Multinacional ameaça parar de anunciar no Google e Facebook

Em uma conferência de publicidade realizada na Califórnia, na última segunda-feira (12), a Unilever ameaçou retirar seus anúncios de gigantes da publicidade digital como Google e Facebook.

Durante o evento, o chefe de marketing e comunicação da empresa, Keith Weed, afirmou que essas plataformas são “um pouco melhores que um pântano em termos de transparência”.

O executivo também disse que ambas empresas não estão fazendo nada para barrar a proliferação de conteúdo reprovável, e contam com programas deficientes para proteger crianças. Essa falta de ação ameaça até mesmo as democracias, segundo ele.

“Notícias falsas, racismo, sexismo, terroristas espalhando mensagens de ódio, conteúdo tóxico dirigido à crianças. (…) É do interesse da indústria de mídia digital ouvir e agir sobre isso”, afirmou Weed em seu discurso no Interactive Advertising Bureau’s Leadership Meeting, segundo o jornal Los Angeles Times.

A acusação é grave pois parte de uma das maiores anunciantes do mundo, com orçamento de publicidade de R$ 31,3 bilhões (US$ 9,5 bilhões). Cerca de 25% de todo esse orçamento é direcionado a anúncios digitais. A empresa é dona de marcas como Axe, Dove, Ben & Jerry e Hellmann’s.

Por outro lado, Google e Facebook dominam o mercado mundial de publicidade: cerca de 60% de toda a receita de marketing digital em todo o mundo vai para as duas empresas.

As duas empresas enfrentam problemas sérios, além de pressão de governos nos Estados Unidos e União Europeia. O Google precisou rever toda a sua política etária após ser revelado a presença de vídeos impróprios que se disfarçavam de canais infantis.

O Facebook tem uma séria questão de proliferação de conteúdo de ódio, além de crises com eleições e manipulação de algoritmo.

Em comunicado, o Google afirma que leva a sério a manutenção da confiança e segurança de parceiros e usuários. O Facebook afirmou que está trabalhando em “estreita colaboração” com a Unilever para melhorar sua plataforma.

Fonte: r7

Milícia expulsa moradores e distribui imóveis para comparsas na Zona Oeste do Rio

Milicianos que dominam a localidade Jesuítas, em Santa Cruz, na Zona Oeste do Rio, estão expulsando moradores do condomínio Aterrado do Leme 2, do programa federal “Minha Casa, Minha Vida”, e distribuindo os apartamentos a comparsas. Há duas semanas, uma família que morava no conjunto há três anos denunciou à Delegacia de Repressão às Ações Criminosas Organizadas (Draco) que foi expulsa por homens armados em agosto do ano passado.

O casal e seus dois filhos — o mais novo sequer completou um ano — estão morando na casa de parentes e desejam entrar com um pedido na prefeitura para serem realocados em outro imóvel. Eles contaram à polícia que precisaram deixar o apartamento por alguns meses, no fim de 2016, por causa do tratamento médico de um dos filhos. Quando voltaram, encontraram o imóvel ocupado por outra família. Eles questionaram os novos moradores e perceberam a movimentação de homens armados no estacionamento.

Um destes homens perguntou ao casal o que estava acontecendo. Após ouvir a explicação, ele afirmou que, antes de a família poder reocupar o imóvel, a que estava morando ali precisaria ser alocada. Quando o casal disse que o apartamento era deles, ouviu do interlocutor que os novos moradores estavam ali por ordem do “Quartel General”. E explicou: ele se referia à Favela do Aço, em Paciência, onde se escondem os chefes da maior milícia do Rio.

Segundo a Draco, quem controla a região é Danilo Dias Lima. Ele foi nomeado por Toni Ângelo, chefão da milícia, que está preso. Com a captura de outros líderes do grupo, Danilo ganhou prestígio. Atualmente, expandiu seu domínios para a Baixada Fluminense.

Mais cinco unidades invadidas

A família foi informada por outros moradores que pelo menos outros cinco apartamentos que estavam vazios foram invadidos e ocupados por comparsas de milicianos que dominam a região. Após esse dia, em agosto do ano passado, a família nunca mais voltou ao conjunto.

O casal também contou aos policiais que, antes de eles serem expulsos, a milícia já havia estabelecido uma taxa de R$ 40 por apartamento para a instalação de ‘‘gatonet’’. Os paramilitares também lucram com uma mesada cobrada de cada pessoa que deseje explorar qualquer atividade comercial dentro do condomínio, como bares, mercearias e lojas que fazem parte do projeto original do conjunto habitacional.

O Aterrado do Leme 2 já foi alvo de uma investigação da Draco. Em janeiro do ano passado, agentes da especializada prenderam o então síndico do condomínio. De acordo com a Draco, a partir do momento em que Alexsandro Morais da Silva, o Cabeludo, assumiu a gestão do conjunto, em 2015, ele impôs aos moradores o pagamento de taxas estabelecidas pelos milicianos.

Antes da prisão, o EXTRA já havia revelado, na série de reportagens “Minha casa, minha sina”, no início de 2015, que milicianos expulsavam moradores que fumavam maconha dentro deste mesmo condomínio de Santa Cruz.

Série de reportagens denunciou expulsões

Em março de 2015, o EXTRA revelou, durante a série “Minha casa, minha sina”, que todos os condomínios do “Minha Casa, Minha Vida” destinados aos beneficiários mais pobres — a faixa 1 de financiamento — no município do Rio eram alvo da ação de grupos criminosos. Na ocasião, as reportagens revelaram que 18.834 famílias estavam submetidas a expulsões, reuniões de condomínio feitas por bandidos, bocas de fumo em apartamentos, espancamentos e homicídios.

Após a publicação da série, o governo federal mudou a lei que rege o programa, possibilitando que moradores expulsos por criminosos possam receber novos imóveis.

Fonte: extra.globo

Pesquisadores podem ter resolvido mistério de “múmia que grita”

Arqueólogos podem ter resolvido o mistério da “múmia que grita”, um corpo preservado de boca aberta que foi encontrada perto de múmias da realeza. O cadáver não foi propriamente mumificado, o que intrigou pesquisadores por anos.

De acordo com o The Independent, o corpo, conhecido como “Unknown Man E” (“Homem Desconhecido E”, em tradução livre), pode ter pertencido ao príncipe Pentewere, filho de Ramses III.

Registros históricos indicam que ele foi enforcado por estar envolvido em uma trama para matar seu pai. Marcas encontradas no pescoço da múmia e análise de DNA indicam que o corpo era mesmo de Pentewere. Ele também estava envolvido em um material considerado impuro pelos egípcios: pele de carneiro.

Apesar da traição do príncipe não ter dado certo, evidências arqueológicas indicam que Ramses morreu aos 60 anos, mas não de morte natural. Ele teria sido assassinado, tendo sua garganta cortada, conforme dados de 2012.

Fonte: exame

 

Suspeitos invadem agência bancária e arrombam cofre com armas em Porto Velho

A Polícia Civil investiga a ação de criminosos que, na madrugada desta terça-feira (13), invadiram uma agência bancária localizada na Avenida Mamoré, bairro JK 1, na Zona Leste de Porto Velho. Além quebrarem a parede e arrombarem um cofre, roubaram dois revólveres calibre 38. De acordo com peritos da Polícia Civil, nenhum valor foi levado do banco.

O delegado José Marcos, titular da especializada em crimes contra o patrimônio, está a frente das investigações. Segundo ele, o circuito interno de vigilância da agência deve facilitar a identificação dos criminosos.

“Estamos fazendo todas as perícias necessárias para a identificação dos criminosos”, afirmou, acrescentando que, para ter acesso ao interior do banco, os invasores quebraram parte da parede dos fundos com marretas.

Um morador da região, que não quis se identificar, disse que essa não é a primeira vez que ladrões tentam assaltar a agência. “Os bandidos se aventuram de vez em quando tentando roubar essa agência”, comentou.

Fonte: g1

Ex-presidente da Guatemala é detido por caso de corrupção

Cidade da Guatemala – O ex-presidente da Guatemala, Álvaro Colom, foi detido nesta terça-feira acusado de participar de um caso de corrupção conhecido como “Transurbano”, nome do modelo de transporte urbano implementado no governo do partido União Nacional da Esperança (UNE), entre 2008-2012.

Colom, que chegou ao tribunal rodeado por uma nuvem de jornalistas, está acusado dos crimes de fraude e peculato nesta trama, que investiga um possível desvio de fundos.

O ex-presidente guatemalteco é esperado esta semana em Honduras como representante especial da Organização dos Estados Americanos (OEA) para dirigir a mesa de trabalho entre o governo do presidente Juan Orlando Hernández e a Missão de Apoio Contra a Corrupção e a Impunidade em Honduras (MACCIH).

O Ministério Público e a Comissão Internacional Contra a Impunidade na Guatemala (Cicig) efetuam hoje 14 mandados nos quais buscam deter várias pessoas, entre elas membros do gabinete do ex-mandatário.

Até o momento, as autoridades confirmaram as capturas dos ex-ministros Juan Alberto Fuentes Knight (Finanças), Salvador Gándara Gaitán (Governo), Ana Francisca del Rosario Ordóñez (Educação), Abraham Valenzuela (Defesa), Edgar Alfredo Rodríguez (Trabalho), Óscar Velásquez (Economia), Celso David Cerezo Mulet (Saúde), Gerónimo Lancerio Chingo (Cultura) e Luis Alberto Ferraté (Meio Ambiente).

O Transurbano é um sistema de transporte público da Cidade de Guatemala operado pelo Sistema Integrado Guatemalteco de Ônibus e impulsionado pelo governo da Guatemala durante o governo de Colom e a Associação de Empresários de Ônibus Urbanos, e é pago com um cartão.

As autoridades não especificaram até o momento mais detalhes deste caso nem os crimes pelos quais os detidos foram acusados.

Em sua chegada ao tribunal, Fuentes Knight disse que quando ele deixou o cargo pediu que se averiguassem supostas “anomalias” que começavam a surgir na empresa que operava o serviço de transporte.

“Quando eu renunciei eu exigi que se iniciasse uma investigação e que não se canalizassem mais recursos ao Transurbano, à empresa em particular”, destacou, acrescentando que não denunciou nada porque então não tinha informação suficiente.

Fonte: veja

Holanda aprova polêmica lei que automatiza a doação de órgãos

O Senado holandês deu sinal verde nesta terça-feira (13/2) à polêmica lei que transforma automaticamente todos os cidadãos em doadores de órgãos, a menos que afirmem em vida e explicitamente que não desejam doar.

Os cidadãos que não mostrarem rejeição em vida, e após o envio de duas cartas de aviso para que deixem clara sua posição, serão registrados no sistema como “não objeção”.

Se os parentes tiverem “sérias objeções” e “problemas insuperáveis” com a doação dos órgãos de seu familiar, podem se opor apesar de o morto ter dado sua permissão para ser doador.

A nova Lei de Doadores foi aprovada com 38 votos a favor e 36 contra.

Os senadores que votaram contra consideraram que um Governo não pode decidir sobre os órgãos de um cidadão, enquanto outros afirmaram que esta nova lei gerará muitos custos e problemas, e nada assegura que tenha melhores resultados do que o sistema atual, que exige se registrar em vida para ser doador após o falecimento.

Este projeto, apresentado pelo democrata-cristão Pia Dijkstra durante a anterior legislatura, foi debatido por vários dias no Senado e esteve rodeado de dúvidas durante os últimos meses.

Cerca de 150 pessoas morrem a cada ano na Holanda enquanto estão na lista de espera por um fígado ou um rim, por exemplo, e as campanhas para convencer os cidadãos a se inscreverem voluntariamente como doadores não deram grandes resultados nos últimos anos.

Espera-se que as novas regras entrem em vigor 1º de julho de 2020, acompanhadas de uma grande campanha que explique aos cidadãos as mudanças.

Fonte: metropoles

As polêmicas transfusões de sangue para retardar a velhice que são moda entre milionários nos EUA

O sangue dos mais jovens é capaz de rejuvenescer os mais velhos? Milionários não apenas acreditam nessa hipótese, como estão pagando por transfusões com esse fim nos Estados Unidos.

Quem está por trás dessa ideia com cara de futurista e ares de ficção científica são empresas do Vale do Silício, o coração da tecnologia na Califórnia.

E entre os adeptos da controvertida prática estaria Peter Thiel, cofundador da empresa de pagamentos online PayPal. Especula-se que ele gasta milhares de dólares com “sangue novo”.

Mas para entender o que está acontecendo hoje nesses laboratórios é preciso voltar ao passado.

Sangue novo

No século 19, um cientista francês chamado Paul Bert fez uma descoberta ao mesmo tempo fascinante e espantosa.

Ele fez costurou duplas de roedores para que compartilhassem o fluxo sanguíneo e pudesse observar o resultado.

Os camundongos mais velhos começaram a mostrar sinais de rejuvenescimento: melhor memória, mais agilidade e uma cicatrização mais rápida.

Muitos anos depois, pesquisadores de universidades americanas como Harvard e Stanford decidiram dar prosseguimento aos estudos do francês.

A técnica, conhecida como parabiose ou união fisiologia e anatômica de dois organismos, transformou-se na base de trabalho de várias empresas na Califórnia que tentam replicar os efeitos rejuvenescedores em humanos.

Mas ao mesmo tempo em que tentam revolucionar a ciência, atraem controvérsia e muita discussão.

Teste clínico

Para o médico Jesse Karmazin, o futuro é agora.

Em 2016, Karmazin, que é graduado pela Universidade Stanford, fundou a Ambrosia, uma startup que investiga os efeitos do sangue de pessoas mais jovens no combate de doenças ligadas ao envelhecimento.

“Acabamos de complementar o primeiro teste clínico. Vamos fazer mais estudos, mas os resultados até agora são bons”, disse Karmazin à BBC Mundo, o serviço em espanhol da BBC.

“Acreditamos que o tratamento é exitoso, que reverte o envelhecimento e funciona para uma série de males associados com a velhice, como doenças do coração, diabetes e Alzheimer”, completa.

Do teste mencionado por Karmazin, participaram 150 pessoas com idade entre 35 e 80 anos, que pagaram US$ 8 mil (cerca de R$ 27 mil) cada uma pelo tratamento.

“Era uma transfusão simples”, explica o médico. “Recebemos o excesso de plasma de bancos de sangue, que têm muito. Nós só usamos plasma, que é o fluido sanguíneo, sem as células”, diz.

Ele explica que as pessoas vão à clínica – a Ambrosia tem uma na Califórnia e outra na Flórida – e recebem o plasma jovem na veia.

Qual é o limite

O que para o fundador da Ambrosia parece ser algo simples desperta receio e dúvidas da comunidade científica.

“Para mim, fazer experimentos com pessoas saudáveis e dar a elas plasma com a esperança de que possam viver mais é ir pouco longe demais”, afirma Eric Verdin, presidente do Instituto Buck de Pesquisa sobre o Envelhecimento, também localizado no Vale do Silício.

Segundo ele, há muitos problemas associados ao plasma, como vírus e outras coisas que ainda não conhecemos.

“Me preocupa que alguém de 40 ou 50 anos, saudável, vai receber plasma de jovens”, afirma Verdin.

“Por que acha que as pessoas tiram seu próprio sangue antes de entrar na sala de cirurgia para evitar um transfusão de sangue alheio?”, questiona.

“Eu não receberia sangue de outra pessoa, a não ser que fosse uma situação de vida ou morte”, enfatiza Verdin que, além disso, critica a cobrança de US$ 8 mil para esse tipo de teste.

Alzheimer

A Ambrosia, contudo, não é a única a trabalhar com transfusões de sangue de jovens para pessoas mais velhas.

“Há estudos e experimentos incrivelmente importantes”, reconhece Verdin, emendando que os estudos com roedores estão muito avançados. “Até consigo aceitar que se extraia plasma de pessoas jovens para dar a pacientes com Alzheimer severo, como faz a Alkahest”, exemplifica.

A empresa citada por Verdin é outra startup, nascida em 2014 também na Califórnia.

Fundada pelos neurocientistas Tony Wyss-Coray e Saul Villeda, a Alkahest acabou de concluir a primeira fase de um teste com 18 pessoas com Alzheimer que receberam dose semanal de plasma de doadores jovens por quatro semanas.

Mas segundo um artigo da revista científica Nature, de setembro de 2017, o teste é ainda pequeno demais para se falar em benefícios clínicos, segundo Wyss-Coray.

O diretor-executivo da Alkahest, Karoly Nikolich, também prefere a cautela ao falar do experimento, mas demonstra confiança.

Ainda que a empesa esteja analisando os dados e prefira não tratá-los como finais, Nikolich disse à BBC que os pacientes apresentaram melhores habilidades para desempenhar tarefas diárias básicas. Também demonstraram sinais de estarem mais conscientes do ambiente que os cercam e deles mesmos.

Para Verdin, os testes conduzidos pela Alkahest têm mais fundamento que os da Ambrosia.

“Os pacientes (da Alkahest) estão com demência e basicamente não há outro tratamento para eles.”

Vampiros?

Para um pesquisador como Verdin, que há décadas estuda a velhice, o surgimento dessas startups que prometem retardar o envelhecimento e aumentar a expectativa de vida para além dos 100 anos é perigoso.

Mas há quem não tema os eventuais riscos e efeitos ainda desconhecidos.

Multimilionários como Peter Thiel, da PayPal, foram batizados de “vampiros” pelo interesse em transfusões de sangue de pessoas mais jovens.

Ninguém nunca conseguiu confirmar que ele realmente investe uma fortuna em plasma jovem, mas Thiel não esconde a fascinação com a imortalidade.

Para Verdin, é esse o perigo: o surgimento de visionários que buscam o elixir da juventude pode prejudicar as pesquisas biomédicas tradicionais.

“A ideia da imortalidade é tão ridícula hoje quanto era há cem, mil anos”, opina.

Ainda que a busca pela vida eterna seja uma aspiração humana, avalia Verdin, não há nenhum sinal de que a ciência esteja perto de alcançá-la. “Nem mesmo o de aumentar em muito a expectativa de vida.”

Fonte: g1

Novo recurso do WhatsApp mostra quais dados seus a empresa usa

Um novo recurso do WhatsApp foi detectado e ele é voltado à privacidade dos usuários.

De acordo com o WABetaInfo, que testa versões preliminares do aplicativo, uma nova função permitirá o download de um relatório sobre os dados pessoais que o WhatsApp usou para desenvolver o serviço da empresa.

O recurso ainda não está disponível, mas já consta na última versão do app para smartphones com sistema Android. Até 25 de maio deste ano, ele deve ser ativado.

O relatório, que é deletado dos servidores do WhatsApp assim que o usuário faz o seu download (ou em 30 dias), é demorado, pode levar até 20 dias para ficar pronto.

A nova função ainda não foi disponibilizada na versão do aplicativo para iPhonesVeja imagens do recurso aqui.

Recentemente, o WhatsApp lançou o app chamado WhatsApp Business, voltado para pequenas e médias empresas. Veja como usá-lo no vídeo a seguir.

Fonte: exame.com

Globo vai demitir Angélica se Huck for candidato, afirma coluna

Ainda que tenha sido evasivo sobre participar da corrida presidencial deste ano, Luciano Huck tem recebido elogios até mesmo do Palácio do Planalto, que sugeriu apoio do MDB caso o apresentador se candidatasse ao posto de Michel Temer.

Porém, caso ele revolva se candidatar, uma pessoa será prejudicada já de imediato: sua esposa, Angélica. De acordo com a coluna Painel, do jornal Folha de S. Paulo, a Globo vai demitir a loira se o marido seguir carreira política.

Segundo a publicação, a emissora quer distância de discussões eleitorais, e a possibilidade de Huck se tornar um nome para a disputa tem causado mal-estar entre executivos globais. Angélica e Luciano são duas das principais estrelas da Globo.

Fonte: metropoles

 

Terça de Carnaval tem protesto de catadores de lixo em SP

Com o Largo Batata ainda sem foliões, a terça-feira de Carnaval começou com um protesto em São Paulo. Os catadores de materiais recicláveis se reuniram para pedir mais apoio de prefeitura. “As cooperativas conveniadas da prefeitura não estão recebendo caminhões nem espaço para trabalhar”, reclamou Eduardo Ferreira de Paula, líder do Movimento dos Catadores de Materiais Recicláveis de São Paulo.

“Prestamos um serviço recolhendo o lixo que iria para aterros e seria muito mais caro para a prefeitura”, explicou o líder. O grupo composto por catadores associados e independentes usava o grito de guerra “eu sou catador, com muito orgulho, com muito amor”, enquanto desfilava pela Avenida Faria Lima com faixas de protesto e uma camisa exigindo pagamento aos catadores, inclusão social e com o lema “Cidade linda sem catador é lixo”.

O Carnaval foi visto como o momento certo para o protesto. “Quase todo o resíduo do Carnaval é reciclável. Queremos ser pagos pelo serviço porque ajudamos na limpeza da cidade”, disse o líder do movimento. “Estamos um pouco perdidos pois não sabemos ao certo qual a proposta da prefeitura. Queremos algo mais concreto, como a liberação dos caminhões de coleta, como existia antigamente”.

O último contrato entre catadores e prefeitura veio em 2016, na gestão do prefeito Fernando Haddad (PT), mas foi encerrado no último mês, sob a gestão de João Doria (PSDB). Procurada, a assessoria de imprensa da Prefeitura de São Paulo não se manifestou até a publicação desta notícia.

Fonte: veja