Naufrágio no rio Amazonas tem 3 mortos e mais de 30 desaparecidos

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Navio ia para Santarém (PA), mas afundou na região do Jari. Comandante pediu socorro após vento fazer passageiros caírem na água

Uma grande tragédia aconteceu no rio Amazonas, onde o navio Ana Karolina III, que vinha de Macapá para Santarém, com mais de 80 passageiros, naufragou às proximidades da ilha do Aruans, quando foi atravessar a comunidade Fazendinha, próximo ao distrito de Jarilândia.

O naufrágio aconteceu por volta das 4 horas da madrugada deste sábado (29), quando uma chuva muito forte caiu nessa região. Segundo informações, já foram encontrados 3 corpos e tem mais de 30 pessoas desaparecidas.

O Corpo de Bombeiros informou que, até o momento, foram confirmadas as mortes de três mulheres ainda não identificadas. A corporação reforça que mais de 40 pessoas foram resgatadas e pelo menos 30 seguem desaparecidas.

Suporte nas buscas

O Governo do Pará ofereceu apoio nas buscas pelas vítimas do naufrágio. A Secretaria de Segurança Pública e Defesa Social (Segup) colocou à disposição três lanchas e uma embarcação com capacidade para transporte de pessoas do Grupamento Fluvial, além de um efetivo de cerca de 12 policiais entre civis e militares, duas aeronaves do Grupamento Aéreo de Segurança Pública e seis mergulhadores do Corpo de Bombeiros.

O navio saiu por volta das 18h de sexta-feira (28) de um porto em Santana, a 17 quilômetros de Macapá, em direção a Santarém, no Pará, mas às 5h deste sábado, o comandante da embarcação acionou o socorro próximo à Ilha de Aruãs e à Reserva Extrativista Rio Cajari, na região do Jari.

A viagem entre as duas cidades dura em média 36 horas. A previsão de chegada em Santarém era às 6h de domingo (1º).

A Marinha informou que foi instaurado um inquérito para apurar as causas, circunstâncias e responsabilidades do acidente.

Vítimas

Brendo Jones dos Santos disse que não consegue contato com a irmã, Samella Thayara Alves dos Santos que estava no barco acompanhada de pelo menos outras 11 pessoas. O grupo, que fez uma selfie durante a viagem, ia para Almeirim participar de um aniversário.

“Ela não entrou em contato com a gente. Temos amigos que moram lá perto e tentam encontrá-los”, comentou.

Familiares de vítimas também foram até a sede da Marinha em Santana desde o início da manhã deste sábado. Por volta das 12h, eles receberam uma lista com nomes de familiares que estavam na embarcação e foram atendidos em uma unidade de saúde em Almeirim, distrito paraense. São 45 nomes.

Lista dos sobreviventes do naufrágio

1. Cristielen dos anjos

2. Acez Marinezes F. Barbosa

3. Luiza p. Oliveira

4. Eloy de Jesus

5. Raimundo Damião Lopes

6. Daiane T. Pereira

7. Artur Gabriel G. Salles

8. Paulo Ricardo G. Pelaes

9. Francicley das Neves Sales

10. Maria valdenira N. Silva

11. Kauã Vinícius G. Lima

12. Maria Carmozinha G. Lima

13. Kesia Dos S. Furtado

14. Valdecir G. Batista

15. Sandiane I. Tiriuju

16. Mateus A. Rodrigues dos Santos

17. Gino C. Marcos

18. Daiane Gonsalves Mendes

19. Kamily G. Dias

20. Socorro Vieira

21. José S. Vieira

22. Ruinelson p. Figueiredo

23. Gisele S. Monteiro

24. Rosane F. Da Costa

25. José R. De jesus silva

26. Márcio R. Dos Santos

27. Paulo R. Da silva Bahia

28. Jacilene B. Lima Bahia

29. Marcos C. Da Fonseca

30. Crislei T. Barbosa da luz

31. Nelson Rocha Monteiro

32. Vanderleia Bentes Monteiro

33. Nicolás Bentes Momento

34. Hugo Júnior dos Santos Trindade

35. Leoran Sanches I.

36. Crisley Belém dos Santos

37. Roberto Alves de Queiroz Torres

38. Rosemiro Correia

39. Domingos Viana Ferreira

40. Walace de Oliveira Pereira

41. Karen Larissa Lamera Vale

42. Caique Júnior Gomes Lobato

43. Dielque Braga de Sousa

44. Jaercio Monteiro

45. Rodrigo Lacerda

Os desaparecidos estão sendo contabilizados de acordo com a busca feita por familiares.

As três vítimas fatais são mulheres, mas ainda não foram identificadas.

Com Blogdocarpê e G1

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Festa de influencer termina com 3 mortos em piscina de gelo seco

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O gelo seco é feito de dióxido de carbono e se inalado durante muito tempo em local fechado pode ser perigoso

A festa de 29 anos da digital influencer russa Yekaterina Didenko terminou com a morte de três pessoas na cidade de Moscou. Segundo a BBC, foi jogado gelo seco na piscina e alguns convidados, ao saírem da sauna, pularam no local. Em seguida, começaram a passar mal e perder a consciência.

Influencer chorou após acidente

Segundo a influencer, em um vídeo postado no Instagram, todos foram levados às pressas para o hospital. No entanto, ao chegarem no local, morreram por asfixia. O gelo seco é feito de dióxido de carbono e se inalado durante muito tempo em local fechado pode ser perigoso.

Uma das vítimas seria o marido de Yekaterina. Ela é conhecida nas redes sociais por dar dicas de produtos baratos para a pela encontrados em farmácias. A jovem tem mais de 1 milhão de seguidores no Instagram. Um vídeo do momento em que o gelo seco foi jogado na piscina coberta foi publicado na web.

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Governo confirma segundo caso de coronavírus no Brasil; notificação veio de São Paulo

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Paciente chegou de Milão na última quinta-feira e foi para o trabalho no mesmo dia em que chegou de viagem

O Ministério da Saúde confirmou neste sábado (29) que foi notificado pela Secretaria de Saúde de São Paulo sobre um segundo caso de coronavírus no Brasil.

De acordo com a rádio BandNews FM, o paciente chegou de Milão na última quinta-feira e foi para o trabalho no mesmo dia em que chegou de viagem. O homem está em isolamento domiciliar com sua esposa, que também esteve na Itália, mas não apresenta os sintomas.

De acordo com o ministério, o paciente esteve na Itália e não há evidências de circulação do vírus em território nacional.

O primeiro caso foi confirmado na quarta-feira e trata-se de um homem que também é São Paulo e veio da Itália. O paciente de 61 anos foi o primeiro caso da doença no País e na América Latina. Com Yahoo

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Suspeito de matar bailarina no PR já respondeu por estupro

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Em novo depoimento, suspeito revelou que manteve relações com Magó, porém, de maneira consentida

principal suspeito de envolvimento na morte da bailarina Magó, em uma cachoeira na cidade de Mandaguari, foi preso nesta sexta-feira (28). Pouco mais de um mês após o crime, Flávio Campana foi detido em casa, em Apucarana, e levado para a Delegacia de Maringá. Em novo depoimento, o homem apresentou uma versão diferente e alegou que teve relação sexual com a vítima, porém de maneira consentida.

O delegado da Delegacia de Homicídio de Maringá, Diogo de Almeida, revelou detalhes sobre o novo depoimento de Flávio Campana. De acordo com a investigação, desta vez o homem confirmou que encontrou com Magó na cachoeira e manteve relações sexuais, mas continua negando o homicídio.

“Ao ser confrontado com o exame de DNA, ele (Flávio), juntamente com o advogado, acabou confirmando que teve relação sexual com a Maria Glória (Magó). Só que ele alega que teria sido uma relação sexual consentida, apesar do laudo ali determinar que houve uma violência sexual […] Mas nega que tenha cometido o homicídio contra ela”, contou Almeida.

Ainda de acordo com o delegado, o suspeito já utilizou desta estratégia no crime que foi acusado em 1998, por estupro, na cidade de Rio Bom. Na ocasião, Flávio também alegou que a vítima tinha consentimento sobre o fato. 

Para Almeida, não há dúvidas sobre a participação de Flávio nos crimes. “Juntando o fato dele já ter antecedente criminal por estupro, juntando também o fato dele ter lesões características de serem produzidas por uma luta corporal, e somado a isso, mais a prova cabal do DNA, para nós, não temos dúvidas que ele está sem envolvido nestes crimes”, informou.

O suspeito foi identificado após o resultado dos exames realizados pelo Instituto Médico Legal (IML). Pela condição de Inclusão de Verossimilhança, Flávio Campana, de 40 anos, foi apontado como dono no material genético encontrado nas partes íntimas da vítima. 

Após a análise, o perfil genético de Flávio Campana foi incluído no Banco de Perfis Genéticos da Polícia Científica do Estado do Paraná. Em caso de ocorrência de novas coincidências, a autoridade solicitante poderá prontamente ser comunicada por meio de um laudo pericial.

O homem foi tratado como um dos principais suspeitos desde o início das investigações, quando apareceu junto com um amigo em fotografias fornecidas por socorristas que estavam na cachoeira em Mandaguari, onde a Magófoi morta. No início de fevereiro, ambos prestaram depoimento e tiveram seus materiais genéticos coletados para comparação com o sêmen encontrado na vítima. Para a polícia, o resultado do laudo que saiu nesta quinta-feira (27) não deixa dúvidas sobre autoria do feminicídio.

Conforme o delegado Zoroastro Neri do Prado, na ocasião em que foram ouvidos na delegacia, Flávio apresentava várias lesões pelo corpo que davam indícios de luta corporal, inclusive, uma delas se assemelhava a uma mordida. “Durante o depoimento dele a gente percebeu essas lesões. Ele falou que eram em decorrência do trabalho dele, mas são lesões que nos chamaram a atenção porque eram compatíveis com unha, com a defesa em forma linear”, diz. Neri do Prado completa ainda que mesmo diante das provas, o suspeito nega o crime: “Sempre negou que até viu essa jovem lá, mas diante da prova, do exame de DNA, não tem como negar, é uma prova inconteste”.

Flávio teve a prisão temporária de 30 dias decretada. Antes do vencimento do prazo, ela poderá ser convertida em temporária, ou seja, sem prazo determinado. Ele está detido na delegacia de Maringá.

O caso é investigado por uma força-tarefa das Polícias Civis de Mandaguari e Maringá. Até o momento, mais de 50 pessoas prestaram depoimento.

Após o resultado dos exames do Instituto Médico Legal (IML) foi identificado material genético de Flávio Campana, de 40 anos, no corpo de Magó. No dia 28 de fevereiro, o principal suspeito foi detido em casa, em Apucarana e transferido para a delegacia de Maringá. Leia a reportagem completa sobre o caso na RICMAIS

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Bruno Henrique, do Flamengo, apresenta CNH ‘fria’ em blitz da Lei Seca

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Registro do documento não foi encontrado nas bases de dados do Detran-RJ e do Infoseg; Polícia Civil vai periciar carteira para saber se é falsa

O jogador do Flamengo Bruno Henrique foi parado em uma blitz da Lei Seca na madrugada deste sábado (29) e apresentou uma CNH que não foi localizada na base de dados do Detran-RJ.

Segundo informações da assessoria da Operação Lei Seca, ele foi abordado na avenida Lúcio Costa com a avenida Ayrton Senna, na Barra da Tijuca, zona oeste do Rio, e não quis fazer o teste do bafômetro. Ao apresentar o documento, os agentes não localizaram o cadastro.

Ainda de acordo com a Lei Seca, Bruno Henrique foi multado por se recusar a fazer o teste e por dirigir sem habilitação. Em seguida ele foi encaminhado à 16ª DP (Barra da Tijuca) para prestar esclarecimentos.

A Polícia Civil informou que instaurou um inquérito para apurar se o documento é falso. Em consulta ao Infoseg – banco nacional de dados de segurança –, a habilitação não foi encontrada mais uma vez.

Bruno Henrique foi ouvido na unidade e a carteira apreendida e encaminhada para perícia. Caso seja comprovada a falsidade do documento, ele pode ser indiciado por uso de documento falso, crime com pena prevista de até seis anos de prisão.

A assessoria do jogador disse que o vice-presidente de Futebol do Flamengo, Marcos Braz, vai falar sobre o caso hoje no Maracanã, após a partida contra o Cabofriense pela Taça Rio. Com R7

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Vídeo: Luísa Sonza usa fantasia inspirada em Lady Gaga e bomba na web com Anitta

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Cantora participou do bloco da Anitta, no Rio de Janeiro, com look icônico usado pela estrela americana no clipe da música ‘Telephone’

Luísa Sonza foi uma das famosas que participou do bloco da Anitta neste sábado (29) no Rio de Janeiro. O que chamou a atenção foi o figurino escolhido pela cantora para o evento.

A fantasia de Luísa foi inspirada no look icônico de Lady Gaga no clipe de Telephone, em que aestrela americana aparece com o corpo coberto por uma fita adesiva amarela que costuma ser usada pela polícia para isolar cenas de crime.

Nas redes sociais, os internautas logo se lembraram da roupa de Gaga e foram à loucura com a fantasia de Luísa.

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Técnico de celular tenta extorquir cliente por fotos nuas; ele queria dinheiro ou sexo e foi preso

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Trocando mensagens com a vítima, autor deu como opção para apagar as imagens três condições: receber R$ 500, receber mais imagens íntimas dela ou para ‘ficar’ com ela.

A Polícia Militar prendeu um homem, que não teve a identidade divulgada, suspeito de tentar extorquir uma jovem de 19 anos ameaçando divulgar fotos íntimas dela, em Goiânia. Segundo a corporação, vítima chamou os policiais assim que recebeu mensagens do autor, na sexta-feira (28).

Por meio de um aplicativo, o criminoso mostrou à vítima que tinha conseguido fotos íntimas dela e deu três “opções” para que ela escolhesse qual preferia para ter as fotos apagadas.

A conversa mostra que ele estipulou as seguintes possíveis condições: receber R$ 500 dela, receber um vídeo de partes íntimas dela, ou ter relações sexuais com ela – dizendo que nessa opção ela mesma poderia deletar as imagens.

A corporação registrou que o celular do rapaz foi apreendido e, assim, ficaram comprovadas as tentativas de extorsão.

Um dos policiais que atuou no caso, o tenente Leandro Sales disse que a equipe conseguiu localizar a casa em que o autor estaria e prendeu lá um suspeito do caso, que foi levado à Central de Flagrantes de Goiânia.

O PM também detalhou que o investigado trabalha em uma assistência técnica de aparelhos celulares no setor Campinas e, ao receber o celular de uma amiga da vítima para consertar, encontrou as imagens e o contato da jovem.

“Nós entramos em contato com a empregadora dele, ela assustou com essa atitude e nos informou que ele tinha sido demitido”, completou. Via G1

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Circunstâncias da morte de miliciano ligado a família Bolsonaro devem sair na próxima semana

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Ex-PM do Bope do Rio, Adriano é suspeito de chefiar a milícia Escritório do Crime, investigada pela execução da vereadora Marielle Franco (PSOL), em 2018 e de participar do esquema de “rachadinha” com Queiroz e Flávio Bolsonaro

Detalhes sobre as circunstâncias da morte do ex-policial militar Adriano Magalhães da Nóbrega, o “capitão Adriano”, devem ser revelados na próxima semana, com conclusão de laudos periciais solicitados pela defesa dele e pelo Ministério Público da Bahia, informa o Estadão.

Uma nova necropsia foi realizada antes do Carnaval, na quinta-feira, dia 20, por peritos da Bahia enviados ao Instituto Médico Legal (IML) do Rio, onde o cadáver era conservado numa câmara refrigerada. Um dia depois, o corpo foi sepultado em cerimônia discreta num cemitério do Rio.

O prazo de 15 dias para o laudo complementar ser oficialmente enviado à Justiça da Bahia vence na próxima semana. O exame ocorreu com ordem judicial, a pedido de promotores de Justiça que atuam em Esplanada (BA), zona rural em que “capitão Adriano” morreu fuzilado no dia 9 de fevereiro, após supostamente revidar com tiros uma operação para prendê-lo.

Além disso, peritos contratados pela família do ex-policial receberam 10 dias para apresentar um laudo de exame cadavérico particular. A defesa não quer usar todo o prazo, mas só pretende apresentar suas conclusões após analisar o novo laudo requisitado pelo MP baiano.

O advogado Paulo Emílio Catta Preta, defensor de “capitão Adriano” na ação penal da Operação Os Intocáveis, contra a milícia da favela de Rio das Pedras, na Zona Oeste do Rio, também aguarda que a Secretaria de Segurança Pública da Bahia anexe a um procedimento de apuração da Polícia Civil as gravações de diálogos feitos por rádios transmissores usados pelos policiais a cargo da operação policial e um exame papiloscópico (coleta de impressões digitais) nas munições não deflagradas encontradas na pistola 9 mm cuja posse é atribuída a Adriano.

Ex-PM do Batalhão de Operações Especiais (Bope) do Rio, ele é suspeito de chefiar a milícia Escritório do Crime, investigada pela execução da vereadora Marielle Franco (PSOL), em 2018. O ex-policial militar teve a mãe e uma ex-mulher empregadas no gabinete de deputado estadual do atual senador Flávio Bolsonaro (sem partido-RJ), filho mais velho do presidente da República, Jair Bolsonaro. Elas aparecem na investigação sobre apropriação de salários de funcionários no antigo gabinete do senador. Leia a reportagem completa

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Policial que efetuou disparos em quartel da PM está afastado, informa Comando Geral em nota

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Corporação criticou divulgação do incidente e não explicou os motivos dos tiros

Na manhã da última sexta-feira, 28, um policial militar efetuou cinco disparos com uma pistola .40 nas dependências do Comando Geral da instituição, em Porto Velho. Neste sábado, a PM informou, em nota, que o policial está afastado do serviço operacional, mas não esclareceu os motivos do incidente.

A corporação também informou que “ninguém foi ferido no episódio” e que “o policial militar recebeu os devidos cuidados em saúde e receberá toda a atenção necessária que o caso requer”.

A instituição ainda criticou o fato da notícia ter sido veiculada, e afirma que não se tratou de um surto psicótico, “notícias veiculadas citam ‘surto psicótico’ como uma possível causa, entretanto não citam fontes confiáveis”, porém a instituição não revelou as causas dos disparos, o que não é uma coisa normal.

Veja abaixo a íntegra da nota

A Polícia Militar do Estado de Rondônia através do seu Corregedor Geral, coronel PM José Carlos, diante da reportagem referente ao fato ocorrido na manhã de sexta-feira, 28, quando um policial militar fez disparos utilizando uma pistola .40 no interior do Comando Geral da Corporação, ressalta que todos os procedimentos foram adotados tanto para resguardar a integridade do policial envolvido quanto dos demais militares que se encontravam no momento do ocorrido, por volta das 10 horas.

O Comando da Polícia Militar, diante da repercussão da notícia na imprensa, esclarece que ninguém sofreu nenhum tipo de ameaça ou ficou ferido devido ao incidente ocorrido. Deixando claro que o policial militar que provocou os disparos se encontra afastado do serviço operacional.

Ao mesmo tempo, o Comando da PM repudia qualquer tentativa de expor desrespeitosamente o policial militar e sua família, mesmo que não tenham sido citados nomes.

O sofrimento mental na carreira Policial Militar é um tema que merece ser tratado com o devido respeito, de forma técnica e imparcial, sem generalizações ou inferências.

Notícias veiculadas citam “surto psicótico” como uma possível causa, entretanto não citam fontes confiáveis. Em complemento, referem problemas como agravantes, fazendo exposição desnecessária, sem considerar os impactos de tais informações ao policial e sua família.

A Polícia Militar do Estado de Rondônia trabalha para a população rondoniense, com respeito e compromisso, de forma ética e técnica. Além disso, sempre está à disposição da mídia para esclarecimentos e apoio. A relação institucional com a mídia é amistosa e respeitosa, entretanto, é dever da instituição se posicionar em momentos em que a imagem do Policial Militar é fragilizada, agravando o problema abordado.

Informamos que o policial militar recebeu os devidos cuidados em saúde e receberá toda a atenção necessária que o caso requer.

Temos como missão garantir a qualidade de vida do policial militar, por meio das ações institucionalizadas pelos Oficiais de Saúde, as quais recebem o apoio dos Oficiais comandantes de unidades, bem como da tropa.

Atualmente, apresentamos dois grandes programas de assistência ao Policial Militar, em especial à saúde mental, sendo os Protocolos de Atenção Psicossocial para o comportamento suicida e para eventos críticos (atuando para prevenir o estresse pós-traumático).

Desta forma, reforçamos nosso compromisso com a saúde mental de nossa tropa, e entendemos que notícias sensacionalistas podem gerar ou agravar riscos. As medidas legais foram adotadas junto à Corregedoria Geral da Polícia Militar.

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Pivô do assassinato de jogador Daniel, Cristiana Brittes quer parte da herança do atleta

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Por ter sido incluída nas investigações como participante do crime, mas excluída depois, ela quer indenização do espólio do jogador

Mesmo tendo sido pivô do assassinato do jogador Daniel Correia de Freitas, ocorrida em 27 de outubro de 2018, Cristiana Brittes quer uma indenização, a ser paga pelo espólio do jogador, por ter sido denunciada pelo Ministério Público do Paraná como participante do crime brutal.

A esposa de Edison, Cristiana Brittes, chegou a ser denunciada por homicídio qualificado pelo Ministério Público do Paraná (MP-PR), mas para a juíza Luciani Regina Martins de Paula, “a completude de provas revela que não há ‘indícios suficientes de autoria’ para a Pronúncia, mas não revela – com absoluta e inequívoca certeza – que a acusada não concorreu para o crime.” Por conta desse entendimento, Cristiana pretende entrar com uma ação contra a herança de Daniel, contou o advogado Claudio Dalledone Jr, responsável pela defesa da família Brittes. “Ela vai ingressar com uma ação contra o espólio de Daniel. Ela foi importunada sexualmente e é vítima de crime desse sujeito, por isso merece uma indenização. A decisão de hoje nos dá o direito de entrar com uma ação”, afirmou ele.

Cris, Edson e Allana Brittes

O caso

Segundo a denúncia do MP-PR, o jogador Daniel Correa Freitas participava das comemorações de aniversário da filha de Edison, Allana Brittes, que havia completado 18 anos. Após passar a noite em uma casa noturna do bairro Batel, Daniel foi convidado para um ‘after’ na casa da família Brittes, onde o crime aconteceu.

Edison Brittes confessou ter assassinado o jogador, e alega “que tomou a medida extrema após encontrar Daniel na cama com Cristiana”.

Daniel fez fotos na cama com Cris Brittes e enviou para amigos, no Whatsapp; ele disse ter sido convidado, a família alega que ele “invadiu o quarto”

Daniel, então com 24 anos, foi brutalmente espancado e levado no porta-malas de um Veloster até a Colônia Mergulhão, onde foi morto com um corte no pescoço e teve o pênis decepado. Os acusados ainda tentaram ocultar o cadáver, coagiram testemunhas e cometeram fraudes processuais ao longo do inquérito. Veja as acusações.

Edison Brittes Junior: homicídio qualificado, ocultação de cadáver, fraude processual, corrupção de menor e coação no curso do processo;

Cristiana Brittes: fraude processual, corrupção de menor e coação no curso do processo;

Allana Emily Brittes: fraude processual, corrupção de menor e coação no curso do processo;

David Willian Vollero Silva: homicídio qualificado, ocultação de cadáver e fraude processual;

Eduardo Henrique Ribeiro da Silva: homicídio qualificado, ocultação de cadáver e fraude processual;

Ygor King: homicídio qualificado, ocultação de cadáver e fraude processual;

Evellyn Brisola Perusso: fraude processual.

A família do jogador não se pronunciou.

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