Brilha, mais uma vez, a estrela de Tadros, eleito Presidente do Conselho deliberativo do Sebrae nacional

Pela primeira vez um dirigente empresarial da Amazônia passa a influir na direção política dos Micros e Pequenos Empresários.

O Presidente da Confederação Nacional do Comércio – CNC, José Roberto Tadros, foi, na manhã desta quinta-feira (29), eleito Presidente do Conselho Deliberativo do Sebrae Nacional. Para Presidente Executivo do Sebrae Nacional, foi eleito João Henrique de Almeida Sousa, que atualmente é diretor do SESI Nacional. Para a Diretoria Administrativa e Financeira foi eleito Carlos do Carmo Andrade Melles, um dos principais representantes da Frente Parlamentar Mista de Apoio às Micro e Pequenas Empresas no Congresso. Já o técnico Vinícius Nobre Lages foi eleito diretor Técnico do Sebrae Nacional.

A ESCOLHA

A eleição de Tadros é sinal de novos tempos, pois, apesar da importância das empresas do comércio de Bens, Serviços e Turismo, será a primeira vez que o Conselho Deliberativo da entidade será dirigido por um empresário do setor com extensa experiência como dirigente empresarial, o que é uma garantia de protagonismo e inovação no Sebrae. Tadros, de uma família de comerciantes tradicionais da Amazônia, possui uma larga experiência no setor de comércio e de hotelaria, além de ter sido, por vários mandatos, Presidente da Federação do Comércio de Bens, Serviços e Turismo do Estado do Amazonas – Fecomércio-AM.

Considerado um intelectual, excelente orador e com largo trânsito social, graças a sua capacidade de agregar pessoas, Tadros, traça planos para democratizar as decisões, ampliar a força do setor, em conjunto com outros setores econômicos, para que ajam na defesa dos interesses dos Brasileiros e do fortalecimento da economia e do emprego garantindo a implementação de uma agenda pró-mercado.

Entre os seus objetivos principais estão a melhoria da educação para o empreendedorismo e cursos profissionalizantes, a necessidade de realização de reformas, e ainda a simplificação tributária, alinhada à redução de impostos ao sistema brasileiro às práticas internacionais.

Outra frente de sua atuação será a defesa de um dos maiores sistemas de desenvolvimento social do Brasil, o compromisso de preservar o Sistema ‘S’, o do próprio SEBRAE, entre outros, e o do comércio, o Sesc (Serviço Social do Comércio) e o Senac (Serviço Nacional de Aprendizagem Comercial. Sem dúvida, sua eleição para o Sebrae Nacional é uma garantia de grandes avanços e uma esperança de novos tempos para o empreendedorismo, em especial, para os Micros e Pequenos Negócios.

Segundo o presidente da Fecomércio-RO, e vice-presidente da CNC, Raniery Araujo Coelho, a eleição de Tadros leva para o Sebrae Nacional a experiência de uma liderança da Região Amazônica que vai atuar como protagonista neste novo ciclo de representatividade. “Nesta eleição, o Sistema “S” saiu fortalecido. Temos hoje um dirigente que conhece muito bem as questões cruciais para o desenvolvimento da nossa região, mas, também é uma figura política que possui uma visão nacional, um perfil democrático, gosta de trabalhar em parceria e é um dos principais defensores da melhoria do ambiente de negócios brasileiro”, disse Raniery.

Brasil pode encerrar 2018 com recorde na exportação de soja

Esse volume superou as expectativas do setor, que projetava algo em torno de 70 milhões de toneladas, de acordo com Sergio Mendes, diretor-geral da Associação Nacional dos Exportadores de Cereais (Anec)

Os exportadores de soja em grãos têm bons motivos para comemorar o desempenho do setor ao longo de 2018, mantendo-se na liderança do ranking internacional, posição que tem-se alternado com os Estados Unidos. A projeção é a de atingir, no fechamento do ano, 80 milhões de toneladas, número que ainda pode ser acrescido em mais dois milhões de toneladas. Caso se confirme, o Brasil terá exportado uma quantidade 19,4% superior à do ano passado, de 67 milhões de toneladas).

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Pesquisa mostra que 80% dos negativados são reincidentes na dívida

Dados apurados pela Confederação Nacional de Dirigentes Lojistas (CNDL) e pelo Serviço de Proteção ao Crédito (SPC Brasil) revelam que, do total de consumidores que foram negativados em outubro, 80% são reincidentes, ou seja, já haviam aparecido no cadastro de devedores ao longo dos últimos 12 meses. Nesses casos, 25% haviam regularizado a situação, enquanto 55% ainda estavam com a dívida pendente.

Uma das constatações do estudo é que o tempo médio decorrido entre o vencimento de uma dívida para outra é de 96 dias. Isso significa que o consumidor volta a atrasar o pagamento das contas no prazo médio de três meses do vencimento da dívida anterior.

Outro dado mensurado pela CNDL e pelo SPC Brasil é o de quitação de dívidas. De acordo com o indicador de recuperação de crédito, aumentou em 9,5% o volume de inadimplentes que conseguiram regularizar as pendências no acumulado dos últimos 12 meses até outubro.

Entre as regiões que apresentaram maior crescimento de recuperação de crédito, o Sudeste puxa o ranking no mês de outubro, com 19,5%. Na sequência estão Centro-Oeste (16%), o Nordeste (7,6%) e o Sul (2,5%). Apenas no Norte houve recuo, com queda de 5,8% no volume de pessoas que conseguiram quitar dívidas.

De acordo com o indicador, o volume de dívidas regularizadas avançou 8,2% no acumulado de 12 meses até outubro deste ano. Desse total, a maior parte diz respeito a dívidas bancárias (65%). Em seguida, aparecem as contas de água e luz (19%), contas pagas no comércio (9%) e as de serviços de comunicação, como telefonia, internet e TV por assinatura (3%).

O SPC recomenda ao consumidor que estude, avalie e planeje uma proposta de pagamento adequada à sua realidade. A entidade chama a atenção também para os erros que ocorrem em uma renegociação quando o consumidor aceita os termos sem ter consciência de que o prazo será cumprido.

Segundo o SPC, é importante lembrar que o fim de ano é o momento propício para o consumidor colocar as contas em dia, tendo em vista a injeção de dinheiro extra do 13º salário.

Tanto no Indicador de Recuperação de Crédito quanto no Indicador de Reincidência são usados os registros de saída de CPFs das bases a que o SPC Brasil tem acesso. Os dados são de abrangência nacional.

Agencia Brasil

Veja os 5 seminovos mais vendidos do Brasil

Todos os modelos desta lista atraem pelo bom custo-benefício, manutenção fácil e facilidade na hora de revender. Confira os destaques

Por que comprar um seminovo com alta procura no mercado? Um carro como esse é requisitado normalmente pela confiabilidade, baixos custos de manutenção, praticidade e outros tipos de custo-benefício. Com isso, os seminovos mais vendidos costumam depreciar menos ao longo do tempo e se mantêm relativamente atuais, mesmo com a chegada de sucessores. Entretanto, a maior das vantagens é certamente a facilidade de vendê-lo.

Segundo levantamento da plataforma AutoAvaliar — utilizada atualmente em mais de 2.500 concessionárias e 30 mil revendedores multimarcas no Brasil — alguns foram os modelos que mais registraram interesse dos compradores. Entre os seminovos mais vendidos , separamos os maiores destaques por marca. Veja quais são, com seus respectivos valores médios de revenda:

1- Chevrolet Classic (preço médio de R$ 16.669)

Chevrolet Classic é o maior destaque entre os seminovos mais vendidos, por conta de seu custo-benefício
Divulgação

Chevrolet Classic é o maior destaque entre os seminovos mais vendidos, por conta de seu custo-benefício

O sedã do Corsa é o mais procurado entre os seminovos, superando o próprio Gol e seus 38 anos de mercado. Vendido por aqui entre 2003 e 2016, seu sucessor Prisma Joy ainda não acumulou uma legião tão grande de compradores apenas pela diferença de preço entre ambos, uma vez que a sua proposta de um sedã compacto para usar e abusar no dia-a-dia é a mesma do Chevrolet Classic .

A versão mais procurada, segundo as pesquisas, é a 1.0 VHC E Flex, com motor que desenvolve 78 cavalos e 9.7 kgfm quando abastecido com etanol. Tem tanque de combustível com capacidade para 54 litros e autonomia de 900 km com gasolina, de acordo com dados da fabricante da época em que o carro foi lançado.  Entre as possíveis configurações com o passar dos anos, vinha com direção hidráulica, travas e vidros elétricos, chave com controle remoto e alarme antifurto, sistema de som com CD Player e entrada USB e Bluetooth.

2- VW Gol (preço médio de R$ 16.845)

VW Gol pode até ser o 2º colocado entre os seminovos mais vendidos e ainda tem sucesso nas lojas de todo Brasil
Divulgação

VW Gol pode até ser o 2º colocado entre os seminovos mais vendidos e ainda tem sucesso nas lojas de todo Brasil

Depois dos 26 anos consecutivos como líder de vendas, o carro é recordista entre os carros mais longevos do Brasil, como o Fusca, Opala e Kombi. A cada geração, uma novidade era lançada e fazia ele permanecer entre os mais vendidos. Tendo superado o Fusca em números de produção, em 2009, até hoje o hatch compacto é visto nas ruas em suas diversas formas e cores, mas todas elas com a mesma filosofia: oferecer apenas o necessário e ser muito bom nisso.

Mesmo pensado para ser um carro “feijão com arroz”, a atual geração do VW Gol traz equipamentos como duas opções de central multimídia: Discovery (R$ 2 mil) e Composition (R$ 2,1 mil). Já o pacote Urban (R$ 3 mil) acrescenta alarme, chave canivete, rodas de liga leve, faróis de neblina, ajuste de altura e profundidade do volante e sensor de estacionamento traseiro.

3- Novo Ford Ka (preço médio de R$ 26.964)

Ford Ka: Mesmo com muito menos unidades em circulação, garante o 3º lugar na lista dos seminovos mais vendidos
Divulgação

Ford Ka: Mesmo com muito menos unidades em circulação, garante o 3º lugar na lista dos seminovos mais vendidos

No levantamento, o Ford Ka atual chegou a superar todos os anos em que ainda era um subcompacto, entre 1997 e 2013. Isso porque tem qualidades para competir no segmento mais quente do mercado brasileiro: o dos hatches compactos. Em seu lançamento na Europa, em 1996, foi considerado um carro à frente do seu tempo, cuja carroceria subcompacta antecipou atributos que só seriam oferecidos anos depois, com a conjuntura atual da mobilidade urbana.

Entre os maiores destaques da geração atual, está a central multimídia Sync 3, com tela sensível ao toque, que agora está disponível a partir da versão SE Plus 1.0 (R$ 48.490). No caso da SE (R$ 45.990), existe apenas um sistema de som convencional, com uma entrada USB e conexão via Bluetooth. Segundo o Inmetro, as versões equipadas com motor 1.0 de três cilindros é capaz de fazer 13,5 km/l de gasolina na cidade e 15,7 km/l na estrada, números que passam para 9,2 km/l e 10,8 km/l, com etanol, respectivamente.

4- Fiat Palio (preço médio de R$ 21.840)

De rival número 1 do Gol e campeão de vendas, saiu do mercado de novos, mas é forte entre os seminovos mais vendidos
Divulgação

De rival número 1 do Gol e campeão de vendas, saiu do mercado de novos, mas é forte entre os seminovos mais vendidos

Lançado pela marca italiana em 1996, com o objetivo de competir diretamente com o Gol, o carro teve apenas duas gerações ao longo de toda a sua trajetória que se encerrou este ano, apesar de seu visual permanecer vivo na picape Strada e na aventureira Weekend (que iniciou, ainda nos anos 90, a onda de modelos aventureiros urbanos). Foi precursor de algumas tecnologias, como air bags frontais e freios ABS para compactos. Por esses e outros motivos, o Fiat Palio foi bem sucedido e sempre manteve índices altos nas vendas.

Durante as mais de duas décadas no mercado nacional, o compacto vendeu mais de 3 milhões de unidades e conseguiu desbancar o Gol na preferência dos consumidores em 2014. Mas, no ano passado, com a chegada do Argo, o número de vendas do Palio caiu, o que acabou por sacramentar o fim da linha de produção do popular. O modelo vinha sendo vendido nas versões com motor 1.0 Fire na carroceria antiga e 1.4 na do Novo Palio.

5- Nissan March (preço meedio de R$ 25.519)

Nissan March é o representante japonês entre os populares que formam a lista dos seminovos mais vendidos
Divulgação

Nissan March é o representante japonês entre os populares que formam a lista dos seminovos mais vendidos

O March começou a ser vendido no Brasil em 2011 sob importação do México e passou a ser produzido em Resende (RJ), ganhando retoques visuais em abril de 2014. Em relação aos rivais de sua categoria, muito chamava atenção o seu design carismático, mas acima de tudo, a boa reputação que qualquer marca japonesa tem no mundo todo. Desde então, o carro recebeu poucas novidades, sendo que a mais importante delas foi a introdução das configurações com motor 1.6 litro flex e câmbio automático Xtronic CVT, este herdado do sedã médio Sentra.

Por a partir de R$ 47.490, sua versão 2019 pode ser encontrada nas concessionárias em somente duas versões de acabamento, a SV e a SL. A primeira vem com motor 1.0 e opção de câmbio manual, ou 1.6 com caixa manual ou automática, do tipo CVT, enquanto a segunda é oferecida somente na configuração 1.6 CVT. Ambas as versões compõem os números do Nissan como um entre os seminovos mais vendidos .

Gasto no exterior no cartão será fixado em real do dia da compra

Os gastos feitos em moeda estrangeira nos cartões de crédito internacionais terão seu valor fixado em reais pela taxa de conversão vigente no dia de cada gasto realizado. A medida foi anunciada hoje (28) pelo Banco Central (BC) e passa a valer a partir a partir de 1º de março de 2020.

Dessa forma, diz o BC, o cliente ficará sabendo já no dia seguinte quanto vai desembolsar em reais, eliminando a necessidade de eventual ajuste na fatura subsequente.

“A medida aumenta a previsibilidade para os clientes em relação ao valor a ser pago, evitando o efeito da variação da cotação da moeda estrangeira entre o dia do gasto e o dia de pagamento da fatura”, explicou o BC, em nota.

Além disso, acrescenta o BC, a medida aumenta transparência e a comparabilidade na prestação do serviço, padronizando as informações sobre o histórico das taxas de conversão nas faturas que terão que ser divulgadas em formato de dados abertos, de forma que os rankings de taxas possam ser estruturados e divulgados.

Para a sistemática de fixação do valor em reais na data do gasto, a fatura terá que apresentar, além da identificação da moeda, a discriminação de cada gasto na moeda em que foi realizado e o seu valor equivalente em reais e as seguintes informações adicionais: data, valor equivalente em dólares (quando a moeda usada na compra for diferente de dólar) e a taxa de conversão do dólar para o real.

De acordo com a circular, as instituições poderão ofertar ao cliente sistemática alternativa de pagamento da fatura pelo valor equivalente em reais no dia de seu pagamento. Nesse caso, diz a circular, o cliente terá que aceitar “expressamente” essa opção.

Segundo o presidente do BC, Ilan Goldfajn, que apresentou hoje (28) avanços da Agenda BC+ (formada por medidas para tornar o crédito mais barato, aumentar a educação financeira, modernizar a legislação e tornar o sistema financeiro mais eficiente), a medida vai demorar mais de um ano para ser implementada pelas instituições financeiras. “Algumas instituições já oferecem, outras ainda precisam mudar o sistema. O consumidor vai se sentir mais confortável em saber na hora da compra quando ele gastou. É uma medida que facilita a vida do cidadão”, disse.

Agência Brasil

Gasto no exterior no cartão será fixado em real do dia da compra

A medida foi anunciada hoje (28) pelo Banco Central (BC) e passa a valer a partir a partir de 1º de março de 2020.

Os gastos feitos em moeda estrangeira nos cartões de crédito internacionais terão seu valor fixado em reais pela taxa de conversão vigente no dia de cada gasto realizado. A medida foi anunciada hoje (28) pelo Banco Central (BC) e passa a valer a partir a partir de 1º de março de 2020.

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