Ação da Petrobras não paga nem mais um litro de gasolina

Com o preço do petróleo atingindo os mais baixos patamares em 12 anos e a forte desvalorização das ações da Petrobras, o preço de uma ação da estatal já vale menos que um litro de gasolina em alguns municípios do país. Nesta quarta-feira, os papéis preferenciais (PNs, sem direito a voto) da petroleira chegaram a atingir R$4,29, mas fecharam com queda de 4,93%, cotados a R$ 4,43, menor patamar desde agosto de 2003. Já os ordinários (ONs, com direito a voto) recuaram 3,57%, a R$ 5,93. Por outro lado, o preço do litro da gasolina era encontrado por até R$ 4,79.

Em Mangaratiba, na Costa Verde do estado do Rio de Janeiro, o preço máximo da gasolina ao consumidor era R$ 4,79, e a tarifa média era de R$ 4,18, de acordo com levantamento feito pela Agência Nacional do Petróleo (ANP) entre os dias 10 e 16 deste mês. Em Angra dos Reis, também na Costa Verde, a máxima era de R$ 4,72 e a média de R$ 4,25. Na cidade do Rio de Janeiro, no entanto, o preço máximo era encontrado pouco abaixo de uma ação da Petrobras, por R$ 4,19 e o valor médio era de R$ 3,88. No estado do Rio, o valor mais barato do litro da gasolina era encontrado em Petrópolis, na Região Serrana, a R$ 3,58 e o preço médio no município era de R$ 3,86.

Considerando as capitais, a com o preço mais alto registrado é Salvador com a máxima de R$ 4,25 e a média de R$ 3,71. Seguida por Porto Alegre, com máxima de R$ 3,99 e tarifa média de 3,95; e Maceió com máxima de R$ 3,99 e valor médio de R$ 3,80. Logo atrás vem Aracaju com até R$ 3,97 e valor médio de R$ 3,75 e São Paulo com máxima de R$ 3,95 e média de R$ 3,49.

No estado de São Paulo a tarifa mais barata era encontrada em Guaratinguetá por R$ 3,23 e a média no município era de R$ 3,52. Já por capital, a mais barata era São Luís com R$ 3,24 e média em R$ 3,46. Seguida por Florianópolis com R$ 3,27 e valor médio de R$ 3,50.

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