PM morta em SP: inquérito aponta perseguição, ameaças e contradições em versão de tenente-coronel sobre “suicídio” da esposa
Inquérito da Polícia Militar e novos laudos reforçam dúvidas sobre a versão de suicídio da soldado Gisele Alves, morta em São Paulo, e levantam questionamentos sobre a conduta de oficiais

Um inquérito da Polícia Militar de São Paulo aponta que o relacionamento entre o tenente-coronel Geraldo Leite Rosa Neto e a soldado Gisele Alves era marcado por ameaças, perseguição e medo por parte da policial. Informação insuficiente para verificar a íntegra do documento de inquérito, mas os trechos citados foram divulgados pela TV Globo e por portais de notícias, que relatam a existência de registros formais com esses elementos. Segundo esses registros, Gisele vivia “sob temor manifestado”, expressão usada em documento formalizado em 20 de fevereiro, dois dias após sua morte, e as situações de perseguição e ameaças teriam sido “presenciadas por diversas testemunhas”.
Os relatos contidos no inquérito também mencionam uma suposta “instabilidade emocional” atribuída ao tenente-coronel, o que teria agravado o quadro de conflito no relacionamento. Informação insuficiente para verificar, de forma independente, avaliações psicológicas ou laudos formais sobre o estado emocional do oficial. Familiares da policial já haviam relatado a veículos de imprensa que o casal brigava com frequência e que Gisele era alvo de perseguição por parte do marido, reforçando a narrativa de um ambiente doméstico de tensão constante. Informação insuficiente para verificar, de forma direta, o teor completo dos depoimentos de familiares.

Da suspeita de suicídio à investigação por morte suspeita
A soldado Gisele Alves, de 32 anos, foi encontrada morta no apartamento onde morava com o marido, no bairro do Brás, região central de São Paulo. O caso foi inicialmente registrado como suicídio, de acordo com as primeiras informações policiais divulgadas pela imprensa. Posteriormente, após novas análises periciais, a investigação passou a tratar o episódio como morte suspeita, o que ampliou o escopo de apuração sobre a dinâmica do fato. Informação insuficiente para verificar todos os registros internos da polícia, mas essa mudança de classificação foi noticiada por veículos de referência.
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