Adolescente mata amiga com tiro na cabeça após pegar arma do pai em condomínio de luxo em Cuiabá

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Uma adolescente de 14 anos morreu na noite desse domingo (12) depois de ser atingida por um tiro acidental feito pela amiga dela, em um condomínio de luxo, em Cuiabá. De acordo com a Polícia Militar, a jovem que atirou tem a mesma idade e pegou a arma do pai dela, que é atirador esportivo. 

A vítima, Isabele Guimarães Ramos, 14 anos, foi atingida por um tiro na cabeça. Uma ambulância do Serviço de Atendimento Móvel de Urgência (Samu) foi ao local, mas ela já havia morrido. Ela foi encontrada no banheiro da residência. 

A situação ocorreu por volta de 22h30 no condomínio Alphaville 1, localizado no bairro Jardim Itália. 

Segundo a PM, o acidente ocorreu na casa da adolescente que atirou. O local foi isolado e a Delegacia de Homicídios e Proteção à Pessoa (DHPP), assim como perícia técnica, também foram chamados. 

Na residência foram encontradas sete armas de fogo que pertencem ao pai da jovem que disparou. 

Não há informações se havia outros adolescentes no local ou se algum adulto estava na casa. 

Isabele era filha do médico neurocirurgião Jony Soares Ramos, de 49 anos, que morreu em um acidente, em junho de 2018 na Rodovia Emanuel Pinheiro (MT-251), em Cuiabá. Ele pilotava uma motocicleta e atropelou uma vaca.

Via G1/MT

Tecnologia 5G coloca Bolsonaro em saia justa política entre EUA e China

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A liderança da chinesa Huawei na tecnologia 5G pôs o presidente Jair Bolsonaro em uma saia justa política. Pressionados pelos Estados Unidos, que acusam a companhia de atuar como um instrumento de espionagem do governo chinês, vários países do mundo decidiram proibi-la de fornecer equipamentos para as futuras linhas da telefonia de quinta geração.

Entre os governos que tomaram a medida estão Canadá, Austrália, Nova Zelândia, Índia e Japão. O Reino Unido havia imposto um teto de até 35% na participação da Huawei em suas redes, mas há expectativa de que as restrições evoluam para banimento. Alemanha, França e Espanha, por sua vez, optaram por não restringir a atuação da companhia até agora.

No Brasil, essa decisão será de Bolsonaro, a quem caberá a edição de um decreto sobre o tema. Como toda política pública, cabe aos ministérios envolvidos opinar sobre o assunto, pois a decisão, qualquer que seja, terá que ter respaldo técnico, legal e jurídico. Pasta mais diretamente relacionada ao assunto, o recém-criado Ministério das Comunicações tem um posicionamento lacônico.

“A eventual imposição de limitações a um fornecedor de equipamentos de telecomunicações perpassa diversos órgãos de governo para além do Ministério das Comunicações, como o Gabinete de Segurança Institucional (GSI), o Ministério da Economia e o Ministério das Relações Exteriores, cabendo a decisão final ao presidente”, informou a pasta.

Estadão/Broadcast, sistema de notícias em tempo real do Grupo Estado, procurou sete ministérios na última semana para perguntar a opinião deles sobre o tema. O GSI e os ministérios da Economia, da Agricultura e de Ciência, Tecnologia e Inovações preferiram não comentar, assim como a Casa Civil, a quem cabe reunir a posição dos diferentes ministérios. O Ministério de Relações Exteriores não respondeu.

Guerra de bastidores

Se publicamente os ministérios não se pronunciam sobre o tema, nos bastidores há uma guerra sobre o tema. O ministro de Relações Exteriores, Ernesto Araújo, ligado à ala ideológica, tem deixado clara sua posição a favor de um alinhamento aos Estados Unidos e contrário à China em suas redes sociais. Sobre a pandemia do novo coronavírus, chamado por ele de “comunavírus”, ele considera haver um plano para implantar o comunismo em organismos internacionais.

Já o vice-presidente Hamilton Mourão, por exemplo, já deixou claro ser contra qualquer restrição à Huawei. No ano passado, ele viajou à China, onde se encontrou com o vice-presidente da companhia e reiterou haver um clima de confiança com o país asiático. O tema também preocupa a ministra da Agricultura, Teresa Cristina, já que a China é o principal destino das exportações de soja. Qualquer barreira à Huawei pode ter consequências diretas sobre o agronegócio brasileiro.

Liberal, o ministro da Economia, Paulo Guedes, tem dito que quer as três fornecedoras – além da chinesa Huawei, a sueca Nokia e a finlandesa Ericsson – competindo para oferecer o melhor serviço ao País.

Presidente Bolsonaro – Foto – Arquivo Ag. Brasil

Nórdicas

Curiosamente, os EUA não têm mais um grande fabricante e contam principalmente com os serviços das duas empresas nórdicas. A Lucent foi comprada pela francesa Alcatel e, depois, pela Nokia; a Motorola saiu do mercado de equipamentos centrais; e a Standard Electric, que inclusive tinha fábrica e escritório no Rio, descontinuou o negócio de telecomunicações. As americanas Cisco e a Qualcomm permanecem no setor, mas não fazem equipamentos centrais.

Sobre a acusação de espionagem, Juarez Quadros, ex-presidente da Agência Nacional de Telecomunicações (Anatel) e ex-ministro das Comunicações, tem uma visão realista. “Todos poderiam espionar. A verdade é que temos de proteger as redes de telecomunicações a evitar situações de conflito. Então teríamos que impor salvaguardas que protejam o Brasil desse risco”, afirmou.

Quadros avalia que o ideal seria o governo elaborar uma política pública que estabeleça protocolos de segurança de modo a evitar conflitos geopolíticos. “Se é para restringir, que se façam os atos necessários, porque estão ausentes leis, decretos e portarias nesse sentido. E é preciso ter embasamento legal e jurídico para uma decisão como essa.”

O presidente da consultoria Teleco, Eduardo Tude, afirma que a pressão norte-americana vai contra a cadeia de suprimento global do setor e, se for bem-sucedida, certamente levará a aumento de preços. Ele destaca que a americana Apple, por exemplo, produz o iPhone na China. “Voltar a uma fase pré-globalização, em que cada país produz seu equipamento, reduz os ganhos de escala. Isso vai se refletir em preços mais altos. Será pior para todos”, diz o analista.

Na avaliação dele, o Brasil tem muito a perder caso se curve à pressão dos Estados Unidos. “Não vejo por que não devamos resistir. A política externa brasileira deve buscar uma posição de neutralidade. Numa briga de gigantes, não devemos nos posicionar de um lado ou de outro”, afirma.

Regra de segurança do Brasil não reprime nem privilegia empresas

Mesmo com a pressão norte-americana e a liderança chinesa no 5G, até agora o governo não editou nenhuma norma que restrinja a atuação da Huawei no Brasil. Em março, o GSI editou uma Instrução Normativa (IN) sobre segurança cibernética, com requisitos mínimos para o 5G. Entre as diretrizes está a garantia da integridade, confidencialidade e privacidade.

A norma do GSI também orienta as operadoras a contratar, dentro de uma mesma área geográfica, equipamentos de, no mínimo, dois fornecedores distintos. A prática, no entanto, já é adotada pelas principais teles brasileiras para 2G, 3G e 4G, por estratégia comercial. Essa Instrução Normativa está em análise na Agência Nacional de Telecomunicações (Anatel).

Também está na Anatel a análise do edital do leilão do 5G, pelo direito de explorar frequências para transmitir o sinal. A disputa é restrita às teles – como Claro, Vivo, TIM, Oi e Algar, além de prestadores de pequeno porte – e não diz respeito a equipamentos usados.

Apesar das promessas de que a disputa ficaria para 2020, internamente, a agência sempre trabalhou com o prazo de 2021, corroborado pelo ministro das Comunicações, Fábio Faria.

Nos bastidores, as teles são contra a restrição de atuação da Huawei no Brasil, onde a empresa chinesa já está há 20 anos. A estimativa é que a chinesa esteja presente em algo entre 40% e 50% das redes do País. Além disso, boa parte da estrutura atual pode ser reaproveitada no 5G.

Câmara teme retaliação ao agronegócio

A Câmara dos Deputados deve entrar no debate sobre a Huawei e a segurança das redes 5G. Presidente da Comissão de Agricultura e das Frentes Parlamentares Brasil-China e dos Brics, o deputado Fausto Pinato (PP-SP) afirma que essa decisão deve ser tomada em conjunto entre Executivo e Legislativo. “Vou sugerir ao presidente Rodrigo Maia (DEM-RJ) que crie uma comissão para darmos transparência total a esse processo de 5G no nosso país. Temos que visar o que realmente seja o melhor pro Brasil”, disse

Pinato afirma que o Brasil deve tomar a melhor decisão em termos econômicos e tecnológicos no que diz respeito ao 5G, “independente de ideologias”. “Se não há consenso sobre o que fazer, vamos fazer um debate franco”, afirmou. Para Pinato, a ala ideológica está levando o governo “para o buraco”. “O vice-presidente e a ministra Teresa Cristina não vão aceitar isso”, acrescentou.

O deputado defende um debate técnico e transparente sobre o tema e afirma que o Brasil não deve ceder a pressões ou paixões. “A China não é nenhuma santa, mas os EUA têm interesse nessa causa. Não podemos fazer algo só porque o Trump (presidente dos EUA, Donald Trump) disse. O mesmo Trump que briga com a China comprou respiradores de lá e depois faltou pra todo mundo. Não é briga nossa”, afirmou. “Vamos entrar nessa briga para não ganhar nada e ainda por cima prejudicar o agro?”, questionou.

Estados Unidos apertam teles contra Huawei

Os Estados Unidos têm intensificado movimentos contrários à chinesa Huawei e pressionado operadoras em todo o mundo. Declarações públicas do secretário de Estado norte-americano, Michael R. Pompeo, foram distribuídas pela Embaixada dos EUA no Brasil com esse teor. A Huawei se defende das acusações e afirma nunca ter tido incidentes relacionados à segurança em 30 anos de operação em mais de 170 países.

Em nota oficial, Pompeo defende a adoção de “fornecedores confiáveis” para o 5G. “A maré está se voltando contra a Huawei à medida que cidadãos de todo o mundo estão acordando para o perigo do estado de vigilância do Partido Comunista Chinês”, afirma.

O secretário cita medidas anunciadas pela República Checa, Polônia, Suécia, Estônia, Romênia, Dinamarca, Letônia e Grécia. Ele menciona ainda iniciativas adotadas por teles na França, Índia, Austrália, Coreia do Sul, Japão, Reino Unido e Canadá. A nota destaca ainda que a Telefônica, dona da Vivo, também teria se comprometido a não usar equipamentos de fornecedores “não-confiáveis”.

A Huawei afirma ser uma empresa privada, com muitos empregados como investidores, além de investidores privados. Por ter capital fechado, ela não tem, porém, o mesmo grau de transparência das nórdicas Ericsson e Nokia, listadas em bolsa e com balanço auditado por empresas independentes.

A empresa atua há 22 anos no País. “A segurança cibernética e privacidade do usuário são o principal foco de atenção da Huawei”, reitera. A companhia fornece equipamentos para mais de 500 operadoras em todo o mundo e afirma ter 91 contratos confirmados no 5G até o primeiro trimestre deste ano.

Pesa contra a Huawei a Lei de Inteligência Nacional, de 2017, segundo a qual toda organização deve apoiar e cooperar com a inteligência do Estado. Para os críticos, essa legislação obrigaria as empresas que atuam no país a repassar informações ao comando do Partido Comunista, dentro e fora da China.

Sobre a suspeita, a Huawei afirma que suas soluções “estão de acordo com as leis de cada país em que atua” e que não trabalha “com qualquer governo ou instituição no sentido de criar ‘backdoor’ para produtos ou serviços”. A Huawei informa que tem trabalhado para achar formas de “gerenciar” as restrições propostas pelos EUA.

Via Estadão

Senador abre processo contra presidente do STJ por prisão domiciliar de Queiroz

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O senador Alessandro Vieira (Cidadania-SE) protocolou no domingo (12) processo administrativo disciplinar contra o presidente do STJ (Superior Tribunal de Justiça), João Otávio de Noronha. A ação foi impetrada no CNJ (Conselho Nacional de Justiça) e questiona a legalidade do concessão de prisão domiciliar a Fabrício Queiroz e sua mulher, Márcia –que estava foragida, conta o Poder360.

Segundo Vieira, o presidente da Corte teria contrariado a jurisprudência vigente ao conceder o benefício ao casal. Além disso, o congressista disse que a decisão coloca em xeque a independência do ministro. Vieira requisitou análise sobre habeas corpus concedidos anteriormente por Noronha, desde março.

O pedido, entregue ao corregedor-nacional de Justiça, ministro Humberto Martins, alega suposto favorecimento ao ex-assessor do senador Flávio Bolsonaro (Republicanos-RJ), então deputado estadual no Rio de Janeiro.

“Ocorre que as peculiaridades da decisão proferida pelo Presidente de uma Corte Superior, em um momento de absoluta excepcionalidade vivido pelo país e pelo mundo, suscita legítimas e objetivas dúvidas sobre o proceder do reclamado”, disse o senador Alessandro Vieira.

Leia a reportagem completa no Poder360

Neto de Elvis Presley é encontrado morto aos 27 anos

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A família do Rei do Rock sofreu uma perda grande neste domingo (12). Benjamin Keough, de 27 anos, morreu neste domingo. Filho de Lisa Marie Presley, única filha de Elvis, Keough morreu com um disparo de arma, segundo a polícia contou ao site TMZ.

A investigação considera várias hipóteses para a morte, inclusive suicídio. O corpo do rapaz foi encontrado em Calabasas, cidade pequena próxima a Los Angeles, na Califórnia. Um representante de Lisa Marie disse ao TMZ: “Ela está com o coração partido. Inconsolável, mas tentando permanecer forte por suas gêmeas de 11 anos e sua filha mais velha, Riley. Ela adorava aquele garoto. Ele era o amor de sua vida.”

Não se sabe muita coisa sobre Benjamin, já que ele sempre foi recluso e não usava muito a fama do avô, da avó (Priscilla Presley) ou da mãe para aparecer. Era bem low profile. Mas, obviamente, chamava atenção por causa da grande semelhança com Elvis. Keough também não fazia estardalhaço nas redes sociais e quase não postava.

Benjamin e sua mãe, Lisa Marie

Em 2009 saiu uma notícia em vários sites gringos que ele havia fechado um acordo com uma gravadora, por US$ 5 milhões, para se tornar um cantor. Mas ele nunca chegou a gravar nada e também jamais mostrou em público se realmente cantava ou tocava algo. Vale lembrar que Lisa Marie também é cantora e tem três álbuns lançados.

Benjamin é o segundo filho de Lisa Marie e é irmão de Riley Keough, que é atriz e já participou de vários filmes, Mad Max: Estrada da Fúria entre eles. São filhos do Danny Keough, primeiro marido de Lisa. Ela tem mais duas filhas, gêmeas, de 11 anos, de um outro casamento.

Nos últimos anos, Lisa vem enfrentando vários problemas financeiros, além de uma disputa judicial com seu ex-marido, pai das duas gêmeas.

Câncer mata Kelly Preston, mulher de John Travolta

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A atriz Kelly Preston, mulher do astro John Travolta, morreu no último domingo (12), aos 57 anos, vítima de um câncer de mama. Ela ficou conhecida por atuar em filmes como “Irmãos Gêmeos”, “Jerry Maguire” e “O Gato”. A artista deixa dois filhos: Ella Bleu, de 20 anos, e Benjamin, de 9 anos. Em 2009, ela perdeu um filho, Jeff, de 16 anos.

“É com o coração muito pesado que eu informo que minha linda esposa Kelly perdeu sua batalha de dois anos contra o câncer de mama”, comunicou John Travolta, que foi casado com  Kelly Preston por 29 anos, no Instagram. O ator agradeceu médicos e enfermeiros e também “seus amigos e entes queridos que estiveram sempre ao seu lado”.

A filha da atriz também se manifestou: “Obrigado por seu amor. Obrigado por sua ajuda e obrigado por tornar este mundo um lugar melhor. Você tornou a vida tão bonita e eu sei que continuará a fazer isso sempre. Eu te amo muito, mamãe”.

Kelly Preston nasceu no Havaí e se formou no sul da Califórnia. A carreira no cinema decolou em 1985, quando ela conseguiu um papel importante na comédia “A Primeira Transa de Jonathan”. Ela conheceu  John Travolta em 1987, quando os dois estavam filmando a comédia “The Experts”. O casamento aconteceu em 1991. O último trabalho da atriz foi em 2018 no filme “Gotti: O Chefe da Máfia”, no qual atuou junto com o marido.

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A atriz Kelly Preston, mulher do astro John Travolta, morreu no último domingo (12), aos 57 anos, vítima de um câncer de mama. Ela ficou conhecida por atuar em filmes como “Irmãos Gêmeos”, “Jerry Maguire” e “O Gato”. A artista deixa dois filhos: Ella Bleu, de 20 anos, e Benjamin, de 9 anos. Em 2009, ela perdeu um filho, Jeff, de 16 anos.

“É com o coração muito pesado que eu informo que minha linda esposa Kelly perdeu sua batalha de dois anos contra o câncer de mama”, comunicou John Travolta, que foi casado com  Kelly Preston por 29 anos, no Instagram. O ator agradeceu médicos e enfermeiros e também “seus amigos e entes queridos que estiveram sempre ao seu lado”.

A filha da atriz também se manifestou: “Obrigado por seu amor. Obrigado por sua ajuda e obrigado por tornar este mundo um lugar melhor. Você tornou a vida tão bonita e eu sei que continuará a fazer isso sempre. Eu te amo muito, mamãe”.

Kelly Preston nasceu no Havaí e se formou no sul da Califórnia. A carreira no cinema decolou em 1985, quando ela conseguiu um papel importante na comédia “A Primeira Transa de Jonathan”. Ela conheceu  John Travolta em 1987, quando os dois estavam filmando a comédia “The Experts”. O casamento aconteceu em 1991. O último trabalho da atriz foi em 2018 no filme “Gotti: O Chefe da Máfia”, no qual atuou junto com o marido.

Tio de Michelle Bolsonaro é preso por estupro de menor

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Gilmar Firmo Ferreira, de 44 anos, tio materno da primeira-dama, Michelle Bolsonaro, foragido da Justiça pelo crime de estupro de vulnerável, foi preso na noite desse sábado (11), em Taguatinga, por volta das 22h, informa o Metrópoles. A região é uma das mais pobres e violentas do Distrito Federal.

Gilmar é o irmão mais novo de Maria das Graças, mãe de Michelle Bolsonaro, e foi condenado em 2018 a 14 anos, 4 meses e 24 dias, em regime fechado, por estupro.

De acordo com informações do boletim de ocorrência, a equipe recebeu denúncia anônima dizendo que o procurado estava no local. Os agentes foram até o endereço e pediram que uma das moradoras do imóvel chamasse o tio de Michelle. Após ele sair da residência, os policiais deram voz de prisão e conseguiram detê-lo.

De acordo com a denúncia registrada na delegacia, a vítima – uma criança na época – começou a sofrer abusos no ano 2000. Ele é casado com a tia da menina.

Irmão de miliciano

Outro tio de Michelle Bolsonaro, o primeiro-sargento da Polícia Militar, João Batista Firmo Ferreira, irmão de Gilmar Firmo, ficou preso durante 11 meses acusado de integrar milícia e atuar no parcelamento ilegal de terras no Setor Habitacional Sol Nascente.

João Batista foi solto, em abril deste ano, pela ministra do Superior Tribunal de Justiça (STJ), Laurita Vaz. A juíza, no entanto, impôs medidas cautelares, como o comparecimento periódico em juízo, a proibição de manter contato com os demais investigados e a suspensão do exercício de função pública.

Veja a lista dos 10 celulares mais buscados por brasileiros

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O site para busca de produtos e comparação de preços Zoom divulgou uma lista com os  celulares que foram mais buscados no mês de junho de 2020. Quem marca bastante presença na lista é a  Samsung , que conquistou 4 posições com os seus  smartphones.

Por sua vez, algo a ser notado em relação a configuração dos aparelhos, é que o povo brasileiro não está buscando em sua maioria celulares do segmento “topo de linha”, mas quer  smartphones de entrada ou  intermediários , que ofereçam uma boa autonomia. A seguir, veja a relação completa dos  celulares mais buscados pelos brasileiros para o mês de junho de 2020.

Samsung Galaxy A51

Xiaomi Redmi Note 8

Samsung Galaxy A30s

Samsung Galaxy A71

Motorola Moto G8 Plus

LG K40S

Apple iPhone 11

Motorola Moto G8 Play

Samsung Galaxy A20s

Motorola Moto G8 Power

Polícia baiana faz reconstituição da morte do miliciano Adriano, amigo de Flávio Bolsonaro

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A Polícia Civil da Bahia iniciou na manhã deste domingo a reconstituição da morte do miliciano Adriano da Nóbrega, na zona rural da cidade de Esplanada.

Segundo a Secretaria de Segurança Pública, cerca de 50 policiais participam da reprodução simulada.

Adriano foi morto em confronto com policiais militares em 9 de fevereiro deste ano.

Na ocasião, a SSP-BA informou que o miliciano foi encontrado no imóvel de um sítio por equipes do Bope, da Companhia Independente de Policiamento Especializado Litoral Norte e da Superintendência de Inteligência da Bahia.

No momento do cumprimento do mandado de prisão, Adriano resistiu com disparos de arma de fogo e terminou ferido pela polícia. Ele chegou a ser socorrido para um hospital da região, mas não resistiu aos ferimentos, segundo a SSP-BA.

Adriano era amigo de Flávio Bolsonaro, filho do presidente Jair Bolsonaro. Quando deputado estadual, Flávio mantinha em seu gabinete na Assembleia do Rio a esposa e a mãe de Adriano. O deputado também concedeu uma medalha de honra ao mérito ao miliciano.

Polícia faz reconstituição da morte do miliciano Adriano

Justiça do Paraguai mantém prisão domiciliar de Ronaldinho Gaúcho

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Ronaldinho Gaúcho e seu irmão Roberto de Assis seguirão em prisão domiciliar no Paraguai.

A Quarta Câmara do Tribunal de Recursos indeferiu nesta sexta-feira um recurso pedido pela defesa dos irmãos, tornando definitiva a decisão do juiz paraguaio Mirko Valinotti.

O ex-jogador foi preso em 6 de março depois de entrar no país com passaporte falso.

Ronaldinho e Assis estão em um hotel em Assunção após a dupla ficar 32 dias em uma cadeia na capital paraguaia.

Justiça do Paraguai mantém prisão domiciliar de Ronaldinho Gaúcho