar.

Sua família espera que a jovem consiga um bom emprego, mas ela ainda enfrenta muitos desafios.

“Os homens se aproximam e fazem piadas grosseiras quando vou a aulas particulares”, diz.

Shreen Saroor
Ativista Shreen Saroor pede à comunidade muçulmana que proteja as meninas

“É um assédio grave, eu me sinto desanimada, indefesa, não sei o que fazer.”

Mas ela se nega a deixar os assediadores vencerem. Seu objetivo é se tornar advogada.

“É porque você quer ajudar outras vítimas como você?”, pergunto.

“Sim”, responde ela, enquanto nosso olhar se cruza e sinto sua determinação.

Gilmar Mendes e Barroso batem boca em julgamento sobre delação premiada

Os ministros do Supremo Tribunal Federal (STF) Gilmar Mendes e Luís Roberto Barroso trocaram farpas durante o julgamento desta quinta-feira (22) sobre a validade da homologação da delação do Grupo J&F – holding que inclui a JBS – e a manutenção do ministro Edson Fachin como relator do caso.

A discussão entre os integrantes da Corte girou em torno do impacto de uma eventual invalidação de uma gravação ambiental no acordo de colaboração premiada já firmado.

“Para dar um exemplo real: se, num caso concreto, o Supremo vem a declarar ilegítima, por qualquer razão, uma gravação ambiental que, no entanto, foi levada em conta no momento da celebração do acordo. Eu acho que a eventual invalidação da gravação ambiental não contamina a colaboração premiada se o procurador-geral tiver proposto o acordo e o relator tiver homologado”, disse Barroso.

“Portanto, eu acho que nós tiraremos a segurança jurídica do instituto da colaboração premiada se não definirmos isso, e não diremos qual é o papel do relator. Eu acho que é muito importante essa discussão”, frisou Barroso.

Nesse momento, o ministro Ricardo Lewandowski interrompeu Barroso e o questionou: “Ministro Barroso, Vossa Excelência aventou uma nulidade que chamamos de relativa, mas se o plenário se defrontar com uma nulidade absoluta, ele vai fechar os olhos a isso?”.

Depois da fala de Lewandowski, Gilmar Mendes entrou na discussão e afirmou que no caso em questão – a delação da JBS – se discute o emprego de ações controladas nas investigações.

“Esse caso, por exemplo, se discute se não se tratou de uma ação controlada por parte do Ministério Público e não por parte do relator. Essa é uma questão que está posta no debate. A Folha de S. Paulo sustenta que a gravação foi combinada previamente com o Ministério Público e que houve treinamento, mas há essa questão. Vamos dizer que se prove esse fato a posteriori…”, comentou Gilmar Mendes.

Barroso então afirmou: “O colaborador premiado não tem culpa. Ele seguiu autoridade pública.” Gilmar Mendes questionou: “Veja, essa questão não vai poder ser analisada pelo relator?”

“A prova sim, mas não pra validade da colaboração”, respondeu Barroso. Para Gilmar Mendes, “essa questão que vai ser posta”.

“Eu já não concordo. Todo mundo sabe o caminho que isso vai tomar. Já estou me posicionando, sou contra. Todo mundo sabe o que se quer fazer aqui lá na frente. Eu não quero que se faça lá na frente. Já estou dizendo agora”, frisou Barroso.

Irritado, Gilmar Mendes disse a Barroso: “Essa é a opinião de Vossa Excelência, deixa os outros votarem.”

“Mas tá todo mundo votando”, respondeu Barroso.

“E respeite os votos dos outros”, prosseguiu Gilmar Mendes.

Barroso então concluiu: “Claro, estou plenamente respeitando o voto dos outros, estou ouvindo Vossa Excelência. A questão não é só essa, temos outras considerações. Agora não pode ser ‘ah, acho que vou perder, então vou embora’. Estamos discutindo”.

Logo depois do acirrado debate, o ministro Luiz Fux concluiu o voto e a presidente do STF, ministra Cármen Lúcia, suspendeu a sessão para o intervalo regimental de 30 minutos.

Fonte: O Estado de S. Paulo

Dois anos se passaram desde a sentença e escavadeira Bucyrus continua enterrada em um barranco

Equipamento, que trabalhou nas obras do Canal do Panamá, apodrece às margens do Madeira, em Porto Velho

Desde 2013 que o estudante de arqueologia da Universidade Federal de Rondônia (UNIR) Manuel João Madeira Coelho luta para resgatar a escavadeira New Bucyrus que corre o risco de se perder, caso venha a cair no rio Madeira em função de um desbarrancamento. A máquina, que trabalhou na construção do Canal do Panamá, veio para Rondônia no início do século XX para ajudar nas obras da Estrada de Ferro Madeira Mamoré e terminou soterrada no início da linha férrea, em Porto Velho.

Em função das mudanças na margem do rio, ocasionadas pelas obras das usinas, a escavadeira reapareceu e desde então diversas pessoas se mobilizaram para tentar salvar a máquina. Manuel Coelho ingressou com uma ação civil pública com pedido de liminar na justiça federal para que o município, estado e União realizassem a retirada e a preservação do equipamento.

Uma decisão do juiz federal Dimis da Costa Braga, do dia 7 de maio de 2015, estabeleceu um prazo de 90 dias para que a máquina fosse retirada do local em que fossem adotadas providências para sua preservação.

Mais de dois anos se passaram, foram impetrados recursos, aplicada multa de R% 50 mil/dia, e mesmo assim nenhuma providência foi tomada para retirar o equipamento, que sofre com o descaso e a falta de responsabilidade das autoridades.

MPF pede à Justiça que prefeitura de Porto Velho comprove a retirada de escavadeira histórica da EFMMMPF pede à Justiça que prefeitura de Porto Velho comprove a retirada de escavadeira histórica da EFMM
Escavadeira continua soterrada e aprodrecendo

A Caterpillar, empresa que fabricou o equipamento, chegou a oferecer uma ajuda de custo para resgatar a escavadeira devido a seu valor histórico, mas a velha ladainha sobre a quem compete a responsabilidade do patrimônio da Estrada de Ferro Madeira Mamoré atrapalhou qualquer tipo de negociação.

A escavadeira foi levada para Rondônia na época da construção da Estrada de Ferro, ela era movida à vapor e é uma das poucas peças existentes no mundo.

Dilma depõe como testemunha em processo da operação Zelotes contra Lula e outras três pessoas

Dilma depõe como testemunha em processo da operação Zelotes contra Lula e outras três pessoas

A ex-presidente Dilma Rousseff chegou por volta das 16h30 desta quinta-feira (22) à Justiça Federal em Porto Alegre para depor como testemunha dentro da investigação da Operação Zelotes. O carro acessou a garagem privativa, e ela não passou pelos jornalistas. Conforme a assessoria de Dilma, está acompanhada de advogados. O depoimento é por videoconferência para a 10ª Vara, em Brasília.

O ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva, o filho Luiz Cláudio Lula da Silva e dois empresários, Mauro Marcondes e Cristina Mautoni, foram denunciados por praticado tráfico de influência, lavagem de dinheiro e organização criminosa.

A denúncia relacionada à Operação Zelotes foi apresentada em dezembro. Segundo o MPF, os crimes foram praticados entre 2013 e 2015 quando Lula, como ex-presidente, teria participado de um esquema para beneficiar empresas junto ao governo Dilma.

Dilma chegou em carro e não passou pelos jornalistas (Foto: Reprodução/RBS TV)

Durante as investigações, no entanto, não foram encontrados indícios de que Dilma tivesse conhecimento do suposto esquema.

Em troca do benefício, diz a denúncia, os empresários teriam repassado cerca de R$ 2,5 milhões ao filho de Lula. Segundo relatório da Polícia Federal, não houve prestação de serviço pela empresa dele. A PF diz também que o material produzido pela empresa era cópia de material disponível na internet.

Na documentação enviada ao juiz, o Ministério Público Federal descreve como teria sido a atuação de cada um dos quatro investigados no esquema. Segundo a denúncia, o empresário e lobista Mauro Marcondes “comandou” a organização criminosa, fazendo a ligação entre as empresas beneficiadas e a família de Lula.

Já a mulher e sócia de Marcondes, Cristina Mautoni, teria participado “ativamente” das contratações e do “fluxo de informações” com as empresas e com Luís Cláudio Lula da Silva.

De acordo com a denúncia, ao ex-presidente Lula coube “fazer os encontros com fortes indícios de que deu aval” para Mauro Marcondes e Cristina Mautoni propagarem, “para fins contratuais milionários”, o apoio e prestígio que tinha junto ao governo federal e à Presidência da República.

A denúncia afirma que a Luís Cláudio coube fornecer dados de uma das suas empresas a fim de receber o dinheiro a título de apoio do ex-presidente, mediante um contrato de fachada.

Fonte: g1.com

Carro oficial de Crivella acumulou 10 multas somente em junho

Carro oficial de Crivella acumulou 10 multas somente em junho

O carro oficial do prefeito Marcelo Crivella, um Ford Fusion preto, de placa KXJ-9551, bateu no automóvel de um estudante de Direito, de 22 anos, morador da Barra, durante o temporal que parou a cidade, na última terça-feira. O veículo acumulou dez multas somente em junho, conforme informou a colunista Berenice Seara, do jornal Extra.

Entre os dias 8 e 12 de junho, foram 10 autuações: sete por transitar em velocidade acima da permitida (infração média) e três por avanço de sinal vermelho (gravíssima). Na ponta do lápis, isso significa um acúmulo de R$ 1.791,53 em multas.

A colisão foi nas imediações do Village Mall. A assessoria da prefeitura admitiu que houve um incidente, na noite de terça-feira, com o carro oficial do prefeito Marcelo Crivella (PRB). Mas disse que não houve avarias nos carros envolvidos e que o segurança não intimidou o rapaz.

Fonte: oglobo.com

Sócio é preso sob suspeita de assassinar consultor alemão no Rio

Dois homens foram presos na manhã desta quinta-feira, 22, acusados de participação no assassinato do consultor financeiro alemão Christoph Josef Humpf, de 36 anos, morto no mês passado, no Rio de Janeiro. Entre os presos está Thomas Dieter Petzold, de 39 anos, que era sócio da vítima, pelo menos desde 2013, em uma empresa do ramo de imóveis em Copacabana.

De acordo com o delegado Fabio Salvadoretti, da Divisão de Homicídios, Petzold, que é brasileiro, atraiu Humpf para o Brasil e preparou a emboscada. O guarda municipal Levi Moraes Ferreira dos Santos, de 44 anos, preso nesta quinta-feira, forneceu a arma do crime e o carro roubado para que Luiz Fernando Pereira Garcia Júnior cometesse o crime.

Durante as investigações, os policiais encontraram uma transferência R$ 5 mil feita por Petzold para Garcia Júnior. Um quarto integrante da quadrilha, Luan Rodrigues Mesquita, de 22 anos, também está preso. Ele era encarregado de dirigir o carro usado no crime.

Petzold foi preso na cobertura em que vive com a mulher e três enteados na rua República do Peru, também em Copacabana. O guarda foi preso em casa, em Campo Grande, na zona oeste. Salvadoretti informou que continua investigando a motivação para o crime.

Garcia Júnior e Mesquita haviam sido presos na noite de 22 de maio, por acaso. Eles foram parados numa blitz no Recreio dos Bandeirantes, em frente ao condomínio Ilha Pura, que funcionou como Vila dos Atletas nos Jogos Olímpicos de 2016. Garcia Júnior desceu do carro e mostrou um distintivo, apresentando-se como “membro dos direitos humanos”.

Os policiais desconfiaram e revistaram o carro. Havia poça de sangue no banco traseiro e panos manchados de sangue. O passaporte e o cartão de crédito de Humpf, também com manchas de sangue, foram encontrados no veículo.

Corpo de mulher grávida é encontrado enterrado em praia, no RJ

Corpo de mulher grávida é encontrado enterrado em praia, no RJ

O corpo de uma mulher grávida foi encontrado enterrado no início da tarde desta quinta-feira (22), na praia de Grussaí, em São João da Barra, no Norte Fluminense.

Segundo a Polícia Militar, um banhista que passava pelo local, próximo ao Polo Gastronômico de Grussaí, encontrou o corpo e acionou um salva-vidas.

De acordo com o Corpo de Bombeiros, ainda não se sabe a causa da morte, mas os bombeiros afirmaram que a vítima estava grávida e há marcas de ferimentos do pescoço. Os Bombeiros e a PM estão no local e aguardam a perícia da Polícia Civil.

Corpo estava enterrado na areia da praia (Foto: Gilberto Morais/Inter TV)

O corpo será encaminhado ao Instituto Médico Legal (IML) de Campos dos Goytacazes, e o caso investigado pela 145ª Delegacia Legal de São João da Barra.

Fonte: g1/rj