Delegados detalham operação que desarticulou quadrilha em Vilhena

Após a série de prisões efetuadas em Vilhena, através da “Operação Chronus”, os dois delegados que comandaram a ação falaram à imprensa local sobre os detalhes da investigação, iniciada há seis meses. Fábio Campos e Ítalo Osvaldo revelaram que o bando, que era comandado de dentro do presídio Urso Panda, de Porto Velho, cometeu uma série de crimes na cidade, incluindo um homicídio e uma tentativa de assassinato, entre outros.
Os delegados confirmaram que o cabo da PM, Eduardo Aparecido Sampaio, preso 40 dias atrás, era o responsável pela distribuição de drogas nas “bocas” de Vilhena. Já em fase de expulsão da corporação, o militar usava técnicas que havia aprendido na própria PM para executar a tarefa.
A investigação revelou ainda que os dois líderes do crime em Vilhena eram: Nilson Santos Vidal e Claudinei Pereira Silva, ambos também presos. Dias atrás, ao ser apanhado, Claudinei tinha R$ 7 mil em seu poder, mas alegou que o dinheiro pertencia a seu pai.
Já o marginal que atuava na “logística de operações” do bando, mesmo cumprindo pena no presídio da capital, identificado Euzébio Gomes, cuidava do fornecimento de armas e da contratação de pistoleiros para executar pessoas em conflito com a quadrilha.
Durante os meses em que durou a operação, foram apreendidos 11 kg de maconha, 1 kg de cocaína e uma pistola ponto 40 (de uso restrito). Todos os presos, incluindo mulheres, já foram encaminhados para a Cadeia Pública de Vilhena.

Fonte: FS

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