A advogada Maria Aparecida da Rocha Cortiz, integrante do Conselho Multidisciplinar Independente (CMind), uma organização não governamental, apontou fragilidades no sistema usado pelo Tribunal Superior Eleitoral (TSE) nas eleições.

Ela disse que o sistema tem um software que permite a validação de programas não autorizados, o que pode permitir fraudes. Ela criticou ainda a contratação de uma empresa estrangeira, a Smartmatic, pelo TSE.

Antes das eleições do ano passado, um aluno da UnB, a pedido da organização, teria descoberto um software que supostamente permite a instalação de programas fraudados, chamado Inserator, no sistema de contagem de votos.

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1 thought on “Advogada afirma que urna eletrônica está sujeita a fraude em CPI dos crimes cibernéticos

  1. Muitos países já passaram a recusar o uso destas urnas eletrônicas por conta da frágil segurança nas apurações de votos, o irônico no caso do Brasil é que é um país onde nada funciona MAS estas urnas são consideradas altamente seguras, segundo alguns políticos…..

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