Prefeito de Belo Horizonte vai fechar cidade; a partir de segunda só serviços essenciais

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“O bombardeio chegou à nossa cidade. E nós vamos tentar controlá-lo”, disse o prefeito Alexandre Kalil (PSD), no início da tarde desta sexta-feira (26), ao anunciar que apenas os serviços essenciais vão poder funcionar em Belo Horizonte a partir da próxima segunda-feira (29).

Alexandre Kalil voltou a dizer que o momento é de “guerra” e fez um apelo para o cumprimento do isolamento social. “A compreensão de que nós estamos em guerra é o que faltou a muita gente. Quando eu disse que nós estávamos em guerra, vocês estavam aqui. Eu nunca vi fazer churrasco em prédio em guerra. Eu nunca vi correr em guerra”, afirmou.

Modelo de flexibilização

A flexibilização do isolamento social na capital estava prevista para ocorrer em quatro fases. A primeira foi no dia 25 de maio e a segunda no dia 8 de junho. Desde então, a capital estava parada na segunda etapa, com cerca de 80% dos estabelecimentos funcionando normalmente, porque o prefeito havia desistido de passar para as outras etapas, que abririam estabelecimentos como clubes de lazer e restaurantes. 

Com o anúncio desta sexta-feira (26), há um recuo completo para uma fase anterior a este programa de flexibilização. 

Veja o que é considerado “serviço essencial” desde o início da pandemia e poderá continuar funcionando a partir da próxima segunda-feira:

  • Hospitais
  • Farmácia
  • Hipermercado
  • Supermercado
  • Armazém
  • Mercearia
  • Padaria
  • Sacolão
  • Hortifrúti
  • Açougue
  • Posto de combustíveis
  • Óticas
  • Lojas de material de construção
  • Agências bancárias
  • Lotéricas
  • Agências dos Correios

Com G1

MG: Adolescente de 15 anos sai para casa de amiga, desaparece e é encontrada morta em matagal

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A família de Maria Eduarda Silva não tinha notícias da jovem desde terça-feira da semana passada

Polícia Civil mineira encontrou, na tarde deste domingo, na cidade de Formiga, o corpo da adolescente Maria Eduarda Silva, de 15 anos, desaparecida desde a última terça-feira.

A adolescente desapareceu da cidade de pouco mais de 65 mil habitantes quando ia para a casa de uma amiga. Ela saiu de casa por volta das 19h30, mas nunca chegou ao destino. A mãe da menina só percebeu que ela tinha desaparecido na quarta-feira, após voltar do trabalho.

Segundo a polícia, o principal suspeito do crime é um usuário de drogas que não teve a identidade revelada. O celular da adolescente, desligado desde o dia do desaparecimento, foi negociado por ele. O corpo da menina foi encontrado em um matagal. Não há informações sobre sinais de violência.

Poucas horas após o corpo de Maria Eduarda ser encontrado, a hashtag #JusticaporMariaEduarda se tornou um dos assuntos mais comentados do Twitter. Na rede social, muitos pediam a elucidação do caso e narravam revolta com o crime.

“Quem é a mulher que vai ser a próxima vítima amanhã?”, questionou uma das internautas.

Com O Dia

MPF apura surto que deixou 90 alunos com coronavírus em escola militar

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Segundo a Força Aérea Nacional (FAB), todos os 507 alunos foram testados para a covid-19 desde sexta-feira, 22, antes do início de um período de três semanas de férias

Um surto do novo coronavírus deixou 90 alunos infectados na Escola Preparatória de Cadetes do Ar (EPCAR), em Barbacena, no interior de Minas Gerais. O caso é apurado em um procedimento preparatório do Ministério Público Federal (MPF) aberto após denúncia de pais de estudantes adolescentes da instituição, que funciona em regime de internato.

Segundo a Força Aérea Nacional (FAB), todos os 507 alunos foram testados para a covid-19 desde sexta-feira, 22, antes do início de um período de três semanas de férias e uma semana após o Conselho Tutelar identificar estudantes com sintomas gripais. Não há informações de contaminação entre funcionários. De acordo com o MPF, a “grande maioria” dos alunos são menores de idade.

Ainda segundo a FAB, sete estudantes tiveram sinais “leves” da doença, enquanto os demais foram casos assintomáticos. Todos aqueles que tiveram resultado positivo foram direcionados para isolamento social e tratamento médico, mas ninguém chegou a ser hospitalizado. Os contactantes também estão em quarentena desde sábado, 23.

O procedimento preparatório tramita na Procuradoria da República de São João del-Rei, em Minas Gerais, e apura “as condições de vida e saúde dos alunos adolescentes que secencontram em regime de internato nas dependências da Escola Preparatória de Cadetes do Ar (EPCAR)”.

Segundo a denúncia dos pais, os alunos ficavam em alojamento com cerca de 170 pessoas, com “espaço mínimo entre as camas e banheiro comunitário”. Ela também aponta que “vários destes alunos já estão gripados, com infecção de garganta e consequentemente com a imunidade baixa” e “funcionários e instrutores entram e saem diariamente da escola”.

O Conselho Tutelar de Barbacena se manifestou sobre a denúncia no dia 15, na qual diz que os “alunos não estão tendo o direito ao isolamento social” e “encontram-se com um de seus direitos violados, lançados a situação de risco/contaminação, além de o risco de um colapso no sistema municipal de saúde”.

“Estimularam e realizaram diversas atividades de práticas esportivas coletivas, gincanas, competições, inclusive com a participação de militares do efetivo que estão mantendo contato com pessoas/familiares fora do espaço da EPCAR 06/04, com a participação de professores militares. Professores esses que, como já destacado anteriormente, mantêm o contato social”, apontou o conselho.

Um documento do MPF ainda aponta que uma vistoria da Secretaria Municipal de Saúde Pública e do Conselho Tutelar em 12 de maio identificou que “as providências efetivamente implementadas pela organização militar de ensino à luz de seu plano de contingenciamento específico de enfrentamento à covid-19 (…) revelaram-se insuficientes para a adequada e integral proteção da saúde dos alunos adolescentes”.

Entre os problemas verificados, estão: falta de uma barreira sanitária para militares, visitantes e autoridades que entravam na escola; falta de procedimento padrão para desinfecção de ambientes; alunos em atividades coletivos sem o uso de máscaras; alojamentos com baixa ventilação e com proximidade entre as camas; falta de sabão líquido, álcool gel e papel-toalha nos vestiários e sanitários; e “elevado número de alunos” nas salas; dentre outros.

Segundo o MPF, a situação coloca em evidência o “elevadíssimo grau de risco de contaminação com o novo coranavírus pelos residentes e frequentadores” e a “inocuidade das medidas adotadas até agora pela organização militar”.

Por isso, o procurador da república Thiago dos Santos Luz emitiu uma recomendação na quarta-feira, 21, para que a diretoria de ensino suspenda imediatamente todas as aulas e atividades acadêmicas presenciais, autorize todos os alunos que desejarem deixar o local e preste atendimento integral a todos que solicitarem.

Registros de gincanas, corridas e outras atividades coletivas durante a pandemia estão publicadas em redes sociais na escola. Algumas publicações chegaram a receber respostas críticas às aglomerações.

EPCAR diz ter ‘empenhado esforços para garantir a saúde e proteção’ dos alunos

Em nota, a EPCAR diz ter “empenhado esforços para garantir a saúde e proteção dos seus alunos, readequando as atividades escolares e implementando procedimentos de prevenção alinhados aos protocolos do Ministério da Saúde e conforme determinações do Ministério da Defesa”. Ela afirma que atenderá todas as recomendações do MPF.

A instituição também alega que a manutenção do regime de internato durante a pandemia “visou à manutenção da integridade física e proteção” dos alunos, que são de diversas cidades do Brasil, “a fim de evitar exposições nos deslocamentos para seus locais de origem”. Pelo mesmo motivo, havia vetado a circulação dos estudantes fora da EPCAR.

Além disso, a escola diz ter feito adaptações durante a pandemia, como a instalação de pias de campanha, a exigência do uso de máscaras, a ampliação dos horários de refeições e o incentivo à prática de exercícios físicos de forma individual, dentre outras.

Também em nota, a Prefeitura de Barbacena ressaltou que “apesar de localizada neste município, a instituição, embora monitorada e acompanhada pela Superintendência do Estado e pela Secretária Municipal de Saúde há mais de 60 dias, responde diretamente ao Ministério da Defesa e ao Alto-Comando da Aeronáutica.”

“À Prefeitura cabe orientação quanto aos protocolos de segurança recomendados, que já havia sido realizada pela Secretaria Municipal de Saúde, através da Vigilância Epidemiológica. A Prefeitura reafirma o compromisso em preservar a saúde dos barbacenenses.”

Segundo a gestão municipal, a cidade tem 253 casos confirmados e 887 notificações da doença. Barbacena tem população estimada de 137 mil habitantes.

Via Folhapress

Defensor de Bolsonaro, homem agride cinegrafista da Globo e é levado para delegacia; vídeo

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O agressor foi identificado como Leonardo Rivelli, empresário e dono de uma fábrica de massas na cidade de Barbacena (MG)

Uma equipe da TV Integração foi agredida nesta quarta-feira (20) em Barbacena, durante a gravação de uma reportagem.

A repórter e o cinegrafista estavam na Rua Santos Dumont, no Bairro São José, quando um indivíduo de camisa vermelha parou o carro e começou a agredir verbalmente os jornalistas.

Em seguida, ele avançou sobre o repórter cinematográfico, Robson Panzera, e tomou o equipamento de gravação e reagiu à tentativa do jornalista de recuperar o material.

O agressor foi identificado como Leonardo Rivelli, empresário e dono de uma fábrica de massas na cidade. O homem foi preso e levado para a delegacia para prestar depoimentos.

A Associação Brasileira de Emissoras de Rádio e Televisão (Abert) repudiou a agressão. “Nada justifica tamanha violência contra um cidadão, em especial, quando se trata de um profissional da imprensa, em pleno exercício da atividade jornalística. A associação também pede às autoridades uma rigorosa apuração do caso e punição do agressor,, afirma a Abert. Veja o vídeo:

Autora de fake news sobre caixões vazios em MG pede desculpas em vídeo

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Valdete Zanco se apresentou à Delegacia de Polícia Civil de Jacutinga, no Sul de Minas, na terça-feira

A mulher que postou um vídeo onde afirmou que caixões vazios estavam sendo enterrados em Minas Gerais, gravou um vídeo onde pede desculpas.

Na terça-feira (5), a polícia civil mineira informou que a autora poderá responder por três crimes e ser condenada a até nove anos de prisão.

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Valdete Zanco se apresentou à Delegacia de Polícia Civil de Jacutinga, no Sul de Minas, na terça-feira, e disse desconhecer a forma como o vídeo ganhou notoriedade nas redes sociais e nos demais veículos de comunicação, já que foi postado em um grupo de whatsapp da família.

Valdete, segundo o delegado Wagner Sales, pode responder pelos crimes de denunciação caluniosa, difamação contra o prefeito de Belo Horizonte, que é citado na filmagem, e pela contravenção penal de propagação de pânico. Além de prisão, a Justiça pode determinar o pagamento de multa, com valor a ser analisado pelo juiz.

Governador de MG diz não ter data para pagar servidores: ‘Peço desculpas’

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Apenas profissionais da saúde e da segurança já receberam uma previsão do governo

O governo de Minas Gerais ainda não definiu a data de pagamento de salários de parte dos servidores públicos. Em entrevista ao Estado de Mina, jornal do grupo Diários Associados, na tarde desta terça-feira (7/4), o governador Romeu Zema (Novo) pediu desculpas e disse que ainda não há como prever quando os recursos estarão à disposição.

“Peço desculpas. Eu não consigo tornar previsível o que não tenho como dar previsibilidade. Não é por uma decisão deliberada que estamos deixando de pagar. É porque, infelizmente, o recurso não existe. Temos de pagar na hora que o recurso entra no cofre. Não adianta, nem se eu quisesse, emitir um cheque e mandar para todo mundo se o cheque estiver sem fundo. Peço essa compreensão”, disse.

Nessa segunda-feira, o governo informou que servidores das áreas da saúde e da segurança — serviços considerados essenciais em meio à pandemia do novo coronavírus — receberão os salários nesta quinta. A previsão de pagamento dos demais, segundo Zema, será divulgada “assim que for possível”.

Leia a reportagem completa do Correio Braziliense

Prefeito de cidade mineira renuncia após tentar reabrir comércio em meio ao coronavírus

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O prefeito de Varginha (MG), Antônio Silva (PTB), entregou nesta segunda-feira (6) uma carta de renúncia à Câmara Municipal, depois de ser pressionado a revogar o decreto que permitiu a reabertura do comércio na cidade, que fica ao do sul de Minas Gerais. O município passará a comandado pelo atual vice vice-prefeito, Verdi Lúcio Melo (PSDB).

“Procurei, ao longo desse tempo, desempenhar minha função com honestidade, probidade e integral dedicação, no afã de corresponder às expectativas daqueles cidadãos que me confiaram o seu voto. Não sou Prefeito, apenas estou Prefeito, mas, nas atuais circunstâncias e por razões de foro íntimo, reconheço não ter condições de continuar administrando a Prefeitura”, diz o chefe do Executivo municipal na carta.

‌‌‌”Relembrando as palavras do Apóstolo Paulo, posso afirmar que ‘combati o bom combate, terminei a carreira, guardei a fé’, e encerro a minha missão com a consciência do dever cumprido”, afirma.

O impasse

Após pressão de empresários, na sexta-feira (3), Antônio Silva emitiu um decreto permitindo a reabertura de parte do comércio da cidade com restrições.

Mas neste domingo (5), a decisão de revogar o decreto veio após questionamentos de diversos órgãos como o Ministério Público, a Associação Médica, a comissão de enfrentamento ao Covid-19, o Conselho Municipal de Saúde e a Superintendência Regional de Saúde.

Em 2016, Antônio Silva, de 77 anos, foi eleito para o seu 4º mandato em Varginha, com 43,98% dos votos. Antes do mandato 2016-2020, ele já havia governado a cidade entre 2012 e 2016, 1997 e 2000 e 1989 e 1992.

A Câmara dos Vereadores deverá se reunir às 14h desta terça-feira (7) para seguir com os procedimentos de posse do vice-prefeito, Verdi Lúcio Melo.

Confira a carta de renúncia abaixo na íntegra:

Exma. Sra.

Vereadora Zilda Maria da Silva

DD. Presidente da Câmara Municipal de Varginha – MG

NESTA

Senhora Presidente,

Eu, abaixo-assinado, Antônio Silva, brasileiro, casado, advogado, residente e domiciliado nesta cidade, na Alameda dos Sabiás, nº 157, Jardim Cidade Nova, dirijo-me respeitosamente a V. Exa. para expor e comunicar o seguinte:

Durante mais de 15 anos tive a honra de estar à frente da Prefeitura desta cidade, como Prefeito, eleito por 4 mandatos.

Procurei, ao longo desse tempo, desempenhar minha função com honestidade, probidade e integral dedicação, no afã de corresponder às expectativas daqueles cidadãos que me confiaram o seu voto.

Não sou Prefeito, apenas estou Prefeito, mas, nas atuais circunstâncias e por razões de foro íntimo, reconheço não ter condições de continuar administrando a Prefeitura.

Relembrando as palavras do Apóstolo Paulo, posso afirmar que “combati o bom combate, terminei a carreira, guardei a fé”, e encerro a minha missão com a consciência do dever cumprido.

Assim sendo, num ato de livre manifestação de vontade e para que produza os seus jurídicos e legais efeitos, venho comunicar a V. Exa. minha decisão irrevogável e irretratável de RENUNCIAR, a partir desta data, ao cargo de Prefeito Municipal desta cidade de Varginha – Estado de Minas Gerais, para o qual fui eleito nas eleições do ano de 2016, para o quadriênio 2017/2020.

Na oportunidade, renovo a V. Exa. e a seus ilustres pares, meus protestos de elevada consideração e respeito.

Varginha (MG), 06 de abril de 2020

Antônio Silva

Homem que gravou vídeo na Ceasa de BH é intimado pela polícia para dar explicações

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Vídeo que mostrava suposto desabastecimento foi compartilhado por Jair Bolsonaro

O homem que gravou, e compartilhou um vídeo no Ceasa de Contagem (grande Belo Horizonte) no início desta semana alegando que o local estava desabastecido, foi intimado pela polícia civil mineira a comparecer na próxima segunda-feira para prestar esclarecimentos.

O vídeo foi compartilhado pelo presidente Jair Bolsonaro, que posteriormente apagou e pediu desculpas.

Bolsonaro usou as imagens parta atacar as políticas de isolamento social e os governadores, que endureceram a quarentena, para dizer que já estava faltando comida.

No dia seguinte, uma reportagem da CBN mostrou o local completamente cheio, e sem nenhuma previsão de faltar alimentos. A Ceasa chegou a emitir nota desmentindo a postagem.

Com a repercussão, o presidente apagou o post e pediu desculpas, alegando que não tinha checado a informação.

“Dado a gravidade do fato, demos prioridade absoluta a ele, que teve repercussão nacional. Tivemos a oportunidade de fazer o levantamento do responsável, um autônomo de 48 anos, sem antecedentes criminais. A sua conduta do dia 31 de março configura infração penal, ele pode ser indiciado pela prática de contravenção por provocar alarme falso”, afirmou o delegado Saulo Castro, responsável pelo caso.

Coronavírus: governo confirma a primeira morte pela doença em Minas Gerais

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O Estado possui 261 casos confirmados de Covid-19; outros 23 óbitos estão em investigação

A Secretaria de Estado da Saúde (SES) confirmou, pela primeira vez, uma morte causada pelo coronavírus em Minas Gerais. De acordo com o boletim epidemiológico divulgado nesta segunda-feira (30), há atualmente 29.724 casos suspeitos da doença em Minas Gerais, 261 confirmados e um óbito. Outras 23 mortes seguem em investigação, aguardando o resultado de exames.

Em Belo Horizonte, são 163 casos confirmados – 20 a mais do que a quantidade divulgada no boletim deste domingo (29).

Morte de Marlene foi confirmada pelo médico do Biocor — Foto: Reprodução Redes Sociais

A morte confirmada é de uma idosa de 82 anos, moradora de Belo Horizonte, que estava internada no Hospital Biocor, em Nova Lima, na região metropolitana, desde o dia 21 de março, com quadro de febre, tosse e desconforto respiratório.

No dia 23 de março, ela fez o exame e foi transferida para a UTI. O resultado do teste confirmou que ela estava com a Covid-19. Ela morreu neste domingo (29). As informações são do G1

MG: Jovem é assassinada a golpes de faca e machado por namorado, de 17 anos

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Após a faca quebrar, ele usou um machado; foi preso aguardando a polícia chegar

Um crime bárbaro ocorrido na manhã da última terça-feira abalou a população da cidade de Córrego Fundo (MG). Lays Almeida, de 19 anos foi morta a golpes de faca e machado, por seu namorado de 17 anos.

De acordo com informações do Tapiraímgtv, o rapaz apoderou-se de uma faca e desferiu com vários golpes em sua namorada. Após a faca quebrar, o menor usou uma machadinha para continuar a golpear a jovem, que não resistiu aos ferimentos e faleceu no local do crime.

O autor do feminicídio, que tem 17 anos e acumula várias passagens na polícia, aguardou a chegada dos policias militares, confessando o assassinato. Ele foi apreendido, em flagrante, juntamente com as armas usadas no crime e encaminhado para a Delegacia.

Os motivos do crime não foram divulgados.

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