[Coluna] – Pena de Acir Gurgacz prevê perda do cargo de senador, mas ele segue na Casa

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Condenação transitou em julgado ainda ano passado, ele foi preso e ainda cumpre pena, mas Senado ignora decisão do Supremo

Uma coisa é uma coisa…

O jornal O Globo estampou nesta sexta-feira reportagem contestando um projeto de Acir Gurgacz (PDT) que que propôs a idoneidade moral e reputação ilibada para cargos comissionados nos poderes da República. Para o jornal, por estar cumprindo pena em regime aberto, seria uma incoerência o senador rondoniense propor estes limites. Evidente que seria bem melhor que Acir não estivesse maculado a esse ponto, mas a proposta é válida e deveria sim ser adotada. Porém, o jornal tocou em um ponto mais sensível, e eu explico. Segue ai…

Pacto de silêncio

De acordo com a reportagem existe uma espécie de ‘acordo’ silencioso em torno da cassação do mandato de Acir Gurgacz, que deveria ter sido levada adiante pelo Senado tão logo saiu o mandado de prisão. Isso porque a pena previa a perda dos direitos políticos, além é claro, do cumprimento da sentença em presídio. O calvário de Gurgacz foi agravado por ele próprio, em um rompante tomado ainda em 2018, quando decidiu atacar, em nota, o ministro Alexandre de Moraes do Supremo. Na época, Gurgacz teceu pesadas acusações contra o ministro, que sendo o relator do processo, não poupou tinta na caneta na hora de proferir a sentença.

E o problema

É exatamente esse. O ex-presidente do Senado, Eunício Oliveira como estava em fim de mandato, deixou pra lá o ‘assunto Gurgacz’. David Alcolumbre se faz de ‘gato morto’ sobre o tema e Acir segue lépido e faceiro em suas funções no Senado Federal. Se a proposta apresentada por ele é incoerente devido a sua condição é um fato, é. Mas, isso não a diminui. Para tomar posse em qualquer cargo ao ser aprovado em concurso, é preciso apresentar uma série de certidões e a depender da função ainda é feita uma investigação social, então porque os comissionados não podem passar pelo mesmo crivo?

Essa situação

Mostra bem como está nossa representação na casa legislativa mais importante do país. Temos um ex-governador que vive em um universo paralelo, um ex-radialista que segue falando demais e um empresário que, fragilizado, é contestado em seus posicionamentos. Politicamente Gurgacz tem discurso coerente, demonstra conhecimento dos mais diversos temas. Mas, tem uma coisa que ele não consegue se desfazer, que é aquele ar de superioridade típico de quem é acostumado a mandar sem ser questionado. Bateu de frente com um que é igual ou pior, chamado Alexandre de Moraes e deu no que deu.

Cena bizarra

Primeiro achei que fosse montagem, depois vi que não, era pra valer. O ministro da educação, ao lado do presidente com uma centena de chocolates tentando explicar, com o perdão da palavra porque não consigo pensar em outra, cagada no orçamento da educação. Mais doido ainda foi o presidente pegando e comendo a metade de um chocolate. E o que era aquela tradutora de Libras? Ela não sabia se traduzia, ria ou se pegava um chocolate. Não viu? eu mostro, olha ai.

Podcast

Agora é oficial. Seguindo as tendências da internet, estreamos nesta sexta-feira nosso podcast. Tá, o primeiro parece essa conversa ai de cima, meio tosco, mas prometo que vamos melhorando nos próximos. Se você usa o Spotify, pode ouvir direto no app neste link (https://open.spotify.com/show/0wsngSK3d7LJmINwRZKOLe?si=ItXozilCRSGVsTzQ_i0HHA). Já estamos trabalhando para colocar no iTunes também. Se preferir, pode ouvir direto no nosso canal no Anchor (https://anchor.fm/painelpolitico). Toda sexta-feira vou estar comentando os assuntos da semana. E também vou estar colocando podcasts de acordo com algum assunto importante do dia. Abaixo, o primeiro.

Jejum pode reduzir o gasto calórico e aumentar a fome

Dietas muito restritivas ou mesmo a adoção de longos períodos de jejum aumentam a produção no corpo do chamado hormônio do crescimento. Pois pesquisadores do Instituto de Ciências Biomédicas da Universidade de São Paulo (ICB-USP) mostraram que essa substância dispararia a fome e faria o organismo reduzir seu gasto calórico – dois problemões para quem deseja emagrecer. O hormônio do crescimento é fundamental para manter os tecidos do corpo sadios e para o desenvolvimento na infância e adolescência. Mas, nesse estudo com camundongos, os experts focaram na sua atuação em uma família específica de neurônios que controlam o apetite e o gasto energético. “Ele envia um sinal para o cérebro indicando que o organismo está passando fome”, resumiu José Donato, fisiologista que coordenou o trabalho, ao site da Revista Pesquisa Fapesp. Esse alerta intensifica a vontade de comer e libera outros hormônios, que colocam o corpo numa espécie de modo de economia de bateria. Outros trabalhos já haviam demonstrado que a concentração do hormônio do crescimento sobe em situações de privação alimentar, porém os motivos dessa reação ainda eram desconhecidos.

Bolsonaro diz no Paraná que, se decreto do porte de armas for inconstitucional, tem que deixar de existir

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‘Nós fomos até o limite da lei’, defendeu o presidente em Foz do Iguaçu. Supremo deu cinco dias para presidente explicar o decreto

O presidente Jair Bolsonaro afirmou nesta sexta-feira (10) que foi “até o limite da lei” no decreto que facilitou o porte de armas.

Ele falou sobre o tema em Foz do Iguaçu, no oeste do Paraná, na saída do evento em que assinou autorização para o início das obras da segunda ponte entre o Brasil e Paraguai.

“Estamos fazendo um bom debate quanto a isso, pode ter certeza. Estamos nada mais fazendo o que o povo quis em 2005 e nós fomos até o limite da lei”, disse Bolsonaro.

O presidente afirmou ainda que o decreto será analisado na Comissão de Constituição e Justiça e depois no Plenário da Câmara. Ele também foi questionado sobre se negociaria alguns pontos do decreto.

“Não tem que negociar. Se é inconstitucional tem que deixar de existir. Quem vai dar a palavra final vai ser o Plenário da Câmara. Ou a Justiça”, afirmou o presidente.

Explicações

Mais cedo, a ministra Rosa Weber, do Supremo Tribunal Federal (STF) deu um prazo de cinco dias para que o presidente Jair Bolsonaro explique o decreto assinado por ele que facilitou o porte de armas para mais categorias.

O prazo, porém, ainda não começou a contar, porque Bolsonaro ainda não foi notificado da decisão. Assim que o for, o prazo passará a valer.

O decreto de Bolsonaro, assinado no último dia 7 facilita o porte de arma para um conjunto de profissões, como advogados, caminhoneiros e políticos eleitos – desde o presidente da República até os vereadores. O direito ao porte é a autorização para transportar a arma fora de casa.

Além disso, permite que equipamentos de uso restrito das polícias militares, da Polícia Federal e do Exército sejam agora comprados – e usados – por civis que cumprirem os requisitos, amplia a quantidade de munições que podem ser adquiridas por ano, permite que menor pratique tiro esportivo sem necessidade de aval da Justiça, e abre o mercado para a importação.

Ilegalidades

A área técnica da Câmara dos Deputados elaborou um parecer para enviar ao presidente da Casa, Rodrigo Maia (DEM-RJ), no qual diz que há ilegalidades no decreto de armas assinado por Jair Bolsonaro. Uma outra análise, feita por técnicos do Senado, diz que a norma “extrapolou o poder regulamentar”.

Maia encomendou a análise aos técnicos da Câmara após a edição do decreto. Ele disse que a avaliação já tinha identificado “algumas inconstitucionalidades” e manifestou intenção de tomar duas iniciativas: dialogar com o governo para demonstrar que houve invasão da competência do Legislativo; e votar projetos que suspendam o decreto.

“Sem dúvida nenhuma, aquilo que for inconstitucional do decreto de armas, ou vamos dialogar com o governo – que é o que queremos, para que ele possa compreender que entrou nas atribuições do Congresso Nacional –, ou vou ter que votar um dos oito ou nove projetos de decreto legislativo [que sustam o decreto do Executivo]”, disse o presidente da Câmara, na quinta-feira.

Do G1

Dois acusados no caso Naiara vão novamente a júri popular em RO

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Julgamento está marcado para começar na próxima quarta-feira, 15. Crime aconteceu em janeiro de 2013

Dois acusados de envolvimento na morte da estudante Naiara Karine irão, novamente, a juri popular na próxima quarta-feira (15). O novo julgamento acontece após o Ministério Público de Rondônia (MPRO) recorrer da decisão que absolveu os réus do crime de estupro. Naiara sofreu estupro coletivo e foi assassinada a golpes de faca em janeiro de 2013.

Em abril de 2016, Richardson Bruno Mamede das Chagas e Francisco da Silva Plácido foram condenados pelo homicídio de Naiara Karine, mas foram absolvidos do crime de estupro.

Após o veredicto, o MPRO recorreu da decisão do júri. O Tribunal de Justiça de Rondônia (TJ-RO) acatou o recurso e anulou a decisão do Conselho de Sentença que absolveu os réus.

No entendimento dos órgãos de Justiça, “a decisão dos jurados contrariou a prova dos autos”.

A defesa de Richardson chegou a entrar com recursos, mas acabaram negados pelo Tribunal de Justiça, o que foi mantido pelo Superior Tribunal de Justiça (STJ) e pelo Supremo Tribunal Federal (STF). O réu foi condenado a 14 anos de reclusão por homicídio qualificado em regime fechado.

No caso do réu Francisco, o STJ acatou, em parte, o recurso de diminuição da pena por homicídio, de 9 anos para 7 anos e seis meses, em regime fechado.

Dessa forma, os dois réus só responderão, novamente, pelo crime de estupro.

O julgamento, segundo a assessoria do TJ-RO, tem previsão de início na próxima quarta-feira (15), no 1º Tribunal do Júri da Comarca de Porto Velho. A previsão do TJRO é de que o julgamento dure três dias.

Crime

Naiara Karine foi morta no dia 24 de janeiro de 2013, após sofrer um estupro coletivo praticado por, pelo menos, quatro homens. O corpo da jovem de 18 anos, que cursava jornalismo, foi encontrado em uma estrada conhecida como Linha 15 de Novembro, na Zona Rural da capital rondoniense.

Ela foi assassinada com vários golpes de faca e, segundo as investigações, sofreu violência sexual. O localizador do celular de Naiara ajudou a polícia a chegar ao local do crime horas depois de ter sido dada como desaparecida. Após um mês de investigações, a Polícia Civil caracterizou o crime como sequestro, estupro e homicídio.

Rosa Weber dá cinco dias para Bolsonaro explicar decreto do porte de armas

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Prazo começará a contar quando o presidente for notificado da decisão, o que ainda não ocorreu. Decreto flexibiliza regras e facilita porte de armas e munições por diversas categorias

A ministra Rosa Weber, do Supremo Tribunal Federal (STF), decidiu nesta sexta-feira (10) dar um prazo de cinco dias para que o presidente Jair Bolsonaro explique o decreto assinado por ele que facilitou o porte de armas para mais categorias.

O prazo, porém, ainda não começou a contar, porque Bolsonaro ainda não foi notificado da decisão. Assim que o for, o prazo passará a valer.

O decreto de Bolsonaro, assinado no último dia 7 facilita o porte de arma para um conjunto de profissões, como advogados, caminhoneiros e políticos eleitos – desde o presidente da República até os vereadores. O direito ao porte é a autorização para transportar a arma fora de casa.

Além disso, permite que equipamentos de uso restrito das polícias militares, da Polícia Federal e do Exército sejam agora comprados – e usados – por civis que cumprirem os requisitos, amplia a quantidade de munições que podem ser adquiridas por ano, permite que menor pratique tiro esportivo sem necessidade de aval da Justiça, e abre o mercado para a importação.

Um dia depois, o partido Rede Sustentabilidade acionou o Supremo pedindo a anulação do decreto. Para a sigla, o decreto é inconstitucional por ferir o princípio da separação de poderes porque, na avaliação do partido, as regras deveriam ter sido discutidas no Congresso Nacional.

Relatora do pedido da Rede, Rosa Weber requisitou informações de Bolsonaro antes de decidir sobre a suspensão ou não do decreto.

Além do presidente, a ministra também solicitou informações do ministro da Justiça e da Segurança Pública, Sérgio Moro. Também abriu espaço para que Advocacia-Geral da União (AGU), Câmara dos Deputados e Senado também se manifestem sobre o decreto.

Ministra Rosa Weber na sessão da 1ª Turma. Foto: Carlos Humberto/SCO/STF (08/04/2014)

Câmara e Senado

A pedido do presidente da Câmara, Rodrigo Maia (DEM-RJ), a área técnica da Casa elaborou um parecer sobre o decreto. No documento, os técnicos legislativos afirmam que a norma “extrapolou o poder regulamentar” do presidente.

A análise da Câmara aponta os seguintes problemas:

  • O decreto acaba com a exigência de que integrantes de diversa categorias comprovem a “efetiva necessidade” de portar arma, como determina a lei do Estatuto do Desarmamento;
  • O decreto não diz quando e onde o porte tem validade, como exige essa mesma lei;
  • O decreto dá porte de arma a praça das Forças Armadas, mas a legislação estabelece que quem define as regras sobre esse assunto são as próprias Forças Armadas, e não o presidente da República.

Já outra análise, feita por técnicos do Senado Federal, a pedido dos senadores Fabiano Contarato (ES) e Randolfe Rodrigues (AP), da Rede, se restringe à questão da efetiva necessidade para o porte de armas. Ao eximir algumas categorias da obrigação de comprová-la, o decreto Bolsonaro “extrapolou o poder regulamentar”, segundo os técnicos.

Segundo os técnicos do Senado, com o decreto, passam a ter o porte liberado categorias que precisariam comprovar o requisito previsto no Estatuto de Desarmamento de “demonstrar a sua efetiva necessidade por exercício de atividade profissional de risco ou de ameaça à sua integridade física”.

Com G1

Conheça os 10 maiores e mais luxuosos SUVs do mundo disponíveis no mercado americano; o 3 é incrível

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Luxo, conforto e potência. Conheça os carros mais poderosos do mercado global de SUVs

Se você acha que o mercado de carros na América Latina só oferece veículos ruins, você tem razão. Veja a lista de 10 SUVs disponíveis no mercado americano que não chega por aqui. Veja abaixo o preço médio de cada um (dólar a R$ 3.50 – conversão direta)

Lincoln Navigator – Preço médio 2019 – R$ 749.000,00 (motor flex)

Ford Expedition – Preço médio 2019 – R$ 589.000,00 (gasolina)

Cadillac Scalade – Preço médio 2019 – A partir de R$ 800.000,00 modelo de entrada

Dodge Durango – Preço médio 2019 – R$ 549.000,00 (gasolina)

Lexus LX570 – Preço médio 2019 – R$ 550.000,00 (gasolina)

Range Rover Land Rover – Preço médio 2019 – R$ 760.680,00 (gasolina)

Toyota Land Cruiser Prado – Preço médio 2019 – a partir de R$ 300 mil

BMW X7 – Preço médio 2019 – A partir de R$ 344 mil

Mercedes AMG GLX63 – R$ 575.900,00

Nissan Patrol – R$ 356.000,00

Comércio tem previsão de maiores vendas no Dia das Mães

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Estimativa é de que, em Termos Nacionais, haja uma movimentação de R$ 9,7 bilhões no período

Dados da Confederação Nacional do Comércio (CNC) mostram que o volume de vendas para o Dia das Mães deve registrar aumento de 3,8% em relação a 2018, já descontada a inflação. Confirmadas as previsões, este será o terceiro ano consecutivo de aumento real das vendas desta data. A expectativa do setor é que sejam criadas 22,1 mil vagas temporárias de emprego.

De acordo com estudo da CNC o período deve registrar uma movimentação financeira de R$ 9,7 bilhões neste ano, nível equivalente ao volume de vendas verificado em 2014, que foi de R$ 9,6 bilhões. A principal razão para o terceiro aumento consecutivo do faturamento real do varejo brasileiro nesta data está no comportamento dos preços. Os repasses de preços acima da taxa de inflação ao consumidor não têm sido tão grandes porque o mercado ainda vive sob a fragilidade do processo de recuperação econômica. Além disso, ainda há a alta da moeda americana, que variou 7% nos últimos 12 meses.

Vendas em Rondônia devem crescer mais do que em nível Nacional

Já, em Rondônia, a previsão é de que o comércio deve movimentar, no período, em torno de R$ 560 milhões, um crescimento de cerca de 4,2% no volume de vendas, embora o número de trabalhadores temporários permaneça quase estável sendo esperada a abertura apenas de 1.236 novas vagas, segundo o Departamento Econômico da Fecomércio Rondônia.

Para o Presidente da Fecomércio e Vice-Presidente da CNC, Raniery Araujo Coelho, “o resultado é animador” levando em conta que as condições de consumo ainda são lentas e somente com a retomada do nível de atividade econômica, emprego, em especial, do crédito, será possível elevar o nível das vendas a prazo.

Como sempre, são os artigos de uso pessoal e doméstico e de móveis e eletrodomésticos que devem ser os mais procurados neste ano, apontando variações de +6,7% e +6,4% em volume de vendas, respectivamente, na comparação com o Dia das Mães anterior. Já para o setor de vestuário e calçados, principal ramo do varejo nessa data, com cerca de 40% do faturamento total, a previsão é de ligeira alta de 0,5% em comparação com 2018. Ainda segundo os dados mais recentes do Índice Nacional de Preços ao Consumidor Amplo (IPCA-15), os bens e serviços sazonalmente mais demandados no Dia das Mães acumulará uma alta de 4,6% nos últimos 12 meses – a menor variação em 10 anos.

Edson Martins destina emenda para Defesa Civil de Guajará-Mirim

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Recurso, da ordem de R$ 50 mil, será aplicado para aquisição de lancha com motor e carreta reboque

O deputado estadual Edson Martins (MDB) destinou uma emenda parlamentar, no valor de R$ 50 mil, para a aquisição de uma lancha com motor e uma carreta de reboque, para atender a Defesa Civil do município de Guajará-Mirim.

“É um reforço para as ações da Defesa Civil no município, que enfrenta a cada ano áreas de alagações, com as cheias do rio Mamoré. Agora, passarão a contar com uma melhor estrutura para atender às famílias atingidas pelas inundações”, explicou Edson Martins.

O pedido do recurso partiu do vereador Mário Cezar (MDB) e foi entregue nesta quarta-feira (8), pelo coordenador da Defesa Civil no município, Marcelo Alves, juntamente com os servidores da controladoria Charleson Sanchez e Adão Quintão, que reforçaram o pedido e apresentaram a grande necessidade do recurso.

“A Defesa Civil de Guajará será muito beneficiada com esse recurso. No período das enchentes, várias famílias ficam desalojadas e sem abastecimento de água potável, alimentação, medicamentos e combustível, essa lancha com motor e reboque fará com que os agentes consigam atender a população com mais qualidade e agilidade”, explicou o vereador Mário Cezar em seu pedido.

Fonte: Decom

Deputado Edson Martins garante recursos para escolinha de futebol da capital

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O parlamentar assegurou emenda, durante encontro com os representantes da entidade

O deputado estadual Edson Martins (MDB) recebeu em seu gabinete na manhã desta segunda-feira (06), o líder comunitário Rachid Torres, juntamente com o presidente do Sport Club Santa Fé (escolinha de futebol de base) de Porto Velho, Antônio Alves, o vice-presidente Cleanto Barbosa, e a secretária Tainara Rocha.

Na oportunidade, Edson Martins disponibilizou um recurso de emenda parlamentar no valor de R$15 mil para a aquisição de material esportivo que atenderá jovens e adolescentes que praticam esportes naquela instituição.

O parlamentar destacou a importância do recurso para incentivar e apoiar entidades e ações voltadas ao esporte, por acreditar que atividades desportivas são uma saída para ajudar jovens e adolescentes a não entrar para o mundo das drogas.

“O esporte tem uma função social enorme, ao oferecer um caminho alternativo às crianças e adolescentes, com prática saudável de atividades desportivas, que é fundamental para uma boa saúde e também uma ação importante contra as drogas e a criminalidade”, destacou Edson Martins.

Mourão tem avaliação positiva superior a Jair Bolsonaro, diz pesquisa

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Pesquisa XP/Ipespe mostra que 39% dos brasileiros classificam como bom ou ótimo desempenho do vice. Presidente tem aprovação de 35%

O vice-presidente Hamilton Mourão (PRTB) tem aprovação de 39% dos brasileiros. Esse número é maior se comparado ao grupo de pessoas que avaliam o desempenho do presidente Jair Bolsonaro (PSL) como ótimo ou bom: 35%. Os dados são da sétima rodada da pesquisa XP/Ipespe, divulgada nesta sexta-feira (10/05/2019).

O levantamento mostra que 35% dos entrevistados avaliam Mourão como regular, enquanto 20% o consideram ruim ou péssimo. A pesquisa foi divulgada no momento em que o vice-presidente enfrenta uma crise no governo e tem recebido ataques de apoiadores de Bolsonaro.

Esses números apontam também que a percepção negativa do presidente cresceu cinco pontos percentuais do mês passado até agora. No entanto, a avaliação de maio identifica uma estagnada na avaliação negativa.

A pesquisa foi feita nos dias 6 e 8 de maio e ouviu 1 mil eleitores. A margem de erro é de 3,2 pontos percentuais para mais ou para menos.

Troca de farpas

A tensão entre a ala militar da gestão Bolsonaro e aliados do presidente aumentou nos últimos dias. Um vídeo em que o escritor Olavo de Carvalho faz críticas aos integrantes das Forças Armadas, compartilhado na conta do próprio presidente pelo filho Carlos Bolsonaro (PSC-RJ), foi o estopim para a troca de farpas entre esses dois grupos.

Apoiadores do chefe do Executivo acusam Mourão de se posicionar de forma contrária ao presidente e de apoiar quem quer destruí-lo. Após ataques pessoais, o vice-presidente disse que Olavo deveria se limitar à função de astrólogo e para de intervir nas questões do governo.

Jovem assassinada brutalmente pelo marido, implorou por ajuda e disse na delegacia que sabia que ia morrer

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Elza Ribeiro Micharski foi morta com uma barra de ferro e foi atropelada logo em seguida

A morte de uma jovem de 22 anos no último domingo (5) chocou os moradores da cidade de São Mateus do Sul (122 quilômetros de Ponta Grossa). O crime aconteceu na Praça do Olho, na Vila Pinheirinho, e causa espanto pela crueldade do autor do feminicídio. Elza Ribeiro Micharski foi morta com golpes de barra de ferro e, em seguida, foi atropelada várias vezes. Ela sofreu lesões na cabeça e no abdômen e não resistiu aos ferimentos.

Ele fugiu do local, mas foi preso pela Polícia Militar pouco tempo depois. A Polícia Civil informou que eles foram casados por sete anos e o rapaz não aceitava o fim do relacionamento, o que teria motivado o crime. Inclusive, a vítima já tinha registrado vários boletins de ocorrência por ameaça e violência doméstica.

A vítima implorou por ajuda na Delegacia de São Mateus do Sul (a 150 km de Curitiba) diversas vezes. Ela tinha medo de morrer. O medo vinha das dezenas de ameaças feitas pelo ex-marido, Alisson Ferraz Barbosa, de 24 anos. Mesmo com três medidas protetivas descumpridas e três inquéritos policiais abertos nada impediu que o pior acontecesse. As afirmações acima, de que Elza foi morta em razão de falhas da Polícia Civil, do Ministério Público e do Poder Judiciário, foram feitas nesta sexta-feira (10) pelo advogado Igor José Ogar, contratado pela família da vítima.

Elza foi morta pelo ex-marido no último domingo – Reprodução

“Nada era feito pela Polícia Civil, pelo Ministério Público e pelo Poder Judiciário. Elza registrou vários Boletins de ocorrência, foi várias vezes implorar por ajuda na delegacia, disse que o ex-marido descumpria todas as medidas protetivas, chegou a dizer na delegacia que sabia que ia morrer e nada foi feito. Ele se aproximava dela, fazia ameaças, descumpria as medidas protetivas e ninguém via a necessidade sequer de estender a proteção, quem dirá de pedir a prisão dele. O resultado foi a morte de Elza, que morreu sem poder contar com a ajuda do Estado”, desabafou o advogado.

Elza foi morta na Praça do Olho, no centro de São Mateus do Sul. Ela foi morta com golpes de barra de ferro e, em seguida, atropelada várias vezes. Sofreu lesões na cabeça e no abdômen e não resistiu aos ferimentos. Alisson foi preso em flagrante, logo em seguida, na casa dos pais.

“Tive acesso ao vídeo com o depoimento dele e fica claro que não há nenhum arrependimento. Ele conta que a golpeou com uma barra de ferro e passou por cima da cabeça dela duas vezes com o carro. Fala ainda que apenas cumpriu o que já havia prometido mais de 10 vezes”, relatou o advogado.

Segundo Ogar, a família de Elza espera que haja justiça. “A família de Elza espera justiça não só com relação ao Alisson, mas também contra o Estado, que foi omisso e negligente. Está provado em todo o processo a total ineficiência do Estado”, completou.

Elza e Alisson foram casados por sete anos e o rapaz não aceitava o fim do relacionamento, o que teria motivado o crime.

O que diz o Ministério Público

Em nota, o MP-PR informou que não é correta a informação de que não foi feito o pedido de prisão preventiva do acusado. Diz o MP:

Sobre o caso de feminicídio ocorrido em São Mateus do Sul no último domingo, 5 de maio, o Ministério Público do Paraná esclarece:

Não procede a informação de que o Ministério Público do Paraná posicionou-se contrariamente à decretação de prisão preventiva do acusado.

Em relação à vítima, havia medida protetiva vigente desde outubro de 2018, cuja prorrogação foi requerida pelo Ministério Público do Paraná em fevereiro deste ano e concedida pela Justiça. A prorrogação da medida foi requerida ao Juízo pela Promotoria de Justiça de São Mateus do Sul após a vítima assim solicitar.

Antes disso, em dezembro de 2018, houve arquivamento de notícia de descumprimento de medida protetiva pela Justiça. Tal decisão, no entanto, foi adotada diretamente pelo Juízo da Comarca de São Mateus do Sul, sem ter sido o processo previamente encaminhado para manifestação do Ministério Público.”, diz a nota.

O que diz a Polícia Civil e o Poder Judiciário

A rádio curitibana Banda B tenta contato para que a Polícia Civil e o Poder Judiciário citados se manifestem.