Justiça mantém bloqueio de bens do ex-governador José Roberto Arruda

A decisão é dos desembargadores da 3ª Turma Cível do Tribunal de Justiça do Distrito Federal e Territórios (TJDFT)

A Justiça negou o recurso da defesa do ex-governador José Roberto Arruda, que pedia o desbloqueio dos bens do cliente. A decisão é dos desembargadores da 3ª Turma Cível do Tribunal de Justiça do Distrito Federal e Territórios (TJDFT).

Os bens de Arruda, e dos réus, o empresário Paulo Octávio, o ex-delegado Durval Barbosa Rodrigues, José Geraldo Maciel, Marcelo Carvalho de Oliveira, Luiz Paulo Costa Sampaio, Francisco Tony Brixi de Souza, VERTAX Redes e Telecomunicações Ltda e VERTAX Consultoria Ltda, até o limite de R$ 51.164.544,80.

Magistrados mantiveram a decisão de 1ª Instância que decretou a indisponibilidade de seus bens, a pedido do Ministério Público do Distrito Federal e Territórios (MPDFT). Segundo promotores do órgão, o bloqueio é importante para garantir o ressarcimento dos cofres públicos caso os réus sejam condenados pela prática de atos de improbidade administrativa, apurados pela operação “Caixa de Pandora” da Polícia Federal.

Diante da decisão de 1ª Instância que determinou o bloqueio, o ex-governador apresentou recurso. Todavia, os desembargadores entenderam que a indisponibilidade dos referidos bens deveria ser mantida.

Com informações do TJDFT.

 

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