Análise & Opinião

Coluna - Jesualdo Pires se organiza para disputar uma vaga na Câmara Federal

O drama dos ribeirinhos amenizado por ações da prefeitura com Léo, o onipresente; Cassol ‘no gatilho’ para 2026; Hildon perde a batalha, mas a guerra continua

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Drama

Comunidades ribeirinhas de Porto Velho estão sofrendo com a cheia do Rio Madeira, que pelo ritmo, deve complicar, e muito a vida de quem vive às margens do Madeira. A prefeitura de Porto Velho está intensificando o apoio a essas comunidades, e o prefeito Léo Moraes está conclamando a sociedade para ajudar no que for possível, através de doações. "Essa ação é importante para integrar a sociedade nessa mobilização de ajuda, amor e solidariedade com nossos irmãos impactados com o avanço do rio Madeira, é uma oportunidade de superarmos juntos mais esse desafio para nossa cidade", destacou o prefeito Léo Moraes. A prefeitura disponibilizou um numero de WhatsApp para quem quiser ajudar, ou quem estiver em situação de risco. Os cidadãos interessados em colaborar podem entrar em contato direto através do WhatsApp (69) 98473-2112. Em caso de emergência, ligue 199.

Na pegada

Léo Moraes está mostrando, a cada dia, que a população acertou em cheio ao confiar nele nas eleições do ano passado. Inclusivo, participativo e onipresente, o prefeito tem estado em todas as linhas de frente da capital, seja em eventos na periferia, seja no drama que aflige as populações ribeirinhas. Léo pode até ser ‘nepobaby’, por ter herdado capital político de seu pai, o ex-deputado Paulo Moraes que deixou este plano em 2015, mas ele mostrou que tem ‘CPF próprio’ e se dedica a população. E a capital precisava de um prefeito com essa pegada, de resolver e dar atenção especial as comunidades menos assistida. Cada movimento tem sido no sentido de resolver os problemas crônicos de Porto Velho. Ponto para ele, que está pavimentando uma estrada sólida que certamente vai render louros no futuro.

Renúncia

O ex-prefeito Hildon Chaves preferiu não estender um longo debate judicial sobre a presidência da Arom, e no final da tarde de quinta-feira anunciou através de redes sociais, que estava deixando o comando da instituição. Chaves foi inteligente no movimento, já que essa disputa poderia gerar um desgaste desnecessário a sua imagem. A entidade agora deve realizar novas eleições para preencher o cargo.

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