Andressa Urach fala das três overdoses que teve, inclusive no dia do aniversário


Para encarar sua rotina de garota de programa, Andressa Urach relata em seu livro, “Morri para viver”, que fazia uso farto de muitas drogas. Antes mesmo de se prostituir, a loira conta que era adepta de cocaína e ecstasy. “Antes de entrar para o bordel, vivenciei algumas andanças pelo mundo das drogas. Cheirei cocaína pela primeira vez com um jovem casal de amigos em uma festa particular. Comprei pessoalmente o pó branco em uma boca de fumo vizinha. O filho recém-nascido desse casal dormia no quarto enquanto atravessávamos a madrugada com os olhos saltados”, conta.

Andressa sofreu três overdoses, duas delas antes de se tornar uma das acompanhantes mais bem pagas do país. A primeira ocorreu numa festa rave, em Viamão, cidade vizinha a Porto Alegre, onde ela morava. “Eu desmaiei de tanto ingerir balas (como o ecstasy é conhecido nas baladas) e só acordei no hospital”.
A segunda aconteceu numa outra rave, desta vez em Punta del Leste, no Uruguai. “Sob o efeito de lança-perfume e balas, misturei álcool com medicação tarja preta. Não preguei os olhos por doze horas seguidas até desacordar. Parecia um zumbi. Impossível recordar ao certo o tempo que fiquei apagada”, descreve.
A terceira overdose já foi quando Andressa convivia com ricos e famosos em festas privês pelo Brasil. Em outubro de 2011, no dia de seu aniversário, Andressa deixou seu filho com a mãe e viajou para uma destas orgias em Angra dos Reis, no litoral do Rio. “Fui convidada para uma comemoração luxuosa numa mansão de um célebre playboy carioca por quem estava apaixonada. O rapaz me rejeitou a noite inteira, e decidi me drogar. Atravessei a madrugada consumindo balas, LSD e MD. Um vidro de lança-perfume foi reservado só para mim. E, como se não bastasse, cheirei cola de sapateiro dentro de uma latinha de energético a noite inteira. Saí de mim”, detalha.

Depois disso, Andressa teve uma alucinação. “Me vi levantando do sofá e tentando matar uma das moças da festa. Na minha insanidade, ela me provocava e eu a atingia com uma faca”, conta.



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