Coluna – Conheça os detalhes da Operação Pedágio, que prendeu 10 em Ji-Paraná

Não é “mera circunstância”

O DEMOCRATAS já garantiu três ministérios no governo de Jair Bolsonaro, e deverá ocupar ainda mais, no decorrer de 2019. É que além do cargo de ministro, a legenda normalmente leva o “pacote completo”, então o partido também deverá indicar ocupantes para cargos de segundo e terceiro escalão tanto em Brasília quanto nos estados. Com isso, Marcos Rogério, que assume uma vaga no Senado em 2019, já prepara uma lista com alguns nomes para “desaparelhar” os “petistas” que ocupam cargos nos ministérios que serão ocupados pelo DEM. A legenda terá Onix Lorenzony na Casa Civil, Henrique Mandetta na Saúde e Agricultura, com Tereza Cristina.

Pedágio

A Polícia Federal prendeu 10 pessoas em Ji-Paraná, entre políticos, empresários e servidores públicos na operação Pedágio, que investiga pagamentos de propina para favorecimento em processos licitatórios na cidade. O esquema é velho conhecido dos empresários que vendem para governos e prefeituras, alguns pagamentos só são feitos mediante um “faz-me rir”. Entre os presos, o ex-presidente da Câmara Nilton Cezar Rios e Jair Marinho.

Organograma da suposta organização criminosa

De acordo com a PF

Os acusados vão responder pelos crimes de corrupção passiva, concussão, peculato, lavagem de dinheiro, fraude a procedimentos licitatórios, falsidade ideológica e organização criminosa.  Foram apreendidos 16 veículos, R$ 10 mil em espécie e uma porção de maconha (cujo dono não teve nome revelado).

De surpresa

O ex-prefeito de Ji-Paraná, Jesualdo Pires que não está envolvido na operação, tomou conhecimento pela imprensa. Ele está em Porto Velho e se disse surpreso com a operação Pedágio. Para Jesualdo, é preciso que se aguarde o desfecho do inquérito e a denúncia do Ministério Público, “não podemos fazer julgamentos precipitados”, declarou à coluna o ex-prefeito que deixou o cargo no início do ano para disputar uma vaga ao Senado.

Preste muita atenção ao texto abaixo

“A automatização dos processos de seleção está crescendo entre 10 e 15% ao ano. Nos Estados Unidos, já são usados com 60% dos trabalhadores em potencial, e 72% dos currículos não chegam a ser analisados por pessoas. Os algoritmos costumam castigar os pobres, enquanto os ricos recebem um trato mais pessoal. Por exemplo, um escritório de advocacia renomado ou um colégio privado de elite se basearão mais em recomendações e entrevistas pessoais durante os processos de seleção do que uma rede de fast food. Os privilegiados são analisados por pessoas, e as massas, por máquinas. Se você quiser trabalhar num call center ou como caixa, tem que passar por um teste de personalidade. Para um cargo no Goldman Sachs há uma entrevista. Sua humanidade é levada em conta para um bom trabalho. Para um emprego de salário baixo, você é simplesmente analisado e categorizado. Uma máquina lhe etiqueta”.

Ele foi extraído

De uma entrevista com a doutora em matemática pela Universidade de Harvard (EUA) Cathy O’Neil, que foi analista de riscos do sistema financeiro americano. Ela faz um alerta para esse importante dado que eu destaco – “Os privilegiados são analisados por pessoas, e as massas, por máquinas”- e são esses algoritmos, opacos, obscuros, que ninguém sabe direito como funciona, que ditam seu futuro, seja através daquele empréstimo, aumento do limite de seu cartão ou até mesmo a sua permanência no emprego. Se aguçou sua curiosidade, a íntegra da entrevista você confere clicando AQUI.

Na mira da PGR

A Procuradoria Geral da República quer que o Supremo Tribunal Federal proíba o deputado federal Nilton Capixaba (PTB) que cumpre pena por envolvimento na máfia dos Sanguessugas, de frequentar o Congresso. O mandato de Capixaba encerra em janeiro de 2019. Na última terça-feira, 20, Raquel Dodge encaminhou pedido ao STF, que deve se manifestar nos próximos dias. Se for concedido o pedido da PGR, pode ser que outros parlamentares na mesma condição sejam afetados.

Pisando na bola

De acordo com o senador Ivo Cassol, o DNIT “pisou na bola” no caso da ponte do Riozinho (Cacoal/Pimenta Bueno) que está interditada desde o último dia 14. E o senador tem razão, e caso similar vai ocorrer na ponte do rio Candeias, próximo à Porto Velho, que há quase uma década tem uma placa avisando “ponte sob observação”. Acho que estão observando quando ela vai cair…

Apendicite: como reconhecer os sintomas?

Uma dor forte no abdômen que surge do nada. Como reconhecer rapidamente os sintomas da apendicite? Os exames clínico e físico são os mais importantes para o diagnóstico. O profissional avalia o estado geral da pessoa, tipo de dor, se tem febre, diarreia. O exame físico (a palpação) indica as chances de apendicite. Se quando aperta a região dói, e quando solta dói mais ainda, as chances são bem grandes. Outros exames que ajudam são os de imagem, como ultrassom e tomografia. Apendicite pode acontecer em qualquer idade, mas é mais comum no adulto jovem e nos homens. Mas, o que é o apendicite? É uma bolsinha que sai do intestino grosso, que produz algumas células de defesa, semelhante às do baço, gânglios e tecido linfoide do intestino. Nas crianças, a produção dessas células é maior que no adulto. Essa é a principal causa de apendicite nas crianças. No adulto, a produção de células de defesa é insignificante. Normalmente, a causa de apendicite nessa fase tem relação com entupimento por um pedacinho de cocô. A inflamação pode evoluir rápido, entre 12 e 24 horas. 1ª fase – começa com inchaço / 2ª fase – ulceração e pus / 3ª fase – pode perfurar – Na primeira fase, a dor é mais próxima do umbigo. Depois ela se move para baixo e para o lado direito. Ela fica o tempo todo e piora quando a pessoa se mexe. Entre os sintomas associados estão: mal estar, febre, náusea, vômito, diarreia, intestino preso e perda de apetite. O tratamento é cirúrgico. Em alguns casos, a cirurgia pode ser postergada com antibióticos. Entretanto, ela sempre é a mais recomendada. Uma pessoa com apendicite em estágio inicial, que não pode passar por cirurgia no momento, pode controlar a crise com antibiótico, mas dificilmente evita uma futura cirurgia.

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