Vale desaba 24,5% e perde mais de R$70 bi em valor de mercado após tragédia em MG

Desde o rompimento da barragem de Brumadinho na sexta-feira, a Vale já teve contra si a decretação de quatro bloqueios judiciais

As ações da Vale fecharam em queda de mais de 20 por cento nesta segunda-feira, pior desempenho diário da sua história e equivalente uma perda de 72,8 bilhões de reais em valor de mercado, após a tragédia com o rompimento de uma barragem de mineração da companhia em Brumadinho (MG), que deixou até o momento 60 pessoas mortas e quase 300 desaparecidas, informa a agência Reuters.

Os papéis da mineradora fecharam em queda de 24,52 por cento, a 42,38 reais, derrubando o Ibovespa, referência do mercado acionário brasileiro, que fechou em baixa de 2,29 por cento. O volume de ações negociado foi o maior desde a estreia da Vale na bolsa. Em termos financeiros, foi o maior giro do pregão desta segunda-feira, totalizando 8,15 bilhões de reais.

Os primeiros relatórios de analistas do setor de mineração recomendaram cautela com as ações dado o horizonte nebuloso à frente em razão de potenciais desdobramentos da desastre, que aconteceu pouco mais de três anos depois que uma barragem da Samarco – uma joint venture da Vale com a BHP – rompeu em Mariana (MG), levando a 19 mortes e poluindo o rio Doce.

Os analistas Leonardo Correa e Gerard Roure, do BTG Pactual, afirmaram terem sido “verdadeiramente surpreendidos” com o evento, citando que, desde o acidente com a Samarco, a Vale investiu em uma série de medidas para inspecionar e garantir que as operações existentes fossem seguras.

Desde o rompimento da barragem de Brumadinho na sexta-feira, a Vale já teve contra si a decretação de quatro bloqueios judiciais e a aplicação de outras duas sanções por órgãos administrativos no valor total de 12,1 bilhões de reais, segundo levantamento feito pela Reuters nesta segunda-feira.

A mineradora também suspendeu sua política de remuneração aos acionistas, o que na prática significa o não pagamento de dividendos e juros sobre o capital próprio.

Imagem de capa – Equipes de resgate buscam vítimas na lama após rompimento de barragem da Vale em Brumadinho 28/01/2019 REUTERS/Adriano Machado

As dez habilidades profissionais mais requisitadas nos currículos, segundo o LinkedIn

Rede social de perfis profissionais elabora ranking de ‘soft skills’ (habilidades socioemocionais, como ser bom de conversa) e ‘hard skills’ (competências técnicas específicas) que são mais atraentes para as empresas na hora de contratar

Ter um diploma e vários anos de experiência não são, necessariamente, garantia de um bom emprego. A pergunta-chave a ser feita é: o que você sabe fazer? O candidato a uma vaga de emprego deve demonstrar que – além do fato de ser engenheiro, advogado, programador ou relações públicas – tem as habilidades que a empresa esteja buscando.

E essas habilidades perpassam diversas profissões, uma vez que dizem respeito à forma de resolver desafios profissionais, de acordo com um estudo publicado pelo LinkedIn, rede social de perfis profissionais.

Segundo a pesquisa, os empregadores estão buscando uma combinação de soft skills, habilidades socioemocionais, e hard skills, habilidades mais técnicas. A criatividade aparece no topo da lista.

As hard skills são definidas pelo LinkeIn como “específicas, ensináveis, que podem ser definidas e medidas, como digitar, escrever, matemática, ler e a habilidade de usar programas de software’. As soft skills são definidas como “menos palpáveis, mais difíceis de quantificar, como etiqueta, facilidade em se relacionar bem com outras pessoas, ouvir, se engajar em conversa fiada”.

Uma ideia parecida foi apresentada no relatório “O futuro do trabalho”, do Fórum Econômico Mundial, que assinalou que a iniciativa, a originalidade e o pensamento crítico serão cada vez mais valorizados.

‘Soft skills’

  • Criatividade – Segundo o Linkedin, “enquanto robôs são bons em otimizar ideias antigas, empresas precisam mais de empregados criativos para conceber as soluções de amanhã”.
  • Persuasão – “Ter um bom produto, uma boa plataforma ou um bom conceito é uma coisa, mas a chave é persuadir as pessoas a comprá-las”
  • Colaboração – “Com projetos ficando cada vez mais complexos e globalizados na era da Inteligência Artificial, a colaboração eficiente só cresce em importância”.
  • Adaptabilidade – “Uma mente adaptável é uma ferramenta essencial para navegar pelo mundo de hoje em constante mudança, já que as soluções de ontem não vão resolver os problemas de amanhã.”
  • Manejo do tempo – “Uma competência eterna, saber administrar o tempo hoje te servirá pelo resto da carreira.”

‘Hard skills’

  • Manejo de dados na nuvem – “Enquanto o mundo se atira para a nuvem, companhias buscam desesperadamente por engenheiros com competências para acomodar essa demanda.”
  • Inteligência artificial – “É oficial: chegamos à Idade da Inteligência Artifical.”
  • Raciocínio analítico – “Enquanto coletam dados como nunca antes, empresas estão sedentas por profissionais que podem tomar decisões espertas baseadas neles.”
  • Manejo de pessoas – “O mundo mudou de um modelo ‘comandar-e-controlar’ para líderes que podem treinar e empoderar, um conjunto de competências que poucos profissionais possuem.”
  • User Experience Design (UX Design, Design da Experiência do Usuário, como é conhecida a destreza em compreender a interação entre usuário e tecnologias e desenvolver formas de torná-la mais fácil) – “UX Design é a chave para fazer com que o mundo digital funcione para humanos.”

A melhor mudança na sua carreira

“Melhorar as habilidades brandas é uma das melhores mudanças que você pode fazer na sua carreira, já que nunca serão redundantes”, escreveu Paul Petrone, editor de aprendizagem do LinkedIn. “O desenvolvimento da inteligência artificial fez com que as habilidades brandas fossem cada vez mais importantes, porque são precisamente as habilidades que os robôs não podem automatizar.”

Isso não significa que os conhecimentos ultraespecializados estejam perdendo terreno. A chave está na mistura dos dois tipos de habilidades, dizem os especialistas.

Os trabalhadores, por outro lado, estão cada vez mais interessados em adquirir novas habilidades. Por isso, tem sido tão propagada a ideia de que você nunca deve deixar de estudar e aprender por iniciativa própria.

O medo de “ficar obsoleto” se instalou nos locais de trabalho. E, com o boom das startups e os negócios pessoais, a cultura de trabalho vem dando um giro de grande magnitude nos últimos anos.

Nesse contexto, o perfil dos trabalhos está mudando rapidamente e a integração de equipes com pessoas de áreas diferentes é cada vez mais comum.

O estudo feito pelo LinkedIn avaliou informações sobre as habilidades que aparecem nos perfis das pessoas que utilizam a rede profissional e que conseguem empregos com salários mais altos.

BBC Brasil

Ar-condicionado aumenta conta de luz em até 50%; veja como economizar

Em Rondônia o forte calor faz com que a população invista em aparelhos de ar-condicionados, mas com a previsão de um reajuste de até 27,1% nas contas de energia, manter esses equipamentos pode ser uma facada no orçamento. E não apenas pelo preço dos aparelhos, já que atualmente, existem equipamentos à venda por preços em torno de R$ 1.000, mas esse investimento pode ser apenas uma pequena parte dos gastos que estão por vir.

“Nos meses de verão intenso, em uma residência média que faz uso intenso do ar­-condicionado, sem qualquer preocupação com medidas de redução de consumo, o impacto pode chegar a até 50% de aumento na conta de energia elétrica”, explica Roberto Peixoto, professor de Engenharia Mecânica do Instituto Mauá de Tecnologia (RJ).

A razão para isso é que o ar-­condicionado tem um consumo de energia similar ao de um chuveiro elétrico, porém
ele tende a ficar ligado por muito mais tempo. “Um aparelho de ar condicionado de 12.000 BTU consome tipicamente 25 KWh/mês para ficar ligado apenas uma hora por dia. Se ficar ligado quatro horas por dia, dependendo do ambiente, pode consumir 100 KWh/mês”, explica Renato Giacomini, coordenador do departamento de Engenharia Elétrica da FEI.

Para termos uma ideia do que esse número significa, uma residência brasileira consome em média 157,9 KWh/mês, de acordo com o Anuário Estatístico de Energia Elétrica 2018 produzido pela EPE (Empresa de Pesquisa Energética, do Governo Federal).
Ou seja: um ar­-condicionado ligado diariamente por quatro horas consumirá cerca de 63% do consumo total da residência considerada padrão pelo governo.

A boa notícia é que, da mesma maneira que ocorre com outros eletrodomésticos, o consumo do ar­-condicionado pode ser reduzido se seguirmos alguns procedimentos referentes ao seu uso.

Manutenção em dia

De acordo com os especialistas consultados, o primeiro passo para evitar que o seu ar­-condicionado seja um vilão do
consumo de energia elétrica é garantir que ele esteja em boa forma. “O ideal é limpar os filtros periodicamente, verificar se as saídas de ar não estão obstruídas, evitar que a unidade condensadora [o ‘motor’ do aparelho] sofra incidência direta do sol e verificar a carga do fluido refrigerante e se há vazamentos desse líquido”, alerta Peixoto.

Giacomini, por sua vez, aponta que essa seria a manutenção “básica” do aparelho. “O ideal é que um profissional qualificado também faça uma inspeção antes da chegada do verão ou, ainda, semestralmente, dependendo da intensidade de uso do ar­-condicionado”.

Uso econômico

Além de garantir que a manutenção do aparelho esteja em dia, algumas práticas podem diminuir um pouco o consumo de energia elétrica do aparelho. O primeiro passo é evitar que haja muita troca de calor entre o ambiente refrigerado pelo ar-condicionado e a sua parte externa. Ou seja: deixe o local com portas e janelas fechadas.

Desligar o ar­-condicionado assim que a temperatura desejada é atingida também não é uma boa ideia. “Há dois esforços principais realizados pelo ar-­condicionado: diminuir a temperatura de um ambiente e manter ela baixa. Caso o período sem a necessidade de uso do aparelho for longo, de um dia para outro, por exemplo, vale a pena desligar. Se esse período for curto, de uma hora, por exemplo, melhor deixar ligado”, diz Giacomini.

Outra solução é não programar o aparelho para gerar temperaturas muito baixas. “Essa é uma medida que tem
grande impacto, reduzindo o consumo de energia significativamente”, aponta Peixoto. O professor explica que isso ocorre porque os aparelhos de ar­-condicionado modernos têm sistemas de controle automático de temperatura, que liga e desliga o compressor de acordo com a necessidade do ambiente. Uma vez que a temperatura escolhida for mais alta, o ar­-condicionado se esforçará menos para mantê­-la e seu compressor passará mais tempo desligado.

Qual o ar-condicionado mais econômico: dicas para fazer a escolha certa

O condicionador de ar é um aparelho que deixa o lar muito mais confortável. No verão, ele ameniza aqueles dias de calor intenso e ajuda a manter a qualidade de vida. No entanto, um aspecto que precisa ser levada em conta é o consumo de energia do eletrodoméstico; ao planejar a compra de um ar-condicionado, é importante ficar de olho nos modelos mais econômicos. Para facilitar essa tarefa, separamos algumas dicas sobre o que faz um aparelho consumir menos eletricidade e também elencamos aqueles mais indicados para quem não quer gastar tanto com a conta de luz.

O que torna um ar-condicionado econômico

Embora, claro, o consumo de um ar-condicionado dependa de uma variedade de fatores(propriedades do aparelho, modelo, forma e tempo em que ele é utilizado, entre outros), existem certas características que ajudam a deixar o aparelho mais econômico. As principais são:

  • a utilização de tecnologias mais avançadas,
  • a presença do Selo Procel A;
  • algumas funções que reduzem o consumo;
  • e a potência do condicionador de ar ser compatível com o ambiente em que ele está instalado.
  • Tecnologia Inverter:

Com relação à tecnologia, o principal destaque fica por conta do modelo Split Inverter. Esse tipo de ar-condicionado é um dos mais avançados, pois conta com um mecanismo que controla a velocidade de compressão do aparelho. Assim, ele tem a capacidade de reduzir a velocidade do compressor, e não apenas desligá-lo, o que ajuda a manter a temperatura do ambiente por mais tempo e, melhor ainda, não gera picos de consumo elétrico! Com um ar-condicionado inverter, a economia de energia pode chegar a até 60%.

  • Função Sleep:

Independente do tipo de condicionador de ar, seja ele Inverter, de janela, Split normal ou portátil, é sempre indicado optar por aqueles que tenham funções de redução da potência ou desligamento automático. Hoje vários modelos de ar-condicionado contam com funções que desativam o eletrodoméstico após certo tempo ou, então, o chamado Modo Sleep, que durante a noite aciona um perfil de funcionamento mais econômica – com uma performance mais reduzida que também proporciona uma noite de sono mais agradável.

  • Selo Procel A:

Além de dar prioridade para um modelo Inverter e que tenha função Sleep (ou similar), outra dica que ajuda muito na hora de comprar um ar-condicionado econômico é ficar de olho no Selo Procel. Trata-se de uma certificação concedida pelo Programa Nacional de Conservação de Energia Elétrica que atesta a eficiência energética de eletrônicos e eletrodomésticos. O selo conta com classificações que vão de A a E, sendo A indicado para aparelhos com o consumo mais baixo e E com o mais alto. Ou seja, procure por um condicionador de ar que possua o Selo Procel A!

  • Potência dos BTUs:

Por fim, a potência do ar-condicionado (em BTUs) e compatibilidade dela com o ambientesão pontos chave para que o aparelho conte com uma performance satisfatória, tanto no quesito climatização, quanto, claro, na performance energética. De forma geral, é preciso levar em consideração o tamanho da área, quantidade de outros aparelhos eletrônicos e fluxo de pessoas para saber qual a potência adequada para o cômodo. Nesse post você tem mais dicas de como calcular os BTUs e, assim, escolher o condicionador de ar mais indicado para o seu lar.

O ar condicionado split mais econômico

Existe uma grande variedade de aparelhos split que possuem uma performance energética satisfatória. Dentre eles, um que se destaca pelo grande custo-benefício, preço acessível e climatização agradável é o Ar-Condicionado Consul Split Hi Wall Bem Estar 7000 BTUs. Esse modelo conta com Timer On/Off e Função Sono Bom, que ajudam na economia de energia.

ar condicionado consul split

Já entre os aparelhos Inverter, uma das melhores indicações é o LG Split Inverter Libero E+ 11500 BTUs. Ele tem Selo Procel A, função Energy SavingModo Sleep e Timer – além da tecnologia Inverter -, representando assim um ótimo custo-benefício quando o assunto é consumo de eletricidade.

ar condicionado LG split

Qual o ar-condicionado portátil econômico?

Já os modelos de ar-condicionado portáteis costumam ter uma eficiência energética um pouco menor em comparação aos outros tipos de condicionadores de ar. No entanto, ainda assim existem aqueles que possuem funções voltadas para a economia de energia, como o Ar-Condicionado Gree Portátil 8500 BTUs. Ele tem função Sleep e Timer, que ajudam a proporcionar uma performance econômica.

ar condicionado portátil econômico

Ar-condicionado de janela mais econômico

Mais apreciado pelo seu preço acessível e instalação fácil e prática (principalmente em comparação ao modelo Split), o ar-condicionado de janela não costuma ser muito associado à economia de energia. Mas alguns modelos têm esse cuidado como diferencial, e um dos principais é o Consul Janela 7500 BTUs. Além de contar com um preço muito em conta, esse condicionador de ar ainda possui Selo Procel A, indicativo de uma performance energética acima da média.

Ar condicionado de Janela econômico
banner-janela

Agora você já sabe como identificar aquele ar-condicionado mais econômico, que deixará o seu lar mais confortável e agradável sem prejudicar o seu bolso! 

Saiba quais são os 5 compactos mais econômicos até R$ 45 mil

Quer guardar dinheiro em 2019? Estes hatches são bons de bolso em todos os sentidos. Veja mais detalhes dos campeões de economia

Está difícil encontrar modelos abaixo de R$ 45 mil no mercado brasileiro. O próprio VW Gol, que deveria ser um carro acessível, já parte de salgados R$ 46.320 com motor 1.0, o mesmo preço do Nissan March básico. O pequeno Up! também parece deslocado, partindo de inacreditáveis R$ 52.600 na versão Move, a mais em conta. Parece que os carros populares estão cada vez mais elitizados, mas ainda podemos contar com boas opções de compactos econômicos.

Se você quer guardar dinheiro em qualquer circunstância, não há melhor recurso que apostar em um dos compactos econômicos . Aliado a um motor de qualidade, a conta pode ficar ainda melhor. Com base nessas necessidades elegemos os cinco modelos mais econômicos do Brasil até R$ 45 mil. Todos os números de consumo divulgados pelas fabricantes são fornecidos pelo Inmetro.

5 – Hyundai HB20 1.0 Unique – média de 13,3 km/l com gasolina

Prestes a mudar, o Hyundai HB20 mostra que é uma boa opção entre os compactos econômicos disponíveis no Brasil
Divulgação Prestes a mudar, o Hyundai HB20 mostra que é uma boa opção entre os compactos econômicos disponíveis no Brasil

Já não é mais segredo: a Hyundai está preparando um HB20 completamente novo para o fim de 2019. Além dos modelos hatch e sedã, há a possibilidade do aventureiro HB20X se aproximar ainda mais de um SUV, tal como o Honda WR-V que tem base no Fit. É normal que descontos progressivos comecem a surgir nas concessionárias, fazendo com que o hatch da marca coreana fique ainda mais barato. Pagar R$ 43.990 por um HB20 1.0 na versão Unique pode ser um bom negócio, ainda mais considerando o bom motor Kappa com câmbio manual.

Ainda em 2012, a Hyundai previu a tendência dos tricilíndricos que viriam a dominar o mercado. Abdicando o cilindro extra, este tipo de unidade fica ainda mais leve, melhorando o consumo de combustível e até mesmo a performance – por conta do bom rendimento volumétrico. No caso do motor 1.0 Kappa do Hyundai HB20 , o desenvolvimento é de 80 cv de potência a 6.200 rpm e 10,2 kgfm a 4,500 rpm. O consumo de combustível, conforme o Inmetro, é de 8,5 km/l na cidade e 9,9 km/l na estrada com etanol. Na gasolina, os números sobem para 12,5 km/l e 14,1 km/l, conferindo consumo médio de 13,3 km/l. Desde a versão mais básica, o HB20 já integra rádio convencional com conectividade Bluetooth e volante multifuncional.

4 – Chery New QQ 1.0 Act – média de 13,6 km/l com gasolina

Na lista dos compactos econômicos, o Chery New QQ é irresistível pelo preço. Trata-se do carro mais barato do País
Divulgação Na lista dos compactos econômicos, o Chery New QQ é irresistível pelo preço. Trata-se do carro mais barato do País

O mundo está conspirando para que você compre um carro chinês. Por que não investir no QQ, agora produzido pela Caoa no interior de São Paulo? O melhor de seus atributos, claro, é o preço. Em 2019, o subcompacto passa a custar incríveis R$ 27.490 na versão mais em conta. As duas primeiras revisões também ficam por conta das várias concessionárias da Caoa Chery espalhadas pelo Brasil, deixando o negócio ainda mais atraente. Chamar o compacto de “pequena maravilha” não soa como exagero.

Assim como o Hyundai HB20, o Chery QQ também traz uma levíssima unidade de três cilindros abaixo do capô. São 75 cv de potência a 6.000 rpm e 10,1 kgfm de torque a 4.500 rpm. Apesar de econômico, fica devendo no desempenho, uma vez que o New QQ leva eternos 14 segundos para atingir 100 km/h. É difícil de entender, uma vez que o subcompacto tem apenas 940 kg. Os números de consumo, conforme o Inmetro, são positivos, aferindo 8,9 km/l na cidade e 9,9 km/l na estrada com etanol. Com gasolina no tanque, o pequeno chinês faz 12,9 km/l na cidade e 14,4 km/l na estrada, compreendendo a boa média de 13,65 km/l. Para um carro abaixo de R$ 28 mil, até que o QQ é bem completinho, contando com rádio convencional, vidros elétricos na dianteira e ar-condicionado.

3 – Chevrolet Onix 1.0 Joy – média de 14,1 km/l com gasolina

Chevrolet Onix Joy é o único modelo com motor de quatro cilindros na lista dos compactos econômicos
Divulgação Chevrolet Onix Joy é o único modelo com motor de quatro cilindros na lista dos compactos econômicos

Onix Joy mostra como os engenheiros da Chevrolet são verdadeiros artistas. Na prática, este motor 1.0 de quatro cilindros é o mesmo GM Família I que equipou o Corsa em meados da década passada. A decisão de manter um propulsor antiquado enquanto a maioria dos rivais apostavam em novas tecnologias foi polêmica, mas a marca acertou a mão nas redefinições. Por R$ 44.990, é uma boa escolha para quem deseja economizar com um hatch compacto.

De acordo com a GM, o Onix Joy tem 80 cv de potência a 6.400 rpm e 9,8 kgfm de torque a 5.200 rpm. Destaque para a sexta marcha de longa relação, que deixa o compacto ainda mais silencioso e econômico na estrada. Conforme o Inmetro, o Onix Joy faz 9,1 km/l na cidade e 10,8 km/l na estrada com etanol. Os números sobem para 12,9 km/l na cidade e 15,3 km/l em circuito rodoviário. Assim como o HB20, o Onix também está para ser renovado em 2019. A versão Joy, entretanto, deverá sobreviver com uma próxima geração.

2 – Fiat Mobi 1.0 Drive – média de 14,9 km/l com gasolina

O Fiat Mobi fica com a medalha de prata entre os compactos econômicos disponíveis no mercado brasileiro
Divulgação O Fiat Mobi fica com a medalha de prata entre os compactos econômicos disponíveis no mercado brasileiro

Outra opção para quem pretende economizar em 2019 é o Fiat Mobi , equipado com motor 1.0 de três cilindros por R$ 44.950. A marca italiana diz que a nova arquitetura de seus motores permite o surgimento de torque em baixas rotações, com comando único no cabeçote e variador de fase que praticamente eliminam as perdas de energia. É exatamente a mesma engenharia do motor 1.3 que também equipa do Argo, porém com um cilindro a menos.

O Mobi 1.0 de três cilindros desenvolve 77 cv e 10,9 kgfm, ambos a 3.250 rpm. Este propulsor não tem dificuldades para puxar os 945 kg de sua estrutura, indo de 0 a 100 km/h em 12 segundos cravados. De acordo com o Inmetro, o Mobi é capaz de aferir 9,6 km/l na cidade e 11,3 km/l na estrada com etanol, bem como 13,7 km/l na cidade e 16,1 km/l na estrada com gasolina, em uma boa média de 14,9 km/l. Vale dizer que o Mobi tem o melhor consumo rodoviário de nossa lista.

1 – Renault Kwid 1.0 Intense – média de 15,2 km/l na gasolina

Entre os compactos econômicos, o Kwid elevou o patamar de participação da Renault. A marca nunca vendeu tão bem no Brasil
Divulgação Entre os compactos econômicos, o Kwid elevou o patamar de participação da Renault. A marca nunca vendeu tão bem no Brasil

O campeão entre os carros mais econômicos até R$ 45 mil é o Kwid . O subcompacto é um dos responsáveis pelo crescimento da participação da Renault em 2018, já encostando em uma Ford um tanto quanto enfraquecida. Pelo andar da carruagem, a marca francesa é forte candidata a assumir um lugar entre as quatro grandes em 2019, ainda mais com um subcompacto barato de R$ 37.495.

Seu motor 1.0 SCe também tem apenas três cilindros, entregando 70 cv de potência a 5.500 rpm e 9,8 kgfm de torque a 4.250 rpm entre os compactos econômicos . Parece pouco, mas é suficiente para dar força ao pequeno hatch de apenas 786 kg, o mais leve do Brasil. De acordo com o Inmetro, o Kwid é capaz de aferir 10,3 km/l na cidade e 10,8 km/l em meio rodoviário com etanol. Na gasolina, o número sobe para 14,9 km/l e 15,6 km/l, respectivamente. O consumo médio com o combustível fóssil é de 15,2 km/l.

Clientes da Caixa de todo o país se desesperam com sumiço de dinheiro das contas

O problema, de acordo com o banco, foi registrado em transferências realizadas via TED

Clientes da Caixa Econômica Federal (CEF) de todo o país se assustaram ao checar as suas contas e descobrirem que havia dinheiro faltando. O problema foi registrado em transferências realizadas via TED que, segundo nota enviada pela instituição, foram processadas com atraso.

A advogada criminalista Ana Paula Costa, que mora em Curitiba, foi uma das pessoas que passaram por esse sufoco. “Eu geralmente viro a noite fazendo petição e, hoje, quando terminei por volta das 3h, abri o site da Caixa e percebi que a quantia que estava no dia anterior havia desaparecido. E era um valor que eu tinha recebido de um cliente meu, por TED, do Banco do Brasil”, relatou ela em entrevista.

Na hora, Ana Paula ficou completamente desesperada e sem saber o que fazer. “Eu tinha uma viagem marcada e não consegui me sentir segura para ir sem o dinheiro. Achei que eu tinha sido hackeada ou algo assim, porque a conta estava zerada, e nem dormi. A primeira coisa que fiz de manhã foi ir até a Caixa”, completou ela.

Na agência, a advogada pediu para falar com os gerentes, mas ninguém sabia explicar o que havia acontecido. “Só me disseram ‘desculpa, sumiu para todo mundo e nós não sabemos o motivo’. Todos estavam nervosos, preocupados, falando que era algo nacional e que não poderiam me ajudar no momento. Eles também comentaram que era para eu ficar tranquila, que até à noite o dinheiro retornaria na conta. Como não tinham como me dar certeza, eu cancelei a viagem. Foi só prejuízo”.

A preocupação de Ana Paula durou até quase 17h desta sexta, quando ela recebeu uma mensagem do banco afirmando que a situação tinha sido regularizada. Ao abrir a conta, finalmente tudo estava normal e a advogada respirou aliviada. Segundo ela, no entanto, o caso ainda não foi resolvido para todos. “No comunicado que me enviaram, eles avisaram que a situação deve ser completamente resolvida em 48 horas”, finalizou.

Chuva de reclamações

O sumiço do dinheiro foi registrado em todo o país. Nas redes sociais, a Caixa recebeu uma ‘chuva’ de reclamações. “Boa tarde, Caixa, alguma previsão da solução desse problema? Estou precisando usar o dinheiro e o que entrou ontem não consta, nem o pagamento que eu fiz ontem”, escreveu um morador do Rio de Janeiro no Twitter.

“Quero saber é do meu dinheiro que desapareceu da minha conta de ontem pra hoje! Três transferências TED que foram creditadas na minha c/c ontem e hoje simplesmente sumiram como um passe de mágica!”, reclamou outro cliente, de Minas Gerais.

A Caixa informou em nota que alguns créditos em conta via TED foram processados com atraso e já estão sendo regularizados, sem prejuízo aos clientes.

As informações são da rádio BandaB

2019 começa sem nenhum concurso federal previsto

De acordo com o Ministério da Economia, não há previsão de autorizações de concursos este ano; apesar disso, Lei Orçamentária Anual projeta a criação de 2.095 cargos

O ano de 2019 começou sem nenhuma autorização de concurso público na administração pública federal. E todos os concursos autorizados em 2017 e 2018 foram realizados, como da Polícia Federal (PF)Polícia Rodoviária Federal (PRF) Agência Brasileira de Inteligência (Abin).

De acordo com o Ministério da Economia, não há previsão de autorizações de concursos este ano. O governo federal poderá conceder novas autorizações, mas em caráter excepcional, por medida de absoluta necessidade da administração e desde que asseguradas as condições orçamentárias, informa.

Nos últimos anos, os concursos públicos nos órgãos do Poder Executivo Federal estão restritos em decorrência do ajuste fiscal para equilibrar as contas públicas.

Apesar disso, a Lei Orçamentária Anual (LOA) para o ano de 2019, que foi sancionada na terça-feira (15) pelo presidente Jair Bolsonaro, projeta a criação de 2.095 cargos. Em 2018, não houve previsão de criação de novas vagas. A projeção da LOA, no entanto, é apenas um indicativo – o governo não é obrigado a preencher essas vagas, e a lei só indica uma expectativa de criação de cargos e de ocupação de cargos vagos já existentes. Os cargos vagos indicam o limite máximo de postos a serem criados com aprovação no Congresso e de vagas a serem ocupadas no serviço público, boa parte por meio de concurso público.

Nos poderes Judiciário e Legislativo, que podem contratar de forma independente, há mais de 3,5 mil vagas a serem preenchidas, segundo prevê a LOA.

Além disso, o governo pode contratar até 40.632 servidores por concurso público em 2019 para ocupar cargos que já existem e estão vagos ou para substituir terceirizados. O número é o dobro do de 2018 e o maior desde 2014.

Contratações no Poder Executivo nos últimos anos

AnoCriação de cargosProvimentos autorizados
200813.37540.032
200915.07650.302
201058.55747.402
201110.00526.952
2012107.38254.649
201353.65249.347
201443.40559.571
201512.59834.558
201616.54710.969
20173.86118.690
2018nenhum20.298
20192.09540.632

Fonte: Anexo V da LOA (de 2008 a 2019)

As 2.095 novas vagas a serem criadas são para a composição do quadro de pessoal de novas universidades nas regiões de Catalão (GO), Delta do Parnaíba (PI), Rondonópolis (MT), Jataí (GO) e Agreste de Pernambuco (PE), além da Agência Nacional de Águas (ANA).

Já entre as 40.632 vagas já existentes que podem ser preenchidas, 36.056 são para cargos civis – sendo 70% deles para o Ministério da Educação –, 230 para substituição de terceirizados, 2.320 para o efetivo militar e 2.026 para policiais civis, militares e bombeiros do Distrito Federal.

Judiciário e Legislativo

Já nos poderes Legislativo e Judiciário, que podem autorizar as contratações de forma independente, são 2.046 vagas para provimento – 130 no primeiro caso e 1.916 no segundo. Para o Ministério Público da União e Conselho Nacional do Ministério Público, estão previstas outras 12 e, para a Defensoria Pública da União, mais 455 vagas (mas apenas 10 não são comissionadas).

Há ainda previsão de criação de 677 vagas no Poder Judiciário e de 1.582 na Defensoria Pública da União, mas 771 delas são para comissionados, ou seja, 811 são efetivas, preenchidas por concurso. Veja a distribuição das vagas abaixo:

Judiciário

Cargos e funções vagos (para provimento)

  • Supremo Tribunal Federal (STF): 38 vagas
  • Superior Tribunal de Justiça (STJ): 50 vagas
  • Justiça Federal: 300 vagas
  • Justiça Militar da União: 30 vagas
  • Justiça Eleitoral: 860 vagas
  • Justiça do Trabalho: 632 vagas
  • Conselho Nacional de Justiça (CNJ): 6 vagas

Criação de vagas

  • Justiça Federal: 625 vagas
  • Justiça do Trabalho: 52 vagas

Legislativo

Cargos e funções vagos (para provimento)

  • Câmara dos Deputados: 70 vagas
  • Senado Federal: 40 vagas
  • Tribunal de Contas da União: 20 vagas

Ministério Público da União (MPU)

Cargos e funções vagos (para provimento)

  • Escola Superior do Ministério Público da União: 10
  • Conselho Nacional do Ministério Público da União: 2

Defensoria Pública da União

  • Cargos e funções vagos (para provimento): 455 vagas, sendo 445 para comissionados
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Do G1

Donos da Taurus podem ter embolsado R$ 10 milhões com venda de ações

A Tauruspar, controlada da Taurus Armas, pode ter embolsado cerca de R$ 10 milhões com a venda de papéis da fabricante de armas na terça-feira na B3, informa o jornal VALOR, em sua versão online..

As ações movimentaram o maior volume financeiro da história na terça-feira, na esteira da assinatura do decreto que flexibilizou a posse de armas no Brasil.

Conforme comunicado divulgado mais cedo, a Tauruspar vendeu 923 mil ações preferenciais e 260 mil ações ordinárias apenas na terça. Considerando o preço de fechamento dos papéis na última segunda-feira, o valor embolsado seria de cerca de R$ 9,97 milhões.

Para efeitos de comparação, o montante é maior que os R$ 9,88 milhões que a Taurus levantou com a emissão de bônus no ano passado, conforme os números divulgado pela fabricante de armas hoje.

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