Golpe do ovo de Páscoa fez 560 mil vítimas em três dias

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As mensagens utilizam inclusive a hashtag #ficaemcasa, da campanha pelo isolamento social, como justificativa para a falsa promoção

Criminosos têm se aproveitado da pandemia do novo coronavírus para realizar golpes por meio de mensagens em aplicativos como o WhatsApp. O mais recente identificado pelo laboratório de segurança digital da PSafe é o golpe do ovo de Páscoa, que atingiu mais de 560 mil brasileiros em apenas três dias de circulação. Os números continuam aumentando.

Foram identificados seis links maliciosos que utilizam o indevidamente o nome das empresas de chocolate Nestlé e Cacau Show para enganar vítimas com a oferta de ovos de Páscoa grátis. A suposta promoção contemplaria cinco mil participantes com ovos de chocolate entregues em casa.

As mensagens utilizam inclusive a hashtag #ficaemcasa, da campanha pelo isolamento social, como justificativa para a falsa promoção.

Emilio Simoni, diretor do dfndr lab, os links maliciosos têm o objetivo de roubar dados pessoais e financeiros das vítimas ou levá-las à páginas falsas para visualizar publicidades excessivas.

— Ocasiões como a Páscoa são sempre utilizadas por cibercriminosos para tentar fazer novas vítimas, e para tornar o ataque mais crível, estes atacantes utilizam o nome de grandes empresas. Eles utilizam uma mecânica fácil que solicita às vítimas que respondam algumas questões simples como qual tipo de chocolate preferem e se já comprou nas lojas das empresas citadas nos últimos 3 meses. Por fim, pedem o compartilhamento do link malicioso com no mínimo 15 contatos do WhatsApp para garantir o recebimento do prêmio. No intuito de ganhar aquele brinde, a vítima segue os passos e acaba se tornando vetor de disseminação do golpe — explica Simoni.

Golpistas pedem que o usuário responda a um questionário
Golpistas pedem que o usuário responda a um questionário Foto: Reprodução

Saiba como evitar cair em golpes

– Evite clicar em links de mensagens que ofereçam brindes, prêmios ou benefícios.

– Desconfie de informações sensacionalistas ou ofertas muito vantajosas e busque fontes confiáveis.

– No caso de mensagens que tratam de assuntos governamentais, como benefícios sociais e questões de saúde pública, busque a informação em sites oficiais, como do Ministério da Economia e do Ministério da Saúde.

– Não compartilhe mensagens sem antes verificar se a informação é verídica e se os links são seguros.

– Utilize soluções de segurança no celular que oferecem a função de detecção automática de ‘phishing’ (roubo de dados) em aplicativos de mensagem e redes sociais.

Ferramenta do Google vai medir movimentação de pessoas

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A plataforma online irá lançar um novo recurso que poderá ajudar autoridades a saber se políticas de distanciamento social estão sendo seguidas.

OGoogle lança nesta sexta-feira (3) um novo recurso que poderá ajudar autoridades a saber se políticas de distanciamento social estão sendo seguidas em meio à pandemia do coronavírus. Com dados de localização de usuários obtidos em mais de 130 países, a empresa publica a primeira versão dos Relatórios de Mobilidade Comunitária, mostrando como está a movimentação das pessoas em diferentes tipos de locais, como parques, lojas, locais de trabalho e residências. Aqui no Brasil, além de dados centralizados sobre o País, haverá números específicos sobre cada um dos 26 Estados, além do Distrito Federal.

“Já usamos dados agregados e anônimos que indicam a movimentação em determinados lugares, como vias de trânsito intenso ou restaurantes”, explica a empresa, em comunicado assinado por Jen Fitzpatrick, vice-presidente da área de mapas, e Karen De Salvo, diretora de saúde do Google. “Os relatórios vão conter informações sobre o que mudou agora que as pessoas estão trabalhando de casa, tomando medidas para que a curva da pandemia deixe de ser ascendente e se transforme numa linha plana.”

A expectativa é de que autoridades compreendam não só se a movimentação caiu ou subiu, mas também se é necessário, por exemplo, colocar mais ônibus ou trens à disposição, para evitar que os passageiros se aproximem durante a viagem.

Em uma primeira versão do relatório, referente ao dia 29 de março e obtida com exclusividade pelo Estado, é possível verificar que a movimentação do brasileiro em lojas e locais de recreação caiu 71%, na comparação com a média dos mesmos locais nos domingos das semanas entre 3 de janeiro e 6 de fevereiro. Os dados sempre consideram a média de variação para os diferentes dias da semana. Em mercados e farmácias, esse índice foi de queda de 35%; em escritórios, a baixa foi de 34%. Já nas residências, houve alta de 17%. Os números do Estado de São Paulo são bastante parecidos.

A empresa ainda não definiu qual será a periodicidade da atualização dos dados. Segundo o Google, os relatórios foram desenvolvidos depois de pedidos de autoridades sanitárias, em todo o planeta, para saber se seria possível utilizar dados de localização para monitorar o avanço da doença.

Privacidade

Todos os dados cedidos publicados nos relatórios foram agregados e tornados anônimos pelo Google. Além disso, as informações passaram por um processo de privacidade diferencial, com a inserção de um “ruído” aleatório, que não permite a individualização dos usuários. A tecnologia, criada pela companhia, está em código aberto – o que permite que qualquer pessoa possa verificar como funciona.

As informações são do jornal O Estado de S. Paulo.

Apple quer recuperar mercado chinês com ‘corte’ no preço dos iPhones

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Depois de várias semanas com as lojas fechadas na China e que resultou numa queda acentuada nas vendas, a Apple está agora reduzindo o preço dos seus iPhones de modo a conseguir recuperar algum deste mercado.

Segundo o GadgetsNow, a Apple decidiu ‘cortar’ o preço de todos os modelos da série iPhone 11 (a primeira vez que acontece no território chinês) e que poderá ajudar a tornar os smartphones mais ‘sedutores’ aos consumidores. Entretanto, há também quem esteja apontando esta decisão como um sinal de que a Apple se prepara para anunciar um novo dispositivo móvel, o tão falado iPhone SE (2020) que muitos esperavam que fosse anunciado na semana passada.

Twitter apaga publicações de Silas Malafaia que incitavam fim do isolamento

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Rede social diz que ‘expandiu suas regras para abranger conteúdos que forem eventualmente contra informações de saúde pública orientadas por fontes oficiais’

O Twitter apagou sete publicações da conta do pastor Silas Malafaia na noite desta quinta (2). No lugar das publicações, feitas durante a tarde, aparece a mensagem: “Este tweet não está mais disponível”.

A rede social disse que as publicações “infringiam regras sobre coronavírus”.

Em nota, o Twitter disse que “anunciou recentemente em todo o mundo a expansão de suas regras para abranger conteúdos que forem eventualmente contra informações de saúde pública orientadas por fontes oficiais e possam colocar as pessoas em maior risco de transmitir COVID-19.”

O Twitter não divulgou o conteúdo das publicações apagadas. Na conta de Malafaia, há outras nove publicações sobre cononavírus feitas poucas horas após as que foram removidas.

Golpes por Whatsapp e SMS sobre auxílio de R$ 600 já afetaram mais de 4 milhões

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Especialistas orientam sobre como reconhecer e fugir de fraudes

Criminosos têm se aproveitado da crise gerada pela pandemia do novo coronavírus para fazer mais vítimas de golpes virtuais. O principal deles se utiliza do auxílio de R$ 600, aprovado nesta segunda-feira (30) pelo Senado. Por meio de mensagens compartilhadas pelo WhatsApp, os golpistas enviam links maliciosos que, ao ser acessados, podem roubar dados das vítimas.

Segundo o laboratório de segurança digital da PSafe, mais de 4,5 milhões de brasileiros já acessaram esses links sobre o ” coronavoucher “.

O número de vítimas aumentou mais de quatro vezes em uma semana. No último dia 24, esse golpe tinha atingido cerca de um milhão de brasileiros. Na ocasião, o governo federal havia anunciado que pagaria aos trabalhadores informais um voucher no valor de R$ 200.

Na última quinta-feira (6), porém, a Câmara dos Deputados aprovou o pagamento do auxílio com um valor maior, de R$ 600 . O projeto foi aprovado nesta segunda pelo Senado, e a expectativa é que seja sancionado nesta terça-feira (31) pelo presidente Jair Bolsonaro. O pagamento será feito pela Caixa Econômica Federal.

Serão beneficiados todos os trabalhadores que não têm carteira assinada, como autônomos e microempreendedores individuais (MEIs).

Como funciona o golpe

Os usuários recebem, por meio de aplicativos como o WhatsApp, uma mensagem sobre o auxílio de R$ 600 pedindo para que acessem um link e preencham um formulário para que então tenham direito ao saque. Essas mensagens podem ter sido enviadas por parentes ou amigos, que compartilham sem saber que se trata de um golpe.

Alguns dos links são:

auxilio-corona.info

auxiliocorona.com

auxiliocidadao.com

auxiliocidadao.archivezap.live/

bit.ly/AuxilioCidadao

A PSafe, no entanto, informou que existem diversos links por onde este ataque está sendo disseminado.

Grande parte dos links maliciosos têm o objetivo de roubar dados pessoais e financeiros das vítimas ou levá-las a páginas falsas para visualizar publicidades excessivas.

Saiba como evitar as fraudes

  • Evite clicar em links de mensagens que ofereçam brindes, prêmios ou benefícios;
  • Desconfie de informações sensacionalistas ou ofertas muito vantajosas e busque fontes confiáveis;
  • No caso de mensagens que tratam de assuntos governamentais, como benefícios sociais e questões de saúde pública, busque a informação em sites oficiais, como do Ministério da Economia e do Ministério da Saúde;
  • Não compartilhe mensagens sem antes verificar se a informação é verídica e se os links são seguros; e
  • Utilize soluções de segurança no celular que oferecem a função de detecção automática de ‘phishing’ (roubo de dados) em aplicativos de mensagem e redes sociais.

Golpes por Whatsapp e SMS sobre auxílio de R$ 600 já afetaram mais de 4 milhões

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Especialistas orientam sobre como reconhecer e fugir de fraudes

Criminosos têm se aproveitado da crise gerada pela pandemia do novo coronavírus para fazer mais vítimas de golpes virtuais. O principal deles se utiliza do auxílio de R$ 600, aprovado nesta segunda-feira (30) pelo Senado. Por meio de mensagens compartilhadas pelo WhatsApp, os golpistas enviam links maliciosos que, ao ser acessados, podem roubar dados das vítimas.

Segundo o laboratório de segurança digital da PSafe, mais de 4,5 milhões de brasileiros já acessaram esses links sobre o ” coronavoucher “.

O número de vítimas aumentou mais de quatro vezes em uma semana. No último dia 24, esse golpe tinha atingido cerca de um milhão de brasileiros. Na ocasião, o governo federal havia anunciado que pagaria aos trabalhadores informais um voucher no valor de R$ 200.

Na última quinta-feira (6), porém, a Câmara dos Deputados aprovou o pagamento do auxílio com um valor maior, de R$ 600 . O projeto foi aprovado nesta segunda pelo Senado, e a expectativa é que seja sancionado nesta terça-feira (31) pelo presidente Jair Bolsonaro. O pagamento será feito pela Caixa Econômica Federal.

Serão beneficiados todos os trabalhadores que não têm carteira assinada, como autônomos e microempreendedores individuais (MEIs).

Como funciona o golpe

Os usuários recebem, por meio de aplicativos como o WhatsApp, uma mensagem sobre o auxílio de R$ 600 pedindo para que acessem um link e preencham um formulário para que então tenham direito ao saque. Essas mensagens podem ter sido enviadas por parentes ou amigos, que compartilham sem saber que se trata de um golpe.

Alguns dos links são:

auxilio-corona.info

auxiliocorona.com

auxiliocidadao.com

auxiliocidadao.archivezap.live/

bit.ly/AuxilioCidadao

A PSafe, no entanto, informou que existem diversos links por onde este ataque está sendo disseminado.

Grande parte dos links maliciosos têm o objetivo de roubar dados pessoais e financeiros das vítimas ou levá-las a páginas falsas para visualizar publicidades excessivas.

Saiba como evitar as fraudes

  • Evite clicar em links de mensagens que ofereçam brindes, prêmios ou benefícios;
  • Desconfie de informações sensacionalistas ou ofertas muito vantajosas e busque fontes confiáveis;
  • No caso de mensagens que tratam de assuntos governamentais, como benefícios sociais e questões de saúde pública, busque a informação em sites oficiais, como do Ministério da Economia e do Ministério da Saúde;
  • Não compartilhe mensagens sem antes verificar se a informação é verídica e se os links são seguros; e
  • Utilize soluções de segurança no celular que oferecem a função de detecção automática de ‘phishing’ (roubo de dados) em aplicativos de mensagem e redes sociais.

Mulher que espalhou notícia falsa no Facebook sobre morte de médico por coronavírus é autuada

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Caso aconteceu no Paraná

O núcleo de Guarapuava do Grupo de Atuação Especial de Combate ao Crime Organizado (Gaeco), do Ministério Público do Paraná, identificou e interrogou uma mulher que postou notícia falsa relacionada à epidemia de coronavírus na rede social Facebook.

Conforme apurou o Gaeco, a mulher divulgou que um médico teria morrido em Guarapuava, vítima do vírus. As informações foram divulgadas nesta sexta-feira (27).

No interrogatório, a autora da postagem confessou os fatos, declarando-se arrependida.

Diante da caracterização da infração penal prevista no artigo 41 da Lei das Contravenções Penais (“provocar alarma, anunciando desastre ou perigo inexistente, ou praticar qualquer ato capaz de produzir pânico ou tumulto”, com pena prevista de prisão simples de 15 dias a seis meses ou multa), foi lavrado termo circunstanciado, encaminhado ao Juizado Especial Criminal de Guarapuava.

Foto: Pixabay

Outro caso

Em Cascavel, o MPPR também adotou providências no âmbito dos juizados especiais criminais para responsabilização de “influenciadora digital” que utilizou suas redes sociais para causar alarde, pânico e temor à sociedade com a divulgação de conteúdos inverídicos sobre a doença.

As informações são do Ministério Público do Paraná

Tinder libera recurso Gold para todos

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A ferramenta liberada pelo Tinder permite que os usuários conheçam pessoas do mundo todo; objetivo é trocar experiências sobre a pandemia

O  Tinder  anunciou que, a partir da próxima semana até o dia 30 de abril, todos os usuários terão acesso à ferramenta ‘ Passaporte ’, normalmente disponível apenas para clientes Gold ou Plus , por conta dos isolamentos causados pela pandemia do novo coronavírus . O recurso permite pagar para “viajar” a qualquer lugar do mundo à procura de “matches”.

Em nota, o CEO da empresa, Shar Dubey, afirmou que a decisão vai dar à comunidade a “tecnologia para compartilhar, aprender e ouvir aqueles que estão enfrentando a mesma situação em diferentes regiões geográficas durante um período sem precedentes de isolamento”.

O “Passaporte” possibilita que o usuário pesquise por cidade ou coloque um alfinete em qualquer lugar do mapa para encontrar pretendentes nessa região . O Tinder pede para que as pessoas usem “o recurso para se transportar virtualmente da quarentena para qualquer lugar do mundo”.

Via IG

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Golpe promete Netflix grátis por causa de coronavírus e atinge 1 milhão

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Netflix libera acesso de graça? Golpe que circula no WhatsApp usa período de quarentena em isolamento ao coronavírus

Um novo golpe que circula no WhatsApp nesta quinta-feira (19) promete Netflix de graça durante o período de isolamento e quarentena para prevenção do surto do novo coronavírus. A mensagem falsa diz que libera acesso ao serviço de streaming após o usuário fazer o suposto cadastro grátis na Netflix pelo link indicado, que não é oficial e é potencialmente malicioso. Segundo análise do dfndr lab, laboratório especializado em segurança digital da PSafe, o endereço do golpe tem mais de 1 milhão de acessos e compartilhamentos.

Não há registros oficiais de Netflix grátis durante a pandemia da Covid-19. Com base em outros golpes semelhantes, é possível concluir que o objetivo dos cibercriminosos seja ganhar dinheiro com anúncios fraudulentos ou roubar dados dos usuários, em golpe conhecido como phishing.

Golpe no WhatsApp promete Netflix grátis durante isolamento provocado por coronavírus — Foto: Rubens Achilles/TechTudo
Golpe no WhatsApp promete Netflix grátis durante isolamento provocado por coronavírus — Foto: Rubens Achilles/TechTudo

A Netflix decidiu liberar o acesso a sua plataforma de filmes e séries pelo período de isolamento das pessoas, mas é por pouco tempo o cadastramento! Corre no site https://netflix-usa.net/

De acordo com o Google Trends, ferramenta que monitora buscas na Internet, a procura por termos como “netflix isolamento”, “netflix libera acesso” e “netflix grátis” tiveram aumento repentino ao longo das últimas 24 horas. No Twitter, usuários também reagiram à informação falsa — veja algumas postagens ao final da matéria.

Google Trends mostra pico de buscas para "netflix isolamento" — Foto: Reprodução/Google Trends
Google Trends mostra pico de buscas para "netflix isolamento" — Foto: Reprodução/Google Trends
Google Trends mostra pico de buscas para “netflix isolamento” — Foto: Reprodução/Google Trends

A Netflix oferece ferramentas online para detectar golpes com o nome da empresa de streaming. Ao suspeitar de alguma suposta oferta da Netflix, é possível conferir a veracidade no site oficial (netflix.com/signup/planform), que lista os planos disponíveis na plataforma.

O atendimento por telefone está disponível pelo número 0800 761 4631 das 8h até 23h (horário de Brasília). Assinantes também podem seguir as dicas da página de segurança do serviço (netflix.com/security), no caso de movimentação estranha na conta da Netflix.

Golpes se aproveitam do novo coronavírus

Outras mensagens falsas que circulam no WhatsApp se aproveitam da pandemia do novo coronavírus para enganar usuários. Segundo a Organização Mundial da Saúde (OMS), o surto da Covid-19 trouxe uma infodemia de desinformação, pela quantidade exagerada de notícias sobre o assunto. Portanto, é importante questionar mensagens muito encaminhadas no WhatsApp, já que podem se tratar de boatos.

É o caso de um texto que promete distribuição grátis de mais de 1 milhão de unidades de álcool em gel produzido pela Ambev, com link para inscrição. A fabricante de cervejas realmente vai doar o produto a hospitais públicos, mas o endereço com as supostas informações é falso e se assemelha a golpe de phishing.

Em comunicado na página oficial no Facebook, a empresa esclareceu que a corrente no WhatsApp sobre a Ambev distribuir álcool em gel é falsa. O produto será, na verdade, entregue a hospitais públicos de São Paulo, Rio de Janeiro e Brasília para uso interno dos funcionários de saúde.

Também há registros textos oferecendo diagnóstico grátis para o coronavírus causador da Covid-19, com formulários de verificação ou supostas consultas grátis com médicos pelo WhatsApp. Os links que acompanham as mensagens são falsos e também têm potencial para roubar dados dos usuários.

Como se proteger?

Em períodos de crise, é comum o aumento da circulação de fake news e correntes falsas pelas redes sociais. De acordo com o diretor do dfndr lab Emilio Simoni, é importante duvidar de textos que não acompanhem links para fontes oficiais de órgãos de saúde, como a OMS ou o Ministério da Saúde, ou notícias de veículos conhecidos da imprensa.

Ao acessar páginas para inserir dados pessoais, é importante verificar se o endereço começa com o código HTTPS, que possui uma camada de segurança a mais que o HTTP. Também é sempre válido manter um antivírus instalado em seu celular, manter o sistema operacional atualizado e tomar cuidado extra ao utilizar redes Wi-Fi públicas. Via TechTudo

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São Paulo recebe o maior festival de robótica do Brasil

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Evento reúne 1.500 estudantes de todo o país e é aberto ao público.

Os desafios do dia a dia nas cidades são a inspiração de mais de 1.500 jovens de escolas públicas e particulares de todo o país que se encontram nas arenas do maior festival de robótica do país, o Festival SESI de Robótica, que ocorre de hoje (6) até domingo (8) no Pavilhão da Bienal, em São Paulo. O evento será aberto ao público durante todos os dias.

Os estudantes de 9 a 18 anos fazem parte de 168 equipes que aplicaram em seus robôs conhecimentos de ciências, matemática e outras disciplinas ligadas à tecnologia. Eles estão distribuídos por 21 mil metros quadrados em três andares do espaço, onde participam da competição em três diferentes modalidades: a FIRST LEGO League, a FIRST Tech Challenge e a F1 in Schools (Fórmula 1 nas escolas).

Organizado pelo Serviço Social da Indústria (SESI), o Festival SESI de Robótica classifica as melhores equipes para torneios internacionais. Entre eles, o World Festival, a copa do mundo de robótica que será realizada em abril, em Houston (EUA). O Festival é dividido nas seguintes categorias:

FIRST LEGO League

Reunidos em equipes de dois a dez participantes, os estudantes precisam elaborar um projeto buscando soluções para problemas do dia a dia da sociedade moderna. O tema desta temporada, City Shaper (Cidades Inteligentes), desafia os jovens a pesquisar formas de melhorar a vida das pessoas nas cidades. Além do projeto de inovação, os participantes precisam construir um robô de LEGO que é programado para realizar uma série de missões, e também são submetidas a outras categorias de avaliação como Design do Robô, que envolve Programação e, conceitos de trabalho em equipe, respaldadas pelos valores e princípios da competição.

Ao todo, 100 equipes de todos os estados do Brasil participam da competição nesta categoria. Elas foram selecionadas após a realização de diversos torneios regionais, que vêm sendo realizados desde dezembro do ano passado. Os quatro primeiros colocados irão representar o Brasil no torneio internacional, realizado em abril, em Houston (EUA).

A estudante Anna Clara, de 14 anos, aluna do 9° ano SESI de Taguatinga (DF) faz parte da Equipe Albatroid “Planejamos cada parte do motor, onde ficam os sensores, os motores, para que ele seja mais eficiente. E montamos uma estratégia para ele cumprir cada missão”. Os robôs devem ajudar um deficiente pela cidade, por exemplo, ou limpar uma rua.

O professor André Alcântara da Silva, técnico da Equipe Albatroid explica sobre a utilização da robótica na educação. “Essa é uma metodologia nova que trata algo muito antigo que é exigido na educação como as metodologias ativas e a robótica trabalha todo esse âmbito e trabalha a criatividade, matemática, ciências, engenharia, onde o aluno é o criador e o protagonista do ensino.”

Além das competições nas arenas, as escolas também apresentam projetos de inovação da temporada City Shaper – cidades inteligentes e sustentáveis.

Um deles é o Nanomasters, da Escola Internacional de Goiânia. Os alunos criaram um sensor de alagamentos. O projeto Notifify é um sistema de sensores medidores de níveis de água nas vias com risco. “Ele funciona com um conjunto de sensores que vai transmitir as informações para aplicativos de trânsito e placas inteligentes no começo da via e em pontos estratégicos”, explicou o estudante Tomás Pereira Valsecchi, um dos participantes da equipe que, além do festival, garantiu vaga no Internacional Tournament of Robotics 2020, que acontecerá em junho na Argentina.

FIRST Tech Challenge

O SESI é o operador oficial da modalidade desde 2019, a FIRST Tech Challenge, que desafia estudantes do ensino médio a projetar, programar e construir um robô que seja capaz de realizar tarefas. Para isso, eles precisam aprender a trabalhar com máquinas e circuitos, como se fossem engenheiros de verdade.

Partipante da Equipe Geartech, do SESI de Goiânia, o estudante Eduardo Lemoes Ribeiro, de 17 anos, explica que nesta competição o trabalho é diferente da First Lego League. “Aqui a gente tem que fazer cada peça de acordo com a necessidade do nosso robô e da nossa estratégia. É um trabalho mais manual na criação do robô e também contamos com patrocínio para a montagem.”

Ao todo, 35 equipes de 18 estados brasileiros participam da disputa este ano.

F1 nas Escolas

Voltado para estudantes de escolas SESI, com idades entre 9 e 19 anos, o desafio desta categoria é reproduzir a realidade de uma escuderia de Fórmula 1, idealizadora da competição. Além de criar e montar um carrinho que vai competir em uma pista de corrida em miniatura, os estudantes também precisam formar uma escuderia, ir atrás de patrocínio e criar um projeto social. Ao todo, 32 equipes compostas por estudantes da rede SESI de 18 estados brasileiros participam da disputa.

Atividades abertas ao público

O festival ainda oferece diversas atividades abertas ao público, como a área de experimentação livre, com programação que busca engajar o público em atividades de produção de objetos e/ou sistemas por meio do exercício da criatividade, da exploração livre, da tentativa e erro e do aprender fazendo.

Na área Desmonte e crie o público poderá aprender a abrir brinquedos eletrônicos que não são mais utilizados, conhecer seu funcionamento e reutilizar suas peças na área de livre experimentação para a produção de outros objetos. Para participar dessa atividade, é necessário trazer um brinquedo que seja movido a pilha, que se movimente e que possa ser aberto e desmontado, como por exemplo: carrinhos de controle remoto, robôs, bonecos, e ursos de pelúcia com movimento.

As oficinas são desenvolvidas por artistas e especialistas da área de tecnologia em conjunto com a equipe do Programa ACESSE, partem da experimentação para a construção de conhecimentos e reflexões sobre diversos temas, articulando-os com a prática pedagógica e a Base Nacional Comum Curricular.

Fonte: Agência Brasil

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