Ficará mais fácil usar várias contas no Instagram

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Rede social está testando a capacidade de ter uma única conta e uma credencial para acessar várias outras

O Instagram quer facilitar o processo de gerir múltiplas contas na sua rede social e está testando a capacidade de ter uma única conta e uma credencial para acessar várias outras.

Diz o site TechCrunch que trata-se de uma boa notícia, sobretudo para quem faz gestão de redes sociais e tem de estar monitorando as páginas dos seus negócios.

O Instagram ainda não se pronunciou sobre a novidade.

Fonte: noticiasaominuto

STJ manda soltar funcionários presos após rompimento de barragem da Vale

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Três funcionários da Vale e dois engenheiros da TÜV SÜD estavam presos desde 29 de janeiro. Decisão unânime da sexta turma do STJ é provisória

A sexta turma do Superior Tribunal de Justiça (STJ) concedeu nesta terça-feira (5), por unanimidade, liberdade para três funcionários da Vale e dois engenheiros da empresa TÜV SÜD, que prestava serviços para a mineradora. Eles haviam sido presos após o rompimento da barragem em Brumadinho (MG).

Segundo investigadores, os profissionais atestaram a segurança da barragem que se rompeu, a número 1 da Mina do Feijão.

A decisão da sexta Turma é provisória (liminar) e tem validade até que o Tribunal de Justiça de Minas Gerais julgue o mérito dos habeas corpus (pedidos de liberdade) apresentados pelos cinco investigados.

No último sábado (2), os engenheiros da TÜV SÜD André Yassuda e Makoto Mamba, e os funcionários da Vale Cesar Augusto Paulino Grandchamp (geólogo), Ricardo de Oliveira (gerente de Meio Ambiente) e Rodrigo Artur Gomes de Melo (gerente executivo do Complexo Paraopeba da Vale) tiveram pedido de liberdade negado liminarmente no tribunal mineiro. Eles então recorreram ao STJ.

Até o momento, 134 mortes foram confirmadas na tragédia de Brumadinho. Outras 199 pessoas continuam desaparecidas.

Twitter pode lançar uma das opções mais pedidas pelos usuários

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Agora será possível editar publicações na rede social

O Twitter está estudando a chance de permitir que as publicações de seus usuários na sua rede social possam ser editadas, respondendo a um dos pedidos mais frequentes entre os utilizadores da plataforma. A informação foi dada pelo próprio CEO da empresa, Jack Dorsey, em conversa no canal de YouTube de Joe Rogan.

De acordo com a hipótese levantada por Dorsey, os utilizadores podem vir a ter entre 5 e 30 segundos para editar um tuíte – uma janela temporal pequena que serve para manter a “conversa em tempo real” pela qual a plataforma é conhecida. Ainda assim, nada parece estar definido e o tempo para isso não deve ser breve.

Por enquanto, as únicas alternativas para um tuíte mal escrito é: mantê-lo ativo e lançar outro esclarecendo a situação ou apagá-lo.

Fonte: noticiasaominuto

Twitter pode lançar uma das opções mais pedidas pelos usuários

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Agora será possível editar publicações na rede social

O Twitter está estudando a chance de permitir que as publicações de seus usuários na sua rede social possam ser editadas, respondendo a um dos pedidos mais frequentes entre os utilizadores da plataforma. A informação foi dada pelo próprio CEO da empresa, Jack Dorsey, em conversa no canal de YouTube de Joe Rogan.

De acordo com a hipótese levantada por Dorsey, os utilizadores podem vir a ter entre 5 e 30 segundos para editar um tuíte – uma janela temporal pequena que serve para manter a “conversa em tempo real” pela qual a plataforma é conhecida. Ainda assim, nada parece estar definido e o tempo para isso não deve ser breve.

Por enquanto, as únicas alternativas para um tuíte mal escrito é: mantê-lo ativo e lançar outro esclarecendo a situação ou apagá-lo.

Fonte: noticiasaominuto

Os pacientes que pedem eutanásia para morrer antes que o Alzheimer os domine

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Documentário que filmou trajetória de paciente holandesa em estágio inicial de demência que pediu para que fosse posto um fim a sua vida levanta debate sobre até quando pessoas nesse caso podem e deveriam ter direito de mudar de ideia.

Não é incomum que holandeses com demência solicitem a eutanásia, mas, nos estágios finais da doença, eles podem não ter capacidade de confirmar seu consentimento para o procedimento – um médico está sendo processado em um caso assim. O medo de ter seu pedido recusado em situações do tipo está fazendo com que alguns peçam para morrer antes do que gostariam.

Annie Zwijnenberg nunca teve dúvidas do que desejava. “O neurologista disse: ‘Sinto muito, mas não há dúvidas. É doença de Alzheimer”, conta sua filha, Anneke Soute-Zwijnenberg, ao descrever o momento em que sua mãe foi diagnosticada. “E ela falou: ‘OK, então sei o que eu quero'”.

O irmão de Anneke, Frank, acrescenta: “Talvez ela tenha hesitado por cinco segundos e disse: ‘Agora, eu sei o que fazer’.” Ambos sabiam que Annie estava se referindo à eutanásia.

No caso de Annie, houve um consentimento consistente e claro. Mas há casos na Holanda em que o consentimento do paciente é menos consistente e, nos momentos finais, menos claro.

Documentário retratou a eutanásia de Annie Zwijnenberg

A história de Annie foi retratada pelo filme Before It Too Late (“Antes Que Seja Tarde Demais” em inglês), do diretor holandês Gerald van Bronkhorst. O documentário mostra a jornada de Annie pelos meandros da convivência com a doença de Alzheimer, culminando em sua morte por eutanásia aos 81 anos.


CORTESIA DO FILME ‘BEFORE IT’S TOO LATE’

O filme mostra uma mulher que tinha orgulho de ter criado três filhos sozinha, gostava de escalar montanhas e era uma pessoa tinha muita fé religiosa – abalada pela demência.

“Costumava escalar, esquiar ou fazer qualquer outra coisa”, diz Annie no filme. “Na minha cidade, diziam: ‘Annie está sempre em movimento’. Colocava minha mochila nas costas e saía para fazer uma caminhada. Andava o dia todo. Agora, não posso fazer nada. Fico confusa o tempo todo.”

LEIA A REPORTAGEM COMPLETA NA BBC.

Mãe mata filha recém-nascida, dá descarga na criança e é presa em MS

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A mulher ainda colocou o corpo dentro de um saco plástico

Um caso de infanticídio foi registrado nessa segunda-feira (4), em São Gabriel do Oeste, a 140 quilômetros de Campo Grande. Depois de dar à luz, uma mãe, de 26 anos, matou a própria filha ao dar descarga na menina e colocar o corpo em um saco plástico dentro de uma bacia com água. A mulher foi presa em flagrante.

Segundo informações do G1, a jovem passou mal logo após matar a criança. O companheiro dela chamou o Serviço de Atendimento Móvel de Urgência (Samu), que a levou para um hospital. Na unidade de saúde, os médicos perceberam que ainda havia a placenta sem a presença do feto. A polícia foi acionada e seguiu em direção à casa da suspeita, onde a bebê foi achado morta.

Fonte: noticiasaominuto

Criança sem cicatriz não precisa refazer vacina BCG, diz ministério

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A orientação, segundo o governo federal, foi encaminhada aos estados e municípios na última sexta-feira (1º)

Crianças que não apresentarem cicatriz vacinal após receberem a dose contra a tuberculose – conhecida como BCG – não precisam ser revacinadas. A recomendação foi divulgada hoje (5) pelo Ministério da Saúde e está alinhada com a Organização Mundial da Saúde (OMS) e o Comitê Técnico Assessor de Imunizações.

Por meio de nota, a pasta informou que estudos comprovaram a eficácia da vacina também em crianças que não ficam com cicatriz após a aplicação. A orientação, segundo o governo federal, foi encaminhada aos estados e municípios na última sexta-feira (1º).

Prevenção

De acordo com o ministério, a principal maneira de prevenir a tuberculose em crianças é por meio da BCG, ofertada gratuitamente no Sistema Único de Saúde (SUS). A dose deve ser dada ao nascer, nas maternidades, ou na primeira visita da criança ao serviço de saúde, o mais precocemente possível.

A vacina também está disponível na rotina dos serviços para crianças menores de 5 anos e protege contra as formas mais graves da doença, como a tuberculose miliar e a meníngea.

Cobertura

Dados da pasta mostram que a BCG é uma das doses com maior adesão atualmente no Brasil. Em 2017, a vacina registrou 96,2% de cobertura em todo o país – acima do preconizado pelo ministério, de pelo menos 90%.

Em anos anteriores, a taxa ultrapassou os 100%, sendo 107,94% em 2011; 105,7% em 2012; 107,42% em 2013; 107,28% em 2014; e 105,08% em 2015.

“Os gestores têm até o mês de abril para atualizar, no Sistema de Informação do Programa Nacional de Imunização (SIPNI), a situação vacinal local, mas dados preliminares já indicam uma cobertura, em 2018, de 87,5%.”

Fonte: agenciabrasil

Candidatos têm até hoje para participar da lista de espera do Sisu

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Os alunos na lista serão convocados pelas próprias instituições de ensino a partir do dia 7 de fevereiro

Hoje (5) é o último dia para participar da lista de espera do Sistema de Seleção Unificada (Sisu). O prazo vale para os estudantes que não foram aprovados em nenhuma das opções de curso.

A adesão deve ser feita na página do Sisu. Os candidatos podem escolher entrar na lista de espera para a primeira ou para a segunda opção de curso feita na hora da inscrição. Os alunos na lista serão convocados pelas próprias instituições de ensino a partir do dia 7 de fevereiro. Os candidatos deverão acompanhar as convocações.

Para integrar a lista, os candidatos devem acessar o sistema e, em seu boletim, clicar no botão que corresponde à confirmação de interesse em participar da lista de espera do Sisu. Ao finalizar a manifestação o sistema emitirá uma mensagem de confirmação.

A partir desta edição do Sisu, os estudantes selecionados em qualquer uma das duas opções não poderão participar da lista de espera. Até o ano passado, os selecionados na segunda podiam ainda participar da lista e ter a chance de ser escolhido na primeira opção.

Ao todo, o Sisu oferece, nesta edição, 235.461 vagas em 129 instituições públicas de todo o país. Puderam se inscrever no programa os estudantes que fizeram o Enem 2018 e obtiveram nota acima de zero na prova de redação. Segundo o MEC, mais de 1,8 milhão de candidatos se inscreveram.

Fonte: noticiasaominuto

O que são remédios biológicos de referência e biossimilares?

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Indicados para doenças complexas, como câncer, eles são mais eficazes, diminuem efeitos adversos e podem variar no preço

Quem vai com certa frequência à farmácia já percebeu que existem medicamentos de referência, genéricos e similares. No final das contas, a principal diferença entre eles está no preço e isso também vale para os remédios biológicos, que podem custar até R$ 10 mil por mês para um tratamento.

Produzidos a partir de organismos vivos, células ou bactérias, os medicamentos biológicos são utilizados para tratar doenças mais complexas, como o câncer. Além disso, eles são mais eficazes do que os sintéticos e reduzem possíveis efeitos adversos. Algumas vacinas, como a da febre amarela por exemplo, são biológicas, uma vez que são produzidas utilizando o próprio vírus atenuado da doença.

“Os biossimilares também são biológicos, mas não foram os inovadores. Eles utilizam o medicamento de referência como base, são produzidos por uma célula, segue todo o processo produtivo, mas não têm todos os estudos pré-clínicos, como se fosse invenção”, explica a farmacêutica Márcia Bueno, diretora de relações institucionais da Libbs.

A empresa inaugurou a Biotec no Brasil em 2016, uma indústria onde estão sendo produzidos seis remédios biossimilares. Entre eles, está o composto trastuzumabe, que foi aprovado simultaneamente pela Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa) e pelo FDA (agência regulatória dos Estados Unidos). Ele é indicado para o tratamento de câncer de mama inicial e avançado, além de câncer gástrico metastático.

“A importância dos medicamentos biológicos é que, com o avanço da biotecnologia, consegue-se determinar, dentro do tumor, qual caminho usar para obstruir o crescimento das células [cancerígenas]. Com esse avanço, as doenças serão cada vez mais tratadas com esses medicamentos”, afirma a especialista.

Além disso, a existência do biossimilar atua na quebra de monopólio das empresas produtoras dos medicamentos de referência. Por baixar o preço, os biossimilares podem ser vantajosos na hora de inseri-los no sistema público de saúde. Segundo o Ministério da Saúde, atualmente, os medicamentos biológicos são responsáveis por 51% dos cerca de R$ 3 bilhões gastos anualmente com compra de medicamentos – e apenas 4% da quantidade de medicamentos distribuídos pelo Sistema Único de Saúde (SUS).

Para lembrar o Dia Mundial de Combate ao Câncer, celebrado nesta segunda-feira, 4, o E+ conversou com Márcia Bueno para entender o que são os remédios biológios e os biossimilares e as diferenças entre eles. Confira a seguir:

O que são os remédios biológicos e biossimilares e qual é a diferença entre eles?

Nos biológicos, a fonte de produção é biológica. Normalmente, são produzidos por células ou bactérias. Entre a classificação dos medicamentos biológicos, tem os anticorpos monoclonais – que são proteínas que vão reagir dentro do organismo com um receptor específico. Os biossimilares são biológicos, só que não foram inovadores, mas utilizam o medicamento de referência [como base]. Também são produzidos por uma célula, seguem todo o processo produtivo, mas não têm todos os estudos pré-clínicos como se fosse invenção, já partem de uma molécula pronta.

O biossimilar é exatamente igual ao biológico de referência ou pode haver mudanças?

Para produzir um biossimilar, tem de seguir a mesma sequência genética do remédio inovador. Com isso, desenvolve-se um processo em que a célula escolhida tenha produção elevada da proteína que vai fazer o medicamento. O processo não é exatamente o mesmo, porque muda condições, mas segue as mesmas características, como meios de cultura para crescer células e proteínas.

O que torna os remédios biológicos mais eficazes é justamente o uso de células vivas?

Sim, é isso que se busca: ser eficaz e diminuir evento adverso. Se o medicamento é autodirigido, ele vai reagir só com a célula do tumor e reduzir o impacto nas outras. Quando não são autodirigíveis, têm efeitos adversos grandes. A busca incessante é ter uma terapia que tenha a menor dose com a eficácia desejada. O comparativo é com a quimioterapia: é eficiente, mas atinge várias outras células, não é autodirigida, por isso a mulher perde cabelo, tem náusea. O que se busca são novos medicamentos para diminuir isso.

Os biológicos são medicamentos caros. Os biossimilares também são?

Biossimilares são novos no Brasil e no mundo. Os medicamentos biológicos são caros porque têm alto investimento em pesquisa. O fato de manter o produto novo sozinho por muito tempo é o monopólio, e o preço não cai. Além disso, o biossimilar melhora a competitividade. No primeiro momento, o biossimilar não vai ter redução de preço, porque ainda é preciso levar em conta os investimentos de fábrica e desenvolvimento, que são altos, mas o fato de ele existir já começa a derrubar o preço do remédio de referência. Um estudo da Organização Mundial da Saúde mostrou que os biológicos que estavam na lista com potencial para novos biossimilares já tiveram seu preço reduzido em 50% quando comparados com aqueles que não têm competidor ainda. À medida que a patente cai, o preço diminui.

Qual é a possibilidade de expansão dos biossimilares para o sistema público? Depende da doença?

A inclusão na lista do Sistema Único de Saúde, quando é medicamento de referência, na maioria dos casos já tem. Dependendo da doença, ou a compra é concentrada no Ministério da Saúde ou nas secretarias [estaduais ou municipais de saúde]. O biossimilar pode entrar [na lista] pela vantagem do preço.

Os biossimilares têm um processo de registro mais longo e complexo do que os demais remédios?

Na preparação completa de um biossimilar, o tempo de desenvolvimento é muito maior do que outro remédio sintético, assim como o biológico novo [de referência]. Depois que entra com dossiê, pedindo o registro na Anvisa, o tempo de análise é o mesmo. A Anvisa tem um ano para responder. No Brasil, temos uma distorção de patente se comparado com outros países. Aqui, a patente é contada a partir da concessão, como a fila é muito grande, pode-se ficar até dez anos na fila. Em outros países, a patente já conta como fila de espera.

Com informações do Estadão.

Fonte: noticiasaominuto

Brasileiros começam 2019 mais endividados e inadimplentes, diz CNC

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O volume de famílias que declararam não ter condições de pagar suas contas passou de 9,5% em janeiro de 2018 para 9,1% em janeiro deste ano

Os brasileiros começaram o ano mais endividados, segundo dados divulgados nesta terça-feira (5/2), pela Confederação Nacional do Comércio de Bens, Serviços e Turismo (CNC). O porcentual de famílias brasileiras com algum tipo de dívida subiu de 59,8% em dezembro de 2018 para 60,1% em janeiro de 2019, apontou a Pesquisa de Endividamento e Inadimplência do Consumidor (Peic).

No entanto, o resultado foi inferior ao patamar de endividados de 61,3% registrado em janeiro do ano passado. O total de inadimplentes teve ligeiro aumento de dezembro para janeiro, passando de 22,8% em dezembro para 22,9% em janeiro. O resultado, porém, também ficou aquém do nível de inadimplência de janeiro de 2018, quando 25,0% das famílias tinham dívidas ou contas em atraso.

O volume de famílias que declararam não ter condições de pagar suas contas – e que, portanto, continuariam inadimplentes – passou de 9,5% em janeiro de 2018 para 9,1% em janeiro deste ano. Em dezembro de 2018 esse porcentual era de 9,2%.

“A queda na comparação anual indica que persistem o ritmo lento de recuperação do consumo e a cautela das famílias na contratação de novos empréstimos e financiamentos”, avaliou a economista Marianne Hanson, da CNC, em nota oficial.

Segundo a CNC, a alta no endividamento em relação a dezembro do ano passado não compromete a expectativa de retomada da economia

“As taxas de juros em patamares mais baixos também constituem um fator favorável a esse resultado. As famílias brasileiras também se mostraram mais otimistas em relação à sua capacidade de pagamento, e o percentual de famílias que disseram não ter condições de pagar suas contas em atraso também recuou”, justificou Marianne Hanson.

O cartão de crédito foi mencionado como a principal fonte de dívidas dos brasileiros (78,4%), seguido por carnês (14,0%) e financiamento de carro (9,7%).

Fonte: metropoles