Homem sofre fratura peniana após ‘ereção eterna’ causada por viagra

Criança pulou sobre o pai para acordá-lo durante manhã, mas, como ele sofria de uma ‘ereção eterna’, a queda resultou em uma fratura no pênis

Do IG – Um homem de 36 anos, morador da região de Uttar Pradesh, na Índia, sofreu uma fratura peniana após seu filho pular sobre ele para acordá-lo enquanto sofria de uma ‘ereção eterna’. Segundo informações do portal Daily Mail, o acidente aconteceu depois do indiano tomar comprimido de viagra e pênis não ‘voltar ao normal’.

O paciente com a fratura peniana , cujo nome não foi divulgado, procurou um hospital dois dias depois do acidente reclamando de muitas dores, além da deformação e inchaço no pênis. Ele explicou aos médicos que teve uma “ereção eterna” depois de tomar o medicamento, pois o efeito permaneceu mesmo após fazer sexo com a esposa e se masturbar.

Como não conseguiu resolver a questão, ele acabou dormindo. Mas não esperava que seu filho, ainda criança, decidiria pular sobre seu corpo para acordá-lo na manhã seguinte. Ao fazer isso, o menino caiu em cima da ereção e causou danos à estrutura do órgão genital.

No hospital, o homem passou pela triagem e foi encaminhado para o centro cirúrgico, onde a equipe do médico Deepanshu Sharma, responsável pelo caso, encontrou e reparou um rasgo em seu corpo cavernoso (tecido esponjoso que armazena o sangue durante uma ereção).

Ao publicar o caso em uma revista científica, os especialistas explicaram que o paciente não sofreu danos permanentes, mas demorou seis semanas para conseguir ter uma ereção e ficou com o pênis com o “formato de berinjela” após todo o caso.

Fraturas penianas normalmente acontecem durante relações sexuais ou masturbações e, em 50% dos casos, são identificadas com dores fortes e o som de algo sendo quebrado. Elas precisam de cirurgia para serem reparadas e podem deixar sequelas.

Na maioria dos casos, os pacientes ficam estéreis e sofrem com dores durante o sexo para toda a vida.

Considerados muito raros, cerca de 1,6 mil casos foram registrados na literatura médica mundial desde 1924, o que pode ser entendido como 16 ocorrências de uma fratura peniana por ano.

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