Debate na Record não trouxe novidade

[su_frame align=”right”] [/su_frame][su_button url=”http://painelpolitico.com/category/eleicoes-2014/” target=”blank” style=”glass” size=”5″ radius=”round” icon=”http://painelpolitico.com/wp-content/uploads/2014/09/eleicoes_2014_abertura.jpg” text_shadow=”1px 1px 1px #000000″]Eleições 2014[/su_button]Candidato a reeleição, o governador Confúcio Moura (PMDB) foi o principal alvo do debate realizado na noite desta sexta-feira pela TV Candelária (Rede Record) em Porto Velho. O evento reuniu todos os pretendentes ao cargo máximo em Rondônia. O estilo do debate, iniciado com candidatos realizando perguntas entre sí agradou os telespectadores, mas o nível das perguntas deixou a desejar.
Com ataques diretos Confúcio demonstrou nervosismo ainda no início do confronto. Um exemplo foi a primeira pergunta, realizada por Pimenta de Rondônia, que queria saber porque o Governo não agiu com prevenção na questão da enchente do Rio Madeira, uma vez que foi informado pelo Sipam sobre a possibilidade de cheia. “Não morreu ninguém”, disse para completar com uma afirmação que nada tinha a ver com o questionamento: “O Teatro foi inaugurado e entregue”. Ninguém entendeu e Pimenta continuou detalhando que os ribeirinhos atingidos estão morrendo aos poucos.

Padre Tom (PT) foi outro a atacar o governador afirmando que o asfalto em supostas 2300 ruas anunciado em todo o Estado é de péssima qualidade e as obras estão inacabadas.

Jaqueline Cassol (PR) mais uma vez disse que tem experiência e que o Governo de seu irmão, Ivo Cassol (PP) foi superior ao de Confúcio. “O Governo precisa ter gestão e não conchavos políticos”.

Expedito Júnior (PSDB) também foi atacado, principalmente por Jaqueline. Em seu melhor momento afirmou que os últimos dois governos foram incompetentes para garantir obras de saneamento para a Capital. Ele também apresentou dados sobre o setor.

Ao responder ataques de Confúcio, disse que nunca respondeu a nenhum processo criminal ou improbidade administrativa e nem passou pelo constrangimento de ter a Polícia Federal à sua porta às 6 horas da manhã, como aconteceu na Operação Termópilas, que prendeu o afilhado do governador, Rômulo da Silva Lopes, no apartamento de Confúcio, acusado de envolvimento com a quadrilha que desviava recursos das Secretarias da Saúde e da Justiça e Cidadania.

As informações são do Rondoniagora

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Alan Alex é jornalista, editor do site e da coluna Painel Político. Natural de Porto Velho foi criador e editor do site Portal364, trabalhou na redação dos jornais Diário da Amazônia, Folha de Rondônia, revista Painel Político, foi assessor de imprensa, é roteirista, editor de conteúdo e relações públicas. Também atuou como repórter de TV e rádio. É filiado à ABRAJI.

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