‘Nós vivemos num país livre em que o direito de crítica e manifestação é assegurado na Constituição’, completa o procurador-geral da República

O procurador-geral da República, Rodrigo Janot, disse que não é religioso ao ser questionado sobre as declarações do ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva, que se considera vítima de um “pacto quase diabólico” entre o juiz federal Sérgio Moro, a imprensa, a Polícia Federal (PF) e o Ministério Público.

“Nós vivemos num país livre em que o direito de crítica e manifestação é assegurado na Constituição. Ele [Lula] tem todo o direito de externar crítica”, completou o procurador-geral da República.

De acordo com o jornalista Matheus Leitão, do G1, a declaração foi dada por Janot em um encontro com jornalistas, que aconteceu sexta-feira (11), para fazer um balanço sobre as atividades da Procuradoria Geral da República.

Redação Painel Político

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