Análise & Opinião

Coluna - "Covarde e falso moralista"; Cassol critica Jaime Bagattoli por voto contrário no Senado

E ainda; Confúcio e suas andanças; Jesualdo Pires 'engessado' e Hildon isolado com clã Carvalho aliado a Rocha

Compartilhar: WhatsApp X LinkedIn

Engessado

O ex-prefeito de Ji-Paraná, Jesualdo Pires está ‘parado para manutenção'. Ele fez uma cirurgia no joelho e está usando bota ortopédica, mas apesar de engessado, não está parado. De olho em uma vaga na Câmara Federal em 2026, Jesualdo vem mantendo conversas por telefone com apoiadores e lideranças e promete voltar às andanças em breve, "só tirar esse gesso que volto a percorrer o Estado", declarou em conversa com PAINEL POLÍTICO nesta sexta-feira. Jesualdo tem caminhado junto com a deputada federal Sílvia Cristina, virtual candidata ao Senado.

Bagunçou

Por todo o Estado reverbera a possibilidade (quase) real de Ivo Cassol ser candidato ao governo e isso tem deixado os demais pré-candidatos em compasso de espera, para ver o texto final das alterações na Lei da Ficha Limpa e se Lula vai ou não vetar trechos da lei aprovada esta semana. O prazo é de 15 dias úteis após o recebimento pelo Planalto, caso ele não assine e nem vete dentro dos 15 dias úteis, ocorre a sanção tácita, e a lei é considerada aprovada, sendo promulgada pelo presidente do Senado. Caso ocorra algum veto, (total ou parcial), ele deve ser justificado e retorna ao Congresso Nacional, que tem 30 dias para analisar o veto e decidir se o mantém ou o derruba. Com prazos apertados devido ao calendário eleitoral, as articulações estão em stand-by.

“Covarde e falso moralista”

Assim o ex-governador e ex-senador Ivo Cassol classificou o senador Jaime Bagattoli, que votou contrário as mudanças na Lei da Ficha Limpa. “Jaime Bagattoli é um falso moralista. Um covarde. Ele não tem moral para falar de mim”, afirmou Cassol. “E ó, pra quem não sabe a história do Jaime, vou dizer mais, Jaime, você só é senador da República ô Jaime, por causa de mim. Por causa do Ivo Cassol.” Bagattoli votou contra por uma ‘questão ideológica', que defendeu publicamente que a mudança na lei seria “um péssimo recado à sociedade” e “carta branca para a impunidade”. Cassol foi além, disse que o senador vilhenense ‘conhece sua história como ninguém, desde a época em que puxavam toras juntos nos anos 70'. Veja abaixo.

Continue lendo

Este conteúdo é exclusivo para assinantes.
Por menos de um café por semana, leia sem limites.

Assinar agora — R$19,90/mêsJá sou assinante — Entrar
💬 Comentários

Carregando comentários…