Análise & Opinião

Coluna - Hildon deve deixar o PSDB, que vai fundir com Podemos

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Juntos, mas nem tanto misturados

Hildon Chaves, ex-prefeito de Porto Velho deve anunciar sua saída do PSDB nas próximas semanas. Sua saída tem dois motivos, primeiro é que os tucanos estão batendo as asas para uma fusão com o Podemos, de Léo Moraes e não é novidade alguma que ambos não se bicam. O segundo é que Hildon vem trabalhando a possibilidade de ser candidato ao Senado e os tucanos, caso não façam a fusão, dificilmente conseguirão atingir, em 2026, a cláusula de barreira por desempenho eleitoral — o que deixaria a sigla sem fundo partidário e sem horário gratuito de rádio e televisão.

Hildon de malas prontas para deixar o ninho tucano

Fazendo contas

Nas eleições municipais do ano passado, o Podemos teve direito à oitava maior fatia do Fundo Especial de Financiamento de Campanha, conhecido como fundão eleitoral: 236,66 milhões de reais. Os tucanos com 147,95 milhões, ficaram na décima posição. Juntos, teriam, segundo os cálculos do Podemos, 381.189.494,95 reais, ficando com o sétimo maior valor do FEFC, superando o Republicanos e bem próximo aos 404,6 milhões do MDB. Com a fusão, o Podemos e o PSDB teriam juntos o quinto maior número de vereadores espalhados pelo Brasil, um total de 5.330 (2.330 do primeiro e 3.000 do segundo). Os tucanos negam publicamente a fusão, mas a legenda está realmente na UTI e a união deve ser anunciada nos próximos meses.

Elias Rezende ‘limpou a barra’ no TCE

Limpando a barra

O secretário de Obras do governo de Rondônia, Elias Rezende, tratou de acertar junto ao Tribunal de Contas do Estado, todas as pendências financeiras que tinha em decorrência de multas aplicadas a ele pelo órgão de controle. Nos últimos dias, quitou todos os ‘atrasados’ para evitar qualquer obstáculo que possa inviabilizar sua nomeação na Casa Civil. Ele também vem buscando aproximação com os deputados estaduais para evitar desgastes e aparar qualquer aresta que atrapalhe seus planos. No meio político, sua nomeação é dada como certa, a demora decorre apenas de alguns movimentos políticos. O governador Marcos Rocha não quer saber de nenhuma queixa antes de bater o martelo.

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