Grávida leva tiro do marido e dá à luz com bala alojada na cabeça

A menina nasceu de cesárea e “passa bem”, segundo a chefia médica da unidade de saúde. A mãe sobreviveu e segue internada, mas encontra-se estável.

A Polícia Civil de Sobradinho, no Distrito Federal, procura por Hugo Ferreira dos Santos, de 24 anos, acusado de tentar matar a esposa que estava na 39ª semana de gestação, na manhã do último domingo (12). As informações são do G1.

A vítima levou um tiro na boca e foi levada para o Hospital de Base, mas teve de ser transferida nesta segunda-feira (13), ainda com a bala alojada na cabeça, para o Hospital Regional de Sobradinho (HRS), para fazer o parto da criança

A menina nasceu de cesárea e “passa bem”, segundo a chefia médica da unidade de saúde. A mãe sobreviveu e segue internada, mas encontra-se estável.

Segundo a polícia, o suspeito da tentativa de feminicídio cumpria pena em regime aberto por outra tentativa de homicídio. Ele também tinha passagens por receptação e lesão corporal.

Ao G1, o pai do suspeito, Teodomiro Ferreira dos Santos, de 66 anos, disse que o casal tem um filho de 5 anos e o que o tiro foi “acidental”. “Ele estava limpando a arma e o disparo acabou atingindo o rosto dela”, explicou.

Fonte: istoe

Ministra Rosa Weber assume a presidência do TSE nesta terça-feira

Primeiro grande desafio será já em outubro, quando o País elegerá o próximo presidente

A ministra do Supremo Tribunal Federal (STF), Rosa Weber, será empossada presidente do Tribunal Superior Eleitoral (TSE) nesta terça-feira, 14, às 20h, no Plenário da Corte, em Brasília Rosa vai substituir o ministro Luiz Fux e ficará no cargo até maio de 2020, quando termina seu segundo biênio como ministra titular. Seu primeiro grande desafio será já em outubro, quando o País elegerá o próximo presidente e, ainda, governadores, deputados estaduais e federais e senadores.

A solenidade de posse será transmitida ao vivo pela TV Justiça e pelo canal do TSE no YouTube.

Na mesma sessão, também serão empossados os ministros Luís Roberto Barroso e Jorge Mussi nos cargos de vice-presidente do TSE e corregedor-geral da Justiça Eleitoral, respectivamente, informou o site da Corte.

Nascida em Porto Alegre, Rosa graduou-se em Ciências Jurídicas e Sociais pela Universidade Federal do Rio Grande do Sul (UFRGS) em 1971. Foi juíza do Trabalho de 1981 a 1991. Integrou o Tribunal Regional do Trabalho da 4.ª Região (RS) de 1991 a 2006, Corte que presidiu no biênio 2001-2003.

Foi nomeada ministra do Tribunal Superior do Trabalho (TST) em 2006, onde permaneceu até 2011. Nesse mesmo ano, no dia 19 de dezembro, tomou posse como ministra do Supremo.

Rosa Weber chegou ao TSE em junho de 2012, quando assumiu o cargo de ministra substituta. No dia 24 de maio de 2016, foi empossada ministra efetiva da Corte Eleitoral, passando a ocupar a vice-presidência do TSE em 6 de fevereiro de 2018. E em 19 de junho deste ano, foi eleita, pelo Plenário do Tribunal, sucessora de Fux na Presidência da Corte.

O TSE é formado por, no mínimo, sete ministros. Três ministros são do STF, um dos quais é o presidente da Corte. Outros dois ministros são do Superior Tribunal de Justiça, um dos quais é o corregedor-geral da Justiça Eleitoral. Por fim, dois juristas oriundos da classe dos advogados, nomeados pelo presidente da República, completam o quórum da Corte Eleitoral.

Fonte: bandab

Projeto diminui número de faltas escolares a partir do qual os Conselhos Tutelares são acionados

O projeto é do deputado federal Keiko Ota (PSB-SP).

A Comissão de Educação, Cultura e Esporte (CE) recebeu da Câmara dos Deputados o projeto de lei (PLC) 89/2018, que determina a notificação imediata aos Conselhos Tutelares no caso de as faltas escolares de alunos dos ensinos fundamental ou médio ultrapassarem em 30% o percentual permitido por lei. Atualmente, o procedimento está previsto quando o número de faltas ultrapassa esse limite em 50%.

O projeto é do deputado federal Keiko Ota (PSB-SP). Cabe à presidente da CE, senadora Lúcia Vania (PSB-GO), a escolha de um senador para relatar a proposta.

Pela Lei de Diretrizes e Bases da Educação — LDB, Lei 9.394, um aluno não pode ser aprovado no ano letivo caso apresente uma quantidade de faltas superior a 25% das horas-aula dadas. A mesma lei também estabelece que cada escola tem a obrigação de acompanhar durante todo o ano letivo, segundo o planejamento estabelecido pela respectiva Secretaria de Educação, a frequência escolar de seus alunos, reportando aos pais e ao Conselho Tutelar no caso de faltas reiteradas.

Fonte: agenciasenado

Nas margens do Rio Guaporé, primeiro vestibular é aplicado dentro de aldeia indígena em RO

Na aldeia Ricardo Franco, 14 indígenas participaram do processo seletivo para ingressarem no ensino superior. Provas são formadas por 20 questões objetivas e uma dissertativa.

Na aldeia Ricardo Franco, 14 indígenas com um sonho em comum, participaram do primeiro vestibular aplicado dentro de terras indígenas em Rondônia. Todos desejam ingressar na universidade. A prova foi aplicada nas margens do Rio Guaporé, próximo ao município de Guajará-Mirim (RO).

Para chegar na aldeia, a equipe que auxiliou no processo de aplicação das provas viajou por 10 horas, sendo seis horas na estrada e mais quatro pelo rio.

Professoras encararam 10 horas de viagem para chegarem a aldeia (Foto: Maíra Bittencourt/ Arquivo Pessoal )

Os 14 indígenas, de nove aldeias diferentes, se inscreveram para o curso de Licenciatura em Educação Básica Intercultural, na Universidade Federal de Rondônia (Unir), no campus de Ji-Paraná (RO). O curso existe há 10 anos com a finalidade de formar educadores para atuarem nas escolas indígenas. O vestibular foi realizado no último sábado (11).

Uma das inscritas é Gleiciane Canoé, ela fez o vestibular em 2013, mas não foi aprovada. Por causa das dificuldades no deslocamento, precisou abandonar por cinco anos o sonho de tentar novamente uma vaga na universidade.

“Quando eu soube que ia ter vestibular aqui eu até me assustei, porque todos os vestibulares são na cidade. Quando falaram que ia ser aqui eu pensei, vou me inscrever o mais rápido possível porque eu não quero perder”, disse Gleiciane.

Gleiciane é professora na escola da aldeia, ela leciona para os alunos do 1º ao 4º ano do ensino fundamental. Segundo ela, a vontade de continuar estudando é justamente para melhorar seu desempenho como docente.

Escola na aldeia

Na escola da aldeia são ministradas aulas para alunos do 1 ao 9 ano (Foto: Maíra Bittencourt/ Arquivo Pessoal )

A aldeia Ricardo Franco foi formada por índios que migraram de Rio Branco (AC), durante a década de 1970, período em que indígenas da região foram escravizados em seringais. A primeira escola deu início as atividades em 1984.

Atualmente no local funciona o ensino fundamental do 1º ao 9º ano. Para cursar o ensino médio os alunos precisam se mudar para Guajará-Mirim ou Costa Marques, que são os municípios mais próximos. Devido a distância e custos financeiros, muitos jovens fazem apenas o ensino fundamental.

De acordo com Maísa Macurapi, que é diretora da escola de educação básica da aldeia, todos queriam que o vestibular fosse realizado lá por causa das dificuldades de deslocamento até a universidade.

“Gasta muito combustível e para se manter lá também é muito caro”, contou a diretora.

Processo seletivo

Segundo a colaboradora, Arlene Balieiro, que também acompanhou a equipe na aplicação das provas, as questões foram elaboradas pelo Departamento do curso de Licenciatura Intercultural. A prova continha 20 questões objetivas e uma dissertativa. Por causa do calendário diferenciado, os índigenas, neste caso, não fazem o Exame Nacional do Ensino Médio (Enem).

O vestibular acontece em seis municípios de Rondônia. 437 candidatos indígenas estão inscritos atualmente. Eles disputam uma das 50 vagas para o curso de Licenciatura em Educação Básica Intercultural.

A prova específica para os povos indígenas é realizada desde os anos 2000 por oito universidades públicas. Dezoito anos depois, pela primeira vez em Rondônia, os alunos não precisam ir até a universidade para fazer o vestibular.

Fonte: g1

Casal morre em acidente causado por preso durante saída do Dia dos Pais

Em Brasília, homem sequestrou mulher para tentar fugir da polícia após ser flagrado em assalto

Duas pessoas morreram em Brasília após uma colisão entre veículos causada por um presidiário beneficiado pela saída do Dia dos Pais. Paulo Brás de Oliveira Junior, 27 anos, cumpria pena de oito anos de prisão em regime semiaberto e deixou a cadeia na sexta-feira (10).

O criminoso foi condenado por fazer parte de um quadrilha especializada em roubo de relógios de luxo e, no sábado, voltou a cometer o mesmo crime. Segundo a Polícia Civil, ele abordou uma vítima em um estacionamento quando policiais militares perceberam a ação.

Os PMs, então, passaram a perseguir o assaltante, que abandonou sua moto e rendeu uma mulher que passava de carro. Ela estava acompanhada de seu sobrinho de sete anos e os dois permaneceram no veículo usado na fuga.

Ao tentar fugir da polícia, o assaltante perdeu o controle do carro no Eixão Sul e atingiu a traseira de uma Kombi, que capotou várias vezes e bateu em um carro com cinco pessoas, incluindo uma criança.

O casal que ocupava a Kombi foi arremessado para fora do veículo e morreu na hora. A mulher e seu sobrinho que estavam no carro usado na fuga sofreram ferimentos leves.

Os passageiros do terceiro carro foram levados para o Hospital de Base de Brasília. Entre eles estava um homem de 73 anos que foi internado em estado grave com ferimentos na cabeça.

O assaltante foi preso em flagrante e, segundo Boletim de Ocorrência, optou por se manifestar apenas em juízo. Durante audiência de custódia, a prisão em flagrante foi convertida em preventiva. Ele irá responder por roubo, sequestro e acidente de trânsito com vítima.

Fonte: veja

Jungmann diz que PF já escolheu equipe para caso Marielle

Jungmann declarou ainda que a elucidação do crime é uma “questão de honra” para o presidente Michel Temer (MDB).

O ministro da Segurança Pública, Raul Jungmann, afirmou nesta segunda-feira, 13, que a Polícia Federal já tem uma equipe definida para atuar nas investigações da execução da vereadora Marielle Franco (PSOL), que faz cinco meses na terça-feira, 14, sem qualquer solução. Delegados do Rio e de fora foram selecionados, disse. Mas os policiais só vão atuar caso sejam solicitados pelo governo do Estado ou o Ministério Público.

Jungmann declarou ainda que a elucidação do crime é uma “questão de honra” para o presidente Michel Temer (MDB).

Segundo o ministro, a PF está pronta para entrar nas investigações, diante da sua complexidade. “Logo no início foi cogitada a federalização das investigações pela Procuradoria Geral da República, mas o MP do Rio não quis. Passados 150 dias, a gente tem a obrigação de colocar a PF à disposição, para ajudar ou assumir (o caso). Isso não quer dizer que estou desqualificando a equipe que trabalha”, disse, no Banco Nacional de Desenvolvimento Econômico e Social (BNDES), no Rio, após anúncio de programa conjunto para a construção de presídios via PPPs.

“Não é que se queira isso (que a PF assuma). É uma responsabilidade enorme. Estamos dispostos a compartilhar essa responsabilidade, se quiserem”, disse o ministro.

Ele lembrou que a atribuição é estadual e ressalvou que não recebe informações dos investigadores da Delegacia de Homicídios sobre a condução do caso (afirmou que não esperaria mesmo obter essas informações). “A PF não pode fazê-lo (assumir). É preciso que haja requisição”. Como o Rio está sob intervenção federal na segurança, o pedido poderia vir do gabinete de intervenção, ele pontuou.

Jungmann voltou a dizer que a complexidade das investigações se deve ao fato de haver envolvimento de “políticos e agentes públicos” no homicídio. “Isso me parece algo óbvio”, afirmou. Para ele, houve “investigação entre crime organizado e aparelho do Estado” neste caso”.

Uma das linhas de investigação envolve três deputados estaduais do MDB atualmente presos pela Lava Jato no Rio: Jorge Picciani (ex-presidente da Assembleia Legislativa do Rio, em prisão domiciliar), Paulo Melo e Edson Albertassi. Por esta tese, o crime teria sido encomendado por conta de uma disputa política. Jungmann não comentou essa possibilidade.

A vereadora e seu motorista, Anderson Gomes, foram assassinados a tiros na região central do Rio há cinco meses. O crime teve motivação política, segundo indicam as investigações. A polícia do Rio não divulga os passos da apuração.

Fonte: istoe

Sinal analógico será desligado amanhã em Porto Velho e Candeias do Jamari

Sinal será desligado na próxima terça-feira (14). Informações e dúvidas podem ser retiradas pelo 147.

Falta pouco para que o sinal analógico em Porto Velho e Candeias do Jamari seja desligado. Os moradores que não fizerem a conversão para o sinal digital até a próxima terça-feira (14), dia do desligamento, ficarão sem acesso à TV aberta. Além de Rondônia, outras cidades de seis estados do Brasil se tornarão digitais no mesmo dia.

Os espectadores que já retiraram o kit, distribuído pela Seja Digital, mas que ainda não fizeram a devida instalação do equipamento, necessitam seguir alguns passos.

O ideal é instalar a antena no telhado da casa. Depois, conectar o conversor à TV e fazer a sintonia dos canais. Se ainda tiver dúvidas, pode ligar de forma gratuita para o número 147.

Os televisores de tubo ou de tela plana fabricados até 2010 precisam de conversor para receber o sinal digital. Caso a TV já tenha conversor embutido, é preciso conferir se a antena é adequada para a recepção do sinal.

Kit digital

Uma dúvida frequente é sobre o acesso ao kit conversor. As famílias beneficiárias de programas sociais federais, como Bolsa Família e Minha Casa Minha Vida, por exemplo, têm direito de receber um kit grátis.

Segundo a gerente regional em Porto Velho da Seja Digital, Andréa Mendes, das mais de 77 mil famílias beneficiárias, aproximadamente 74% tinham feito agendamentos e retirada do kit até o início da última semana.

“Após o desligamento, vamos contabilizar quantas pessoas realmente buscaram o kit e quantas ainda precisam do equipamento. Mas o resultado só teremos depois do dia 14 de agosto”, lembrou Andréa.

Para conseguir um kit, basta ligar no 147 ou acessar o site Seja Digital. Caso outras dúvidas apareçam, é possível retornar quantas vezes for preciso ao 147. As famílias ainda poderão agendar a retirada dos equipamentos em um dos pontos disponibilizados pela Seja Digital.

Já os que não fazem parte da lista de beneficiários, conseguem encontrar um kit em lojas de materiais de construção e produtos eletrônicos.

Fonte: g1

Portando uma Glock, Bolsonaro foi assaltado e suspeito apareceu “suicidado” na cela

Bolsonaro debocha da orientação sexual de jornalista após ser xingado

No dia seguinte, Bolsonaro apareceu na imprensa dizendo ter se sentido indefeso no momento do assalto

Na terça-feira 4 de julho de 1995, o deputado federal Jair Bolsonaro deixou o apartamento em que morava na Tijuca, bairro do Rio de Janeiro, por volta das 8 horas da manhã. Pretendia panfletar na Zona Norte na busca da reeleição. No caminho, ao parar em um semáforo na altura de Vila Isabel, foi abordado por dois bandidos armados. Levaram a moto, uma Honda Sahara de 350 cilindradas seminova, e a pistola Glock calibre 380 que tinha debaixo da jaqueta. No dia seguinte, Bolsonaro apareceu na imprensa dizendo ter se sentido indefeso no momento do assalto.

Vinte e três anos depois, o presidenciável Bolsonaro foi instado por um jornalista a explicar, durante o programa Roda viva, há duas semanas, se não via certa contradição entre a ocorrência dos anos 1990 e a intenção de facilitar acesso ao porte de armas caso eleito. “Eu fui assaltado, sim, eu estava em uma motocicleta, fui rendido, dois caras, um desceu e me pegou por trás, o outro pela frente”, iniciou o entrevistado. “Dois dias depois, juntamente com o 9º Batalhão da Polícia Militar, nós recuperamos a arma e a motocicleta e por coincidência — não é? — o dono da favela lá de Acari, onde foi pega… foi pego lá, lá estava lá, ele apareceu morto, um tempo depois, rápido.”

Ele continuou: “Não matei ninguém, não fui atrás de ninguém, mas aconteceu”.

A coincidência mencionada pelo deputado na ocasião foi a morte de Jorge Luís dos Santos, poderoso traficante da favela de Acari. Ele havia sido preso oito meses depois do roubo da motocicleta. Vivia até então confortavelmente em um condomínio de casas em Salvador. Transferido para o Rio, foi encontrado morto em sua cela antes do amanhecer, enforcado com a própria camisa, ajustada em um nó de marinheiro.

Bolsonaro ensinou os filhos a seguir seu exemplo. Em junho de 2016, o vereador Carlos Bolsonaro foi assaltado na Avenida Maracanã, Zona Norte do Rio, enquanto esperava o semáforo abrir. Como o pai, também estava em uma moto. E, como o pai, não reagiu — entregou o dinheiro que tinha no bolso traseiro da calça. Dois meses antes, o primogênito Flávio, deputado estadual que disputará uma vaga no Senado em outubro, trocou tiros com bandidos e disse ter acertado um deles ao presenciar um assalto na Avenida das Américas, na Barra da Tijuca. No fim de 2017, Carlos, de novo, apareceu no YouTube narrando como sacou sua arma para prender um menor sem antecedentes criminais que, segundo ele, tentava roubar uma idosa.

O presidenciável, que vez por outra ainda sai de casa com uma arma na cintura, tem amigos que mataram mais de uma vez. Um deles, dono de construtora, que também mora na Barra da Tijuca, reagiu em dois dos quatro assaltos de que foi vítima. No primeiro, matou um homem com um tiro na nuca, mas foi baleado três vezes — o que, entre outras consequências, o obrigou a arrancar uma veia inteira do braço esquerdo para adaptá-la ao coração. A cirurgia deixou uma cicatriz que se estende do pulso ao cotovelo, em linha reta. Na segunda vez, percebeu o perigo no retrovisor e se adiantou. Derrubou a dupla que vinha numa motocicleta com a lateral do carro, abriu a janela e descarregou o revólver calibre 38 de oito tiros. Em seguida, acelerou e sumiu, sem telefonar para a Polícia.

O assalto a Bolsonaro no inverno de 1995 foi registrado na 20ª DP, em Vila Isabel. No mesmo dia, a Secretaria de Segurança Pública designou 50 policiais de diversas delegacias e departamentos especializados para buscarem a motocicleta roubada. O secretário era velho conhecido do deputado.

Reportagem do jornal O Globo narra assalto ocorrido em 1995

Na mesma semana do roubo da motocicleta, o secretário de Segurança mandou organizar uma megaoperação contra o narcotráfico em favelas da Zona Norte. Enviou policiais civis e militares — incluindo pessoal do setor administrativo da PM — para a missão. Um chefe do tráfico foi preso na favela Para-Pedro. Quinze quilos de maconha e 10 mil papelotes de cocaína foram apreendidos em Acari. Fuzis e metralhadoras, confiscados no Morro do Turano e no dos Macacos. Um helicóptero da Polícia Civil sobrevoou o Jacarezinho. Apesar do esforço, demorou oito meses para a polícia encontrar na Bahia o líder do tráfico em Acari, Jorge Luís dos Santos, mencionado por Bolsonaro durante a gravação do Roda viva.

Santos foi preso em 4 de março de 1996, por volta das 23 horas. Transferido de avião para a cela 3 da Divisão de Recursos Especiais da Polícia Civil, na Barra da Tijuca, foi encontrado pela manhã com o pescoço enlaçado por uma camisa presa à grade de ferro da saída de ventilação e com os pés suspensos a 12 centímetros do chão. Na cela, às 5h30 da manhã, os policiais encontraram uma linha de náilon com o nó lais de guia, o mesmo usado na forca, como se o traficante tivesse simulado a maneira de suicidar-se. Na ocasião, a polícia ventilou que Santos servira como fuzileiro naval na Marinha e que por isso conhecia o nó. Tratava-se mesmo de um suicídio, disseram os peritos.

O jornais registraram o caso à época – Reprodução 

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Seguradora deve indenizar por aborto decorrente de acidente de carro

Decisão é da 9ª câmara Cível do TJ/MG, que considerou proteção jurídica do nascituro.

Seguradora deverá pagar indenização securitária no valor de R$ 13,5 mil a segurada que sofreu aborto por causa de um acidente de carro. A decisão é da 9ª câmara Cível do TJ/MG, que negou recurso da companhia.

Consta nos autos que a mulher sofreu um acidente de carro em janeiro de 2017, perdendo o bebê na nona semana de gravidez. Por causa disso, ingressou na Justiça requerendo o pagamento de indenização referente ao seguro DPVAT.

Em 1º grau, o pedido foi julgado procedente, e a seguradora foi condenada ao pagamento de indenização securitária no valor de R$ 13,5 mil à segurada. Contra a decisão, a companhia recorreu, alegando que, apesar do curso gestacional ter sido ceifado pelo acidente, o nascituro não adquiriu personalidade jurídica capaz de lhe conceder “direitos e obrigações”; e defendeu que não há previsão legal para o pedido feito pela segurada.

Para o relator do caso na 9ª câmara Cível do TJ/MG, desembargador Luiz Artur Hilário considerou a proteção jurídica do nascituro, “aquele que já está concebido, no ventre materno, mas que ainda não nasceu”. Segundo o relator, o artigo 2º do Código Civil estabelece que a personalidade civil se inicia no nascimento com vida, mas a lei resguarda os direitos do nascituro desde sua concepção.

O magistrado considerou que, de acordo com a legislação e a teoria concepcionista – que pondera a construção da situação jurídica do nascituro – “não se pode olvidar, portanto, que ao nascituro tocam direitos da personalidade, sendo que a toda evidência a cláusula constitucional de proteção à vida humana preleciona que não poderia se limitar a proteger somente os que já nasceram.”

O desembargador entendeu ainda que “a cobertura dos sinistros do Seguro DPVAT não menciona, em nenhum momento, que o nascituro não fará jus à indenização, determina apenas a presença do nexo causal entre o acidente e o dano”, e que, no caso, ficou comprovada a relação entre o dano e o sinistro.

Com isso, votou por manter a condenação imposta à seguradora de pagamento de indenização securitária no valor de R$ 13,5 mil à segurada. A decisão foi seguida pela 9ª câmara Cível.

“Em verdade, ainda que não tenha ocorrido o nascimento com vida do feto é perfeitamente justificável, portanto, a indenização postulada, eis que o sistema jurídico garante proteção ao nascituro, com fundamento também no princípio da dignidade da pessoa humana.”

Processo: 5020082-65.2017.8.13.0702

Fonte: migalhas

Homem atira contra bar lotado em GO, causa pânico e deixa uma pessoa baleada; veja vídeo

Segundo relatos de testemunhas ao jornal Mais Goiás, os seguranças teriam retirado um homem a força do local. Pouco tempo depois, o mesmo homem teria passado de carro e efetuado vários disparos contra o bar.

A expulsão de um cliente por seguranças de um bar por ter sido o motivo para um homem efetuar vários disparos contra o estabelecimento. O caso aconteceu na noite deste sábado (11) no Buteco do Simprão localizado na Avenida Pedro Ludovico, no Setor Sudoeste. Uma pessoa acabou sendo atingida por um disparo.

Segundo relatos de testemunhas ao jornal Mais Goiás, os seguranças teriam retirado um homem a força do local. Pouco tempo depois, o mesmo homem teria passado de carro e efetuado vários disparos contra o bar. No momento dos disparos, o local estava cheio de cliente.

Ao ouvirem os disparos, várias pessoas se jogaram no chão tentando se proteger dos disparos. Houve muita gritaria e desesperos por partes dos frequentadores do local. De acordo com a Polícia Militar, o homem estaria em um HB20.

[youtube https://www.youtube.com/watch?v=wQEoiRC2tOY]

Segundo informações do Corpo de Bombeiros, uma pessoa foi atingida por um tiro no braço. Ela foi socorrida e encaminhada para o Hospital de Urgências de Goiânia (Hugo). Não foi informando o seu estado de saúde.

Em nota, Allan Luís Magalhães Dutra, proprietário do local, disse que não conhece o autor dos disparos e que também “desconhece a motivação” dos disparos contra o bar.

Leia a nota:

“Deixa claro que desconhece o autor dos disparos, assim como também desconhece a motivação. Informo, que graças Deus, não ouve vítimas, somente alguns arranhões devido à quebra de vidros.

A empresa confia na competência e no trabalho da Polícia Militar e Civil, acredita e espera que o crime seja esclarecido o mais breve possível e que o responsável não saia impune.

Estamos a inteira disposição de todos os clientes que estavam presentes no estabelecimento no momento do ocorrido, como também a qualquer pessoa que tenha interesse nas informações.

Repudiamos qualquer tipo de violência e aguardamos a solução do ocorrido. Informamos também que a casa estará funcionando normalmente em seus dias habituais.

Assinado: Allan Luís Magalhães Dutra, proprietário”

Fonte: emaisgoias