Cidade matogrossense na divisa com Rondônia adota salário mínimo para vereadores

Cidade matogrossense na divisa com Rondônia adota salário mínimo para vereadores

Prefeita de Rondolândia recusou aumento

Uma medida que todos cobram em Rondônia, e que depende muito mais dos próprios políticos do que da sociedade, acaba de ser colocada em prática numa cidade do Mato Grosso, quase na divisa com o Estado.

Em Rondolândia (MT), município próximo de Ministro Andreaza e Cacoal (RO), a prefeita Bett Sabah (PMDB) não autorizou o aumento em seu próprio salário. A lei que trata dos reajustes salariais das autoridades daquela cidade foi votada no dia 12 de setembro pelos atuais vereadores.

Ao elaborar a lei do reajuste, Bett Sabah (FOTO) solicitou à Câmara Municipal que mantivesse seu próprio salário congelado, bem como o do vice-prefeito. Desta forma, o salário da prefeita segue no valor de R$ 10.000,00 e do vice-prefeito de R$ 6.000,00 brutos.

Já os vereadores, sob a presidência de Gilberto Aguiar (PMDB), decidiram reduzir os próprios vencimentos ao valor de quase um salário mínimo. O salário que era de R$ 1.680,00 brutos, passará a ser de R$1.200,00. Com os descontos, o valor quase se igualará ao mínimo, que em 2017 será de R$ 945,80.

Se o Governo Federal seguir as regras de reajustes do salário mínimo, em 2020, quando encerram-se os mandatos da próxima legislatura, os vereadores possivelmente estarão recebendo menos do que o mínimo.

O único reajuste foi para os secretários municipais. Os poderes Executivo e Legislativo consideraram necessário o aumento devido à intensidade do trabalho e a responsabilidade de todos os secretários na condição de gestores públicos e ordenadores de despesas. Desta forma, o salário que era de R$ 2.688,00 bruto passará a ser de R$ 4.000,00.

Fonte: Tribuna Popular

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