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Escândalo do rancho: STM confirma penas de militares que desviaram R$ 22 mil em carnes

O Superior Tribunal Militar rejeitou apelações de um aspirante e um cabo envolvidos no desvio de picanha e alcatra da Vila Militar, reafirmando o rigor contra crimes administrativos

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O Superior Tribunal Militar (STM) decidiu, em julgamento realizado na última quinta-feira (12), manter a condenação de dois militares do Exército envolvidos no furto de carnes nobres de uma unidade militar no Rio de Janeiro. A corte rejeitou as apelações criminais apresentadas pelas defesas de um aspirante da Infantaria e de um cabo, que foram sentenciados pelo crime de peculato-furto.

A decisão do tribunal superior ratifica integralmente a sentença proferida pelo Conselho Permanente de Justiça da 3ª Auditoria da 1ª Circunscrição Judiciária Militar (CJM). O caso, que remonta a janeiro de 2019, envolve o desvio de gêneros alimentícios avaliados em R$ 22.328,82.

O crime e o “modus operandi”

De acordo com a denúncia oferecida pelo Ministério Público Militar (MPM), o crime ocorreu na noite de 13 de janeiro de 2019, nas dependências do 1º Batalhão de Infantaria Motorizado (Escola), localizado na Vila Militar, Zona Oeste do Rio.

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