‘Quarankinis’: Influencers provocam fúria ao usar máscaras protetoras como biquíni

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A reação dos seguidores foi dura. Muitos classificaram a brincadeira como “revoltante”“insensível” e “desrespeitosa”

Influencers que aderiram a uma brincadeira no Instagram estão provocando a fúria de seguidores. Tudo porque elas estão transformando máscaras protetoras, que poderiam ser usadas contra o coronavírus, em biquínis: os “quarankinis”.

Mais de 1 milhão de pessoas já foram infectadas no mundo, com mais de 50 mil mortes decorrentes da Covid-19. Muitas pessoas mundo afora estão tendo dificuldade para encontrar máscaras à venda.

Uma das influencers criticadas é a modelo russa Yulia Ushakova, que escreveu no Instagram:

“Encomendei uma nova tendência para o verão de 2020. Só preciso trocar a cada duas horas”.

A modelo Jade Marie, da Austrália, postou uma selfie na qual aparece usando máscara da forma apropriada, mas transformando outras em roupa de banho.

Jade Marie se exibe com 'quarankini'
Jade Marie se exibe com ‘quarankini’ Foto: Reprodução/Instagram
Influencer usa quatro máscaras para criar biquíni durante a quarentena
Influencer usa quatro máscaras para criar biquíni durante a quarentena Foto: Reprodução/Instagram

Muitas das influencers chegam a usar quatro máscaras para cada foto postada na rede social.

A reação dos seguidores foi dura. Muitos classificaram a brincadeira como “revoltante”“insensível” e “desrespeitosa”.

Mulher de origem oriental usa o 'quarankini'

Trisal: Homem de 41 anos é casado com mulher de 31 e namora garota de 18

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Trisal quer investir cada vez mais no amor e nos sentimentos

Rodrigo Diaz, 41 anos, e Melin Reyes, 31, do México, têm um casamento pouco tradicional. Juntos desde 2012, os dois vivem um triângulo amoroso com Lucy, uma jovem de 18 anos, há alguns meses.

Ao site The Sun, Rodrigo e Melin contam como é essa relação. O homem relata que desde o início ele sabia que não queria um relacionamento monogâmico tradicional, pois vive de forma alternativa e “não acredita na monogamia como estilo de vida”. Felizmente, Melin compreende e aceita o fato.

Após quatro anos focando no relacionamento a dois, o casal resolveu que era hora de mudar algumas coisas e decidiu chamar a outra mulher para se juntar a eles nessa união. Eles contam que buscaram informação sobre poliamor, swing e outras formas de se relacionar, e entenderam que eles precisavam mesmo de “conexões emocionais”.

Os três garantem que vivem em total harmonia – Reprodução/Instagram

Sem encontrar alguém no perfil que desejavam, o casal já estava ficando desanimado. Até que em uma noite em um bar, Rodrigo e Melin conheceram Lucy, garçonete do local, e se interessaram pela garota.

Eles contam que o flerte começou aos poucos e inicialmente Lucy ficou chocada, mas depois de algumas horas eles se aproximaram. Após alguns encontros, os três firmaram um relacionamento, onde Melin é a esposa e Lucy a namorada.

Hoje, eles planejam se casar e até cogitam ter filhos, mas antes querem curtir a vida juntos. “Somos viajantes e queremos conhecer pelo menos cinquenta países juntos antes de pensar em filhos”, fala Rodrigo.

Eles também explicam que Melin e Lucy são heterossexuais e não se relacionam sexualmente, mas isso não é um problema para o trisal, que quer investir cada vez mais no amor e nos sentimentos.

“Nosso relacionamento é como qualquer outro. Nós nos apoiamos, nos entendemos e nos amamos, com a simples diferença que a minha esposa aprova a outra relação. Da mesma forma que elas também se entendem e se respeitam”. Via Delas – IG

Mulher gasta R$ 75 mil por ano com seus cães: ‘Eles merecem o mundo’

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Gerente de banco conta que deixou de ir ao cabeleireiro para arcar com os roupas, brinquedos e até um guarda-roupa extra para os bichinhos

A gerente de banco britânica Claire Kelly Johnston não poupa esforços quando o assunto é mimar seus “bebês”. Em um ano, ela gastou o equivalente a R$ 75 mil em roupas, comida e higiene com seus animais de estimação, os cachorros Cupcake, Teddy e Popcorn.

“As pessoas podem pensar que eu sou louca por gastar tanto com meus cães, mas eu não me importo. Eles são meus preciosos bebês e eles merecem o mundo”.

Claire, que é casada com o chef Stuart Johnston, de 36 anos, conta que passa mais tempo com seus animais de estimação do que com os amigos. “Stuart me chama de louca e ri sempre que corro para casa com mais sacolas de compras. Mas ele também adora nossos cães”.

E não para por aí! Além de priorizar seus bichinhos em vez dos amigos, ela também conta que deixa de ir ao cabeleireiro para poder arcar com os custo dos pets. “Raramente vejo meus amigos e familiares nos fins de semana porque priorizo ​​os filhotes”

“Meu dinheiro continua estragando os cães. Todo mês, gasto 730 libras em roupas, guloseimas, brinquedos, sessões de mimos, babás de cães e passeadores. Eu tive de pedir um guarda-roupa extra por 150 libras, pois eles têm roupas demais”, finaliza.

Via R7

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Conheça quatro apps de relacionamento exclusivos para pessoas ricas

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Ferramentas podem cobrar mensalidades astronômicas e até mesmo exigir “comprovação de beleza”

Raya, Luxy, MillionaireMatch e The League são aplicativos de relacionamento voltados para pessoas com alto poder aquisitivo. Com diferentes graus de exclusividade, esses apps podem cobrar mensalidades astronômicas e até mesmo exigir “comprovação de beleza”. Ainda assim, nenhum desses pré-requisitos parece ser um problema para celebridades de Hollywood e executivos com contas bancárias de mais de seis dígitos, já que as ferramentas têm ganhado cada vez mais adeptos.

TechTudo preparou uma lista com detalhes sobre os quatro aplicativos. Entenda como eles funcionam, quais recursos oferecem e os critérios necessários para participar da comunidade de membros.

Quatro apps de relacionamento exclusivos para pessoas ricas — Foto: Luciana Maline/TechTudo
Quatro apps de relacionamento exclusivos para pessoas ricas — Foto: Luciana Maline/TechTudo

1. Raya

"Tinder dos famosos"? Raya é moda entre celebridades, executivos milionários e pessoas com profissões criativas — Foto: Divulgação/Raya
“Tinder dos famosos”? Raya é moda entre celebridades, executivos milionários e pessoas com profissões criativas — Foto: Divulgação/Raya

Conhecido como “Tinder dos famosos”, o Raya é um aplicativo de relacionamento mais exclusivo, voltado para celebridades, executivos milionários e pessoas com profissões criativas. Ben Affleck, Channing Tatum, e Bruna Marquezine estão entre as personalidades que já foram flagradas por lá.

O funcionamento da plataforma, disponível apenas para iPhone (iOS), é parecido com o de seus concorrentes mais populares: para iniciar uma conversa, é preciso que o like seja mútuo. Por outro lado, entrar na comunidade do Raya não é tão simples assim. Os usuários devem cumprir uma série de critérios, como ter influência no Instagram e passar pela aprovação de um comitê secreto que mede o seu “grau de beleza”.

Quem passar por essas etapas precisará, ainda, contratar um plano de assinatura — o Raya não divulgou os valores dos pacotes. E tem mais: quem tirar print da tela e publicar a imagem na Internet poderá ser expulso do aplicativo. Além de preservar a privacidade dos membros, a medida ajuda o Raya a manter essa “aura de mistério”.

2. Luxy

Luxy, o tinder para milionários, pode custar até U$ 239 — Foto: Reprodução/Luxy
Luxy, o tinder para milionários, pode custar até U$ 239 — Foto: Reprodução/Luxy

Disponível para celulares Android e iPhone (iOS), o aplicativo de encontros Luxy promete conectar usuários considerados atraentes e bem sucedidos. Diferente do Raya, a plataforma é aberta a qualquer um que queira se inscrever. O app afirma, no entanto, que verifica a autenticidade das contas para “garantir a qualidade dos usuários”.

Além das informações tradicionais, como hobbies, gostos pessoais e interesses, o Luxy permite que você escolha o par ideal pelas marcas de luxo favoritas e pelo valor do salário, dados que ficam visíveis no perfil. Assim como no Tinder, é possível recusar ou aceitar usuários tocando em “pass” ou “like”, respectivamente.

Segundo dados divulgados pelo Luxy, 15,3% dos usuários ganham mais de US$ 350 mil (cerca de R$ 1,5 bilhão, em conversão direta) e 17,6% têm uma renda que ultrapassa US$ 250 mil (cerca de R$ 1,1 bilhão, em conversão direta). Uma parcela menor (3,3%) seria dona de salários superiores a US$ 750 mil (cerca de R$ 3,2 bilhões, em conversão direta).

3. MillionaireMatch

MillionaireMatch: aplicativo de relacionamento une casais milionários — Foto: Divulgação/MillionaireMatch
MillionaireMatch: aplicativo de relacionamento une casais milionários — Foto: Divulgação/MillionaireMatch

Como o próprio nome sugere, o MillionaireMatch é um aplicativo de relacionamento feito para unir casais milionários. Segundo os desenvolvedores, a comunidade de membros inclui CEOs, atletas, médicos, investidores, empresários e celebridades de Hollywood.

A dinâmica de funcionamento do MillionaireMatch se assemelha bastante à do Tinder: para demonstrar interesse, basta deslizar para a direita. Por outro lado, se a pessoa não for atraente, é só arrastar para a esquerda. Entre os recursos que se destacam dos concorrentes mais populares estão um “conselheiro amoroso” e a seção “Connections”, que permite verificar os visitantes do perfil.

Versão para celulares do site de mesmo nome, o MillionaireMatch está disponível para dispositivos Android e iPhone (iOS), mas não funciona no Brasil. Apesar de ser gratuito, o app oferece conteúdos premium. Para ter acesso aos recursos especiais, é preciso contratar um plano de assinatura. Os valores vão de US$ 70.99 a impressionantes US$ 300.99 (cerca de R$ 312 a R$ 1.322, em conversão direta).

4. The League

The League é aplicativo de relacionamento para pessoas ricas e inteligentes — Foto: Divulgação/The League
The League é aplicativo de relacionamento para pessoas ricas e inteligentes — Foto: Divulgação/The League

The League é um aplicativo de namoro criado especialmente para pessoas de sucesso que valorizam características como ambição e inteligência. Grande parte dos usuários são profissionais dos mercados financeiro e de tecnologia. Seja em qual área for, o segredo para fazer parte dessa liga premium é ser bem-sucedido no que faz.

Ao se cadastrar no League, os usuários precisam informar o perfil do LinkedIn. Isso porque é a partir da rede social corporativa que o comitê de avaliadores do app examinará fatores como formação, competências e experiência profissional, além de extrair dados pessoais. Quem passar por essa triagem já pode se considerar um membro do League.

Em termos de recursos, a plataforma é a que mais se destaca. Os usuários podem criar grupos de discussão, buscar por eventos exclusivos e contar com a ajuda de um conselheiro particular, que oferece recomendações de lugares para jantar, por exemplo.

É possível baixar o The League gratuitamente nas lojas Google Play e App Store. No entanto, usuários da modalidade gratuita têm direito apenas a três sugestões de potenciais matches por dia. Para ter acesso a mais perfis e expandir as possibilidades de encontros, é preciso assinar um plano premium. Segundo o site Vida Select, os valores vão de US$ 29 a astronômicos US$ 999 (cerca de R$ 127 a R$ 4.385, em conversão direta). O app não está disponível no Brasil.

Via Techtudo, LuxyMillionaire Match Reviews e Vida Select

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Bebê nasce com cara de ‘brava’ e imagem viraliza na internet

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“Ela abriu bem os olhos e não chorou, fez uma carinha ‘emburrada’, a mãe deu um beijo e só depois que cortaram o cordão umbilical que ela começou a chorar”

Geralmente a primeira reação de uma bebê ao nascer é o choro, não no caso da pequena Isabela, que nasceu no último dia 13 de fevereiro. O registro do fotógrafo Rodrigo Kunstmann revelou uma expressão que não vai sair da memória dos pais da menina.

“Ela abriu bem os olhos e não chorou, fez uma carinha ‘emburrada’, a mãe deu um beijo e só depois que cortaram o cordão umbilical que ela começou a chorar”, diz o profissional ao portal Crescer.

A reação da menina durou apenas alguns segundos e a mãe Daiane de Jesus Barbosa disse que só percebeu depois de olhar o registro do fotógrafo.

“Eu pensei: que cara é essa que ela fez? Minha filha nasceu um meme pronto”, disse.

A gravidez veio de surpresa para Daiane e Renato Pereira da Rocha. Durante a gestação, a mãe chegou a ter um problema e ficar de repouso. Mas, nada que atrapalhasse a vinda de Isabela ao mundo.

Os pais tiveram a ideia de registrar o nascimento com um ensaio fotográfico. Foi então que, Rodrigo entrou em cena e captou a imagem da cara “emburrada” de Isabela.

Além de Daiane, o fotógrafo disse que também não percebeu a expressão da menina, mas depois da cirurgia mostrou a imagem aos familiares, os quais falaram que a foto faria sucesso nas redes sociais. “Quando postei, achei que teria potencial para virar meme sim, mas é sempre uma questão de sorte”, explica o profissional que registra nascimento há quatro anos.

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Fé, casamento e dinheiro são razões para prostitutas deixarem profissão

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Três ex-garotas de programa contaram suas histórias de vida. Em comum, elas são mães que batalharam pelo sustento dos filhos

“Para cada lágrima derramada, um diamante. Quanto mais bate, mais forte você fica. Tudo que sou hoje é baseado na mulher que fui no passado.” As palavras são da gaúcha Vanessa de Oliveira, de 44 anos, que por 15 anos foi garota de programa. Hoje ela tem 10 livros publicados sobre conquista e empoderamento feminino e mais de 10 milhões em vendas de produtos online.

Se engana quem acha que a história dela é uma exceção. “Minha história é um clichê. Estava grávida com 19 anos, não quis transferir meus problemas para a família e saí de casa para criar minha filha Ísis Gabriela, que tem hoje 25 anos. Eu não tinha pensão, então fui parar na prostituição por questão financeira mesmo. Não tinha estudo e não enxergava outra forma”, revelou Vanessa.

Os cabelos longos e ruivos de Vanessa lembram a personagem Angélica Silva, a Poderosa, da novela “Amor sem Igual” da Record TV, interpretada por Day Mesquita. O passado da garota de programa ainda é um mistério, mas ela foi rejeitada pelo pai, que era amante da mãe dela e não queria abandonar a família já constituída. Viveu uma infância difícil, foi abusada por um homem e,desde então, não acredita ser digna de amor e respeito.

“Quero empoderar a mulher para ser dona do próprio dinheiro. O homem não será a solução para os problemas”Vanessa de Oliveira, empresária

A vida de Vanessa também não foi fácil, mas o que a diferenciava de outras colegas de profissão era a forma como lidava com o dinheiro: “Eu via todos se arrebentarem à minha volta. Não usei o que ganhava com roupas, maquiagem, não destinava meu tempo para namorado. Eu fiz cursos, me tornei sexóloga, fiz faculdade de enfermagem e, mesmo ainda garota de programa, eu já era empreendedora”. Com a prostituição, conseguiu dinheiro para comprar a casa, ter carro e adquirir conhecimento.

A empresária relata que parou de contar com quantos homens saiu ao atingir a marca de 5 mil, mas diz que nunca “teve auto culpa por ser um trabalho”. Ela define a profissão “como de coragem porque você não sabe quem está atrás da porta”. Ela atuou em saunas e boates, mas foram os anúncios em jornais que atraíram mais clientes: “era mais rentável”.

Vanessa tem 10 livros publicados, que tratam de conquista
Vanessa tem 10 livros publicados, que tratam de conquista – Divulgação / Vanessa de Oliveira

Vanessa decidiu deixar de ser prostituta em 2015 quando concluiu que os trabalhos com marketing online começaram a dar mais dinheiro do que os programas. Ela garante que toda a vivência foi transformada em aprendizado. Os temas viraram 15 cursos online, livros (o mais novo ´Xeque-mate: a virada da rainha’ será lançado em breve em Las Vegas – EUA) e palestras. “Hoje tenho 3.000 alunas online por mês. Quero empoderar essa mulher para ser dona do dinheiro dela, assim ela pode escolher o relacionamento que quer ter. Ela não vai mais olhar o homem como solução para os problemas”, explica Vanessa.

A filha sempre foi sua prioridade. “No início, tudo que eu pegava para comprar, eu contava quantos sacos de leite daria, esse era meu parâmetro. Hoje eu não olho mais o preço das coisas”. Já foi casada, traída, está agora namorando e diz não ter medo de homem. “O cara que se aproxima de mim já tá sabendo de tudo. Ele tem que ter culhão porque sabe o tamanho dessa mulher”, brinca. Vanessa de Oliveira tem 24 funcionários na empresa, mora em Balneário Camboriú, em Santa Catarina, e se define como “empreendedora e dona da porra toda”.

Passado ficou para trás

Nem todas as ex-garotas de programa lidam muito bem com o passado. Patrícia, de 37 anos, usava o codinome Natasha e afirma que até hoje a maioria da família não sabe dessa fase. “Achavam que eu trabalhava em São Paulo. Eu escondia, só quem sabia na época era quem morava comigo”, conta.

Patrícia estava em um relacionamento que não deu certo e conheceu a boate em um anúncio: “Fui por causa de dinheiro. Por ser nova (tinha 20 anos) e ter o corpo bonito, queria dançar”. Ela passou a morar no trabalho. A necessidade de se sustentar a levou a fazer programas. “Já estava lá, tinha fama. Não era absurdo. Minha vida era bagunçada e não tinha a intenção de ter uma vida tradicional”, justifica.

Foi garota de programa por 7 anos, costumava sair com até 13 homens em uma só noite. Nesse período, comprou casa, carro, mas também conheceu as drogas. “Quando você vive na noite, não tem muito objetivo. Algumas trabalham para manter o status, colocar silicone, boas roupas. Eu era contra drogas e me viciei em cocaína e álcool. Me envolvi até com traficante”, explica.“Me viciei em cocaína e álcool. Quando a gente se converte, enxerga as consequências das escolhas”Patrícia, comerciante

A mudança aconteceu quando Patrícia engravidou. O plano era voltar para a boate depois que o filho nascesse, mas o pai da criança, que até então era um cliente, assumiu o relacionamento. “A cocaína eu parei por causa da gestação. O álcool foi por causa da minha fé. Tive uma crise, síndrome do pânico e, assistindo TV, vi o testemunho da Igreja Universal. Pedi pro meu esposo e ele me levou”, lembra.

Depois que Patrícia se converteu, não voltou mais à boate. Quando o filho, hoje com 11 anos, completou 9 meses de vida, ela começou a trabalhar com o marido. “Eu não tenho vergonha, mas quando a gente se converte, vê as consequências das escolhas que fez quando era rebelde. Criei uma situação e não segui o que meu pai ensinou”, conclui.

Após deixar a prostituição, Patrícia já teve um escritório e hoje é proprietária de um restaurante e de uma esmalteria e afirma que nunca mais abandonou a igreja.

Leninha é voluntária na associação de prostitutas na Paraíba
Leninha é voluntária na associação de prostitutas na Paraíba – Divulgação / APROS

Das boates ao voluntariado

Ao que tudo indica, a personagem Poderosa da novela deve deixar as ruas e os programas para ficar com o agricultor Miguel, interpretado por Rafael Sardão. Ele já a salvou após ser agredida e a trata com carinho. Na vida real, Joseane Margarida Silva Félix, conhecida por todos como Leninha, largou a profissão depois de 10 anos como prostituta porque se casou com um cliente. “Meu marido trabalhava, daí eu não precisava mais. A gente se ajudava. Comecei a trabalhar como camareira na pousada onde eu costumava fazer programas”, revela.

Leninha, hoje com 50 anos, já tinha dois filhos quando começou se prostituir: “Foi por necessidade. Era nova, não tinha marido. Não tenho vergonha, era meu ganha-pão. Mantive minhas duas crianças e tive mais seis. Criei com o dinheiro da prostituição. Eu batalhava. Minha vida era boa, quem não gosta de dinheiro?”, destaca.

Os clientes a encontravam num bar ou em uma praça de João Pessoa, na Paraíba. Em nenhum momento se coloca como vítima: “Quem está na zona não é coitadinha. Está lá porque quer ou porque gosta. Nunca escondi da minha família, mas eu dispensava clientes mais próximos de parentes”.

Ela lembra que alguns clientes se recusavam a usar camisinha. Uma das filhas, hoje com 27 anos, não sabe quem é o pai. “Eu tenho certeza que sou a mãe”, sorri. Os filhos mais novos, com 15, 16, e 19 anos, são do relacionamento com o marido. “Ele era meu cliente e enfrentou a família para que aceitassem uma mulher de cabaré, cheia de filhos”, ressalta. “Meu marido era meu cliente e enfrentou a família para que aceitassem uma mulher de cabaré, cheia de filhos”Leninha, voluntária na APROS

Há 18 anos, Leninha deixou a prostituição. Há seis, é voluntária na APROS (Associação de Prostitutas da Paraíba), onde oferece a garotas de programa um tipo de apoio e acolhida que não recebeu quando exercia a profissão. “Levo para fazer exames médicos, damos camisinha e gel lubrificante. Na associação, tem palestras educativas e cursos”.

Ela acredita que ser prostituta atualmente é mais difícil: “Hoje tem as drogas. Isso é uma febre. Na minha época, não. As mulheres queriam ganhar dinheiro para levar para a família, para casa. Hoje elas são mais novas e têm outros interesses”.
Leninha mora em Bayeux, na região metropolitana de João Pessoa. Não tem casa própria, mas se orgulha em dizer que “não precisou pedir nada pra ninguém”. É mãe de oito filhos, seis deles casados, e avó de seis crianças. Via R7

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Brasil ganha site para mulheres casadas que querem trair

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Batizada de Eveeda, plataforma conecta mulheres com potenciais amantes

Quando o assunto é traição, os números surpreendem. De acordo com a empresa de pesquisa GlobalWebIndex (GWI), 30% dos homens que usam o Tinder são casados. Do outro lado, há centenas de mulheres que também manifestam a vontade de ter um caso extraconjugal, mas não sabem como fazê-lo sem se expor.

Se esse for o seu caso, acaba de desembarcar no Brasil uma plataforma criada para conectar mulheres a potenciais amantes. Batizado de Eveeda, o serviço é totalmente sigiloso e on-line. A apresentadora Penelope Nova é embaixadora da plataforma, disponível para desktop e em app.

Igualdade

“Já passou da hora de as mulheres estarem em igualdade com os homens em todos os aspectos da vida, principalmente no sexo. O Eveeda não endossa o término do casamento. […] Proporciona uma alternativa mais segura que colegas de trabalho, ex-amantes e demais clichês onde as mulheres que decidiram ter um caso vão procurar parceiros”, anunciou Penelope Nova, em nota.

O serviço é gratuito. O Eveeda funciona da seguinte forma: a cada mulher que faz um cadastro, um novo homem é liberado para participar. A tecnologia foi criada no Reino Unido e, além da Terra da Rainha e do Brasil, está disponível na Austrália, Nova Zelândia, Espanha, Argentina, Chile e México.

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O que os sonhos e os pesadelos dizem sobre a nossa saúde

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O papel dos sonhos para a saúde não deve ser subestimado

De acordo com a ciência o ato de sonhar contribui para o fortalecimento da memória e, portanto essas experiências influenciam também diretamente no desenvolvimento da aprendizagem humana.

Segundo o médico Gabriel Pires, pesquisador do Instituto do Sono, em entrevista para a revista Galileu, os sonhos podem ainda ser extremamente eficazes quando se trata de identificar problemas e distúrbios do sono e até doenças mentais, tais como a depressão ou esquizofrenia. Em outras palavras, o especialista afirma que aquilo que o individuo se lembra dos seus sonhos, pode facilitar um diagnóstico médico.

“Se uma pessoa se lembra de múltiplos sonhos por noite, todos os dias, pode ser a prova de que tem um sono fragmentado”, explica à Galileu. “Exemplificando, durante a gestação, o sono da mulher é fragmentado por causa dos hormônios ou pelo desconforto físico”. E se dormir mal se torna um evento constante, então a imunidade fica fragilizada, a memória é afetada e aumenta a probabilidade de incidência de depressão, ansiedade e obesidade.

E os pesadelos?

A ciência considera os pesadelos como experiências que desencadeiam ou relembram situações traumáticas que podem contribuir para a ocorrência de distúrbios psicológicos. “Sonhos negativos recorrentes devem ser tratados, pois podem ser casos de ansiedade, depressão ou transtorno de stress pós-traumático”, adverte Pires. “É imperativo tratar os pesadelos da mesma forma que os traumas”.

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‘Por que decidi ser uma esposa tradicional e estar submissa a meu marido, como nos casamentos dos anos 50’

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Se você pesquisar nas redes sociais a hashtag #tradwife, encontrará imagens de pratos preparados em casa e bolos recém-assados ​​com legendas como “o lugar de uma mulher é em casa” ou “tentar ser como um homem é um desperdício para uma mulher”.

Este é o #TradWives (esposas tradicionais, em tradução livre), um movimento que cresce rapidamente na internet e é composto por mulheres que promovem papéis de gênero ultratradicionais.

Alena Kate Pettitt é uma delas. Ela mora no Reino Unido e diz que quer “estar submissa ao seu marido e mimá-lo como se fosse 1959”.

Ela propaga sua mensagem em redes sociais e em seu blog, The Darling Academy.

“Lá falo sobre etiqueta, estilo de vida feminino, tarefas domésticas e como ser uma esposa tradicional”, afirma à BBC.

Os maridos primeiro

Em seus artigos, Alena defende, por exemplo que “se você quer um casamento feliz, deve sempre colocar seu marido em primeiro lugar”.

“Não quero que meu marido volte para casa depois de um longo dia de trabalho e precise cozinhar para mim, porque meu papel é estar em casa, meu trabalho é essencialmente fazer tarefas domésticas”, diz.

O termo tradwife é controverso, principalmente nos Estados Unidos, porque possui associações com a extrema direita. Mas muitas mulheres que se descrevem como esposas tradicionais rejeitam essa associação.

Para Alena, ser uma esposa tradicional é “ser uma dona de casa que fica feliz em estar submissa ao marido”.

“Muitas pessoas querem rotular o movimento e muitas vezes surgem nomes em que você nunca nem pensou”, afirma.

“Alguém disse uma vez que esse ‘é o tipo de esposa que promoveu o Terceiro Reich’, e eu não fazia ideia disso”.

“Me sentia estranha nos anos 90”

Alena diz que quando era estudante, nos anos 90, não era “muito popular”.

“Não gostava da cultura da época e definitivamente me sentia uma estranha.”

Alena Kate Pettitt
Image caption”Não gostava da cultura dos anos 1990 e definitivamente me sentia uma estranha”

“As mensagens da cultura da época eram ‘você tem que brigar com os homens, você tem que sair de casa e ser independente, sair de sua zona de conforto’, mas eu sentia que nasci para ser esposa e mãe”, diz ela.

“Me identificava mesmo com os antigos programas de TV das décadas de 1950 e 1960.”

Alena cresceu em um lar sem pai. Sua mãe saía para trabalhar todos os dias e a casa, conta, era “um enorme fardo” para ela.

“Acho que ali percebi que não queria a mesma vida.”

“Minha vida mudou quando conheci meu marido. Ele também era muito tradicional, então se identificou com isso. Ele disse: ‘Eu sei que você quer que um homem cuide de você e faça você se sentir segura’ e se ofereceu para ser essa pessoa.”

De acordo com ela, o encontro com o marido foi como a realização de um conto de fadas. “Eu disse a mim mesma: ‘Finalmente alguém percebe que posso finalmente ser eu mesma e não esconder o que sou.'”

Aos 20 anos, Alena diz que ela era “a típica mulher de carreira”.

“Fui morar em Londres e trabalhei muito porque a cultura da época, refletida em séries como Sex and the City, era de que isso era fantástico e libertador, que eu tinha que estar em contato com a minha sexualidade.”

Mas ela percebeu que nas redes sociais havia um movimento “quase clandestino” de mulheres que se sentiam como ela, que sentiam falta de “todos os aspectos tradicionais de ser dona de casa”.

E assim surgiu a Darling Academy. Ela rejeita as críticas de feministas, para quem mulheres como Alena estão jogando fora tudo o foi obtido na luta pela igualdade de gênero.

“Minha opinião sobre o feminismo é que se trata de escolhas. Se você diz que a mulher deve participar do mundo do trabalho e competir com homens, mas não pode ficar em casa, está tirando de mim essa opção”, explica ela.

“Acho que ser uma esposa tradicional é investir em seu marido, em sua família e inspirá-los a serem as melhores pessoas possíveis. É algo totalmente altruísta.”

“O oposto é ser alguém que é inerentemente egoísta e que apenas toma coisas dos outros.” Via BBC Brasil

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Baiana encontra noivo pela 1ª vez e se casa no aeroporto dois meses após conhecê-lo pela internet

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Cerimônia foi realizada na noite de quinta-feira (30), no aeroporto de Salvador, minutos após os noivos se encontrarem pessoalmente pela primeira vez

Um casal que se conheceu pela internet e nunca havia se encontrado pessoalmente se casou na quinta-feira (30), na primeira vez que se encontraram, no aeroporto de Salvador.

A empresária Elizabeth Athaide e o neuromecânico Nilton Santos, que até então eram divorciados, se conheceram há dois meses por uma rede social. Ela mora em Feira de Santana, cidade a cerca de 100 km de Salvador, e ele em Palmas, capital do Tocantins.

“Já vou encontrar casando. Nós nos conhecemos em 24 de novembro, e dia 8 de dezembro ele me pediu em casamento. Ele não me pediu em namoro, ele me pediu logo em casamento. Eu disse, se é sério, então me mande seus documentos todos. Ele mandou na hora. Eu procurei a vida dele toda, procurei um detetive e até o relacionamento dele com os vizinhos eu fiquei sabendo”, contou Elizabeth.

Nilton chegou ao aeroporto e foi direto para um auditório no terminal, onde o casamento foi realizado. No portão de desembarque, com buquê na mão, a noiva já o aguardava para o dia tão esperado. “Daqui já vamos viajar direto para a lua de mel”, ressaltou a empresária.

A troca de alianças contou com a presença de familiares e amigos da noiva. O local da cerimônia também pegou de surpresa o pastor que celebrou a união.

“Pra mim foi inusitado porque, na verdade, já celebramos diversos casamentos na Bahia, e nós fomos pegos de surpresa, mas valeu à pena”, disse o pastor Edvaldo André Reis.

Após o “sim” de Elizabeth e Nilton, o relacionamento virtual ficou para trás. “Ela é tudo isso e mais um pouco”, ressaltou Nilton sobre a esposa. via G1

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