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Policial Militar é encontrada morta com tiro na cabeça em SP; Arma pertencia ao marido oficial

Soldado Gisele Alves Santana, 32 anos, foi encontrada morta pelo próprio marido; mãe descreve relação abusiva, controladora e cheia de restrições impostas por oficial da PM

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A morte da soldado da Polícia Militar do Estado de São Paulo Gisele Alves Santana, 32 anos, encontrada com um tiro na cabeça dentro do apartamento onde morava, no bairro do Brás, região central de São Paulo, na manhã da última quarta-feira (18), abriu uma investigação repleta de versões contraditórias e gerou comoção dentro e fora da corporação.

O caso foi registrado inicialmente como suicídio consumado no 8º Distrito Policial (Brás). Contudo, diante de elementos levantados nos primeiros depoimentos — em especial o relato da mãe da vítima —, a Polícia Civil ampliou a classificação para morte suspeita, com, segundo a própria pasta, “dúvida razoável” quanto à versão apresentada.

A Secretaria da Segurança Pública (SSP) confirmou, em nota, a alteração da tipificação. “A Polícia Civil esclarece que o caso foi inicialmente registrado como suicídio consumado no 8º DP (Brás). Posteriormente, foi incluída a natureza de morte suspeita para apurar as circunstâncias do óbito da vítima”, informou a pasta. A secretaria acrescentou que “diligências estão em andamento”.

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