Bigsal: Defeito no sonar prejudica segundo dia de buscas em Florianópolis

O segundo dia de resgate na operação que mobiliza 11 homens do Corpo de Bombeiros e representantes da Marinha não teve sucesso na localização dos corpos das vítimas ou dos destroços do avião monomotor TBM 900 que caiu segunda-feira após decolar do aeroporto Internacional Hercílio Luz, em Florianópolis. As buscas devem ser retomadas nesta quarta-feira pela manhã.O aparelho Sonar, que consegue detectar a presença de objetos metálicos em profundidade, sendo o único capaz de localizar corpos, veículos ou embarcações submersas, apresentou problemas.

[su_frame align=”right”] [/su_frame]A equipe continuou as buscas com uma corda presa a dois botes e arrastada pela área onde se acredita estar os destroços do avião, ao sul da Ilha do Campeche.   – Pelo peso da aeronave, acreditamos que ela deve estar ainda no mesmo local da queda. O local tem uma profundidade de aproximadamente 25 metros e não temos visibilidade.

O objetivo do Sonar é nos dar visão no fundo do mar, com o equipamento podemos ganhar tempo. Continuaremos a varredura com o cabo, até que o equipamento possa ser utilizado – disse  observa o comandante das operações no local, Hilton de Souza Zeferino.  O aparelho é o único do Sul do Brasil.

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Alan Alex é jornalista, editor do site e da coluna Painel Político. Natural de Porto Velho foi criador e editor do site Portal364, trabalhou na redação dos jornais Diário da Amazônia, Folha de Rondônia, revista Painel Político, foi assessor de imprensa, é roteirista, editor de conteúdo e relações públicas. Também atuou como repórter de TV e rádio. É filiado à ABRAJI.

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