Bradesco planeja fechar 300 agências até o fim 2020

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A decisão vem como parte do esforço para reduzir os custos da atividade operacional da instituição financeira

O Bradesco planeja fechar 300 agências em 2020, o dobro do encerramento das 150 unidades previsto para este ano. Somados, os números correspondem a 10% dos 4.567 pontos de atendimento.

A decisão vem como parte do esforço para reduzir os custos da atividade operacional da instituição financeira, os quais influenciaram o lucro líquido do terceiro trimestre e devem encerrar este ano acima esperado.

“É um momento muito pensado sobre os acordos e processos trabalhistas. Precisamos melhorar esses números e estamos tomando medidas para que isso aconteça”, afirmou o presidente do Bradesco, Octavio de Lazari Junior.
Segundo o relatório divulgado nesta quinta-feira (31) pelo banco, as despesas operacionais do segundo maior banco privado do país subiram 10,1% no terceiro trimestre em relação ao mesmo intervalo de 2018, para R$ 11,1 bilhões.

Dentro desse universo, os gastos administrativos registraram uma alta de 7,3% no período, enquanto as despesas de pessoal subiram 12,9%.
Além das agências, o PDV (Plano de Demissão Voluntária) iniciado no final de agosto também faz parte do plano do banco na redução de seus gastos. Ainda de acordo com Octavio de Lazari, três mil funcionários já aderiram ao programa, o equivalente a 3% do seu quadro de empregados, que conta com mais de 99 mil pessoas.

“Teremos em períodos futuros um número menor de funcionários como reflexo do novo PDV e a continuidade de ajustes. Finalmente poderemos afirmar que as despesas trabalhistas em 2020 serão menores do que observamos neste ano”, completa o presidente do Bradesco.

Canais digitais

A intenção crescente em digitalizar produtos e processos também deve influenciar uma redução de custos na operação do Bradesco. Além de uma realocação interna de funcionários focando nas agências digitais e no Next, o banco cada vez mais prioriza a migração do atendimento aos canais digitais. É o caso, por exemplo, do crédito pessoal, cujos empréstimos por esses meios subiram 62%.  

“Temos um ganho de produtividade com a digitalização que é muito importante e faz parte da evolução da jornada dos nossos produtos. Isso possibilita taxas competitivas, prazos estendidos e um maior uso de analytics [programa que localiza e interpreta padrões significativos nos dados dos clientes]. Certamente ainda temos muito o que prosperar nessa área”, completa Octavio de Lazari. Da Folhapress

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CPI avisa que população pode acionar a PM contra abusos cometidos pela Energisa

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Deputados elogiaram o posicionamento da Polícia Militar, que se recusou a acompanhar funcionários da empresa aos sábados

Após a reunião da CPI da Energisa que entrou pela noite de quarta-feira (30), o presidente da Comissão, Alex Redano (Republicanos), disse ter considerado importantíssima a decisão do subcomandante geral da Polícia Militar, coronel Rildo José Flores, sobre os procedimentos que policiais devem tomar caso sejam acionados pela concessionária de energia elétrica.

O coronel Rildo Flores, após explicar que não existe nenhum tipo de convênio entre a PM e a empresa, leu a resposta a uma documentação enviada pela empresa, em que solicitava que policiais acompanhassem seus funcionários nos sábados para atender ocorrências.

“O acompanhamento a funcionários de uma empresa privada poderia configurar desvio de finalidade. Mas caso haja a necessidade de intervenção policial, a PM deverá ser acionada para verificar se há indício de crime”, respondeu o coronel.

O vice-presidente da CPI, Ismael Crispin (PSB), disse que tudo o que ouviu da Polícia Militar é o que gostaria de ouvir de todos os órgãos governamentais. “Esses órgãos existem para servir a população. O que ouvi agora me leva a ressaltar o comportamento da PM, reconhecendo que a instituição cumpre seu dever de forma constitucional”, afirmou.

O subcomandante da PM, atendendo a uma solicitação de Ismael Crispin, assegurou que verificará os registros de ocorrência que teve a Energisa como polo ativo e comunicará à CPI por documento, verificando inclusive se aconteceram casos de prisões. A princípio ele disse desconhecer que isso tenha acontecido.

O relator da CPI, Jair Montes (Avante), afirmou que na última segunda-feira (28) telefonou para o comandante da PM, coronel Ronaldo Flôres Corrêa, após ter recebido a informação de que os policiais não atenderiam ocorrências envolvendo a Energisa. “Como estão sendo tratadas essas ocorrências contra a empresa? ”, perguntou o deputado.

O subcomandante da PM destacou que, após conversar com Jair Montes, o comandante acionou de imediato o Centro Integrado de Operações (Ciop). “Se a ocorrência não foi feita, era algo pontual. A orientação é que se faça. A PM trabalha de forma imparcial”, especificou. A resposta, sobre a forma de a Polícia trabalhar, recebeu elogios do parlamentar.

“A PM atende solicitações contra a Energisa? ”, indagou novamente Jair Montes. “Positivo. É só ligar no 190”, esclareceu o coronel Rildo Flores.

O deputado Cirone Deiró (Podemos) disse que a PM desenvolve uma atuação com dignidade e acima da média, considerando o número de pessoas que trabalham na instituição. Ele acrescentou Rildo Flores foi extremamente feliz nas respostas aos questionamentos dos deputados. “Mas tem uma pergunta que é feita a todos os que vêm aqui. Há algum tipo de parceria entre a Polícia Militar e a Energisa? ”, indagou.

O coronel afirmou que não. “A prova disso é a resposta que demos à solicitação da Energisa, para acompanharmos os funcionários da empresa aos sábados. Se tivesse alguma parceria, nem haveria solicitação”, acrescentou.

“É por aí mesmo. O serviço público é feito para a comunidade. A PM tem a obrigação de ir para fazer a ocorrência, mas acompanhamento não. A Energisa que contrate uma patrulha armada”, disse Cirone Deiró

O deputado Adelino Follador (DEM) também elogiou o trabalho da PM. Em seguida ele explicou que recentemente entrou em uma pequena hidrelétrica, privada, para verificar a área alagada. “O portão estava aberto, mas quando entrei um funcionário passou o cadeado e chamou a polícia. Os policiais militares vieram do quartel praticamente para me prender. Gostaria de saber se a PM tem algum tipo de convênio com hidrelétricas”, destacou.

O coronel Rildo Flores disse desconhecer qualquer convênio dessa natureza. “Mas vou verificar. A PM tem o dever de servir e proteger a sociedade. Se alguém tem alguma notícia de desvio de conduta deve acionar a Corregedoria”, considerou.

Foto José Hilde

Crédito 

Alex Redano disse que funcionários da Energisa foram até seu escritório político inspecionar o relógio e queriam entrar nas salas. “Não foi permitido que eles entrassem. Meus assessores explicaram que a CPI já demonstrou que eles não podem agir assim. Os funcionários da Energisa, então, disseram que os trabalhos não iriam dar em nada”, citou.

O parlamentar explicou que as coisas não funcionam assim. “Não vamos permitir que a CPI acabe em pizza. Vamos defender a população e a empresa terá que cumprir o que diz a legislação”, afirmou Alex Redano.

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Depoimentos 

O subcomandante da PM, coronel Rildo Flores, compareceu à reunião da CPI como convidado, representando o comandante, coronel Ronaldo. O primeiro a perguntar foi o deputado Jair Montes. O parlamentar citou inicialmente que é proibido por lei acontecer cortes em véspera de feriados e em finais de semana, indagando o que faz uma guarnição da Polícia quando é acionada.

“Chegando ao local será feito o que for cabível no momento, ou termo circunstanciado ou condução à delegacia”, explicou. Posteriormente o coronel especificou que não pode haver prisão por “gato” em relógio, porque não há como o policial saber se o consumidor mexeu no aparelho.

Jair Montes, então, sugeriu que fosse proposto ao coronel Ronaldo a expedição de uma circular orientando todos os policiais do Estado nesses casos. O coronel Rildo Flores concordou de imediato.

“A CPI não está aqui para proteger quem faz gato, e sim o cidadão de bem. Se o cidadão estiver acuado, chame o 190, porque o Comando da PM está avisando que os policiais estão orientados. Agora, se tiver gato, não ligue para a PM, porque vai em cana. Os policiais vão cumprir o papel deles”, acrescentou Jair Montes.

Alex Redano disse que a resposta da PM ao ofício encaminhado pela Energisa demonstra toda a isenção da Polícia Militar. O deputado afirmou que a Assembleia Legislativa nunca teve problema algum em relação à PM e reconheceu que o trabalho da instituição vem sendo bem cumprido.

O defensor público Sérgio Muniz, que colabora com o trabalho da CPI, perguntou como a PM procede para lavrar flagrantes, se a Polícia Técnica não tem condição de elaborar um laudo, não por falta de capacitação de pessoal, mas por ausência de material.

“Não só nesse caso, mas em todo suposto crime onde exista perícia, é acionada a criminalística. No BOP é apontado que a perícia compareceu. Em regra, não há condução de pessoa sem laudo. Se o perito disser que sim, é feita a condução. Isso se algo pode ser constatado a olho nu, se é de fácil visualização. Se não há essa facilidade, não se faz condução, pois nem o perito tem essa facilidade”, detalhou o coronel Rildo Flores.

Agero 

Em seguida foi ouvido o presidente da Agência de Regulação (Agero), Sérgio Sival. Os parlamentares consideraram que, por seu vasto conhecimento técnico, ele pode ajudar a Comissão a desenvolver os trabalhos. Ele explicou que é possível desenvolver algoritmos, funções matemáticas para verificar como se compõe a tarifa de energia elétrica.

“Há situações como a iluminação pública. As lâmpadas de alguns postes podem ser desligadas na madrugada. A Energisa disse que havia muitos gatos, por isso a conta estava alta. Os gatos foram identificados, mas a conta diminuiu? Quem paga R$ 800 de conta e viaja no final do ano, deveria pagar R$ 140, mas como a empresa cobra por média, acaba ficando R$ 400. Podemos ver tudo isso”, explicou Sérgio Sival.

CDL 

A presidente da CDL, Joana Joanora, em depoimento como convidada pela CPI, disse que há comerciantes que pagavam R$ 2 mil de energia por mês, mas agora pagam R$ 6 mil. Ela explicou que as reclamações chegam todo dia e toda hora, mas que existe confiança dos lojistas na Comissão.

“Os funcionários da Energisa chegam na loja, desligam o relógio e dizem que vão subir no forro. E eles não estão anotando as empresas onde vão, pois depois de 15 dias passam de novo. Se há clientes no comércio, fica o constrangimento”, afirmou Joana Joanora.

Alex Redano perguntou se os funcionários da Energisa apresentam autorização judicial para subir no forro das lojas. Ela respondeu que não.

Atendendo a um pedido de Jair Montes, Joanora afirmou que montará um banco de dados para fornecer à CPI as reclamações dos lojistas. “Vamos aos nossos grupos de empresários, e eles trarão a informação”, garantiu.

O assessor da CDL, Francisco de Assis, parabenizou a Assembleia pela inciativa de formar a CPI e disse que a luta, até então, vinha sendo desigual. “Toda a população esperava um atendimento mais humano e justo quando aconteceu a venda da Ceron, mas foi o contrário. O monopólio não é bom. Se tivesse concorrência, não estaríamos aqui”, destacou.

Reclamações 

A CPI ouviu Josué Belze Ferreira, mais conhecido como Belz. Ele disse que estava em casa quando funcionários da Energisa retiraram o relógio sem sua autorização. “Fiquei sabendo da troca do relógio porque vi os lacres no chão. Depois disso a conta aumentou absurdamente”, afirmou.

Belz levou até lá uma consumidora idosa, conhecida como Dona Rosinha. A senhora contou que funcionários da Energisa foram à sua casa, entraram quando ela não estava, mexeram em uma caixa de energia que estava desativada há anos. No dia seguinte voltaram, disseram que havia desvio de energia e ainda retiraram do poste e levaram um fio pelo qual ela tinha pago R$ 300.

“Agora chegou uma conta de mais de R$ 3 mil. Como eu vou pagar? Não sou aposentada, não tenho dinheiro para isso. Se eu tivesse gato, eu teria retirado no dia em que eles foram pela primeira vez”, reclamou Dona Rosinha.

O defensor público Sérgio Muniz disse que talvez a Defensoria nem precisasse agir, nesse caso, porque uma advogada da Energisa estava nas galerias acompanhando os trabalhos desenvolvidos pela CPI. Ele citou o caso de outro consumidor, de Ariquemes, que depôs na Comissão e teve o problema resolvido na semana seguinte pela empresa.

“Após depor ele foi procurado em sua casa por representantes da Energisa, o erro foi corrigido e a empresa reconheceu que o problema estava no medidor. O aparelho foi trocado e por ofício a Energisa anulou o débito. Como a advogada está acompanhando a reunião, acredito que ela vai resolver esse caso também”, finalizou Sérgio Muniz.

Trabalho 

Alex Redano registrou a falta do procurador geral, Juraci Jorge da Silva, que não atendeu ao convite da CPI para depor. Foi aprovada por unanimidade sua convocação para o próximo dia 6.

Também no dia 6 deputados da CPI da Energisa no Acre deverão participar da reunião. A Comissão aprovou, ainda, reunião entre os dias 2 e 4 de dezembro para ouvir a Energisa.

Delegado da Civil de Rondônia queria prender presidente do Tribunal de Justiça, revela áudio

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Delegados da DRACO foram afastados e corregedoria deve abrir procedimentos 

Resumo da notícia

  • Áudio de delegado revela intenção de prender presidente do TJRO
  • Ele afirma que a promotora do Meio Ambiente teria concordado em esconder de colega do MPRO informação sobre investigação que citava o diretor geral da Polícia Civil
  • Delegado é o mesmo que admitiu ter induzido magistrado a erro na Operação Pau Oco

“Vocês iriam perder o gostinho, de passar a trabalhar diretamente com o Procurador Geral da República e, a gente prender o presidente do TJ”? Essa frase é atribuída ao delegado de Polícia Civil de Rondônia,  Júlio Cezar, falando em um grupo de Whatsapp, referindo-se ao desembargador Walter Waltenberg, presidente do Tribunal de Justiça. As circunstâncias que o presidente do TJRO apareceu nas investigações não foram esclarecidas.

Uma série de áudios do delegado vem sendo divulgados pelo radialista Fábio Camilo, e revelam ilegalidades cometidas pela delegacia que deveria combater o crime.

No início desta semana, um áudio do próprio delegado circulou, onde ele dizia que uma falsa transcrição havia sido encaminhada ao desembargador Oudivanil de Marins, induzindo o magistrado a erro ao deferir medidas que culminaram com a segunda fase da Operação Pau Oco, incluindo uma busca e apreensão na residência do ex-governador Daniel Pereira. O caso repercutiu fortemente e nesta quinta-feira a polícia informou o afastamento de todos os delegados da DRACO, que devem ser lotados em delegacias até que a Corregedoria apure as responsabilidades.

No novo áudio, divulgado nesta quinta-feira, Júlio Cezar fala sobre a possibilidade de prender o presidente do Tribunal de Justiça, que detém foro privilegiado. E ele faz esse alerta, “isso ai cria um problema, tá? Isso ai cria um problema a partir do que vier o relatório, você tem uma suspeição sobre o desembargador presidente do Tribunal de Justiça, ou seja, o foro sobe”. Qualquer citação a autoridades com foro deve ser comunicada a instâncias superiores, que autorizam ou não o prosseguimento das investigações. No caso do desembargador, a instância é o Superior Tribunal de Justiça (STJ).

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A simples citação do desembargador já deveria ter deslocado o foro e a competência das investigações. O que não ocorreu.

Em outro áudio, o delegado afirma que a promotora responsável pelo Meio Ambiente, Aidee Maria Moser Torquato Luiz teria concordado em omitir o nome do Diretor Geral da Polícia Civil, delegado Samir Fouad Abboud, em uma investigação em andamento em Ji-Paraná. O delegado teria sido citado em depoimento de dois homens, presos como estelionatários, que vendiam rifas para empresários do interior em nome da Academia de Polícia Civil (Acadepol). No depoimento, eles teriam dito que tinham ‘autorização do diretor e da cúpula da Polícia Civil para a venda’. O delegado afirma que a citação do nome do diretor deveria ter sido comunicada ao chefe do Gaeco do Ministério Público, promotor Shalimar Christian Priester Marques, apelidado por Júlio Cezar de “Thanos”. Mas, o delegado avalia que, caso o diretor fosse afastado, a operação Pau Oco perderia força, e segundo ele, a promotora teria conhecimento disso.

Delegado Júlio Cezar

Abaixo, a fala de Júlio Cézar:

“Qual o problema disso. O problema é que citando o DG (diretor geral), no âmbito do MP, isso cai na mão do Thanos (Shalimar Christian Priester Marques) titular da 26ª Promotoria de Justiça de Porto Velho – chefe do GAECO – e caindo na mão do Thanos, vocês já conseguem fazer uma dimensão de onde vai acertar a gente. A gente vai fortalecer uma coisa, enfraquecer outra, de modo que tendo o Samir no meio disso, por mera citação que seja, e já tem essa citação nos autos é um problema pra gente gerenciar porque atinge a gente. Até porque esses fatos vir pra gente apurar vira outra situação desagradável. Então, eu liguei inclusive e falei com o Alexandre, delegado de Jipa, dei uma sugesta nele pra ele pegar isso pra apurar lá e tal, ele falou que não quer, não quer mexer com isso não. Tá todo mundo escapando disso ai que é uma pica do tamanho do mundo. Então, comentei até com a doutora Aidée, e conforme falei com ela, ela falou, é realmente, se tinha conhecimento vai rodar junto. E o pior que tinha. Acreditem ou não, foi feita uma reunião na direção, pelo menos é o que consta nos autos aqui. E eu tenho certeza que aconteceu, e que o DG autoriza o estelionatário a descer em nome da Acadepol. Então tá lá a Acadepol, DG e os malas fizeram reunião na direção e ele autorizou a descer. O quanto o DG sabia dessa situação e qual o envolvimento dele do ponto de vista omissivo a gente não sabe, mas a minha opinião a única forma de escapar de uma pica, é mandar apurar rigorosamente. Acredito que não será o caso. Mas também não é caso de ligar pra ele, tô até com medo de ligar pra ele, e ele não tratar isso pessoalmente. O que eu tô enxergando é a repercussão disso pra gente, se o DG nosso cai, tô enxergando essa repercussão do ponto do vista do Daniel Pereira, do ponto de vista de outros investigados,  enfraquecer o DG enfraquece nóis ( esse que é o problema. Bom enfim, tem muito mais informação, muito mais coisa mas vou passar pessoalmente amanhã pra vocês. Vou passar em Jipa, conversar com o Alexandre, e ele já me falou que tem mais um monte de coisa, gente que pegou dinheiro, delegado que pegou dinheiro”.

Samir Fouad Abboud foi citado em uma investigação após a prisão de estelionatários

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Assembleia de Rondônia tenta trazer brasileiros que estão impossibilitados de sair da Bolívia

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País está passando por manifestações devido as eleições

A Assembleia Legislativa de Rondônia está adotando uma série de medidas para tentar trazer brasileiros que estão impossibilitados de sair da Bolívia em função das manifestações que ocorrem pelas eleições.

Em nota, o legislativo informa que já solicitou ao embaixador da Bolívia a abertura de diálogo com o governo daquele país para garantir a saída de estudantes e turistas que estão por lá. Veja a nota da ALE.

NOTA OFICIAL

Em decorrência da grave situação vivenciada na Bolívia, com a deflagração de greve, enfrentamentos de grupos, e o fechamento das fronteiras, a Assembleia Legislativa do Estado de Rondônia, em caráter emergencial, fez nesta data, uma série de encaminhamentos, visando resguarda a integridade física e eventual retirada de brasileiros, que se encontra principalmente nas localidades de Cochabamba, Santa Cruz, Beni e Pando.

A primeira providência foi interpelar o Senhor Ministro das Relações Exteriores, Embaixador Ernesto Henrique Fraga Araújo, para que efetive urgente negociação diplomática com o Governo Boliviano, e sejam adotadas medidas emergenciais de segurança e a conseqüente retirada dos brasileiros daquele país.

Também por meio de ofício, foi solicitado ao Senhor Embaixador do Brasil na Bolívia, José Kin, que ultime os primeiros entendimentos com o Governo da Bolívia, no sentido de organizar a retirada de estudantes rondonienses, para território brasileiro.

Diante da situação grave e da necessidade de ações emergenciais, também foi solicitado, a intervenção política do Senador Marcos Rogério, no sentido de efetivar conversações com o Itamaraty, visando atender emergencialmente os estudantes rondonienses.

Porto Velho, 31 de outubro de 2019.

DEPUTADO LAERTE GOMES

PRESIDENTE

TJRO mantém condenação de Colorado do Oeste por omissão durante um parto

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A 2ª Câmara Especial do Tribunal de Justiça de Rondônia, por intermédio de seus desembargadores, manteve a sentença do Juízo da 1ª Vara Cível da Comarca de Colorado do Oeste, que condenou o Município de Colorado do Oeste por danos morais e materiais causados a uma mulher que deu entrada na Unidade Mista de Saúde, do referido Município, para realização de um parto no dia 3 de junho de 2009.

Devido à idade da parturiente, com 40 anos, na época, o médico que a acompanhou durante o pré-natal indicou a necessidade de parto cesariana, o qual iria ser realizado no dia 8 de junho de 2009, porém antes da referida data a bolsa se rompeu, levando-a às pressas à unidade de saúde de Colorado do Oeste, onde foi atendida por um médico clínico-geral e uma enfermeira. A parturiente deu entrada nesse hospital às 23 horas, do dia 3 de junho do referido ano.

Segundo o voto do relator, desembargador Hiram Marques, durante o parto, a parturiente, sofrendo, pediu várias vezes para que realizasse a cirurgia cesariana, mas não foi atendida pelo clínico-geral. Durante o procedimento, “enquanto a enfermeira empurrava a barriga na parte superior (manobra Kristeller), o médico puxava a cabeça da criança com a utilização de um fórceps”, e “ao nascer a bebê (filha) não chorou e estava com a pele roxa”.

Após o nascimento, no dia 5 de junho, a criança passou a ter convulsões, por isso foi transferida para um hospital na cidade de Vilhena, onde ficou em coma por 20 dias. E deste foi encaminhada para hospital Cosme e Damião, em Porto Velho. A criança faleceu em decorrências das enfermidades geradas a partir do parto, segundo o voto do relator, desembargador Hiram Marques.

Segundo o voto, relatórios de três profissionais da medicina apontam várias sequelas graves na criança decorrentes de complicações neonatais, como encefalopatia estacionária severa de corrente de “hipóxia neonatal por tocotraumatismo”, isto é, provocada pela forma mecânica utilizada durante o procedimento da parturiente. Além disso, os relatórios apontam sequela definitiva de tetraparesia espática, microcefalia, retardo neuropsicomotor, entre outras.

Diante das provas, o voto narra “se a apelada com quarenta anos de idade e, em razão desta circunstância, com indicação do médico que lhe atendia no pré-natal de parto cesárea, sem dilatação suficiente para permitir a passagem do bebê, deveria o réu ter optado pela cesariana, método sabidamente mais seguro, afastando-se o risco na utilização do fórceps”. Ainda segundo o voto, “a opção médica para abreviação do período expulsivo, com auxílio de fórceps, foi realizada sem apurar o real quadro da parturiente e da criança” e, ainda, com agravante de o parto ser realizado por um profissional inabilitado, isto é, um clínico-geral.

Diante disso, o voto do relator reconheceu a existência omissa e nexo causal entre os atos dos agentes públicos e o dano sofrido pela apelada (mãe-parturiente); não sendo por isso afastada a responsabilidade do Município de Colorado do Oeste, em razão da insistência pelo parto natural, mesmo após o longo período expulsivo, quando deveria seguir pela opção da cesárea”.

Na terça-feira, 29, participaram do julgamento os desembargadores Renato Martins Mimessi, Hiram Marques e Oudivanil de Marins.

Apelação Cível n. 0001691-10.2012.8.22.0012

OAB e CAARO encerram Outubro Rosa com carreta de atendimento

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Em parceria com a Caixa de Assistência dos Advogados de Rondônia (CAARO), a carreta do Hospital de Amor estará na sede da Seccional Rondônia (OAB/RO) nesta quinta-feira (31) onde oferecerá exames gratuitos de papanicolau para mulheres de 25 a 64 anos, e mamografia para mulheres, de 40 a 69 anos.

Os exames são fundamentais na prevenção do câncer e podem aumentar em até 90% a chance de cura se forem detectados no início.

Os serviços serão ofertados para as advogadas e público em geral.
A diretora da CAARO Lúcia Oliveira, também responsável pela área de saúde da Caixa de Assistência, enfatizou a importância das mulheres realizarem os exames preventivos que podem ser decisivos para alcançar a cura do câncer.

O presidente da CAARO Elton Fülber avaliou como satisfatórias as ações implementaras esse ano em apoio ao outubro rosa. “A cada ano conseguimos implantar novas ações em prol da saúde e não paramos aí, amanhã iniciamos o novembro azul e conclamamos os advogados para que participem das ações em prol do combate ao câncer de próstata. Contamos também com a ajuda da família em incentivar seus maridos e pais para que realizem os exames, pois ainda existe muito preconceito na realização dos exames”, destacou o Presidente da CAARO.

O presidente Elton Assis que participa hoje de ações da OAB/RO no interior do estado destaca que momentos como este de cunho preventivo como o realizado pela CAARO na ocasião podem contribuir para que vidas sejam salvas e uma das premissas da OAB é atuar pela qualidade de vida dos advogados.

Documentos necessários:

(cópia do RG, CPF, comprovante de residência e cartão do SUS) – Uma xérox para cada exame.

Mais informações: 69 3221-2333

A obrigação de pagar custas processuais na fase de execução é sempre da empresa? – Por Davi Souza Bastos

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O Tribunal Superior do Trabalho (TST) e os Tribunais Regionais do Trabalho (TRTs) de forma histórica sempre entenderam que na fase de execução é de responsabilidade do reclamado(a) o pagamento das custas. Porém, a o Núcleo trabalhista do Rocha Filho Advogados obteve importante mudança de paradigma.

No case bastante inovador foi a chave dessa mudança uma viúva entrou com ação contra empresa instalada em Rondônia pedindo basicamente o seguinte: a) danos materiais (pensão, lucros cessantes) e morais em razão da morte de seu marido, em razão de doença que o empregado teria em tese adquirido no curso da relação laboral. O valor à ação foi estipulado em R$ 1.232.309,52 milhão.

Iniciada a fase de execução da ação, houve momento para que as partes apresentassem cálculos do valor que entendessem devido. O Juiz decidiu – com suporte em cálculos contábeis – que o valor apresentado pela empresa era o correto. Contudo, a Reclamada foi obrigada a pagar pelas custas na fase de execução, mesmo tendo seus cálculos sido aceitos, sendo utilizado como base o art. 789-A da CLT.

O art. 789-A da CLT diz que: No processo de execução são devidas custas, sempre de responsabilidade do executado e pagas ao final […]. A Justiça do Trabalho sempre levou ao pé da letra o que diz o artigo acima, sendo que em regra o Executado é obrigado a pagar custas na fase de execução, mesmo nos casos em que os cálculos da parte executada são considerados corretos.

Ta situação sempre incomodou Advogados e Empresas e, no caso em tela, isso foi determinante para motivar a apresentação de Embargos de Declaração perante o Juiz da 3ª Vara do Trabalho de Porto Velho/RO, porém a decisão não apresentou qualquer mudança do entendimento dito anteriormente.

Em sede de Agravo de Petição o TRT-14ª Região, decidiu que o art. 789-A deveria ser interpretado de uma forma mais leve. Os Julgadores acolheram as razões recursais da empresa executada em suma argumentando que não se presume na Lei palavras inúteis, logo não faria sentido que alguma parte que apresente os cálculos de forma correta, mesmo assim possa ser obrigado a pagar custas. […]

A mudança ora relatada implica em uma profunda transformação no procedimento executório reforçando prerrogativas processuais do executada e, sobretudo, um ajuste jurisprudencial orientado a um bem maior chamado: JUSTIÇA.


Davi Souza Bastos é Advogado Júnior do Rocha Filho Advogados

WhatsApp pode ser bloqueado por impressão digital no Android; saiba como ativar

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O app liberou um novo recurso que permite bloquear o aplicativo com impressão digital no Android; aprenda a ativar a novidade

Em um anúncio relalizado em sua página oficial, o  WhatsApp  avisou que está liberando o recurso para proteger o aplicativo via impressão digital no Android , de forma parecida com o que já ocorria no iPhone graças ao Touch ID e ao Face ID . A nova função, vale lembrar, não bloqueia chamadas, mas dificulta o acesso ao aplicativo após um período de inatividade para que outras pessoas não leiam suas mensagens.

Este mesmo recurso chegou a ser liberado anteriormente na versão beta do WhatsApp no mês de agosto, mas apenas agora, no final de outubro, começa a ser disponibilizado para a versão final do aplicativo . Assim que o recurso for liberado para você, veja como fazer para ativar a novidade:

Importante

Por enquanto, o bloqueio por digitais do WhatsApp está sendo liberado aos poucos e pode não aparecer para todos os usuários, mesmo ao fazer a atualização do aplicativo para a última versão. Caso queira ter um acesso imediato ao novo recurso, é possível instalar a versão Beta dele para verificar se ele aparece para você. 

Como ativar o bloqueio por impressão digital do WhatsApp

É bem fácil ativar o recurso. Seguindo os passos abaixo, em questão de minutos suas conversas estarão devidamente protegidas:

  • 1. Caso ainda não tenha feito, configure o bloqueio de impressões digitais do Android em suas “Configurações”;
  • 2. Atualize o WhatsApp para a sua última versão a partir da Google Play ;
  • 3. Abra o WhatsApp normalmente e toque no ícone de “três pontos” para abrir o menu de configurações ;
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Olhar DigitalPasso 3
  • 4. Entre em Configurações  e vá em Conta ;
whatsapp
Olhar DigitalPasso 4
  • 5. Na nova tela, entre em Privacidade  e deslize a tela para baixo. Então, toque em Bloqueio por impressão digital ;
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Olhar DigitalPasso 5
  • 6. Agora, habilite a chavinha de “ Desbloquear com impressão digital ” e coloque o seu dedo no leitor de impressões digitais do aparelho. Por fim, selecione o período de tempo em que a sua digital deverá ser solicitada para desbloquear o WhatsApp .
whatsapp
Olhar DigitalPasso 6

A partir deste momento, toda vez que o tempo configurado para o bloqueio for atingido, o WhatsApp acabará solicitando a sua impressão digital para ter o seu conteúdo exibido.

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Olhar DigitalResultado

Pronto! Agora, você já sabe como ativar o bloqueio por impressão digital do WhatsApp para deixar as suas conversas protegidas no Android. Via IG

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Cássia Muleta recebe visita de chefe da Casa Civil

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A parlamentar usou o tempo para repassar algumas demandas de Jaru e região

A deputada Cássia Muleta (Podemos) recebeu em seu gabinete, no fim da tarde de terça-feira (29) o secretário-chefe da Casa Civil, José Gonçalves da Silva Júnior.

“Entre outras coisas, discutimos algumas necessidades que a região de Jaru tem precisado. Os problemas do Estado são gerais, da educação a segurança, mas vem melhorando graças a essa conversa clara com o Poder Executivo”, afirmou Cássia.

CASA CIVIL

A Casa Civil é o órgão responsável por auxiliar o Governo nas decisões tomadas, na fiscalização e na constitucionalidade de leis autorais do Executivo.

Traição: “Meu ex transava com a minha tia enquanto eu cuidava do filho dela”

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A jovem conta que, enquanto ficava no hospital cuidando do primo, a tia e o ex-namorado se encontravam; hoje, ela ressalta que superou o trauma

Descobrir uma traição não é fácil. Mas você já imaginou saber da infidelidade do parceiro com alguém da sua própria família? Pode até parecer história de novela, mas o caso aconteceu com a jovem Dariane Gomes, de 26 anos, que deu detalhes em seu perfil do Twitter. Conforme conta, o ex-namorado a estava traindo com sua tia, casada com o irmão da mãe dela. 

“Eu não sei exatamente em que momento eles começaram a ter um caso, mas comecei a suspeitar quando o meu primo ficou doente (ele tinha uns 4 anos na época) e ela pedia pra eu ficar com ele no hospital enquanto ela descansava. Meu ex namorado me deixava no hospital”, escreve ao começar a contar da traição que aconteceu quando ela tinha 20 anos.  

A jovem diz que ficava no hospital cuidando do primo enquanto a tia aproveitava a carona dele para ir para casa tomar banho, comer e descansar.  “Logo as pessoas começaram a ver ele em horários estranhos na casa dela (meu tio/padrinho trabalhava fora) e os comentários surgiram”, continua. 

“Uma prima falou pra uma tia que falou pra outra tia que contou pra minha mãe e, obviamente, eu não acreditei”, pontua. “Mesmo não acreditando, fui questioná-lo. Ele negou e disse que aquilo era um absurdo. Como ele viu que eu estava desconfiada, simplesmente se afastou dela (Essa parte eu deduzo que tenha sido assim pelo desenrolar)”, diz. 

“Sem aceitar o sumiço, ela começou a mandar mensagem, e eu vi. A mensagem dizia: ‘o que aconteceu que você sumiu? Saudades, meu anjo’. No dia seguinte, ela veio até a minha casa e ele estava aqui. Eu abri a porta friamente e disse ‘entre, seu anjo está aqui’”, destaca. 

shutterstock – Jovem conta como descobriu caso do ex-namorado com a própria tia dela e detalha a história de traição no Twitter

O confronto 

“Quando confrontados, um jogou a responsabilidade no outro e negaram qualquer envolvimento. Ele falava que ela dava em cima dele e ela falava o contrário. Eu fiquei sem saber o que fazer. Não chorei, não agredi ninguém”, afirma. 

Diante da situação, a jovem decidiu romper com os dois e não teve coragem de contar ao padrinho (marido da tia). “Meu ex-namorado continuou negando. A família dele entrou em defesa e conseguiu me enganar. Eu reatei acreditando que o máximo que havia acontecido era ela ter tentado ficar com ele”, conta. 

No entanto, menos de um mês depois, ela descobriu outra traição. “Não havia como ele negar e consegui terminar esse relacionamento de merd* de uma vez”, pontua. “Depois que terminei, fui descobrindo um chifre atrás do outro. E um belo dia meu padrinho chegou um dia antes do trabalho e pegou ela na cama com outro. Ele não matou e nem agrediu ninguém”, revela.  

Dariane conta que, desde então, ela e o padrinho compartilham esse “acontecimento especial” em suas vidas. Ela diz que a tia (que ela amava demais) “era linda, mas agora está feia” e que quando a mulher encontra sua mãe na rua ainda a chama de comadre.  

No fim, ela destaca que, anos depois, o ex-namorado veio pedir perdão e confessou que teve um caso com a tia. “Confesso que até esse dia eu tinha esperança dela não ter feito isso”, desabafa. Agora, a jovem diz ao Delas que já superou o trauma e que, atualmente, dá boas risadas de toda a história de traição. Via IG

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