Ministros são investigados por caronas em aviões da FAB

A Comissão de Ética Pública (CEP) da Presidência da República abriu processo para investigar o uso indevido de aeronaves da Força Aérea Brasileira (FAB) por cinco ministros e dois ex-ministros. Eles serão investigados por levarem parentes, amigos e até mesmo empresários em voos oficiais. O processo foi aberto com base na publicação de uma matéria no jornal Folha de S.Paulo.

Serão investigados os ministros Helder Barbalho (Integração Nacional); Gilberto Kassab (Ciência, Tecnologia e Comunicações); Sarney Filho (Meio Ambiente); Dyogo Oliveira (Planejamento, Desenvolvimento e Gestão) e Maurício Quintela (Transportes, Portos e Aviação Civil). E os ex-ministros Antonio Imbassahy (Secretaria de Governo) e Bruno Araújo (Cidades).

“A comissão entendeu que é imperativo requerer esclarecimentos a essas autoridades. Que haja a devida justificativa, se houver, do uso dessas aeronaves e a presença dessas pessoas estranhas aos órgãos públicos nas viagens”, disse o presidente da CEP, Mauro Menezes.

Processo arquivado

Na última reunião ordinária do ano, realizada hoje (11), a comissão decidiu arquivar o processo aberto contra a ministra dos Direitos Humanos, Luislinda Valois, por suposto recebimento indevido de diárias de viagens a trabalho em dias que ela não trabalhou. A ministra foi ao Palácio do Planalto, onde fica a CEP, explicou-se e mostrou os comprovantes de devolução das referidas diárias.

As diárias diziam respeito a duas viagens a Salvador e uma para Israel. O valor devolvido pela ministra foi de R$ 13,4 mil. Só o valor correspondente à viagem a Israel foi de R$ 10,7 mil. Além de devolver o dinheiro, Luislinda explicou ter identificado em seu gabinete o recebimento indevido das diárias. Segundo Menezes, a ministra “não teria sido agente direta” do pagamento indevido.

“O elemento central que conduziu nossa decisão foi a devolução dos valores financeiros por parte da ministra aos cofres públicos. De fato, ela identificou em seu gabinete ter havido incorreções na percepção dessas diárias. E a comissão, embora tenha constatado a incorreção, considerou não ter havido infração ética por entender que essa incorreção foi compensada com a devolução integral”.

Caso entenda que houve infração ética por conta de um agente, a comissão pode aplicar desde uma advertência até recomendar a exoneração. A recomendação é feita ao presidente da República. Cabe a ele acolher ou não a recomendação da comissão.

Fonte: otempo

Alan Queiroz agradece serviço de tapa-buracos na rua Padre Chiquinho

Alan Queiroz pede melhorias para a rua Camélias, no Jardim Eldorado II

O pedido foi realizado pelo gabinete do vereador Alan Queiroz (PSDB) à Secretaria Municipal de Infraestrutura, Urbanismo e Serviços Básicos (Semisb). Foi encaminhando a solicitação de tapa-buracos em toda a extensão da Rua Padre Chiquinho, bairro Liberdade, no Centro da cidade.

Este pedido foi um clamor da população daquela região, que estava sendo prejudicada devido à quantidade de buracos na rua, que é o principal acesso para a Unidade de Saúde Ana Adelaide. Os moradores reivindicaram este serviço junto ao gabinete do vereador, já que se trata de uma via de alta trafegabilidade.

“Quero agradecer à Prefeitura de Porto Velho, em nome do prefeito, Hildon Chaves, ao secretário da Semisb, João Chrisóstomo Moura, por atender esse pedido que vai beneficiar os moradores e as pessoas que buscam o atendimento na Unidade de Saúde Ana Adelaide”, concluiu o vereador Alan Queiroz.

Atos de Lula e Bolsonaro podem levar à condenação, diz Gilmar Mendes

O presidente do Tribunal Superior Eleitoral (TSE), Gilmar Mendes, disse nesta segunda-feira (11/12) que atos antecipados de campanha de Luiz Inácio Lula da Silva e Jair Bolsonaro poderão levar à condenação por abuso de poder econômico e à cassação de uma eventual diplomação caso sejam financiados de maneira irregular.

Na semana passada, Gilmar foi voto vencido em decisões que rejeitaram processos contra os dois pré-candidatos sob a acusação de antecipação da campanha eleitoral. Segundo ele, o tribunal voltará a discutir o assunto em fevereiro e poderá adotar uma posição mais “enfática”.

Em sua avaliação, a pergunta que deve ser respondida é não apenas se há campanha antecipada, mas quem a está financiando. “Há estruturas aí que já passam — jatinhos, deslocamentos de caravanas, ônibus, reunião organizada de pessoas e tudo mais. Tudo isso precisa ser avaliado. Acho que esse vai ser o tema do tribunal já em fevereiro”, afirmou o ministro em Washington, onde participou de assinatura de convênio que prevê o envio de observadores da Organização dos Estados Americanos (OEA) para acompanhar as eleições presidenciais do próximo ano. “Alguém está financiando isso.”

Gilmar disse que os ministros terão de traçar uma “linha”, além da qual atividades de candidatos antes do início oficial da campanha serão consideradas irregulares. Para ele, esse limite já foi ultrapassado por Lula e Bolsonaro. “Quem está financiando? Isso pode levar ao reconhecimento de abuso de poder econômico, que pode levar à própria cassação do diploma. É preciso ter muito cuidado com isso”, afirmou.

“Mas isso está sendo registrado, embora nós tenhamos evitado — eu fui voto vencido — a aplicação de uma sanção”. Gilmar reconheceu que há uma “lacuna” na legislação, que dificulta a fiscalização de atos na fase de pré-campanha. O ministro voltou a manifestar preocupação sobre a potencial influência econômica do crime organizado nas eleições gerais de 2018, nas quais serão escolhidos o presidente, governadores, senadores e deputados federais e estaduais.

Cruzamento de dados revelaram que quase metade dos 730 mil doadores na disputa municipal do ano passado não tinha capacidade econômica para realizar as contribuições, ressaltou. A suspeita é que cerca de 300 mil pessoas tenham sido utilizadas como laranjas para canalizar recursos para candidatos.

O modelo teria se disseminado depois da mudança na legislação eleitoral que proibiu doações de pessoas jurídicas. “Nós temos preocupação hoje, inclusive por conta desse novo modelo, com o crime organizado, com a participação nas próprias eleições, porque essa gente já dispõe de recursos”, disse o ministro. “Eu acompanhei as eleições do Rio de Janeiro, onde vocês sabem nós temos uma situação muito peculiar, com milícia, tráfico e tudo mais.”

Fonte: metropoles

Eddie Vedder, do Pearl Jam, anuncia dois shows solo em São Paulo em março

Eddie Vedder, vocalista do Pearl Jam, anunciou nesta segunda-feira (11) que vai fazer dois shows solo em São Paulo. As apresentações estão marcadas para dias 28 e 29 de março, no Citibank Hall (veja o serviço abaixo).

A venda de ingressos para o público em geral começa em 19 de dezembro. Clientes Citi e Diners Club terão pré-venda exclusiva entre 16 de dezembro e 19 de dezembro. As entradas vão de R$ 180 a R$ 880.

Com o Pearl Jam, Vedder toca no Rio, em 21 de março, e no Lollapalooza 2018, que acontece também em São Paulo, em 24 de março.

Em 2014, o artista já havia feito apresentações no Brasil sem a sua banda. Na ocasião, mostrou tanto faixas de seus dois discos solo, “Into the wild” (2007) e “Ukelele songs” (2011), quanto material do Pearl Jam e covers (entre eles, versões para músicas de Neil Young e Ramones).

Os shows de Vedder, que completa 53 anos neste mês de dezembro, são intimistas e descontraídos.

Com estilo “banquinho e violão”, o músico faz piadas frequentes e se mostra mais relaxado que no começo da carreira, na década de 1990, quando o grunge estourou.

A abertura vai ser novamente do irlandês Glen Hansard. Ele é conhecido por estrelar o filme “Apenas uma vez” (2006). Também assinou a trilha do longa, que tem a música “Falling slowly”, ganhadora do Oscar de melhor canção original.

Eddie Vedder em São Paulo

  • Quando: 28 e 29 de março
  • Onde: Citibank Hall (Av. das Nações Unidas, 17.955, Santo Amaro)
  • Horário: Glen Hansard (20h30) e Eddie Vedder (21h30)
  • Duração: aproximadamente 1 hora e 40 minutos
  • Capacidade: 4.171 lugares
  • Ingressos: R$180 (plateia superior); R$ 300 (plateia superior III); R$ 350 (plateia superior I e plateia superior II); R$ 600 (poltrona II); R$ 720 (cadeira II e poltrona I); R$ 820 (cadeira I); R$ 850 (camarote II); e R$ 880 (camarote I e cadeira VIP)
  • Início das vendas: clientes Citi e Diners Club terão pré-venda exclusiva entre 16 de dezembro (ao meio-dia) e 19 de dezembro (às 8h), com desconto de 15% e limitado a oito ingressos por cartão; para o público em geral, a venda começa às 10h de 19 de novembro
  • Bilheteria oficial (sem taxa de conveniência): Citibank Hall (Av. das Nações Unidas, 17.955, Santo Amaro), de terça-feira a sábado, das 12h às 20h, e domingos e feriados, das 13h às 20h
  • Locais de venda (com taxa de conveniência): clique aqui para ver os pontos de venda
  • Vendas pela internet: no site da Tickes For Fun
Pearl Jam (Foto: Divulgação)

Fonte: g1

Deputado Cleiton Roque defende suinocultura em Rondônia

Deputado Cleiton Roque concede título de Cidadão de Rondônia a Miguel de Souza

Parlamentar indicou que governo verifique alíquota cobrada sobre a comercialização de produtos suínos no Estado

O deputado Cleiton Roque (PSB) indicou ao Poder Executivo e a Secretaria de Estado de Finanças (Sefin), a necessidade de verificar a alíquota cobrada sobre a comercialização de produtos suínos em Rondônia.

“Em especial, de carcaça, pois os produtos produzidos em outros Estados estão entrando para comercialização em condições tributárias mais favoráveis”, frisou o deputado.

A solicitação, explicou Cleiton Roque, visa atender à reivindicação dos produtores de Rondônia onde a cadeia produtiva suína ainda é pequena. A classe estaria insatisfeita com a alíquota cobrada sobre a comercialização de produtos suínos em Rondônia.

“Forçando-os a diminuir a produção enquanto os Estados vizinhos oferecem incentivos fiscais”, enfatizou o deputado.

A suinocultura brasileira ocupa destaque no cenário internacional. O Brasil é o quarto maior produtor e o quarto maior exportados de carne suína. Em Rondônia, a suinocultura ainda é pequena, se comparada a outras atividades da pecuária.

O rebanho de suínos do Estado tem cerca de 250 mil cabeças, sendo a maioria nas propriedades classificadas como de subsistência. Em 367 propriedades a suinocultura é tecnificada.

“Precisamos incentivar nossos produtores, e uma das formas é oferecer alíquota compatível com os Estados vizinhos para que possamos competir e avançar nesse mercado tão competitivo”, concluiu Cleiton Roque.

Denuncismo irresponsável – por Andrey Cavalcante

Terceiro Turno - por Andrey Cavalcante

Nascida em 1930, pautada pela defesa da cidadania, da democracia e dos direitos humanos, a Ordem dos Advogados do Brasil (OAB) teve atuação marcante em momentos cruciais da história política do país – como no combate à ditadura, na luta em favor da redemocratização, em prol do impeachment do ex-presidente Fernando Collor e da recente deposição da ex-presidente Dilma Rousseff. Em todos esses episódios, a entidade jamais se deixou levar por cantos de sereia, como também jamais admitiu agir no afogadilho, impulsionada por pressões político-ideológicas sem lastro. Fez o que tinha que ter feito. Posicionou-se na hora adequada, nunca de maneira intempestiva, assentada nos princípios e valores que sempre nortearam a instituição.

Está correta apenas até aí a matéria irresponsável, veiculada em tom de “denúncia” por uma revista de circulação nacional, que provocou reação indignada de toda a advocacia nacional ao pautar extensa matéria exclusivamente em um áudio produzido pelo conselheiro Flávio Pansieri, do Paraná. Ele integrou a comissão de cinco membros, constituída pelo Conselho Pleno da Ordem, para relatar o pedido de impeachment do presidente Michel Temer. E já explicou que o áudio que circula com sua voz foi enviado por ele antes que tivesse conhecimento de fatos que o fizeram concluir pela procedência do impeachment. Não foi suficiente. A revista desprezou os fatos em favor de uma versão fantasiosa. Declinou da ética para se deixar seduzir pelo sensacionalismo vulgar. Apressou-se na publicação do que imaginou ser um “furo” – embora já sobejamente veiculado nas redes sociais. Abandonou, por preguiça, tudo aquilo que preconiza o bom jornalismo. O autor comprovadamente nem se deu ao trabalho de ler o documento protocolado na Câmara dos Deputados.

Fosse assim, teria percebido, assim como aconteceu com Flávio Pansieri, que o pedido não faz qualquer referência ao áudio gravado pelo delator, mas à própria. Como bem lembrou o presidente Cláudio Lamachia, o pedido foi pautado em fatos, nos documentos tornados público pelo STF, nas entrevistas do próprio presidente da República e na análise técnica dos fatos, em sessão pública e amplamente coberta pela imprensa. O pedido formulado pela OAB não é baseado em insinuações. Ele foi resultado de uma ampla consulta aos legítimos representantes eleitos pelas advogadas e advogados de todo o Brasil. Antes da votação no Conselho Federal foram consultadas as seccionais estaduais da OAB. A ampla maioria concluiu que o presidente cometeu crime de responsabilidade. No Conselho Federal, 25 bancadas estaduais chegaram à mesma conclusão. Não houve, no Conselho, nem mesmo um relator individual para o caso. O relatório foi elaborado por uma comissão de cinco conselheiros. No parecer apresentado ao plenário, a comissão foi unânime ao concluir pelo impeachment.

Interessante observar que o redator enalteceu as virtudes da OAB e sua atuação histórica como protagonista no debate das grandes questões institucionais do país. Não para reverenciar os méritos da instituição, mas para apontar o dedo acusador do que, em sua visão irresponsável, “evidencia” um grande demérito de toda a categoria representada por seus dirigentes. Todas as loas cantadas por ele no breve histórico das realizações da OAB se prestaram apenas para sentenciar que “estranhamente, não foi o que ocorreu no caso Michel Temer”. Foi a partir daí que demonstrou a opção deliberada pelo erro e pela desinformação, para inclusive reverenciar a vulgaridade: “A OAB embarcou numa canoa furada”. Se concedesse algum crédito à abertura do próprio texto o autor teria se apercebido de que a Ordem jamais, em toda a sua história que ele mesmo reconhece grandiosa, “embarcou” no que quer que seja.

A OAB sempre foi protagonista das ações que promoveu. E todas as demais entidades e instituições que se uniram em defesa de suas propostas foram motivadas pela seriedade, clareza e embasamento técnico lastreado exclusivamente em sua única ideologia: o respeito intransigente e inflexível à constituição e às leis. A configuração do crime de responsabilidade cometido pelo presidente dispensa o teor das gravações. A denúncia está lastreada na violação do artigo 85 da constituição, configurada no ato de receber em sua residência à noite, sem agenda oficial e escamoteada pelo acesso via entrada da garagem a visita de quem o próprio Temer classificou publicamente de “bandido”. E por prevaricar ao não denunciar, de imediato, o interlocutor, ao ouvir dele o gravíssimo reconhecimento de crimes de suborno a membros do judiciário. Equivoca-se, por fim, ao insinuar que a OAB desviou-se de sua virtuosa trajetória histórica. A OAB faz sua parte e cobra que a lei seja aplicada de forma igual para todos. A sociedade brasileira exige seriedade na condução da coisa pública e das instituições.

Procuradoria pediu prisão de auditor da Receita por receber propina

A procuradora Anamara Osório Silva, do Ministério Público Federal, em São Paulo, afirmou nesta segunda-feira (11/12) que requereu a prisão preventiva do auditor Cloves da Costa Oliveira, da Receita, alvo da Operação Baixo Augusta. O fiscal é suspeito de ser beneficiário de um esquema de R$ 160 milhões em propina da JBS para agilizar a liberação de créditos tributários do Fisco para a empresa.

Cloves é auditor desde 2006. Seu contracheque é R$ 26.821. Na posse do auditor, a PF e a Receita apreenderam um Camaro, uma BMW e uma Land Rover. Em nome de familiares de Cloves foram apreendidos outros 19 veículos.

Ele ocupava um gabinete na sede da Receita localizada na rua Augusta. O auditor teria agido para garantir ao grupo JBS um crédito de R$ 2 bilhões. A investigação mostra que no setor de Clóvis atuam dezenas de outros auditores, mas nenhum deles está sob suspeita.“A imensa maioria dos auditores é honesta. Este é um caso pontual”, observou o auditor Guilherme Bibiani, chefe da Delegacia Especial de Administração Tributária.

Bibiani destacou que Cloves era um “auditor da ponta nos processos de análise de direitos creditórios, uma área muito sensível, complexa, que envolve muito poder”.

Sobre a operação, Bibiani ressaltou. “A gente deve isso para a sociedade.”

A Operação Baixo Augusta surgiu de uma investigação interna da Receita, via Corregedoria, a partir da delação de três executivos do Grupo J&F/JBS – Valdir Aparecido Boni (ex-diretor tributarista da companhia), Demilton Antônio de Castro e Florisvaldo Caetano de Oliveira. A delação foi homologada pelo Supremo Tribunal Federal.

A Corregedoria abriu investigação por meio da portaria número 106, de 22 de maio.

Até ser afastado, o fiscal atuou sob monitoramento do Fisco.

“Para a agilização da análise dos créditos tributários, o auditor teria recebido em propina 8% de todos os valores então creditados ao Grupo JSB. Foi feito um pedido ao juiz da 10.ª Vara, e a Justiça Federal deferiu o afastamento do auditor, o afastamento do trabalho”, declarou a procuradora Anamara Osório Silva.

Segundo ela, a Justiça entendeu que o afastamento do fiscal de suas funções “já atendia a necessidade de não cometer mais crimes”.

O delegado Alberto Ferreira Neto, presidente do inquérito da Baixo Augusta, detalhou o esquema de R$ 160 milhões.

“É claro que o servidor da Receita Federal não atuava de forma isolada. Existia um grupo que trabalhava com ele. São intermediários que faziam essa propina chegar até o auditor da Receita Federal. Nós temos esse montante de R$ 160 milhões pagos pela empresa ao fiscal, mas por óbvio que passava por alguns intermediários.”

Ferreira Neto destacou que do valor total de R$ 160 milhões, R$ 100 milhões foram pagos por intermédio de doleiros, R$ 40 milhões pagos em espécie e R$ 20 milhões pagos por meio de notas fiscais fictícias. “Ou seja, faziam a simulação da prestação do serviços só para que pudessem o dinheiro chegar às mãos das pessoas certas”, relatou o delegado.

A reportagem está tentando contato com a defesa de Cloves da Costa Oliveira.

Fonte: metropoles

 

Deputado Léo Moraes recebe medalha Dom Pedro II do Corpo de Bombeiros e Diploma de Amigo da Polícia Militar

Deputado Léo Moraes recebe medalha Dom Pedro II do Corpo de Bombeiros e Diploma de Amigo da Polícia Militar

O Deputado Estadual Léo Moraes recebeu no último sábado, a Medalha da Ordem do Mérito Dom Pedro II, maior honraria concedida pelo Corpo de Bombeiros Militar do Estado de Rondônia (CBM-RO). A homenagem
é destinada a pessoas que desempenharam, no último ano, serviços em favor da corporação e foi realizada no Baile de Fogo, em Porto Velho.

Para Léo, a medalha o responsabiliza a se empenhar ainda mais pela instituição. “Fiquei muito honrado em ter sido lembrado, o que me traz ainda mais incumbências em continuar representando o Corpo de Bombeiros que tanto dignifica nossa Rondônia.” Descreveu.

O parlamentar também recebeu no último final de semana, durante a comemoração dos 30 anos da Associação de Praças da Polícia Militar do Estado de Rondônia (ASPRA), o diploma de “Amigo da Polícia Militar” por ter contribuído, durante o ano de 2017, para o desenvolvimento das atividades da corporação no estado.

“Estou muito feliz em ser agraciado com este diploma, reconheço o trabalho incansável da PM e sei quantos desafios a categoria precisa vencer diariamente. Essa homenagem só reforça meu apoio e incentivo para que nossa polícia se desenvolva, tendo melhores condições de trabalho, salários dignos, mais profissionais e, consequentemente nossa população tenha mais segurança.” Concluiu Léo.

Maurão afirma que Assembleia contribui para momento positivo de Rondônia

Maurão afirma que Assembleia contribui para momento positivo de Rondônia

Ele avaliou que o clima de harmonia entre os poderes e instituições da sustentação para ações governamentais

Durante entrevista ao programa Rondônia em Debate, na TV Gazeta de Porto Velho, comandado pelo jornalista Arimar Souza de Sá, na sexta-feira (8), o presidente da Assembleia Legislativa, Maurão de Carvalho (PMDB), declarou que o clima de harmonia entre os poderes e instituições, com participação decisiva do Parlamento Estadual, tem sido fundamental para que Rondônia atravesse o momento positivo atual.

“Enquanto muitos Estados enfrentam dificuldades para manter a folha de pagamento e os fornecedores, em Rondônia o Governo tem feito investimentos, nas mais diversas áreas. É claro que temos problemas e
desafios, mas estamos numa crescente e muito desse momento positivo se deve ao clima de harmonia entre os poderes e instituições”, destacou.

Segundo ele, em outros momentos o Estado vivenciou um clima bem diferente, com um distanciamento entre os poderes e instituições, o que acabava emperrando a gestão. “Tudo passa pela Assembleia. Portanto, se não houver uma boa relação entre os entes, respeitando-se a autonomia de cada um, a situação pode se complicar. Se cada um puxar para um lado, a coisa pública não anda. Temos que somar esforços e todos numa mesma direção”, completou.

O parlamentar avaliou como positivo o ano de 2017, do ponto de vista de sua atuação parlamentar. “Destinei recursos para mais de 40 dos 52 municípios de Rondônia, com a finalidade de recuperação do asfalto urbano. Além disso, intercedemos junto ao Executivo para garantir ações e projetos para as cidades, além de alocarmos investimentos para o setor produtivo, que é a mola mestra de nossa economia”, acrescentou.

Além de atuar no comando da Assembleia, onde se reúne diariamente com prefeitos, vereadores e lideranças, Maurão de Carvalho tem percorrido o Estado com frequência.

“Tem muitas coisas boas sendo feita pelo Estado afora. E isso tem nos motivado a trabalhar mais e acreditar que Rondônia vai continuar crescendo, se desenvolvendo e trazendo mais oportunidades para todos”, destacou.

Assembleia Legislativa homenageia os delegados da Policia Civil de Rondônia

Assembleia Legislativa homenageia os delegados da Policia Civil de Rondônia

A sessão solene proposta por Léo Moraes teve a presença do presidente Maurão e autoridades da Policia Civil

A Assembleia Legislativa realizou uma Sessão Solene na tarde desta sexta-feira (08), com a presidência do deputado Léo Moraes (PTB), para homenagear o corpo de delegados da Polícia Civil de Rondônia.

Em discurso o parlamentar agradeceu a presença de todos e ressaltou a importância desses servidores para a segurança pública. “Vocês compõem um grande grupo da Segurança Pública. Ficamos honrados em poder ajudar”.

Ele falou das dificuldades que a Polícia Civil enfrenta e disse que, apesar disso, a corporação ainda faz um trabalho louvável. O deputado lembrou dos discursos políticos que abordam as eleições do ano que vem e afirmou que é preciso que os servidores da polícia coloquem um representante da classe, para que possam continuar tendo um forte apoio dos poderes legislativo e executivo.

“Precisamos mais do que nunca ter representatividade. A inovação política é importante, mas que tenhamos nessa Casa um representante da categoria, porque se não o trator passa por cima sem mandar recado, não porque o Governo é ruim, mas porque para reivindicar é preciso que as coisas cheguem até lá”, discursou.

O presidente da Casa de Leis Maurão de Carvalho (PMDB) esteve presente para prestar sua homenagem e teceu elogios a classe. “Para mim é uma alegria participar dessa Sessão que homenageia os delegados e delegadas do Estado e que tem prestado um ótimo serviço ao povo de Rondônia”.

Ele parabenizou Léo pela iniciativa e pelas lutas travadas em nome da Polícia Civil dentro da Assembleia. “Parabéns não só por essa homenagem, mas pelo trabalho constante aqui na Casa em defesa da Polícia Civil e da segurança do Estado. Sou testemunha desse trabalho e fico honrado em ajudar”

O procurador do Estado Glauber Gaíva, representante do secretário chefe da Casa Civil, disse que a homenagem aos delegados são mais que merecidas.

Ele afirmou que as discussões envolvendo a Lei Orçamentária Anual para a polícia civil são promissoras. “Foram mostrados índices relevantes de melhoria para o próximo ano, coisas que irão melhorar muito graças a vocês, a essa Casa e a todos vocês que tem uma atuação destemida”.

O delegado geral adjunto da Polícia Civil Antônio Carlos dos Reis cumprimentou a todos e agradeceu a Casa de Leis pela homenagem e a sua família. “Dizer em nome da direção que agradecemos profundamente ao Léo pela homenagem. Somente nós que estamos aqui sabemos da importância disso para cada um”.

O delegado Júlio Cesar de Souza Ferreira, presidente da Associação dos Delegados da Polícia Civil fez seus agradecimentos e ressaltou que a homenagem é importante e muito merecida para ele e os colegas. “Acho que todos aqui têm consciência que estamos aqui porque merecemos. Não é só salário que faz a dignidade do profissional, mas sim o reconhecimento e muitas outras coisas”.

O presidente do Sindicato dos Delegados da Polícia Civil, Renato Eduardo de Souza, ressaltou em seu discurso, a importância da Assembleia Legislativa para as últimas vitórias da categoria. “Podemos dizer que temos um parceiro e é essa Casa que está em todos os pleitos necessários. Nada teria acontecido se não fosse o apoio do presidente, do Léo e dos demais pares. Do pouco que conseguimos essa Casa esteve presente e nunca se negou em nos ajudar”.

Ele lembrou da implantação da periculosidade, que foi obtida com a ajuda da Casa de Leis. “Graças a Deus o Maurão colocou o orçamento dessa Casa a disposição e poderemos aumentar a periculosidade para 100% em janeiro.

Ainda estamos distantes do que sonhamos, mas a ideia de unidade e de sermos políticos nos ajudou e ainda irá nos ajudar”.