Hospital psiquiátrico de GO tem surto de H1N1; 6 pacientes infectados

No estado, já são 11 casos da doença confirmados, com uma morte. Três dos pacientes do hospital com o vírus estão na UTI

A Secretaria Estadual de Saúde de Goiás confirmou, nesta quinta-feira (15), 11 casos da gripe H1N1 no estado. Os doentes vivem em três cidades: Goiânia, Trindade (na região metropolitana da capital) e Anápolis, município a 150km de Brasília. Uma mulher de 54 anos morreu em decorrência do vírus. Em todo o ano passado, Goiás notificou três casos de H1N1.

A situação é mais preocupante no hospital psiquiátrico Vila São Cottolengo, em Trindade, onde há seis doentes. A unidade abriga 320 pessoas com comprometimento da saúde mental e motora. Os pacientes infectados com H1N1 têm entre 39 e 50 anos, sendo que três deles estão na unidade de terapia intensiva (UTI).

Apesar de admitir um surto na unidade de saúde, a Vigilância Epidemiológica garante que a doença está sob controle. “Todas as medidas estão sendo desenvolvidas. Todos os pacientes estão sendo tratados. Estamos trabalhando para evitar novos casos e que mortes ocorram”, afirma a gerente de Vigilância Epidemiológica de Goiás, Magna Maria de Carvalho.

A vacina atualizada contra o H1N1 ainda não está disponível. Os pacientes que adoeceram no Hospital Vila São Cottolengo haviam sido imunizados antes, mas a proteção tem validade de um ano. “Esse é um local em que as pessoas têm doenças neurológicas e comprometimento de imunidade”, justifica Magna.

A Secretaria Estadual de Saúde de Goiás confirmou, nesta quinta-feira (15/3), 11 casos da gripe H1N1 no estado. Os doentes vivem em três cidades: Goiânia, Trindade (na região metropolitana da capital) e Anápolis, município a 150km de Brasília. Uma mulher de 54 anos morreu em decorrência do vírus. Em todo o ano passado, Goiás notificou três casos de H1N1.

A situação é mais preocupante no hospital psiquiátrico Vila São Cottolengo, em Trindade, onde há seis doentes. A unidade abriga 320 pessoas com comprometimento da saúde mental e motora. Os pacientes infectados com H1N1 têm entre 39 e 50 anos, sendo que três deles estão na unidade de terapia intensiva (UTI).

Apesar de admitir um surto na unidade de saúde, a Vigilância Epidemiológica garante que a doença está sob controle. “Todas as medidas estão sendo desenvolvidas. Todos os pacientes estão sendo tratados. Estamos trabalhando para evitar novos casos e que mortes ocorram”, afirma a gerente de Vigilância Epidemiológica de Goiás, Magna Maria de Carvalho.

A vacina atualizada contra o H1N1 ainda não está disponível. Os pacientes que adoeceram no Hospital Vila São Cottolengo haviam sido imunizados antes, mas a proteção tem validade de um ano. “Esse é um local em que as pessoas têm doenças neurológicas e comprometimento de imunidade”, justifica Magna.

Algumas pessoas, como idosos, crianças, gestantes e pessoas com alguma comorbidade possuem um risco maior de desenvolver complicações. A melhor maneira se prevenir contra a influenza sazonal é se vacinar todo ano.

Fonte: diariodepernambuco

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