Coluna - Manobra 'marota' do governo Rocha 'ajeita' cargo para ex-Sebrae que agora preside a JUCER
Veja ainda, Léo Moraes quer guarda civil armada para melhorar segurança; deputados viajam à Vegas para feira armamentista e embolsam R$ 81 mil em diárias

Reação
O prefeito de Porto Velho, Léo Moraes (Podemos) pretende implantar uma guarda municipal armada para auxiliar a Polícia Militar e ampliar o serviço de segurança pública na capital. Apenas Porto Velho, Cuiabá e Rio Branco ainda não contam com esse serviço. “Já estamos na fase de estudos, para se Deus quiser conseguirmos captar recursos e fazer um concurso o quanto antes”, disse o prefeito, que em 2013 apresentou o projeto quando era vereador. A pressa agora se deve a recente onda de ataques que aterrorizou a capital e requer uma resposta imediata do poder público.
Ausente
Enquanto a população de Porto Velho sofria com os ataques promovidos por facções criminosas, o governador Marcos Rocha arejava em praias nordestinas. Aliás, sempre que pinta uma crise, Rocha desaparece. Tem sido assim desde a pandemia, quando ele ficou em isolamento.
Presente
Mas o governador se faz presente quando o assunto é resolver problemas de aliados. Após uma série de denúncias contra o ex-superintendente do Sebrae, Clébio Billiany de Mattos, acusado de assédio moral contra colaboradores da entidade, que culminaram com seu afastamento, pelo voto de 10 dos 15 conselheiros, sendo que 3 votaram pela permanência e dois resolveram se abster. Mas para tentar amenizar a gravidade das acusações, o governo manobrou com a Fiero e destituiu toda a diretoria.
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