Grupo que esquartejou advogado em SP é preso; morte foi para roubar o carro

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Três homens e uma mulher foram localizados após investigações da Polícia Civil de Araçatuba (SP). Corpo da vítima foi achado em um banheiro dentro de três sacolas

Três homens e uma mulher foram presos temporariamente nesta quarta-feira (15) suspeitos de estarem envolvidos no assassinato do advogado Ronaldo César Capelari, de 53 anos, que foi encontrado esquartejado no banheiro de uma casa, no bairro Água Branca, em Araçatuba (SP). O corpo dele foi localizado na noite de terça-feira (15) dentro de três sacolas.

A informação foi confirmada pelo delegado responsável pelo caso, Paulo Natal, durante coletiva de imprensa realizada na tarde desta quarta-feira.

De acordo com o delegado, as investigações começaram depois que a família da vítima procurou a delegacia para denunciar que Ronaldo tinha saído para ir em uma aula de natação e não retornou para a casa. Duas horas depois, uma testemunha disse que viu a caminhonete abandonada em uma estrada de terra que dá acesso ao bairro Água Branca, próximo ao município de Birigui (SP).

“A Polícia Militar foi ao local e constatou que era o veículo do advogado. O carro estava trancado. Então, chamamos um chaveiro para ter acesso. Nós fomos ao local, abrimos a caminhonete e constatamos que o chinelo dele com marcas de sangue estava dentro e tinha outras marcas de sangue. Começamos a fazer várias diligências com o intuito de descobrir o caminho que ele tinha feito e conseguimos as filmagens”, afirma Paulo.

Advogado foi esquartejado

Emboscada

Conforme o delegado, uma jovem de 24 anos, sabendo que a polícia estava atrás dela, procurou a DIG na manhã desta quarta-feira alegando que tinha alugado a casa, mas que ela estava aberta e não sabia o que tinha acontecido. Porém, posteriormente, confessou a participação.

“Ela falou que conhecia a vítima havia dois meses e tinha o contato pessoal dela. Os amigos dela, do bairro Água Branca, tinham a convidado para roubar Ronaldo, depois de ficarem sabendo que ele tinha um veículo bom. Ela aceitou e assim foi feito”, explica o delegado.

“A mulher ligou para o Ronaldo e combinou dele ir ao local para conversar. Quando ele estava chegando no imóvel, ela saiu da casa e a deixou aberta. O Ronaldo entrou na casa e foi surpreendido pelos três, que o arrastaram com violência para dentro da casa”, conta Paulo.

Segundo o delegado, a mulher alega que viu até essa parte e soube da morte no dia seguinte.

“Ela diz que ficou sabendo somente no dia depois, porque um dos suspeitos disse que tinham matado a vítima porque ela tinha reagido e havia esquartejado o corpo dela. Ela acabou relatando quem era os rapazes e os localizamos”, diz o delegado.

Conforme Paulo Natal, um não quis falar sobre os fatos, outro negou veemente os fatos e terceiro contou que foi convidado para participar, mas não teria aceitado.

Caminhonete do advogado foi encontrada em estrada de terra em Araçatuba — Foto: Arquivo Pessoal

“Tudo indica que foi latrocínio, mas ainda estamos analisando as provas que confirmem o que a mulher disse. Ela afirma que o pessoal roubou R$ 200 que o Ronaldo daria para ela. A relação dos dois era de proximidade”, afirma Paulo.

Ronaldo sumiu na noite de segunda-feira (13) após sair de casa para ir a uma academia de natação na cidade. Após o sumiço, na noite de segunda-feira, a família procurou a delegacia para registrar um boletim de ocorrência.

A caminhonete de Ronaldo foi encontrada pela polícia em uma estrada de terra em Birigui (SP), que fica a 18 quilômetros de Araçatuba, na manhã de terça-feira. Não havia sinais de arrombamento, mas o veículo estava batido e riscado.

O corpo de Ronaldo foi velado e enterrado na tarde desta quarta-feira, no Cemitério da Luz, em Araçatuba. Via G1/SP

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Em MT, influencer é investigada pelo MP por suspeita de vender remédio falso

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Paula Biazin chegou a ser presa pelo caso em dezembro do ano passado em Sorriso

O Ministério Público Estadual (MPE) abriu um inquérito civil para investigar a digital influencer mato-grossense Paula Biazin pela suspeita de divulgar e comercializar medicamentos emagrecedores falsificados nas dependências do Park Shopping em Sorriso ( a 415 km de Cuiabá).

A influencer chegou a ser presa no dia 28 de dezembro do ano passado pelo fato. Ela foi  solta um dia depois, após pagar fiança de cinco salários mínimos (R$ 4,9 mil).

O inquérito foi aberto na quarta-feira (8) pelo promotor de Justiça Márcio Florestan Berestinas, da 3ª Promotoria de Justiça Cível de Sorriso, após encaminhamento de documentação pela 1ª Promotoria de Justiça Criminal da Comarca de Sorriso. 

No documento, a Promotoria Criminal ressaltou que os medicamentos divulgados e comercializados pela influencer, da marca Moder Diet, não tem registro na Anvisa (Agência Nacional de Vigilância Sanitária), comprovação de origem e alvará sanitário. 

No inquérito, o promotor afirmou que cabe ao Ministério Público a defesa dos interesses difusos e coletivos, ligados ao consumidor.

“Considerando que ao Ministério Público são atribuídas as funções previstas nas Constituições Federal e Estadual, dentre as quais, a de promover o inquérito civil e a ação civil pública, na forma da lei, para garantir o respeito à saúde e ao consumidor”, diz trecho do inquérito.

Márcio Florestan determinou que a influencer seja notificada para comparecer na sede da Promotoria de Justiça de Sorriro nesta sexta-feira (17), às 9h30 para ser ouvida.

Não há prazo para o fim da investigação. Leia a reportagem completa no Midianews

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Nos EUA, homem confessa ter matado esposa e três filhos, de 13, 11 e 4 anos, encontrados mortos

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Um morador de Celebration (Flórida – EUA) confessou ter matado sua esposa e três filhos depois que seus corpos foram encontrados na casa da família nesta semana, disse o xerife do condado de Osceola Russ Gibson nesta quarta-feira.

Anthony John Todt, 44, enfrenta acusações de assassinato em primeiro grau pela morte de sua esposa, Megan Todt, 42 anos, e seus três filhos: Alek, 13; Tyler, 11; e Zoe, 4 anos. Todt também está enfrentando uma acusação de crueldade animal por matar o cachorro da família, Breezy, disse o xerife em uma entrevista coletiva à tarde.

Os policiais foram à casa em Reserve Place por volta das 9h da segunda-feira para ajudar agentes federais a prender Anthony Todt quando encontraram os quatro corpos dentro. Acredita-se que Megan Todt e seus filhos tenham sido mortos “em algum momento no final de dezembro”, disse Gibson.

“Me sinto muito triste ao relatar uma tragédia e lamentamos com a família e os amigos das vítimas, junto com a comunidade, por esta trágica perda de vidas inocentes”, disse Gibson. “Eu mesmo não consigo entender o que levaria uma pessoa a cometer atos tão maus e horrendos.”

Ele acrescentou: “Mas posso dizer que, se houver uma pessoa ou família por aí passando por uma crise ou uma situação difícil, há ajuda para você”.

A casa onde Anthony e Megan Todt moravam com seus três filhos continuava sendo uma cena de crime na terça-feira, um dia após quatro corpos serem encontrados dentro

Logo após a conferência de imprensa, os detetives levaram Todt, algemado e com um macacão branco, do prédio da administração do xerife até um carro-patrulha que seria levado para a cadeia do condado. Ele permaneceu calado e desviou o olhar enquanto os repórteres gritavam perguntas.

Antes mesmo de os nomes serem divulgados na quarta-feira, vizinhos e familiares em Celebration e Colchester, Connecticut, onde moravam há anos e trabalhavam como fisioterapeutas, já estavam de luto pelos Todts mortos. Parentes haviam lançado um grupo no Facebook dias antes de os corpos serem encontrados para procurar informações sobre a família, de quem eles disseram não receber notícias desde 6 de janeiro.

Gibson disse que não sabia o motivo de Todt para matar sua família.

“Nossos corações se voltam para a família e os amigos dos falecidos”, disse Gibson. “Isso é desprezível e não pode ser tolerado em lugar nenhum. … Trabalharemos esses casos até o fim. ”

Registros judiciais em três estados deixaram claro que ele estava enfrentando crescente pressão financeira, e ele está atualmente sob investigação do Gabinete do Procurador-Geral de Connecticut, confirmou a agência na terça-feira. Não ficou claro por que ele era procurado pelas autoridades federais, embora Gibson tenha dito que o Departamento de Saúde e Serviços Humanos dos EUA havia solicitado o mandado.

A página de Anthony Todt no Facebook apresentava muitas fotos de sua esposa e filhos, que ele matou em dezembro. (Facebook)

Mandado levado a órgãos

Depois de deter Todt sob mandado federal, Gibson disse que os investigadores realizaram uma verificação de segurança em casa, encontrando os quatro membros mortos de Todt e o cão da família. O xerife disse durante a conferência de imprensa de quarta-feira que não sabia em que parte da casa os corpos foram encontrados.

Gibson disse que o escritório do xerife havia feito uma verificação de bem-estar na casa da família Todt em 29 de dezembro, mas não obteve resposta na porta e não viu nada de suspeito em casa ou perto.

Um membro da família pediu a verificação do bem-estar, porque lhe disseram que toda a família estava gripada e não tinha notícias delas em dois dias, disse Gibson.

Gibson disse que não havia mais nada que os policiais pudessem fazer na época, pois a situação “não chegou a um nível de suspeita” que justificasse entrar ou revistar a casa.

“Há um elemento de privacidade”, disse ele. “Sua casa é o seu castelo.”

Depois que agentes federais alertaram o Gabinete do Xerife para o mandado de Anthony Todt, os policiais voltaram para casa no fim de semana, mas não conseguiram entrar em contato com ninguém, disse Gibson.

De acordo com o escritório do xerife, nenhum relatório de pessoa desaparecida foi registrado para a família. No grupo do Facebook, parentes disseram que as autoridades da Flórida e Connecticut estavam cientes de suas preocupações com os Todts e instaram os voluntários a não irem para casa.

“Essa família era conhecida por viajar”, disse Gibson. “Portanto, não era incomum pensar que eles poderiam ter ido a Clearwater ou Cocoa Beach por um dia ou por uma semana.”

O Gabinete do Xerife de Gibson ainda aguardava a identificação oficial dos corpos do médico legista, mas, dadas as circunstâncias e a confissão de Todt, os investigadores estão confiantes de que são a esposa e os filhos de Anthony Todt. O xerife se recusou a liberar o modo de morte.

Gibson disse que não conhecia os detalhes do mandado de prisão federal, mas disse que estava ligado à atividade em Connecticut. Tom Carson, porta-voz do Procurador dos EUA do Distrito de Connecticut, disse que seu escritório está trabalhando em um caso contra Todt, mas disse que não poderia divulgar nenhum documento ou informação ao público.

O mandado foi arquivado, disse Carson.

Gibson disse que Anthony Todt desde então tem cooperado com os investigadores. Quando foi detido, Gibson disse que Todt havia ingerido algumas pílulas de Benadryl e fez comentários que podem prejudicá-lo.

Via Orlando Sentinel

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Por que Victor Chaves foi condenado a só 18 dias? Especialistas explicam

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Advogadas consultadas pela reportagem analisam a polêmica sentença aplicada ao cantor pela agressão à ex-mulher Poliana Bagatini

O divórcio entre o cantor Victor Chaves, que fazia dupla com Léo, e a empresária Poliana Batagini rendeu mais um polêmico capítulo, na segunda-feira (13/1), com a divulgação das imagens da briga que separou o casal, em fevereiro de 2017. Filmadas pelas câmeras do elevador do prédio em que os dois moravam em Belo Horizonte, as cenas impressionam.

Então grávida de quatro meses do segundo filho, Poliana tenta sair de casa às pressas, pedindo socorro ao porteiro. Em dado momento, é empurrada pelo ex-marido, cai no chão e continua sendo agredida com pequenos chutes. O episódio rendeu ao sertanejo uma condenação pelo Tribunal de Justiça de Minas Gerais por vias de fato, fixada em 18 dias em regime aberto, além do pagamento de indenização de R$ 20 mil reais à ex-mulher.

A punição gerou revolta sobretudo nas redes sociais, onde o assunto é um dos mais comentados. Afinal, a sentença fixada pela juíza do TJMG Roberta Chaves é justa? A pedido do Estado de Minas, advogadas e integrantes de movimentos de defesa dos direitos das mulheres analisam a questão. Continua depois da publicidade

O processo

O primeiro ponto ressaltado pela assessora jurídica e mestranda em Direito pela Universidade Federal de Sergipe Clara Adolli é que Victor Chaves foi denunciado pelo Ministério Público de Minas Gerais por vias de fato, uma contravenção penal – termo jurídico que define comportamentos ilícitos de menor potencial ofensivo. 

Para a contravenção de vias de fato – as chamadas agressões físicas que não deixam marcas – não há pena privativa de liberdade. Nesse caso, a punição ao contraventor é estipulada entre 15 dias a três meses em regime aberto ou semiaberto, frequentemente convertida em prestação de serviços à comunidade. 

“Logo, eu não diria que a decisão judicial, em si, foi injusta ou seletiva. O erro começou lá no início do processo, quando o Ministério Público considerou que a conduta do Victor não era grave o suficiente para ser considerada como crime, apenas porque não deixou marcas aparentes no corpo da Poliana”, avalia a profissional. “Se o processo todo não foi instruído de forma justa, como a sentença poderia ser?”, questiona.

Coordenadora de Políticas de Prevenção à Violência contra a Mulher da OAB, a advogada Isabel Araújo Rodrigues pondera o fato de que a maioria das denúncias de violência doméstica que chegam às promotorias de Justiça não incluem lesões corporais graves.

Empurrões, tapas e puxões de cabelos, afirma a especialista, estão entre os atos mais comumente praticados. “Nem por isso, são casos a serem tratados como isolados, ou como uma briga qualquer. A Poliana, por exemplo, estava grávida. A situação de violência física e psicológica daquele momento poderia ter prejudicado o bebê”, argumenta a especialista. 

Izabel observa ainda que desfecho do caso Victor Chaves reforça a sensação de impunidade para os agressores, uma vez que trata-se de pessoa pública, que inspira e motiva outros homens. “Claro que o fato de um homem – principalmente uma celebridade – ser julgada e condenada por agredir à esposa é, por si só, um fato positivo. Eu não desconsidero isso”, diz.

“Ocorre que a sentença leve aplicada ao caso passa ao público masculino a mensagem de que a violência contra mulher é aceitável. Algo que a Justiça, no fim das contas, vai tratar como uma briga de bar corriqueira, quando estamos falando de um problema de grande impacto social. Haja vista o fato de que os filhos do casal que convivem num ambiente violento, por exemplo, podem aprender a reproduzir condutas e comportamentos machistas. O menino aprende que pode bater. A menina, que é normal apanhar ”, defende. 

Pesquisa

Um estudo realizado da Universidade Federal do Ceará, publicado em agosto de 2017, mede os efeitos da violência doméstica para além âmbito conjugal. Intitulado Violência Doméstica e seu Impacto no Mercado de Trabalho e na Produtividade das Mulheres, a pesquisa estima que o custo da agressão às mulheres no mercado de trabalho brasileiro chegue a R$ 1 bilhão por ano. 

O cálculo é baseado no índice de absenteísmo, ou seja: o número de faltas femininas ao emprego por agressões sofridas em casa. As ausências se dão tanto em decorrência de licenças médicas, quanto tratamentos psicológicos pós-traumáticos. “Se considerarmos também o impacto dessa violência no sistema de saúde, o prejuízo é ainda maior. Diante disso, fica a freflexão: como podemos continuar tratando casos como o do Victor como mero desentendimento de casal?”, analisa Isabel Araújo. 

Números preocupantes

Dados do Anuário Brasileiro de Segurança Pública 2019 revelam preocupante escalada da violência contra a mulher em Minas Gerais. Divulgado em setembro do ano passado, o relatório mostra que o estado liderou o ranking nacional de feminicídios em 2018, com 156 ocorrências registradas naquele ano – seis a mais que em 2017. O número de vítimas dessas agressões em território mineiro bateu a casa dos 145 mil no mesmo período, segundo informações da Secretaria de Segurança Pública. Via Correio Braziliense – Cecília Emiliana/Estado de Minas

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‘Falei para não se apaixonar por assassino’, diz mãe de jovem morta no DF em suposta roleta russa

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Mãe da vítima namorou com suspeito antes; versão da roleta russa cai

Em depoimento na 26ª Delegacia, o suspeito de matar Gabrielly Miranda, 18 anos, mudou a versão de que a namorada foi baleada durante uma “brincadeira” de roleta russa. Leonardo Pereira inicialmente ligou para o 190 e afirmou que ela foi atingida assim. À Polícia Militar, ele repetiu a mesma versão. Já para o delegado, ele não citou o jogo.

Leonardo disse que Gabrielly brincou apontando a arma para ele e depois entregou ao revólver ao namorado. Ele então pegou a arma e atirou na cabeça dele. O delegado adjunto Eduardo Escanhoela diz que ele confessou o crime e vai responder por feminicídio.

“Segundo a versão dele, ontem a noite, eles saíram para beber. Tomaram duas cervejas e voltaram para a casa, na QR 425. Por lá, continuaram bebendo”, disse ele ao Metrópoles. “Gabrielly pegou a arma do Leonardo e começou a brincar apontando para a perna (dele). Depois, ela entregou a arma para o namorado e ele apontou para a cabeça (dela). E disparou, matando a jovem”, acrescenta.

Ele iria se entregar procurando a polícia, mas resolveu ligar para o 190. “Leonardo contou ter ficado desesperado e pegou seu carro para se entregar na delegacia. Entretanto, a gasolina do carro acabou”, diz.

O carro parou perto de uma chácara. Ele contou que voltou para casa a pé e chamou a PM. Leonardo foi preso em flagrante.  Ele foi autuado por feminicídio duplamente qualificado por motivo torpe contra a mulher e posse de arma, podendo ficar preso de 12 a 30 anos.

Medo

A mãe da vítima, Wildiani da Silva Souza Miranda, namorou com Leonardo antes da filha. Ela contou que alertou a jovem sobre o rapaz. Hoje, ela estava muito abalada e chorou muito no local do crime. 

“Falei para não se apaixonar por assassino. Ele tem que morrer, meu Deus!”, diz. “Não acredito que esse homem fez isso com a minha filha. A minha filha não, meu Deus! Ele acabou com a minha vida”, afirma, desesperada. 

Desde o início, Wildiani não acreditou na versão inicial de roleta russa. “Um tiro na cabeça é acidente? Minha filha morreu, gente. Todo mundo tinha medo dele. A gente não fez um BO (boletim de ocorrência) porque quem faz BO para morrer? Ele chegou a me ameaçar e minha filha andava destruída”, diz.

Um amigo de Gabrielly contou que ela tinha medo de Leonardo, mas gostava dele e por isso não terminava o namoro, que já durava 3 anos. “A Gabrielly era uma pessoa muito boa. Já morei com ela e sabia que o Leonardo era muito possessivo com ela. Não deixava ela ter amigos e nem sair direito”, contou.

“Em muitas oportunidades ela chegava em casa com olho roxo, toda machucada. Ela me dizia que tinha medo dele, mas, mesmo assim, o amava e não terminaria com o Leonardo”, diz.

“Conheço ela (Gabrielly) e a mãe há mais de 15 anos. Ela era tranquila, não era de beber muito. Ela sofria demais na mão dele. O problema é que ela era apaixonada, mesmo ele sendo todo problemático. O meu sentimento é de raiva. Ele era um traficante que batia nela até na rua”, diz outra amiga, Patrícia Carvalho, 27. Via Metropoles

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Morre terceira pessoa com sintomas iguais aos provocados por cerveja Backer

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Doença é investigada por suspeita de contaminação por dietilenoglicol, presente em garrafas de cerveja fabricada em Belo Horizonte

Morreu, na manhã desta quarta-feira (15/1), mais uma vítima da síndrome nefroneural, doença investigada por suspeita de contaminação por dietilenoglicol, presente em garrafas de cerveja fabricada em Belo Horizonte. A informação foi confirmada pela Polícia Civil. A vítima é Antônio Márcio Quintão de Freitas, de 76 anos, como apurou a reportagem do Estado de Minas.

Segundo a instituição, o paciente, cujo nome não foi divulgado, estava internado no Hospital Mater Dei, na capital. O corpo será encaminhado ao Instituto Médico Legal (IML). A polícia afirma que trata-se da segunda vítima confirmada oficialmente. A morte de uma mulher em Pompéu, no Centro-Oeste de Minas, foi notificada pela prefeitura local, mas ainda não foi contabilizada. O Estado de Minas entrou em contato com o hospital, que informou que não tem autorização para falar sobre os pacientes.

“Não beba”

A recomendação para que ninguém beba cerveja de nenhum lote da Belorizontina partiu da diretora de marketing da Backer, Paula Lebbos. A orientação vale para a Capixaba, que é a mesma cerveja, mas com outro rótulo, destinada ao Espírito Santo.

Em amostras da bebida, a polícia detectou a presença de dietilenoglicol, causador da síndrome nefoneural, que já tem 17 casos notificados em Minas. Nesta quarta, foi notificado um caso suspeito em Araxá, que ainda não entrou na lista da Secretaria de Estado de Saúde. Análises feitas pela própria Backer atestaram a presença da substância emgarrafas da Belorizontina, uma das 22 marcas da cervejaria. 

O dietilenoglicol é usado no processo de resfriamento de cerveja. Mas a Backer garante nunca que usou o produto. O tanque em que os lotes contaminados foram produzidos está lacrado. Não se sabe, como admitiu Paula Lebbos, se pode haver problemas em algum dos outros 69 tanques. Porisso, segundo a diretora, serão analisadas todas as etapas do processo de produção. 

Agentes da Polícia Civil de Minas e do Ministério da Agricultura, Pecuária e Abastecimento (Mapa) voltaram ontem à fábrica da cervejaria, no Bairro Olhos D’Água, na Região Oeste de BH, para dar sequência às perícias iniciadas na semana passada. Enquanto isso, a Vigilância Sanitária da capital continua recebendo garrafas de Belorizontina de consumidores. Ontem, foram 385. Com 183 da véspera, total chegou a 568. Via Correio Braziliense

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Porco morto é lançado de helicóptero na casa de empresário; veja vídeo

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Família está em choque, disse vítima

Um fato que aconteceu com Federico Álvarez Castillo, dono da grife Etiqueta Negra, chocou a Argentina. Em um vídeo viralizado nas redes sociais, é possível ver como, de um helicóptero, lançam um animal morto na piscina da casa do empresário em Punta del Este.

Segundo Castillo, ele estava em casa com a sua esposa, Lara Bernasconi, quando escutaram o barulho de um helicóptero voando muito perto da sua casa. Eles foram para o pátio e registraram o momento.

“Eu nunca imaginei o que aconteceria”, disse o empresário, que também afirmou “repudiar esse ato de vandalismo do qual minha família e eu fomos vítimas”. “Ao sair, nos demos conta do ato berrante que nos deixou perplexos, uma piada de muito mau gosto” — ainda que seja possível ouvir risadas no vídeo. Segundo Castillo, a família está tentando esclarecer a situação.

Via MetroJornal

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Câmara vota envio do impeachment de Trump ao Senado nesta quarta

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Segundo presidente da Casa, Nancy Pelosi, os democratas também vão decidir a equipe que vai liderar as acusações contra o republicano

A Câmara dos Representantes dos Estados Unidos , que é controlada pelos democratas, vai votar nesta quarta-feira (15) o envio dos artigos de impeachment do presidente do país, Donald Trump , ao Senado .

De acordo com a imprensa norte-americana, a presidente da Câmara, a democrata Nancy Pelosi , afirmou em uma reunião da legenda que também vai nomear os responsáveis da Casa que vão liderar a acusação contra o magnata republicano no julgamento.

O jornal The New York Times revelou que até o fim desta quarta-feira (15), os representantes da Câmara vão levar os artigos ao Senado, iniciando o processo de julgamento.

O atual presidente dos Estados Unidos sofreu impeachment na Câmara no dia 18 de dezembro, mas, de acordo com as regras do país, Trump só poderá ser afastado do cargo caso o Senado o considerar culpado.

Entretanto, no cenário atual, é improvável que o magnata sofra o impeachment, já que o Senado é dominado pelo Partido Republicano e onde a condenação dependerá do aval de maioria qualificada de dois terços. Por lá, a legenda conta com 53 senadores, número mais do que suficiente para evitar a deposição do presidente.

Até hoje, apenas dois chefes de Estado do país foram submetidos a processos de impeachment: Andrew Johnson (1868) e Bill Clinton (1998), ambos absolvidos – Richard Nixon renunciou em 1974, evitando um afastamento iminente por causa do escândalo “Watergate”.

Trump é acusado de ter pressionado o presidente da Ucrânia, Volodymyer Zelensky, a anunciar uma investigação contra Joe Biden, pré-candidato à Casa Branca e cujo filho, Hunter, foi conselheiro de uma empresa ucraniana de gás, a Burisma. Para alcançar seu objetivo, o magnata seria congelado uma ajuda militar de quase US$ 400 milhões a Kiev.

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Após agressão, Monick Camargo desabafa: “Peguei ranço da Justiça desse país”

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Ela foi agredida porque não quis participar de orgia com o ex-noivo

Monick Camargo não teve medo de expor, no fim de 2019, que foi agredida pelo ex-noivo após negar participação em uma orgia. Na ocasião, a modelo denunciou Roberto Américo e decidiu seguir sua vida de solteira.

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Logo no início de janeiro, ela viajou para o México, local que Roberto Américo também estava, mas fez questão de avisar aos seus seguidores que os dois não reataram. “Não tem como eu controlar a pessoa, colocar dentro de casa pra ela não vir no local que estou. O que fiz? Me retirei do lugar. Quando ele estava no México, eu não estava. E mesmo se estivesse, isso não me faria voltar. Fui pro México distrair minha cabeça com as minhas amigas”, garantiu a loira nos Stories Instagram.

Leia também:

Ainda segundo ela, a decisão de permanecer longe do ex-noivo segue firme. A Justiça é que poderia colaborar mais. “Tomei ranço da Justiça desse país. Minha medida protetiva saiu só essa semana. Depois de tudo que aconteceu. Parem de mandar essas coisas para mim”, disse ela, que pretende passar um tempo nos EUA para esfriar a cabeça.

“Quando fui na delegacia vi muitas mulheres que também passaram por isso. Estou muito revoltada porque não acontece nada. Realmente, o Brasil não tem Justiça. A Justiça é uma coisa que vocês não precisam esperar. Mas, enfim, não se calem”, afirmou.

Monick ainda explicou que sentiu muita vergonha e decidiu viajar para não encontrar pessoas conhecidas no Brasil. “Me agarrei com Deus e ele me confortou. Não quero mais tocar nesse assunto. Espero que seja a última vez. Vou responder todas as mulheres que já passaram por isso e me mandaram mensagens, mas não quero falar publicamente”, finalizou.

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Após agressão, Monick Camargo desabafa: “Peguei ranço da Justiça desse país”

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Monick Camargo não teve medo de expor, no fim de 2019, que foi agredida pelo ex-noivo após negar participação em uma orgia. Na ocasião, a modelo denunciou Roberto Américo e decidiu seguir sua vida de solteira.

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“Quando fui na delegacia vi muitas mulheres que também passaram por isso. Estou muito revoltada porque não acontece nada. Realmente, o Brasil não tem Justiça. A Justiça é uma coisa que vocês não precisam esperar. Mas, enfim, não se calem”, afirmou.

Monick ainda explicou que sentiu muita vergonha e decidiu viajar para não encontrar pessoas conhecidas no Brasil. “Me agarrei com Deus e ele me confortou. Não quero mais tocar nesse assunto. Espero que seja a última vez. Vou responder todas as mulheres que já passaram por isso e me mandaram mensagens, mas não quero falar publicamente”, finalizou.

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