O que um Big Mac faz ao corpo humano em apenas uma hora

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Depois do impacto da Coca-Cola no organismo, surge agora a revelação do que acontece ao corpo apenas uma hora depois de se comer um Big Mac

O site Fast Food Menu Price revelou informações que prometem mudar para sempre a forma como as pessoas olham (e desejam) um Big Mac, ao mostrar o que acontece com o corpo humano apenas uma hora depois de ingerirmos o hambúrguer de 540 calorias.

Nos primeiros 10 minutos, o cérebro começa a preferir alimentos ricos em calorias, uma vez que a quantidade de açúcar no sangue sobe para níveis anormais e a sensação de prazer é quase plena – devido à libertação da dopamina, hormônio responsável pela sensação de bem estar. Este primeiro efeito do Big Mac é semelhante ao que acontece após o consumo de cocaína.

Nos 20 minutos seguintes, as quantidades exageradas de frutose – presente no xarope de milho usado na confecção do sanduíche – e sódio (cerca de 970 miligramas por unidade) existentes no hambúrguer fazem com que o corpo queira mais destes dois nutrientes que, por si só, já são viciantes.

Meia hora depois de comer o hambúrguer, o sódio começa a ‘atacar’ o corpo, que fica desidratado e deixa o cérebro incapaz de distinguir entre fome e sede – o que faz com que se ‘ataquem’ as batatas fritas ou até mesmo outra dose. Além disso, os rins começam a sentir dificuldade em expulsar o sal e, por isso, o coração começa a bater com mais intensidade, levando maiores quantidades de sangue para as veias, o que aumenta a pressão arterial.

Cerca de 40 minutos depois da ingestão, os níveis de açúcar no sangue ficam descontrolados e o corpo só consegue ‘pensar’ em repetir o hambúrguer, ou comer qualquer outro alimento que se encaixe em fast food. A sensação de fome tende a aumentar.

E passada uma hora do consumo, começa o árduo e longo processo de digestão, que pode demorar mais do que três dias devido à elevada quantidade de gordura ingerida. De acordo com o site Fast Food Menu Price, as gorduras transgênicas do hambúrguer (cerca de 1,5 gramas) demoram 51 dias a ser completamente digeridas, o que aumenta o risco de ocorrência de problemas cardíacos, principalmente quando a refeição é repetida com frequência. Via Notícias ao Minuto

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Desembargadores decidem que greve de agentes é inconstitucional e mantém multa ao Singeperon

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Por unanimidade de votos, por ser uma função essencial para segurança nos presídios, análoga à de militares, os desembargadores da 2ª Câmara Especial do Tribunal de Justiça do Estado de Rondônia decidiram que a greve de agentes penitenciários é inconstitucional. Com esse entendimento, por desobediência a uma decisão liminar, que suspendia a greve, foi mantida a multa diária no valor de R$ 50 mil até limite de R$ 800 mil aplicada ao Sindicato dos Agentes Penitenciários e Sócioeducadores do Estado de Rondônia (Singeperon). Já com relação à multa diária de R$ 5 mil aplicada a cada servidor, participante do movimento grevista, foi excluída.

A multa diária será substituída por compensação ou reposição dos dias paralisados. Não ocorrendo acordo entre servidores e o Poder Executivo Estadual relativo ao trabalho compensatório, “que seja realizado o desconto paulatino desses dias, considerando seu caráter alimentar, tudo a ser apurado no devido tempo, sem demora”.

Para o relator, desembargador Roosevelt Queiroz, “aos agentes penitenciários deve-se aplicar o mesmo entendimento já consolidado para os policiais civis e militares, considerando que os agentes penitenciários desenvolvem atividades que se equiparam às realizadas pelos policiais militares, para os quais a Constituição Federal veda, expressamente, o exercício do direito de greve, porquanto a segurança pública é direito essencial da população, e, como tal, exige a continuidade de seus serviços, eis que imprescindíveis à segurança pública e à ordem nos presídios”. Segundo o voto, os agentes ficaram paralisados entre os dias 18 de janeiro e 15 de março de 2019.

Segundo o voto do relator, o movimento grevista iniciou no ano de 2017, em dissídio coletivo dos agentes em busca de melhorias salariais, entre outras garantias, porém, mesmo com várias audiências de conciliações, mediadas pelo desembargador Roosevelt Queiroz, não houve acordo. Participaram do julgamento os desembargadores Roosevelt Queiroz, Hiram Marques e Gilberto Barbosa, nessa terça-feira, 10.

Ação Declaratória n. 0801150-04.2017.8.22.0000 – Pje.

Alexandre de Moraes nega liberdade à ‘viúva da Mega-Sena’

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Adriana Almeida foi condenada a 20 de prisão porque Justiça entendeu que ela mandou matar o marido quando ele ganhou R$ 52 milhões

O ministro Alexandre de Moraes, do Supremo Tribunal Federal (STF), negou um pedido de liberdade apresentado por Adriana Ferreira Almeida, conhecida como a “viúva da Mega-Sena”.

Adriana Almeida foi condenada a 20 anos de prisão porque a Justiça entendeu que ela mandou matar o marido René Sena, em 2007, quando ele ganhou R$ 52 milhões na Mega-Sena. Eles moravam em Rio Bonito (RJ) – relembre o caso no vídeo mais abaixo.

A defesa de Adriana Almeida contestou a execução provisória da pena e pediu que ela fosse solta com base na decisão do Supremo que derrubou a prisão de condenados em segunda instância.

Relator do caso, Alexandre de Moraes entendeu que a sentença que condenou Adriana não concedeu o direito de recorrer em liberdade e que o entendimento do STF não alcança prisões preventivas.

“Em outras palavras, esta Corte, por maioria, apenas assentou a constitucionalidade do artigo 283 do Código de Processo Penal, não permitindo a prisão em decorrência da prolação do acórdão [decisão] de segunda instância. Entretanto, isso não impediu –nem poderia– a manutenção daqueles presos por força da prisão preventiva, caso dos autos”, concluiu.

Alexandre de Moraes, ministro do STF — Foto: Rosinei Coutinho/SCO/STF

Relembre o caso

O crime aconteceu no dia 7 de janeiro de 2007, quando René foi executado a tiros na porta de um bar que frequentava em Rio Bonito.

Ex-trabalhador rural, ele ganhou R$ 52 milhões em um sorteio da Mega-Sena em 2005.

De acordo com as investigações e a decisão da Justiça, Adriana foi a mandante do crime e contratou ex-seguranças para matar o marido. As balas acertaram a nuca, a têmpora esquerda, o olho esquerdo e o queixo do milionário.

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Cade aprova compra da Transvip, mas proíbe Prosegur de realizar novas aquisições por três anos

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Operação foi condicionada à celebração de acordo de controle de concentração.

Nesta quarta-feira, 11, o Cade aprovou a compra da totalidade do capital da Transvip pela Prosegur. A operação, no entanto, foi condicionada à celebração de acordo de controle de concentração que impede a Prosegur de realizar novas aquisições por três anos.

O termo impõe, entre outras obrigações, que a empresa não adquira controle ou participação societária em outras empresas que ofertem serviços de transporte de valores. Pelos dois anos seguintes, quaisquer novas aquisições, independentemente do valor, deverão ser informadas ao Cade.

De acordo com o Cade, o ato de concentração entre a Transvip e a Prosegur envolve os mercados de transporte e custódia de valores nos Estados de SP, RJ, PR e MG, além do transporte de cargas especiais nos Estados de SP e RJ.

Para a relatora do caso, conselheira Paula Azevedo, o acordo proposto tem por objetivo mitigar as preocupações concorrenciais demonstradas durante a instrução processual quanto ao movimento de aquisições no mercado de transporte de valores, evidenciado pelo elevado número de operações submetidas ao Cade nos últimos anos.

“Ao limitar as aquisições por um período de três anos, o ACC é capaz de reduzir o ritmo de concentração e de crescimento não-orgânico no mercado, bem como é capaz de dar às empresas nascentes a oportunidade de se estabelecerem como rivais efetivas”, afirmou.

Por unanimidade, o plenário do Conselho acompanhou o voto da relatora.

Processo: 08700.003244/2019-87

Presente à sessão de julgamento do ato de concentração, o advogado José Del Chiaro, representante da Tecban, uma das interessadas, explicou que o setor está concentrado nas três maiores empresas – Prosegur, Brink’s e Protege – que detêm, juntas, mais de 80% do mercado em todo o país. De acordo com ele, o crescimento das líderes do setor se dá por meio da aquisição sumária dos menores concorrentes.

“Essa é uma situação que traz uma preocupação muito grande, principalmente porque aquelas empresas que poderiam oferecer uma mínima resistência a esse oligopólio estão sendo adquiridas ou desaparecendo.”

O advogado mencionou estudos que apontam que, nas licitações públicas em que estão presentes apenas Prosegur, Brink’s e Protege, os preços são, em geral, 20% maiores do que aqueles praticados quando há mais participantes no certame. Da mesma forma, explicou, a quantidade de lances dados é muito menor nas situações em que as três maiores não encontram concorrência.

Ainda segundo Del Chiaro, a Prosegur detém entre 20% e 30% de participação no mercado no Rio de Janeiro e em São Paulo. No julgamento, ele também abordou um “fato novo”: o comunicado, feito na última terça-feira, 10, sobre o encerramento das atividades da empresa Esquadra no transporte e custódia de valores no Brasil.

Patrão presenteia funcionários com U$S 10 milhões em jantar de Natal

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Imobiliária norte-americana decidiu surpreender seus funcionários e agradecer o empenho de todos no trabalho

Uma imobiliária de Maryland, nos Estados Unidos, decidiu surpreender seus funcionários e fez um anúncio que fez muitos caírem no choro. Durante o tradicional jantar de Natal da empresa, a St. John Properties anunciou a distribuição de 10 milhões de dólares (42 milhões de reais) entre os seus 198 funcionários, de acordo com o número de anos que lá trabalham.

O anúncio, conforme pode ver no vídeo acima, foi uma completa surpresa. As quase duas centenas de funcionários estavam se divertindo no seu habitual encontro anual, quando foi entregue a cada um envelope vermelho personalizado – que sabiam ser uma “surpresa”, mas não sabiam o quê.

Lawrence Maykrantz, presidente da empresa, fez as declarações iniciais: tinham alcançado um “marco importantíssimo”, o desenvolvimento de 20 milhões de metros quadrados em imóveis, duplicando o valor da organização em apenas 14 anos (para 3,5 bilhões de dólares). 

Foi, porém, o fundador da empresa, Edward St. John, quem fez o anúncio: 10 milhões seriam para a força de trabalho. Cada um dos funcionários recebeu uma quantia baseada no número de anos que já tinha dado à casa, ou seja, a quantia mínima foi de 100 dólares (420 reais) e a quantia máxima foi de 270 mil dólares (cerca de um milhão de reais).

Houve quem dissesse que já conseguia pagar o resto do financiamento da casa, ou pagar os estudos dos filhos na totalidade, segundo testemunha a CNN“Foi, verdadeiramente, uma das coisas mais incríveis que pude presenciar na minha vida. Todos estavam dominados pelas emoções. Houve gritos, lágrimas, riso, abraços”, disse o presidente à mesma publicação.

“As pessoas fizeram fila para nos abraçar, beijar, apertar as mãos. Ouvimos histórias atrás de histórias sobre o que iam fazer com o dinheiro. Agora, estão livres de dívidas, vão pagar os créditos, as casas, as mensalidades dos filhos”, continuou. “Estamos muito orgulhosos dos nossos colaboradores, eles são a razão do sucesso desta empresa”, disse ainda Maykrantz. via Notícias ao Minuto

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Dispensa de licitação para contratar advogados segue para sanção

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Em votação simbólica, o Plenário do Senado aprovou projeto de lei que permite a dispensa de licitação para contratação de serviços jurídicos e de contabilidade pela administração pública. Com isso, o projeto segue para sanção presidencial.

Segundo o texto aprovado, os serviços do advogado e do contador são, por natureza, técnicos e singulares, se for comprovada a notória especialização.

O projeto define a notória especialização nos mesmos termos que a Lei de Licitações (Lei 8.666, de 1993): quando o trabalho é o mais adequado ao contrato, pela especialidade decorrente de desempenho anterior, estudos e experiência, entre outros requisitos.

A legislação atual determina que a licitação é inexigível em casos em que a competição é impossível, como quando é requerida notória especialização para o contrato.

Apresentado pelo deputado Efraim Filho (DEM-PB), o projeto foi aprovado na forma do relatório favorável do senador Veneziano Vital do Rêgo (PSB-PB).

“Muitos profissionais estão sendo condenados pela pretensa prática de atos de improbidade administrativa, depois de terem celebrado contrato com entes públicos para o simples desempenho de atividades que lhes são próprias, e em hipóteses em que a licitação se afigura, por via de regra, patentemente inexigível”, pontuou Veneziano no parecer.

Audiência pública

A dispensa de licitação para contratação de advogados e contadores dividiu opiniões em audiência pública, que aconteceu no dia 31 de outubro, com objetivo de instruir o projeto.

De um lado, operadores do Direito atuantes no governo, que consideram a mudança uma brecha perigosa por ferir o princípio da impessoalidade, e de outro, representantes de advogados e contadores que defendem o notório saber e a especialização como diferencial para uma contratação direcionada e o desenvolvimento de projetos específicos e eficazes, especialmente em pequenos municípios que carecem de pessoal.

Segundo Fernando Mendes, presidente da Associação dos Juízes Federais do Brasil (Ajufe), a proposta fere o interesse público, inverte a Lei de Licitações em vigor e fere a intenção original do constituinte.

“Na nossa visão, a proposta como se apresenta tende a inverter a lógica [da lei], vai trazer para a contratação dos serviços especializados da advocacia e da contadoria uma regra em que a contratação direta passa a ser a regra e não a exceção. Para nós, isso vai contra os princípios fundamentais da administração pública da legalidade e impessoalidade, há a necessidade de haver esse controle”, disse.

De outro lado, Cristiane Vieira, da Ordem dos Advogados do Brasil do Distrito Federal, afirmou que a aprovação da proposta vai permitir que profissionais altamente especializados sejam contratados por gestores públicos por seu notório saber. Para ela, é preciso considerar a confiança do gestor no profissional, que hoje sofre com o engessamento.

“Não é que o processo seja equivocado, estamos invertendo as coisas, colocando o carro na frente dos bois, prezando mais pela burocracia e pouco por ofertar um serviço de qualidade”, opinou.

Com informações da Agência Senado.

PL 4.489/2019

Extinção do INPI dificultará desenvolvimento tecnológico, dizem juízes

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A extinção do Instituto Nacional da Propriedade Industrial (INPI), que vem sendo estudada pelo governo Jair Bolsonaro, trará insegurança ao mercado brasileiro e dificultará o desenvolvimento tecnológico. Isso é o que afirmam a Associação dos Juízes Federais do Brasil (Ajufe) e a Associação dos Juízes Federais do Rio de Janeiro e Espírito Santo (Ajuferjes).

O Ministério da Economia prepara a edição de uma medida provisória que extingue o INPI e incorpora suas funções à Agência Brasileira de Desenvolvimento Industrial (ABDI), do Sistema S, segundo o jornal Folha de S.Paulo. Esta entidade seria transformada em Agência Brasileira de Desenvolvimento e Propriedade Industrial (ABDPI).

O objetivo do governo é diminuir despesas. Como os servidores do INPI seriam realocados, contudo, a economia seria de apenas R$ 52 milhões. Além disso, técnicos estimam que o fim da autarquia reduziria a arrecadação federal.

Em nota, a Ajufe e a Ajuferjes afirmam que a desestruturação do INPI enfraquece o dever do Estado de garantir aos inventores a exclusividade temporária de suas criações.

“Isto trará insegurança jurídica para os negócios e atividades empresariais desenvolvidas no Brasil, e, por consequência, prejuízo ao desenvolvimento científico do País, à competitividade e à produtividade no mercado brasileiro, além de efeitos negativos no acesso à cultura, educação, ciência, tecnologia, pesquisa e inovação, como disposto no artigo 23, V, e artigo 218 e seguintes, da Constituição”, apontam as entidades.

Elas também afirmam que a proposta está na contramão do que vem sendo no mundo, uma vez que escritórios de patentes e marcas são valorizados por outros países. Além disso, as associações destacam que a medida geraria alteração da competência para o julgamento das causas de PI, que vêm sendo analisadas com eficiência por magistrados federais.

NOTA PÚBLICA

A Associação dos Juízes Federais do Brasil (AJUFE) e a Associação dos Juízes Federais do Rio de Janeiro e Espírito Santo (AJUFERJES) vêm a público manifestar preocupação com as propostas de alteração legislativa, inclusive por meio de Medida Provisória, que dispõem sobre a extinção do Instituto Nacional da Propriedade Industrial (INPI) e a transformação da Agência Brasileira de Desenvolvimento Industrial (ABDI) na Agência Brasileira de Desenvolvimento e Propriedade Industrial (ABDPI).

O INPI é uma autarquia federal superavitária, que presta relevante serviço como escritório de patentes de invenção e de registro de marcas e de desenho industrial no Brasil, e é reconhecida pelos agentes econômicos como de vital importância para o País, em especial como vetor de estímulo à inovação e ao desenvolvimento de tecnologia.

O INPI possui um quadro de servidores públicos extremamente especializados e reconhecidamente imparciais na apreciação dos diversos pedidos que lhes são apresentados. Há fundado temor de precarização desses serviços caso suas atribuições sejam assumidas pela referida ABDPI, entidade de natureza privada sem as garantias necessárias à prestação adequada desse serviço público essencial para o País.

A medida proposta vai na contramão da experiência dos países desenvolvidos, que tornaram os seus Escritórios de Marcas e Patentes em centros de excelência. Nesse sentido, a desestruturação do INPI tende a tornar difícil o cumprimento do Acordo sobre Aspectos de Direitos de Propriedade Intelectual Relacionados ao Comércio, compromisso internacional assumido pelo País e que contribui para que seja considerado um player importante no comércio internacional.

Não bastasse isso, a medida importará, por via transversa, alteração da competência para o processamento das causas que envolvem a validade de direitos de propriedade industrial, que vêm sendo julgadas com eficiência por Juízes Federais e Tribunais Regionais Federais, havendo inclusive especialização na matéria no âmbito da Justiça Federal da 2ª Região, como dispõe o artigo 241 da Lei 9.279/1996.

A desestruturação do INPI viola a manutenção de serviço público essencial, que garante direitos previstos no artigo 5º, XXIX, da Constituição Federal e, se implementada, enfraquecerá o dever estatal de assegurar aos autores de inventos industriais a exclusividade temporária para sua utilização, bem como proteção das criações industriais e o domínio das marcas. Isto trará insegurança jurídica para os negócios e atividades empresariais desenvolvidas no Brasil, e, por consequência, prejuízo ao desenvolvimento científico do País, à competitividade e à produtividade no mercado brasileiro, além de efeitos negativos no acesso à cultura, educação, ciência, tecnologia, pesquisa e inovação, como disposto no artigo 23, V, e artigo 218 e seguintes, da Constituição.

Brasília, 11 de dezembro de 2019.

Mercado Livre vende boneco vodu de Bolsonaro

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Vendedora diz que já vai com ‘magia pronta’

Uma vendedora lançou um boneco vodu do presidente Jair Bolsonaro. Disponível no Mercado Livre, a vendedora descreve:

“Promoção Relâmpago. Boneco vodu do Bolsonaro. tenha o seu! Feito em tecido africano. Toda a vez que o presidente fizer ou falar as bobagens que lhe é peculiar, você pode intervir”.

Nos comentários, um interessado pergunta:

“Já vem com a magia feita ou tem que levar pra alguém fazer?”

E o vendedor responde:

“Sim, vai pronto”.

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Justiça derruba suspensão de deputados; Joice pode perder liderança

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A decisão pode devolver ao grupo ligado ao presidente Jair Bolsonaro a liderança da legenda na Câmara que, nesta quarta-feira pulou para as mãos da deputada Joice Hasselmann


Em mais um capítulo da novela do PSL, uma liminar da 4ª Vara Civil de Brasília derrubou a decisão do diretório nacional do partido que suspendeu o deputado Eduardo Bolsonaro e outros 13 parlamentares das atividades político-partidárias. A decisão pode devolver ao grupo ligado ao presidente Jair Bolsonaro a liderança da legenda na Câmara que, nesta quarta-feira, 11, pulou para as mãos da deputada Joice Hasselmann (PSL-SP).

O juiz Giordano Rezende Costa atendeu o pedido do ex-ministro do Tribunal Superior Eleitoral (TSE) e advogado da família Bolsonaro, Admar Gonzaga Neto, que alegou vícios na condução do julgamento dos 18 deputados bolsonaristas que entraram em rota de colisão com o presidente do PSL, Luciano Bivar, após apoiar Bolsonaro na disputa interna pelo comando da legenda. Além dos 14 deputados suspensos, outros quatro foram advertidos por suas condutas.

Admar alegou que os parlamentares não foram notificados pessoalmente sobre o processo conduzido no Conselho de Ética do partido e que não houve publicidade do ato de convocação da reunião do Diretório Nacional que confirmou o afastamento dos parlamentares.

“A questão é interpretativa e não se pode admitir, com base em todo o nosso sistema jurídico garantista, a possibilidade de existência de uma Assembleia pelo PSL, cuja finalidade seja a punição pessoal de 18 Parlamentares, que o ato se realize sem a intimação destes”, afirmou o magistrado na decisão.

Os advogados do PSL informaram à reportagem que entraram com um pedido de anulação da decisão. A Mesa Diretora da Câmara dos Deputados informou que não foi notificada oficialmente da decisão judicial e que a deputada Joice Hasselmann segue, por enquanto, na liderança do partido.

Nesta quarta-feira, Joice foi confirmada líder do PSL na Câmara e em sua primeira coletiva no cargo afirmou que vai buscar uma pacificação na bancada. A parlamentar disse ainda que o partido vai ser independente nas pautas “que podem prejudicar o Brasil”.

“Alguns deputados nossos sofreram desgastes votando pautas do governo que não foram bem vistas pela população, então, agora nós temos essa independência em relação às pautas”, disse. “É liberal e não nacionalista. Esse é o recado que vamos passar a partir de hoje”, afirmou.

Maia tinha confirmado Joice na liderança do PSL

A vaga de Joice foi confirmada pelo presidente da Câmara, Rodrigo Maia (DEM-RJ), na noite de terça-feira, 10. Ele aceitou o pedido do PSL para afastar os 14 deputados punidos pela partido.

Desde outubro, os deputados do PSL se digladiam pela liderança do PSL que teve guerra de listas, gravações clandestinas de reuniões e até o presidente Jair Bolsonaro foi “grampeado” por um parlamentar. A crise levou a saída de Bolsonaro do partido e a criação do Aliança pelo Brasil, legenda que deve abrigar toda a ala punida pelo PSL.

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Comissão trava auditoria de gastos no cartão da Presidência

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A comissão de fiscalização de gastos é presidida pelo deputado Léo Motta (PSL-MG).

AComissão de Fiscalização Financeira e Controle da Câmara dos Deputados mantém na gaveta há quase dois meses um pedido de auditoria nos gastos com cartão corporativo da Presidência da República. A comissão é presidida pelo deputado Léo Motta (PSL-MG), aliado do presidente Jair Bolsonaro.

O pedido partiu do primeiro vice-líder do PSB na Câmara, deputado Elias Vaz (PSB-GO). Segundo ele, ao se nomear relator, Motta atendeu a um pedido do Planalto para que a tentativa de se fazer um pente-fino nos gastos do presidente não avance.

“Ele é fiel ao presidente, então se nomeou relator e não colocou sequer o requerimento para a comissão apreciar. A estratégia dele é engavetar”, afirmou Vaz. A última movimentação do pedido foi justamente a definição de Motta como relator, em 6 de novembro.

O Planalto e o deputado Leo Motta foram procurados, mas não se manifestaram até a publicação da notícia. A Comissão de Fiscalização da Câmara tem como função principal o acompanhamento e a fiscalização das contas públicas.

As informações são do jornal O Estado de S. Paulo.