Análise & Opinião

Coluna Painel Político - Vídeos de 'go-go boy' em festa de aniversário com 'patrocínio' de políticos evangélicos viralizam

E ainda, churrascaria tradicional vai ser despejada e o fim dos protestos em Humaitá

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Espalhou

Nesta quarta-feira passou a circular nos grupos de Whatsapp de Rondônia, vídeos de uma festa de aniversário que teve como atração um ‘go-go boy’ paulista em cenas explícitas durante sua apresentação. As imagens foram gravadas no aniversário de um assessor parlamentar, e não teria nada demais, exceto por um banner gigante no palco com os ‘patrocinadores’ do evento. Em letras garrafais, aparecem os nomes de Marcelo Cruz (presidente da Assembleia Legislativa) e do vereador Isaque Machado, além de outras empresas. Evidente que em período pré-campanha, tais imagens ganhassem forte repercussão. O causou ainda mais furor, o fato de ambos serem ligados a igrejas evangélicas.

“Foi apenas uma gentileza”

Procurado pela coluna, Marcelo Cruz riu bastante antes de responder sobre como seu nome havia ido parar naquele evento. O deputado afirmou que o aniversariante é assessor na Assembleia Legislativa, é suplente de vereador e responsável pela confecção do banner. “Foi apenas uma gentileza da parte dele em divulgar meu nome, não dei um real para esse evento e não tenho controle sobre esse tipo de coisa. Na verdade, os concorrentes (demais pré-candidatos à prefeito) estão usando isso para tentar me desqualificar junto aos evangélicos e me associar a um estilo de vida que não faz parte da minha conduta’, disse o deputado quando parou de rir.

Despejo

A churrascaria Boi na Brasa, bem conhecida em Porto Velho, perdeu ação na justiça e deverá ser despejada. A decisão do juiz Danilo Augusto Kanthack Paccini, da 2ª Vara Cível de Porto Velho, deu prazo de 30 dias para os proprietários desocuparem o imóvel, situado entre as avenidas Rio Madeira e Vieira Caúla. Já havia uma liminar determinando a saída, mas ela havia sido suspensa. O proprietário quer o imóvel de volta, e os donos da churrascaria alegam que investiram mais de R$ 1 milhão em benfeitorias e querem o dinheiro para sair. A justiça tem uma visão diferente. Cabe recurso da decisão, mas fatalmente é apenas uma questão de tempo.

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