Na contramão e em causa própria, vereador quer proibir Uber e similares em Porto Velho

Lei complementar proíbe implantação de serviços de transporte

Brasília – Porto Velho, capital de Rondônia, quer proibir a implantação de serviços de transporte via aplicativos, como Uber e similares. O projeto de Lei Complementar 859/2016, de autoria do vereador Edwilson Negreiros vai na contramão de todas as cidades brasileiras. A justificativa do parlamentar é “garantir a sobrevivência dos taxistas”, categoria que mais tem perdido com a chegada do Uber.

Mas o vereador esqueceu de dizer que com a proibição do serviço, ele também está defendendo o negócio de sua família, que detém a maior frota de taxi da capital rondoniense.

 

A diferença no preço e muitas vezes na qualidade dos serviços do Uber e similares, é brutal em relação aos altos preços cobrados pelos taxistas.

Em Porto Velho, nas redes sociais, muita gente cobra a implantação e já existem motoristas que fazem corridas como “Uber alternativo”, mas sem a segurança oferecida pelo aplicativo.

O projeto, quando se tornou público, chegou a ser alvo de comentários pelo juiz de direito Rogério Montai:

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Alan Alex é jornalista, editor do site e da coluna Painel Político. Natural de Porto Velho foi criador e editor do site Portal364, trabalhou na redação dos jornais Diário da Amazônia, Folha de Rondônia, revista Painel Político, foi assessor de imprensa, é roteirista, editor de conteúdo e relações públicas. Também atuou como repórter de TV e rádio. É filiado à ABRAJI.

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