Após repercussão Dilma envia recado para VEJA

A presidente Dilma Rousseff(PT) e candidata à reeleição encerrou o seu último programa eleitoral antes do segundo turno respondendo à capa da revista Veja em que dizia que Lula e Dilma sabiam do esquema de corrupção na Petrobras.

Em vídeo, a presidente afirmou que a revista vai fracassar em seu intento de mudar o rumo das eleições. “A revista Veja comete barbaridade, infâmia e crime”. Ela afirmou ainda que, antes, a publicação insinua que ela era omissa em relação às denúncias de corrupção, “o que já seria
absurdo”. “A Veja faz campanha sistemática contra mim e contra Lula”, afirmou e disse que a “justiça livre vai condenar a Veja por este crime”.

A três dias das eleições presidenciais, quando as pesquisas apontam para a vitória da presidenta Dilma Rousseff, a Revista Veja – velha conhecida por atuar como principal veículo de oposição aos governos petistas – chega às bancas com mais uma capa fraudulenta e caluniosa contra Dilma e o ex-presidente Lula.Trata-se da conhecida tática golpista praticada pela revista de tentar manipular a opinião pública, pautar o último debate na TV e influenciar o resultado das eleições.

A capa da publicação mostra Lula e Dilma com a manchete “eles sabiam de tudo” se referindo ao esquema de corrupção denunciado pelo doleiro Alberto Yousseff, por meio de delação premiada, à Polícia Federal. MENTIRA. E como sabemos a mentira é a matéria-prima do golpismo que a Revista lança sempre que os seus candidatos a presidente estão atrás nas pesquisas eleitorais na reta final das campanhas.

Surpreendente seria se a Veja se comportasse diferente dessa vez.

O doleiro Yousseff foi preso no começo deste ano, pela Operação Lava Jato da PF, acusado de chefiar um esquema de lavagem de dinheiro e evasão de divisas. O decorrer do processo ocorre em segredo de justiça e as declarações resultantes de delação premiada carecem de comprovação, já que esse tipo de interrogatório serve como peça inicial para investigações mais aprofundadas. As declarações do réu (no caso, o próprio doleiro Yousseff), aliás, precisam ser comprovadas para garantir a ele o direito de ter sua pena reduzida. Mas temos que lembrar que tudo o que “carece de comprovação” ou simplesmente é inventado ou fantasiado ganha contornos de “fato real” na redação oposicionista da Veja.

Vale destacar que, na semana passada, quando todos os jornais acusavam a participação do ex-presidente do PSDB, Sergio Guerra, no esquema de recebimento de propina em que é acusado pelo doleiro Alberto Yousseff, a capa da Revista Veja requentava uma notícia velha,
não comprovada e caluniosa, para desviar o foco do assunto. E essa, como já sabemos, não foi a primeira vez. A quem serve, então, a Revista Veja? Ações como essa são sintomáticas de um tipo de pseudo-jornalismo que há muitos anos deixou de lado o compromisso com a verdade e a informação. E mais, a antecipação da publicação da edição atual na tentativa de influenciar o resultado das eleições é prática de fraude eleitoral, pura e simples. Quais são os interesses que se escondem por trás de uma publicação que sistematicamente divulga todo o tipo de mentira e calúnia para difamar, desqualificar e desestabilizar um governo legítimo e eleito democraticamente pelo povo? Em uma democracia a postura anti-ética da Veja é inaceitável e deve ser entendida como uma tentativa de golpe.

Felizmente, os brasileiros já não se deixam enganar por uma revista que há muito tempo jogou fora toda a sua credibilidade. Eles pensam que podem manipular o eleitor com mentiras e desinformação. Estão errados. A democracia brasileira não é exercida nas bancas de jornais, mas nas urnas. E essa verdade está fora do alcance da manipulação da Veja.

Fonte: Infomoney

 

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1 thought on “Após repercussão Dilma envia recado para VEJA

  1. Está mais que na hora dos brasileiros saberem a verdade, toda a verdade, sobre a extensão da corrupção do PT no Governo Federal – bilhões de reais extraídos e divididos para os grandes políticos – como Dilma, Lula e outros caciques podiam desconhecer tão grande saque sobre as finanças públicas? No mínimo, improbidade… Ladroagem é um termo mais condizente.

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