Dois adultos e uma criança morrem carbonizados em acidente de carro na BR-364 em RO

Segundo a PRF, condutor do veículo teria perdido o controle da direção e colidido na cabeceira de uma ponte. Depois do impacto o carro pegou fogo, matando todos os ocupantes.

Dois adultos em uma criança morreram, vítimas de acidente de um trânsito que aconteceu na manhã desta terça-feira (7) no quilômetro 569 da BR-364, no trecho localizado entre os municípios de Itapuã do Oeste e Alto Paraíso.

O carro em que as vítimas estavam bateu contra a cabeceira da ponte do Rio Crespo, saiu da pista e incendiou em seguida, matando todos os ocupantes. A placa do veículo, segundo a Polícia Rodoviária Federal (PRF), é de Mirante da Serra (RO). As vítimas não foram identificadas.

Segundo a PRF, há indícios de que o veículo estava em alta velocidade e de que o motorista tenha perdido o controle da direção, colidindo contra o início da proteção lateral da ponte. Com o impacto, o carro foi arremessado para fora da pista e pegou fogo.

Ainda segundo a PRF, as pessoas que passaram pelo local disseram que o fogo já estava alto e que não conseguiram apagar as chamas. Quando a equipe da PRF chegou, encontrou as três vítimas carbonizadas, dentro do carro.

“Tudo indica que são dois adultos e uma criança com idade entre 8 e 10 anos”, disse um PRF.

Três ocupantes do veículo foram carbonizados pelas chamas que se espalharam pela vegetação (Foto: PRF/Divulgação)

Os policiais que atenderam a ocorrência informaram que não há identificação de nenhum dos ocupantes do veículo. “A PRF tentou contato com familiares do dono do carro, mas sem sucesso”, afirmou.

No local do acidente, segundo a PRF, não há marca de frenagem que indique uma tentativa de parada brusca, nem indícios de envolvimento de outro veículo no acidente. “Mas, naquele local já há registros de outros acidentes similares”, conclui o PRF.

Fonte: g1/ro

Gilmar e Toffoli votam por arquivar inquérito de Aloysio Nunes, mas julgamento é suspenso

Ministro Edson Fachin pediu vista (mais tempo para análise); discussão deverá ser retomada no dia 28 de agosto

Os ministros Gilmar Mendes e Dias Toffoli, do Supremo Tribunal Federal (STF), votaram nesta terça-feira (7) para atender ao pedido de defesa do ministro das Relações Exteriores, Aloysio Nunes Ferreira, para arquivar um inquérito que o investiga por ter supostamente recebido repasses indevidos da Odebrecht para a campanha eleitoral de 2010.

O julgamento, no entanto, foi interrompido por um pedido de vista (mais tempo para análise) do ministro Edson Fachin, relator da Operação Lava Jato no STF. Ao pedir vista, Fachin se comprometeu a devolver a ação para julgamento ainda neste mês, para ser discutida na sessão da Segunda Turma do STF marcada para o dia 28 de agosto.

Para Fachin, o tema é “extremamente importante” e levanta uma série de questões que os integrantes da Corte terão de enfrentar ao analisar outros casos. Em julho, o Broadcast Político/Estado mostrou que a sequência de seis arquivamentos sem pedido da Procuradoria-Geral da República (PGR) levou cinco parlamentares citados na delação da Odebrecht a solicitar à Corte o mesmo tratamento para as investigações das quais são alvo, incluindo Aloysio.

Após Fachin pedir mais tempo para analisar a questão, Toffoli adiantou sua posição, acompanhando o voto de Gilmar para arquivar o inquérito.

DEFESA

O pedido elaborado pelos advogados de Aloysio cita que o inquérito não foi “capaz” de encontrar um “único indício de que as graves ilações” feitas por delatores da empreiteira.

A defesa ainda observa que a única diligência pendente, que foi solicitada pela Polícia Federal, é a perícia dos sistemas de propina da Odebrecht, e que ela é “absolutamente desnecessária”. Essa perícia já foi assunto nas recentes decisões de arquivamento. Ao engavetar três investigações, Gilmar e Dias Toffoli entenderam que a análise dos sistemas não traria elementos novos.

A PGR, por outro lado, pede que o inquérito de Aloysio seja enviado à primeira instância, em função da restrição do foro privilegiado, que só vale para os crimes cometidos no exercício do mandato e em função do cargo. “Se surgirem novas provas, essa perícia que ainda não foi concluída, isso significa que ao surgirem novas provas, o Ministério Público de primeiro grau está legitimado a promover o procedimento devido, a despeito do arquivamento?”, questionou Fachin.

“O que estou querendo dizer é que o tema suscita um conjunto de questões e diz respeito a elementos processuais que quiçá todos nós tenhamos em nossos gabinetes”, ressaltou o relator da Lava Jato no STF.

INSUCESSO

Para o ministro Gilmar Mendes, a investigação de Aloysio Nunes está fadada ao “insucesso”. “A declinação de competência (enviar a investigação para outra instância, com base na restrição do alcance do foro privilegiado) em investigação fadada ao insucesso seria protelar o inevitável. Dado o contexto, a providência a ser adotada é o indeferimento da declinação de competência e o arquivamento do inquérito”, disse Gilmar Mendes.

Para o ministro, nenhum elemento foi produzido no inquérito para confirmar as hipóteses lançadas pelos colaboradores da Odebrecht.

Nos últimos dias, mais dois inquéritos (além dos seis engavetados em junho) foram arquivados sem que houvesse pedido da PGR, um contra deputada federal Jandira Feghali (PCdoB-RJ) e outro que apurava suspeitas contra o deputado federal Beto Mansur (MDB-SP), aberto a partir da delação da Odebrecht.

PGR. Na semana passada, a procuradora-geral da República, Raquel Dodge, afirmou que os magistrados não podem ‘adentrar no ‘mérito’ da investigação, avaliando se as diligências requeridas pelo Ministério Público são eficazes ou não, viáveis ou não’. De acordo com a chefe do Ministério Público Federal (MPF), ao Poder Judiciário cabe, apenas, obstar constrangimentos ilegais evidentes.

A manifestação foi feita em dois pedidos para que Toffoli reconsidere a decisão de arquivar inquéritos contra os deputados federais Bruno Araújo (PSDB-PE) e Daniel Vilela (MDB-GO), e o ex-governador de Goiás Maguito Vilela, pai de Daniel.

Fonte: O Estado de S. Paulo

PF aponta quatro razões para queda de avião que vitimou Eduardo Campos

Relatório final pediu arquivamento do inquérito

O relatório final da investigação da Polícia Federal sobre o acidente aéreo que vitimou o então candidato à Presidência da República, Eduardo Campos, em agosto de 2014, concluiu que a queda da aeronave pode ter sido causada por quatro fatores e recomendou o arquivamento do inquérito, por não ter havido qualquer infração à legislação penal.

Divulgado hoje (7) à imprensa, o documento aponta que a queda do avião ocorreu, de maneira isolada ou cumulativa, pelas seguintes razões: colisão com pássaros; desorientação espacial por parte dos pilotos; possiblidade de disparo de compensador de profundor; ou uma pane com travamento de profundor em posições extremas.

“Diante das conclusões apresentadas não permitirem a indicação de ter havido qualquer infração a legislação penal, a Polícia Federal recomendou ao Ministério Público o arquivamento do inquérito policial”, diz o documento que foi encaminado ontem (6) ao Ministério Público Federal de Santos, litoral paulista, onde ocorreu o acidente.

A Polícia Federal também informou que o relatório final do inquérito não confronta outro documento, apresentado no ano passado, pelo Centro de Investigação e Prevenção de Acidentes Aéreos (Cenipa): “As investigações são independentes e voltadas a objetivos distintos, cada um com princípios e características peculiares. As conclusões do inquérito policial não confrontam com as do Comando da Aeronáutica. Diversos atos de investigação, inclusive, ocorreram de forma cooperada e harmônica entre os órgãos”.

Os advogados das famílias do piloto Marcos Martins e do copiloto Geraldo Magela da Cunha, que comandavam o avião no qual morreu o então candidato à Presidência da República, contestaram as conclusões do Cenipa, apontou que a falta de capacitação dos pilotos para operar a aeronave foi um dos fatores que contribuiu para a tragédia.

Na segunda-feira, além de encaminhar o documento ao MPF de Santos, a polícia realizou uma apresentação detalhada do inquérito às famílias dos cinco passageiros da aeronave, em Recife. Nesta terça-feira (7) o relatório foi apresentado às famílias do piloto e do copiloto.

Trabalho de buscas dos corpos das vítimas do acidente Tânia Rêgo/Agência Brasil

Acidente

Eduardo Campos morreu em 13 de agosto de 2014 na queda de um jatinho em Santos, litoral sul de São Paulo. A aeronave em que estava o ex-governador de Pernambuco, modelo Cessna 560XL, prefixo PR-AFA, decolou do Aeroporto Santos Dumont, no Rio de Janeiro, com destino ao aeroporto de Guarujá (SP).

Quando se preparava para pouso, o piloto arremeteu o avião devido à falta de visibilidade provocada pelo mau tempo. Em seguida, o controle de tráfego aéreo perdeu contato com a aeronave.

Ao lado da ex-ministra do Meio Ambiente e ex-senadora Marina Silva, o ex-governadore de Pernambuco concorria à Presidência da República pela coligação Unidos Pelo Brasil (PSB, PHS, PRP, PPS, PPL, PSL).

Depois de ser deputado estadual, três vezes deputado federal, secretário estadual de Governo e de Fazenda, ministro da Ciência e Tecnologia e governador de Pernambuco por dois mandatos, o economista pernambucano concorria pela primeira vez ao cargo mais importante da política brasileira. Nas pesquisas eleitorais, Campos aparecia como terceiro colocado.

Eduardo Campos, que é neto do político Miguel Arres, morreu na mesma data em que seu avô, falecido em 2005. Campos era filho de Ana Arraes, ministra do Tribunal de Contas da União (TCU) e do poeta e cronista Maximiano Campos.

O então candidato do PSB à Presidência da República tinha acabado de fazer 49 anos, no dia 10 agosto daquele ano. Além de Campos e do piloto Marcos Martins, morreram no acidente o copiloto Geraldo Magela Barbosa da Cunha e quatro integrantes da equipe que assessorava o ex-governador de Pernambuco, formada pelo assessor de imprensa Carlos Augusto Percol, o fotógrafo Alexandre Severo o cinegrafista Marcelo Lyra e o advogado Pedro Valadares.

Fonte: agenciabrasil

MEC repassa R$ 296 milhões para pagamento de bolsas da Capes

Desse total R$ 634,07 milhões são destinados para as instituições federais, sendo R$ 458,9 milhões repassados para as universidades e R$ 175,58 milhões para os institutos federais.

O Ministério da Educação (MEC) liberou ontem (6) R$ 296,61 milhões para o pagamento de bolsas da Coordenação de Aperfeiçoamento de Pessoal de Nível Superior (Capes). Segundo o MEC, o montante liberado para o Capes corresponde à segunda maior cota dos recursos financeiros liberados pela pasta, que totaliza R$ 1,7 bilhão.

Desse total R$ 634,07 milhões são destinados para as instituições federais, sendo R$ 458,9 milhões repassados para as universidades e R$ 175,58 milhões para os institutos federais.

Em evento realizado ontem em São Paulo, o ministro da Educação, Rossieli Soares, reafirmou que as bolsas de estudos de pós-graduação da Capes serão mantidas em 2019.

Ao todo o MEC anunciou a liberação de R$ 2,5 bilhões em recursos financeiros e orçamentários para diversos programas e ações da pasta, além do custeio e investimento das instituições federais de ensino.

Recursos em 2018

As operações totalizam um repasse financeiro de R$ 3,152 bilhões do MEC para as universidades em 2018, até o momento, e de R$ 1,240 bilhão para os institutos federais. Com essa verba, o MEC chega a 80% de liberação do total de R$ 7,513 bilhões de custeio e 55% do total de R$ 633,119 milhões de investimento previstos para o ano nessas instituições.

Ao longo de 2018, foram repassados recursos financeiros no total de R$ 11,092 bilhões para pagamentos de programas, despesas e ações nas universidades, institutos, autarquias, fundações e secretarias da pasta, informou o MEC.

“Os repasses financeiros estão sendo efetuados de forma regular, sem atrasos, garantindo o andamento das políticas e ações estruturantes executadas pela pasta e instituições vinculadas”, diz a nota divulgada pelo MEC.

Em 2016 e em 2017, o MEC liberou 100% do orçamento de custeio para todas as universidades e institutos federais. Em 2018, foram liberados, até o momento, R$ 4,20 bilhões em orçamento de custeio; R$ 208,09 milhões de investimento e R$ 388,6 milhões de receitas próprias para as universidades; R$ 1,77 bilhão de custeio, R$ 81,46 milhões de investimento e 28 milhões de receita própria para os institutos; e, por fim, R$ 46,92 milhões de custeio, R$ 127,69 milhões de investimento, além de R$ 70,1 milhões de receita própria para os hospitais universitários.

Ao todo, somando-se financeiro e orçamento, as instituições federais vinculadas ao MEC receberão R$ 1,4 bilhão em recursos liberados.

Fonte: agenciabrasil

Mulher que morreu ao cair do 3º andar no DF foi estrangulada 1 dia antes, diz testemunha

Idoso que dividia apartamento com vítimas prestou depoimento na Polícia Civil. Cena do crime foi alterada.

O principal suspeito pelo feminicídio de Carla Zandoná – que morreu nesta segunda-feira (6), após cair do terceiro andar de um prédio residencial na Asa Sul, em Brasília – tentou estrangular a mulher na noite de domingo (5), segundo o depoimento de Salmon Lustosa Elvas à Polícia Civil.

O aposentado, de 75 anos, dividia apartamento com Carla e Jonas Zandoná. Ele prestou depoimento na 1ª Delegacia de Polícia (Asa Sul) após o crime. Salmon estava em casa no momento em que Carla caiu da janela e quando ocorreu o suposto estrangulamento.

Em audiência de custódia, nesta terça-feira (7), o juiz determinou a prisão preventiva de Jonas. Segundo a Polícia Civil, ele tinha longo de histórico antecedentes criminais. Em janeiro de 2017, foi preso pela Lei Maria da Penha contra Carla.

Na época, a Justiça aplicou medidas protetivas favoráveis à vítima – o marido não poderia se aproximar a menos de 300 metros de distância nem entrar em contato com ela por telefone ou internet. Em abril, porém, o processo foi arquivado.

Além disso, em 2018, Jonas foi detido por tentativa de furto a um supermercado da quadra em que ele morava. Ele também foi indiciado seis vezes por lesão corporal contra outras vítimas.

Por volta das 11h30, o corpo de Carla Zandoná ainda passava por necropsia no Instituto Médico Legal (IML). A data e o horário do velório e do enterro não haviam sido divulgados até a última atualização desta reportagem.

Cena modificada

A cena do crime foi alterada antes de a perícia chegar. Uma fonte da Polícia Civil relatou ao G1 que duas portas da casa foram arrombadas – a da entrada e a do quarto de Salmon –, que havia roupas espalhadas na sala e em um dos quartos, e que uma faca que poderia ter sido utilizada pelo suspeito tinha sido colocada no balcão da cozinha.

No local, os militares que atenderam a ocorrência disseram ter feito as alterações para procurar armas. Na visão da Polícia Civil, porém, as buscas podem comprometer a investigação.

Em nota enviada ao G1, a Polícia Militar afirmou que “precisou entrar no apartamento diante de recusa em abrir a porta para levar o suspeito até a DP e esclarecer os fatos, evitando o perigo de fuga. O suspeito estava com uma arma branca e foi preso graças a ação da PMDF.”

Prisão preventiva

Durante a audiência de custódia, nesta terça (7), o juiz Aragonê Nunes determinou que a prisão de Jonas Zandoná seja convertida em preventiva. Com isso, ele ficará detido por tempo indeterminado.

“Com efeito, os fatos são concretamente graves. Segundo consta, o autuado teria jogado sua companheira pela janela, permanecendo na residência como se nada tivesse acontecido. Some-se a isso os relatos trazidos pelas testemunhas, no sentido de que as brigas, agressões e ameaças seriam constantes”, declarou.

“Todo esse cenário evidencia uma escalada criminosa, que resultou na triste morte da vítima.”
De acordo com o juiz, o fato de ele ter aparente distúrbio psiquiátrico não pode servir de desculpa para praticar crimes. Por isso, a prisão dele é para “garantir a ordem pública” e preservar as investigações.

Em outro caso de feminicídio, o delegado disse que “não tinha bola de cristal” para prever crimes. Na ocasião, ele tinha soltado um suspeito três dias antes de matar a ex-namorada a facadas.

Fonte: g1

Delegado passa a cobrar R$ 55 para registrar ocorrências de crime no RJ

Caso aconteceu na 59º DP, na Baixada Fluminense

O delegado Julior Cesar Pyrrho de Carvalho, da 59ª DP, em Caxias, na Baixada Fluminense (RJ), decidiu cobrar da população uma taxa de R$ 55,72 para fazer Registro de Ocorrência de determinados crimes na delegacia.

Pyrrho baixou uma portaria no último domingo (5) instituindo a cobrança, conforme destacou o jornal “O Dia”.

“O registro de ocorrência de fato criminoso tipificado nos artigos 138 (Calúnia), 139 (difamação) e 140 (injúria) fica condicionado ao pagamento das custas relativas ao processamento de inquérito policial de ação penal privada”, diz a portaria assinada pelo delegado Carvalho, que justifica afirmando que a medida é para “melhor prestar o serviço de segurança pública à população”.

O delegado informa que a medida também serve para “agilizar e concentrar os esforços nos procedimentos de maior interesse social”. Além disso, no artigo 2º da portaria, Carvalho prevê isenção da taxa para quem se reconhecer como “pobre”.

A Polícia Civil não se manifestou sobre o caso, que está sendo acompanhado pela Corregedoria da mesma.

Vale ressaltar que, mesmo não sendo comum, a cobrança de taxas para registro é prevista em lei. “Existe até uma tabela para as ações penais privadas, que englobam crimes contra a honra e dano, por exemplo”, disse o criminalista José Guilherme da Costa de Almeida ao jornal “O Dia”.

Fonte: noticiasaominuto

Bebida em velório mata nove pessoas e intoxica 33 no Peru

A médica Rosa Canto, da rede de saúde do Sara Sara, informou ao “Canal N”, que a intoxicação foi causada pelo ponche – bebida tradicional em Ayacucho.

Pelo menos nove pessoas morreram e outras 33 foram intoxicadas após tomar ponche (bebida feita com milho, gergelim e baunilha) enquanto participavam de um velório, na região de Ayacucho, no sul do Peru.

Segundo autoridades locais, dois dos mortos eram filhos da pessoa que estava sendo velada. A maioria dos intoxicados é adulto.

O chefe do Instituto de Defesa Civil (Indeci), Jorge Chávez, declarou ao Canal “N” de televisão, que quatro pessoas intoxicadas estão em grave estado, e serão transferidas em um avião militar para Lima.

O Ministério de Defesa confirmou,, em mensagem no Twitter, que um avião da Força Aérea e helicópteros do Exército “irão em breve a Ayacucho levando pessoal de Saúde para apoiar no atendimento aos intoxicados no distrito de San José de Ushua, e transferir as pessoas mais graves”.

A médica Rosa Canto, da rede de saúde do Sara Sara, informou ao “Canal N”, que a intoxicação foi causada pelo ponche – bebida tradicional em Ayacucho.

“São vários ingredientes, ainda não podemos dizer qual é o agente causador”, sustentou Canto antes de apontar que “falta espaço” no pequeno centro médico do povoado para atender aos intoxicados.

A médica ressaltou, no entanto, que estão “em coordenação com o Governo Central” e esperam a chegada de helicópteros para a transferência dos afetados de maior gravidade.

Fonte: agenciabrasil

Facebook libera lista de páginas excluídas no Brasil por conta de Fake News

Dentre as quase 300 exclusões, menos de 10 tinham ligação direta ao MBL, que classificou como “censura” a ação da rede social

O Facebook divulgou hoje (06) uma lista completa com as 196 páginas e 87 perfis que foram excluídos da rede social no Brasil no fim de julho. A empresa explicou que todas essas contas foram eliminadas por terem sido identificadas como divulgadores de notícias falsas e desinformação de forma coordenada.

Essa lista foi originalmente enviada ao Ministério Público Federal (MPF) em Goiás, que havia pedido esse detalhamento junto com uma justificativa para a exclusão de cada uma delas. A rede social, contudo, deu apenas uma justificativa para todas as exclusões. Segundo a empresa de Mark Zuckerberg, todas essas contas “faziam parte de uma rede coordenada que se ocultava com o uso de contas falsas no Facebook”.  A ação de remover as páginas e perfis da rede social teria vindo após uma rigorosa investigação, algo similar ao que aconteceu nos EUA recentemente.

O Facebook apontou que várias de suas regras foram quebradas pelas contas excluídas, entre elas: utilizar contas com nomes falsos; enganar as pessoas sobre a origem do conteúdo; enganar as pessoas na tentativa de incentivar compartilhamentos, curtidas ou cliques.

Polêmica

Esse fato se tornou polêmico porque pelo menos quatro contas de “filias” do MBL (Movimento Brasil Livre) foram derrubadas pelo Facebook nessa leva. As páginas de algumas publicações que costumavam divulgar assuntos relacionados ao MBL também foram removidas.

Contudo, dentre as quase 300 exclusões, menos de 10 tinham ligação direta ao MBL, que classificou como “censura” a ação da rede social. Muitos perfis e páginas excluídos davam a entender, a julgar por seus títulos, que não tratavam nenhum tipo de assunto relevante e muitas vezes podiam ser entendidas como falsas. Entre os excluídos, vários tentavam se passar pelo portal de notícias G1, da Rede Globo, por exemplo.

Perfis conhecidamente alinhados politicamente à esquerda, como Testes de Macho 2.0, também foram excluídos. Você pode conferir a lista completa aqui.

A reportagem é de Leonardo Müller / Tecmundo

Policial militar mata ex-mulher e tira a própria vida no DF

De acordo com informações preliminares, policial chegou ao local em uma motocicleta, chamou a vítima até o lado de fora da casa e disparou

No dia em que a Lei Maria da Penha completa 12 anos de sanção, um policial militar matou a mulher e tirou a própria vida no Riacho Fundo II, no Distrito Federal. Segundo informações da Polícia Militar, Epaminondas Silva Santos, 51 anos,, lotado no 8º Batalhão, matou a ex-mulher Adriana Castro Rosa Santos, 40, por volta das 10h desta terça-feira (/87), na QN 7, conjunto 4, em frente da casa 13, Riacho Fundo II.

De acordo com informações preliminares, o policial chegou ao local em uma motocicleta, chamou a vítima até o lado de fora da casa e efetuou um disparo nela. Em seguida, atirou na própria boca. O óbito dos dois foi constatado no local pelos bombeiros. Eles eram pais de um menino de 11 anos e uma menina de 8.

Outros casos
Na noite dessa segunda (6), Jonas Zandoná, 44 anos, foi autuado em flagrante por feminicídio, homicídio triplamente qualificado por motivo torpe e sem chance de defesa. Para a Polícia Civil, ele matou e jogou a mulher do terceiro andar de um prédio residencial na 415 Sul, nessa segunda-feira (6/8). Carla Grazielle Rodrigues Zandoná, 37, chegou a ser socorrida.

No entanto, teve uma parada cardíaca e morreu por volta de 19h35. A vítima já havia denunciado o companheiro por agressão duas vezes. A última, em 2016, na Delegacia Especial de Atendimento à Mulher (Deam).

Na noite de domingo (5), o taxista Edilson Januário de Souto executou a tiros a mulher, Marília Jane de Sousa Silva, após uma discussão do casal. Depois de matar a companheira, estacionou o carro dela dentro do terreno, fechou o portão e saiu. O crime foi cometido na Quadra 405 do Recanto das Emas, por volta das 20h30. Até a última atualização desta reportagem, Edilson ainda não havia sido localizado pela polícia.

Somente em 2018, pelo menos 18 mulheres foram assassinadas no Distrito Federal. Os casos se assemelham não só pela brutalidade e covardia. O modo como os assassinos agem é parecido. Segundo especialistas, os algozes, geralmente pessoas com quem as vítimas se relacionam, começam com pequenas exigências, cenas de ciúmes, cobranças, brigas seguidas de presentes e pedidos de desculpas com promessas de mudanças.

Fonte: metropoles

Casal que alugava filho para pedófilos na internet é condenado

Mãe é sentenciada, junto com seu parceiro, por abuso sexual e prostituição forçada do filho ao longo de dois anos. Criança foi vendida a outros homens por meio da internet, e casal chegou a faturar milhares de euros

Num dos mais chocantes casos de abuso infantil de que se tem conhecimento na Alemanha, um tribunal condenou nesta terça-feira (07/08) uma mãe e seu parceiro por abusarem sexualmente repetidas vezes do filho dela, hoje com dez anos de idade, além de vendê-lo na internet para sexo. O caso causou comoção no país.

A mãe – Berrin T., de 48 anos – foi condenada pelo tribunal regional de Freiburg, no sul do país, a 12 anos e seis meses de prisão por abuso sexual e prostituição forçada do filho. O parceiro da mulher – Christian L., de 39 anos – foi sentenciado a 12 anos de prisão.

A corte decidiu que o homem, que já tinha sido condenado por abuso infantil, deve permanecer sob custódia preventiva após cumprir sua sentença de prisão. No mesmo caso, que começou a ser julgado em junho deste ano, outros seis criminosos sexuais foram presos e condenados.

O casal, da cidade de Staufen, próxima a Freiburg, no sul do país, abusou sexualmente do menino e forçou-o a se prostituir, durante dois anos. A criança foi vendida para sexo por meio da darknet entre maio de 2015 e agosto de 2017, para homens do país e do exterior. Tanto os abusos quanto a prostituição forçada ocorreram cerca de 60 vezes.

Ambos os condenados devem pagar um total de 42.500 euros de indenização ao menino e a mais uma vítima, uma menina de três anos. Segundo promotores, Berrin T. permitiu que Christian L. abusasse sexualmente da garota, com deficiência mental, que estava temporariamente sob os cuidados dela. Quase todos os abusos cometidos pelo casal foram filmados e disponibilizados na internet.

O juiz Stefan Bürgelin disse que a mãe não apenas deu aval e acobertou, mas também participou ativamente dos abusos cometidos contra o filho. Ela e o parceiro confessaram os crimes.

No início, a motivação de Berrin T. teria sido medo de perder o parceiro. Posteriormente, o “interesse financeiro” de ambos também pesou, disse o juiz. O casal chegou a arrecadar milhares de euros em apenas um caso de abuso.

As autoridades locais foram acusadas de não conseguir proteger o garoto, que está agora sob cuidados de uma família adotiva. Em março do ano passado, o departamento local de assistência social da juventude entrou em cena e assumiu a custódia do menino, depois que um detetive da polícia relatou às autoridades que Christian L. estava morando no apartamento com ele.

Berrin T. se opôs à decisão e, eventualmente, ganhou a causa na Justiça. Depois de poucas semanas, seu filho estava de volta a casa. No entanto, ela foi obrigada a não permitir que Christian L. entrasse novamente no apartamento. Ele também foi impedido de ter contato com o menino, mesmo com a presença de Berrin T. O casal ignorou a ordem judicial, e Christian L. continuou tendo contato com o garoto.

Histórico de abusos

De acordo com o jornal alemão Süddeutsche Zeitung, Christian L. recebeu em 2005 uma sentença suspensa de um ano de prisão por ter pornografia infantil em seu computador e em seu smartphone. Alguns anos depois, em 2010, Christian L. foi condenado a mais quatro anos de prisão por abusar sexualmente de uma menina de 13 anos.

Em ambas as vezes, ele foi obrigado a fazer terapia e afirmou que estava disposto participar das sessões. Após sua liberação em 2014, ele foi considerado um indivíduo com um alto risco de recaída e foi impedido de ter contato com crianças ou jovens – apenas sob a supervisão dos pais da criança ou algum responsável legal.

No início de 2015, Christian L. e Berrin T. se tornaram um casal e, logo em seguida, ele começou a abusar sexualmente do filho da parceira, segundo os promotores. A petição de Christian L. para que sua proibição de contato com crianças fosse suspensa foi negada em agosto de 2016. No entanto, mesmo assim, ele foi morar com Berrin T. e seu filho algumas semanas depois.

LPF/dpa/ap/afp/dw