Demissão de professor por xingar Bolsonaro provoca protestos na internet; veja vídeo

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Fabrício Cardoso foi gravado por um estudante durante uma aula para o Ensino Médio

A demissão de um professor de um colégio particular em São José dos Campos, no interior de São Paulo, tem motivado protestos pelo país. Fabrício Cardoso foi gravado por um estudante durante uma aula para o Ensino Médio. No vídeo, ele aparece chamando o presidente Jair Bolsonaro de “imbecil” e falando palavrões. Ele afirma que os direitos dos negros, gays e mulheres estão sendo atacados. O colégio justificou a demissão alegando que o profissional usou linguagem inadequada e não poderia se posicionar partidariamente.

O vídeo foi gravado da mesa de um aluno no fundo da sala. 

As imagens duram pouco mais de um minuto e meio, e o rosto do professor de geografia Fabrício Cardoso não aparece, apenas uma estudante que está na carteira da frente de onde estava o celular.

O professor fala palavrões, chama o presidente Jair Bolsonaro de ‘imbecil’ e diz que ele ganhou as eleições ‘pilantreando’ o Facebook e o Whatsapp e diz que os direitos das minorias estão em jogo.

“Se uma maioria ganhar e tentar ajudar o resto é uma coisa. Agora, quando uma maioria ganha e quer que o preto se ferre, que o gay se ferre, que mulher se ferre, aí é diferente. Aí é pior do que uma ditadura comum. Então a gente tá vivendo um momento em que colocaram um imbecil lá que quer que o preto, pobre, mulher, gay, transexual o que for, se ferre. Isso é o pior”, diz ele na gravação.

Assim que o vídeo foi divulgado, na quarta-feira, a página do Facebook do colégio Poliedro, de São José dos Campos, foi tomada por críticas ao professor, pedindo a demissão dele.

Na quinta, o Colégio veio a público dizendo que tinha tomado essa atitude. Eles dizem que os alunos não podem gravar a sala de aula sem o consentimento do professor, mas que demitiram ele em nome dos princípios e valores da instituição – que incluem o uso de linguagem adequada para o ambiente acadêmico e o não posicionamento político-partidário ou ideológico.

A nota provocou revolta entre os alunos do colégio e de outros lugares do país. O movimento estudantil “Juntos” criou uma campanha “o professor é meu amigo, mexeu com ele, mexeu comigo” e decidiu pressionar o Colégio e até pensar em manifestações depois do feriado, como explica o membro do coletivo João Vitor Ferreira de Souza.

“A grande maioria dos alunos estão contra. Estão se mobilizando, compartilhando posts, pedindo até para o Poliedro se retratar sobre isso, até mães entraram em contato com esse tipo de atitude. É meio que uma perseguição política dentro da escola e isso não deve acontecer. A gente pretende continuar pressionando o colégio. A gente está em contato com os alunos. Eu acho que a partir da semana que vem a gente vai poder sim pressionar pessoalmente com a galera do colégio”, diz.

Maria Sofia Aragão é diretora do Sinpro, sindicato que representa os professores das escolas particulares de São Paulo. Para ela, todos erraram: o professor, a escola e o aluno que gravou a cena. Na opinião dela, os palavrões e os xingamentos ao presidente, por exemplo, estão errados.

“Não, isso não é adequado. Ele até pode estar respondendo também a uma agressão do aluno, mas ele como adulto não deve responder com palavrão. O adolescente normalmente ele é muito provocador, quando ele pega um ponto. Agora, qual a característica do adolescente? Essa mesmo. E o professor tem que ser adulto. A medida mais adequada seria chamar o professor e o aluno e mediar uma conversa entre eles. Até para o aluno entender aonde ele extrapolou. Porque eu não acredito que o professor falou tudo isso sem ter sido provocado. A gravação tem que ser estabelecida como norma da escola que ela não deve acontecer ao menos que o professor autorize. Às vezes o professor autoriza porque a aula que ele vai dar, se estiver gravada, o aluno pode ver de novo, ser um reforço na educação”, defende ela.

A CBN não conseguiu contato com o professor Fabrício Cardoso.

Da CBN

Moro pede à PGR abertura de investigação contra presidente da OAB

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Santa Cruz teria dito que Moro “banca do chefe de quadrilha” ao propor destruição de mensagens apreendidas pela Polícia Federal

O ministro da Justiça,Sergio Moro , pediu nesta quinta-feira que a procuradora-geral da República, Raquel Dodge , investigue o presidente da Ordem dos Advogados do Brasil ( OAB ),Felipe Santa Cruz , por suposto crime de calúnia . O crime teria sido cometido quando Santa Cruz disse que Moro “banca o chefe de quadrilha” nas investigações sobre o hacker suspeito de invadir aplicativos de celulares do ministro e de outras autoridades.

“Atribuir falsamente ao Ministro da Justiça e Segurança Pública a condição de chefe de quadrilha configura em tese o crime de calúnia do art. 138 do Código Penal”, disse Moro, numa representação enviada à Dodge. Para o ministro, caberá a Procuradoria-Geral apurar o caso e “solicitar as providências necessárias voltadas à responsabilização” de Santa Cruz. Com o pedido de investigação de Moro aumenta a pressão do governo contra o presidente da OAB.

Em pedido de investigação, Moro diz que o presidente da OAB cometeu crime de calúnia Foto: Adriano Machado / Reuters/19-06-2019

Há duas semanas, o presidente Jair Bolsonaro atacou Santa Cruz . Numa entrevista, Bolsonaro chegou a dizer que, se Santa Cruz quisesse, ele contaria como o pai do advogado, um militante de esquerda, foi morto durante a ditadura. Nesta semana, a Petrobras rompeu um contrato de trabalho com o presidente da OAB .

O embate com Bolsonaro e Moro teve início no mês passado. Numa entrevista publicada pela Folha de S. Paulo em 26 de julho, Santa Cruz disse que Moro “usa o cargo, aniquila a independência da Polícia Federal e ainda banca o chefe de quadrilha ao dizer que sabe das conversas de autoridades que são investigadas”.

LEIA A REPORTAGEM COMPLETA NO GLOBO

[Coluna] – Chefe da Casa Civil entrega celular para perícia no caso dos “falsos prints”

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E ainda, grupos políticos se organizam nos bastidores de olho na sucessão estadual em 2022. Conheça os bastidores

Na Draco

O secretário Chefe da Casa Civil Júnior Gonçalves entregou seu aparelho de celular à delegacia especializada em crime de corrupção, para ser periciado no caso dos “prints” com diálogos ofensivos à parlamentares. O episódio foi classificado pelo governo como uma tentativa de desestabilizar as relações com o legislativo, mas o próprio Marcos Rocha deu apoio a seu secretário. A polícia está empenhada em encontrar os responsáveis pelo caso.

Só na superfície

Nos bastidores comenta-se que o clima de ‘paz e amor’ que reina entre o legislativo rondoniense e o executivo não passa de mero teatro. Na superfície, águas tranquilas, porém, pouco abaixo, águas revoltas brigam de olho nas eleições de 2022. É, você não leu errado. Tudo que acontece atualmente é focado na sucessão de Marcos Rocha, que muitos apostam, não consegue se segurar no cargo até o fim do mandato, ou se chegar, vai estar bem fragilizado.

Ponto fraco

E o ‘calcanhar de Aquiles’ do governador seria sua esposa, Luana. A primeira-dama, que também é secretária de Ação Social, não está navegando em mares tão tranquilos quanto ela imagina. E como diriam os “Stark”, ‘the winter is coming’.

O fiel da balança

Chama-se Ministério Público do Estado. Para bom entendedor, nem precisa explicar.

Enquanto isso

O PSL trabalha claramente rachado em Rondônia. Um grupo, capitaneado pelo empresário Jaime Bagattoli, de Vilhena, que concordou, mas não digeriu sua derrota em 2018 para o Senado. Bagattoli entende que poderia ter tido um pouquinho de apoio por parte de Marcos Rocha no processo eleitoral, e não teve. Outro grupo é o do governador, que tenta se organizar e fortalecer. As eleições de 2020 serão importantes para todos os grupos políticos de Rondônia. Os que conseguirem mais prefeitos e vereadores, já largam na frente para 2022.

Um olho no peixe…

Marcos Rogério não esconde de ninguém que sonha em comandar o governo a partir de 2023, e como teve uma vitória significativa para o Senado, está cacifado. Para isso, vem trabalhando nos bastidores e organizando tanto sua legenda quanto uma aliança com os tucanos.

Outro no gato

Expedito Júnior, que perdeu a eleição para Marcos Rocha está mais vivo que nunca, e segue articulando para dar as cartas no processo eleitoral de 2020 e 2022. Mas os planos de Expedito e seu grupo passam diretamente pela reeleição de Hildon Chaves. Se Hildon não conseguir, a coisa vai ficar complicada.

O que era ruim

Ficou pior. Acadêmicos do curso de Direito da Universidade Federal de Rondônia estão se queixando da falta de transporte e da mudança nos horários do curso. Por determinação do Consad, as aulas iniciam às 18h50 e terminam às 23 horas, só que, ao saírem neste horário, eles chegam na cidade por volta das 23h30, 23h40, e não mais ônibus circulando na cidade. Tem gente dormindo no campus. É bom eles aproveitarem…por enquanto, ainda tem uma universidade, vai saber até quando…

Impressionante benefício da insulina intranasal em retardar a demência

A aplicação diária de insulina intranasal pode ser eficaz para retardar a progressão do comprometimento cognitivo leve ou da doença de Alzheimer, sugere nova pesquisa. Pesquisadores descobriram que a insulina intranasal administrada por meio de um novo dispositivo diminuiu a velocidade do declínio cognitivo em um a dois anos. “A magnitude do benefício é impressionante”, disse ao Medscape a pesquisadora do estudo, Dra. Suzanne Craft, Ph.D., professora de gerontologia e de medicina geriátrica na Wake Forest School of Medicine, em Winston-Salem, Carolina do Norte. “Este é o primeiro estudo no qual um medicamento foi administrado por via nasal para tratar a doença de Alzheimer”, disse a Dra. Suzanne. Os achados foram apresentados no Alzheimer’s Association International Conference (AAIC) de 2019.

Mãe é presa suspeita de matar o filho com água fervente e deixar corpo no lixo

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Menino foi encontrado em um lixo na cidade de Baltimore, nos EUA; mãe e companheira foram presas acusadas de homicídio culposo e abuso infantil

Um menino de quatro anos sofreu queimaduras graves decorrentes de um banho de água fervente e foi encontrado morto dias depois em uma lixeira, em Baltimore, nos Estados Unidos. A mãe de Malachi Lawson foi presa junto com sua mulher suspeitas de serem as responsáveis pelo crime.

Segundo o jornal Baltimore Sun , a criança começou a ser procurada na última sexta-feira (2), quando a mãe biológica, Alicia Lawson, de 25 anos, e sua companheira, Shatika Lawson, de 40 anos, reportaram o desaparecimento do menino. Segundo a polícia, tudo começou quando o casal resolveu dar um banho em Malachi depois que ele havia se sujado.

A criança foi colocada em uma banheira e ambas viraram para lavar as roupas do menino na pia. Instantes depois, as mulheres perceberam que Malachi tinha queimaduras tão graves que era possível ver pedaços de pele flutuando na água.

Malachi Lawson sofreu graves queimaduras em decorrência da água fervente

De acordo com os documentos sobre o caso, Alicia evitou ligar para o serviço de emergência com receio de que o menino fosse afastado dela e resolveu tratar Malachi em casa. Após nove dias, na última quinta-feira (1°), a mãe acordou e percebeu que o menino já não respondia mais. Foi então que Alicia enrolou a criança em um cobertor e ligou para um serviço de descarte de lixo, que o deixou a cerca de dez quilômetros de onde morava.

A polícia descobriu que o histórico do computador de Alicia continha várias pesquisas sobre serviços de descarte de lixo. A advogada de Shatika, Roya Hanna, defendeu que sua cliente queria levar o menino ao hospital e não tinha conhecimento da morte da criança.

A polícia também realizou testes com a água do banheiro onde Malachi morreu e não constatou aumento da temperatura acima do adequado, excluindo a possibilidade de problema no equipamento. Segundo as mulheres, a temperatura da água foi consertada depois do incidente.

mãe  e sua companheira foram presas acusadas de terem cometido 11 crimes diferentes. Entre eles, homicídio culposo, abuso infantil em primeiro grau e adulteração de provas, de acordo com o Baltimore Sun .

“É um brocha institucional”, diz Deltan sobre Gilmar Mendes em mensagens vazadas

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Procuradores da Lava Jato comemoraram o resultado das eleições de 2018 no Congresso e fizeram contas sobre um possível impeachment do ministro

Em mais um vazamento de mensagens, o procurador da Lava Jato Deltan Dallagnol diz aos colegas que o ministro Gilmar Mendes, do Supremo Tribunal Federal (STF), é  “um brocha institucional”. Os diálogos foram publicados pelo UOL em uma parceria com o site The Intercept Brasil nesta quinta-feira (8).

Em 10 de junho do ano passado, Deltan compartilhou uma entrevista de Gilmar Mendes ao jornal O Estado de São Paulo em que criticou o projeto das “10 medidas contra a corrupção”, apoiado pelo procurador. Na entrevista, o ministro dizia que algumas das medidas eram “totalmente nazifascistas” e que “coisa de tarado institucional”.

“Vou responder dizendo que Gilmar é um brocha institucional”, afirmou Deltan a outros procuradores em um grupo do Telegram.

Nas mensagens vazadas, os procuradores comemoram o resultado das eleições de 2018 no Congresso. Para eles, o número de parlamentares novos poderia abrir possibilidade para um possível impeachment de Gilmar Mendes , já que o Senado é responsável por julgar esse tipo de ação contra ministros do STF.

“Lava Jato saiu vitoriosa desta eleição. Dá pra sonhar com o impeachment do GM?”, diz o procurador Diogo Castor no dia 7 de outubro. “Sonhar sempre pode, Diogo. Mas não tem chance de se concretizar”, respondeu Laura Tessler.

“Olha aí. Agora sim, pela primeira vez é possível sim de se pensar em costurar um impeachment de Gilmar. Mas algo pensado e conversado e não na louca sem saber onde vai dar”, afirma Paulo Roberto Galvão, no dia seguinte. “Precisamos de 54 senadores. Se tem onze comprometidos com as medidas contra a corrupção. Faltam 43 de 70”, completou Diogo Castor. 

Em nota, a Lava Jato voltou a dizer que não reconhece as mensagens que tem sido atribuídas aos membros da força-tarefa e que “o material oriundo de crime cibernético tem sido usado, editado ou fora de contexto, para embasar acusações e distorções que não correspondem à realidade”.

“Os procuradores jamais realizaram representação pelo impeachment do Ministro Gilmar Mendes . Os procuradores reafirmam que pautam sua conduta pela lei e pela ética e renovam sua confiança e respeito ao Supremo Tribunal Federal”, diz o texto. 

Bruno Cardoso se afasta novamente do Sorriso Maroto para operar pulmão

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Vocalista irá passar por cirurgia nesta sexta-feira (9) para solucionar um problema de derrame na pleura

Bruno Cardoso , vocalista do Sorriso Maroto , precisou se afastar novamente do grupo para cuidar da saúde. O cantor irá se internar para operar o pulmão nesta sexta-feira (9), informa a  Isto É.

A situação do pagodeiro também foi divulgada através de um comunicado oficial: “A banda Sorriso Maroto comunica que será preciso adiar os shows marcados até o final de agosto, e as primeiras apresentações de setembro. Bruno Cardoso, vocalista do grupo, precisa passar por um procedimento para solucionar um problema de derrame na pleura (água na pleura) diagnosticado recentemente, em decorrência de fortes dores musculares nas costas.” 

No comunicado, Bruno deu a palavra para deixar os fãs mais calmos: “De acordo com o meu médicio pneumologista, Rafael Pottes, será um procedimento simples, mas necessário. O tempo de recuperação é rápido e eu estou muito feliz em poder resolver essas dores que tanto me incomodam, ainda mais com as recentes notícias de evolução na melhora do coração. Em breve estou de volta aos palcos, melhor que antes.”

Bruno Cardoso já tinha deixado temporariamente o Sorriso Maroto antes para cuidar de uma miocardite. No caso, foi substituído por Thiago Martins.

Desta vez, o tempo de recuperação de Bruno será de um mês e se tudo ocorrer bem, ele estará de volta aos palcos na primeira quinzena de setembro. 

“Me acham interesseira”, diz mulher casada com homem 25 anos mais velho

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O casal está junto há cerca de oito anos, mas os filhos dele não aceitam

Amy Mappes conheceu Bryan Mappes pelo Facebook e, depois de dois anos conversando online e mais dois namorando, se casaram. A diferença entre este e outros casais é a idade: a esposa é 25 anos mais nova do que o marido – algo que eles afirmam não afetar o relacionamento.

Amy tem 30 anos de idade e Bryan, 55. Os dois se conheceram em 2011, quando faziam parte do mesmo grupo de jogos online no Facebook. As conversas sobre games se tornaram chamadas de vídeo e, então, evoluíram para um relacionamento .  

“Começamos a conversar todos os dias no início de 2012 e ficamos amigos muito rápido. Ele estava em um casamento ruim e eu estava terminando uma relação ruim, então começamos a criar um vínculo com isso, o que levou a gente a conversar sobre nossas vidas, como ele estava no trabalho ou sobre os meus três filhos”, diz Amy ao Daily Star .

“Nós sabíamos tudo um sobre o outro depois de um mês de conversa. Em três meses, já estava apaixonada e eu acho que, para ele, foi a mesma coisa. O que mais me atraiu foi o fato de ele ser muito carinhoso e se preocupar com uma pessoa que estava longe dele. Era muito fácil conversar com Bryan e ele também é fisicamente atraente para mim.” 

Na época, ela morava em Alberta, no Canadá, e ele no estado de Dakota do Norte, Estados Unidos. Por causa da distância, eles mantiveram esse contato pela internet por três anos e só se encontraram pessoalmente em 2014. “Eu me sentia enjoada e muito animada ao mesmo tempo, mas comecei a me preocupar se ele iria pensar que a diferença de idade é muito grande e nunca mais querer falar comigo”

O que aconteceu, porém, foi bastante diferente. “Ele foi para o Canadá passar o final de semana e me pediu para casar com ele e mudar para os Estados Unidos”, lembra.

Os dois estão casados desde 2016 e, apesar dos obstáculos, estão felizes. “A única vez que realmente temos um problema é quando ele acha que está certo porque é mais velho ou acha que tem mais autoridade pela idade, mas é algo bem raro de acontecer. Outra coisa é que ele sempre fica mais cansado do que eu no fim do dia, mas isso nunca causou brigas.” 

Filhos de Bryan julgam relacionamento do pai

Apesar dos filhos de Amy terem aceitado bem a relação da mãe com um homem mais velho, os filhos de Bryan não se sentiram tão confortáveis com a esposa do pai. “Eles são três anos mais velhos do que eu. Eu dei a opção para ele me deixar e não ter que escolher entre mim e os filhos, mas ele disse ‘ de jeito nenhum, eles são adultos’. Então foi fácil de resolver.”

“As pessoas julgam nosso relacionamento porque é diferente do deles e é compreensível. Muita gente olha para mim e Bryan e assumem que ele é um ‘pervertido’ ou que eu sou ‘interesseira’ e estou atrás de dinheiro. Esse não é o caso. Para mim, nós somos como qualquer outro casal, só que um de nós é um pouco mais velho”, finaliza. 

“Temos que celebrar o Estado Constitucional”, fala Elton Assis em solenidade na Assembleia Legislativa

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Na manhã desta terça-feira (06), o presidente da Ordem dos Advogados do Brasil – Seccional Rondônia (OAB/RO), Elton Assis, participou da solenidade na Assembleia Legislativa do Estado de Rondônia (ALE/RO) em comemoração aos 36 anos da primeira Constituição Estadual.

Elton Assis parabenizou a Assembleia Legislativa pela iniciativa de comemorar a promulgação da Constituição e os deputados constituintes. “Temos que celebrar o Estado Constitucional. Nos tempos de radicalismos que estamos vivendo, é necessário reafirmar os princípios constitucionais, tais como o devido processo legal, contraditório e ampla defesa”.

O presidente da ALE/RO, Laerte Gomes, disse que é uma alegria e honra presidir a solenidade e também ressaltou que a OAB tem papel importante na democracia do país. “A data de 06 de agosto de 1983 fez com que o Estado de Rondônia tivesse os três Poderes constituídos, encerrou um ciclo e começou outro. Nossa eterna gratidão aos deputados constituintes”.

José de Abreu Bianco, presidente da Assembleia Constituinte, agradeceu à ALE/RO e disse que a comemoração é necessária, porque é o registro histórico de Rondônia. “Naquela época, vivíamos outro momento do Estado, vivíamos um entusiasmo. Era quase possível pegar a esperança com as mãos”.

O deputado estadual Ismael Crispin, proponente da solenidade, disse que estava emocionado e agradeceu às autoridades por atenderem ao chamado da Casa. Ele também ressaltou a dedicação dos servidores da Assembleia para a promoção do evento e citou os primeiros deputados constituintes.

O vice-governador do Estado, José Jordan, representou o Poder Executivo na cerimônia e leu uma carta do governador Marcos Rocha. “Tenho certeza que o Estado mudou muito nos últimos anos e a promulgação da Constituição foi um marco na nossa história”.

Na solenidade, também estavam presentes o presidente do Tribunal de Justiça do Estado de Rondônia (TJRO), Walter Waltenberg; o ex-deputado constituinte e ex-governador do Estado, Osvaldo Piana; o prefeito de Porto Velho, Hildon Chaves; o procurador de Justiça, Ivo Scherer, representando o Ministério Público do Estado, e o presidente do Tribunal de Contas do Estado (TCE-RO), Edilson de Sousa Silva.

Os eventos em comemoração da Constituição Estadual seguem até sexta-feira (09), quando ocorrerão diversas palestras.

Fonte da Notícia: Ascom OAB/RO

É válido cobrar taxa para religação de energia por falta de pagamento

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Nesta quinta-feira, 8, o plenário do STF derrubou lei da BA que vedava cobrança de taxa de religação do serviço de energia elétrica em caso de corte de fornecimento por falta de pagamento. Por maioria, colegiado entendeu que matéria é de competência privativa da União.

Ação

A ABRADE – Associação Brasileira de Distribuidores de Energia Elétrica questionou lei 13.578/16, do Estado da Bahia, proíbe cobrança de taxa de religação do serviço de energia elétrica em caso de corte de fornecimento por falta de pagamento.

Conforme a ABRADE, a norma, ao proibir a cobrança da taxa de religação no caso de corte por atraso no pagamento e determinar que a religação seja efetivada no prazo máximo de 24 horas, viola o artigo 21, inciso XII, alínea “b”, da Constituição Federal, que atribui à União a competência para explorar, diretamente ou por seus concessionários, os serviços e instalações de energia elétrica; e o artigo 22, inciso IV, também da Constituição, o qual estabelece que a competência para legislar sobre energia é privativa da União.

A ação está sob relatoria do ministro Fux.

Relator

Fux julgou procedente a ação, julgando inconstitucional a lei que proíbe a cobrança. Para ele, tal matéria é de competência privativa da União e não do Estado.

O ministro ressaltou que o Estado não pode expedir normas que descumpram as competências das agências reguladoras, conferidas pela legislação Federal. O relator ressaltou que há regulação específica para os casos de energia, não podendo o Estado legislar sobre.

Ministros Alexandre de Moraes, Luís Roberto Barroso, Gilmar Mendes, Celso de Mello e Dias Toffoli seguiram o relator.

Divergência

Ministro Fachin abriu a divergência, validando a norma baiana pela proibição. Para o ministro, este caso é de competência da União, mas não de forma privativa e sim de forma concorrente.

Fachin ressaltou que o caso se enquadra na relação de consumo, no qual, o consumidor, além de ter o corte de energia, é submetido a uma sanção (taxa).

Assim, julgou a ação improcedente. Ministro Marco Aurélio seguiu a divergência.

Resultado

Por 6×2, plenário julgou lei inconstitucional.

Processo: ADIn 5.610

Procuradores viram chance de tirar Gilmar do STF após renovação no Senado

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Os procuradores da “lava jato” viram na renovação do Senado pós-eleição 2018 uma chance de conseguir o impeachment do ministro Gilmar Mendes, do Supremo Tribunal Federal. É o que mostra reportagem publicada nesta quinta-feira (8/8) pelo portal UOL, em parceria com o site The Intercept Brasil.

O pleito do ano passado alterou 24 das 32 cadeiras da Casa então em disputa. Nas contas da força-tarefa, 11 dos recém-chegados eram a favor da “lava jato” e apoiariam o impeachment de Gilmar.

No dia do primeiro turno das eleições, em 7 de outubro, a movimentação começou. O procurador Diogo Castor, então integrante da força-tarefa de Curitiba, escreveu no grupo “Filhos do Januário 3” do Telegram: “Da pra sonhar com impeachment do gm [Gilmar Mendes]?”. A resposta veio da colega Laura Tessler: “Sonhar sempre pode, Diogo. Mas não tem chance de se concretizar”.

No dia seguinte, o procurador Paulo Roberto Galvão, também membro da força-tarefa em Curitiba, voltou ao tema: “Olha aí. Agora sim, pela primeira vez é possível sim de se pensar em costurar um impeachment de Gilmar. Mas algo pensado e conversado e não na louca sem saber onde vai dar”.

O grupo acabou concluindo que o impeachment era inviável, por isso mudou de estratégia: constranger publicamente o ministro Gilmar Mendes tornou-se a meta. “Impeachment, diria, é impossível. Talvez costurar um pedido de convocação, em q ele fique exposto, com cobranças, puxão de orelha e coisa tal, é mais factível. Os novos senadores, q não tem o rabo preso, podem ver isso como uma alavancagem”, especulou o procurador Orlando Martello Junior.